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 Toninho Psol Wany

O Diretório Regional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL-DF) entregou, no final da tarde desta segunda-feira (1), ao presidente da Câmara Legislativa, deputado Wasny de Roure (PT), requerimento solicitando a retirada de tramitação do projeto de lei complementar nº 108/14, do Executivo, que remaneja recursos do Fundo de Apoio À Cultura (FAC) e do projeto de lei nº 2.049/14, também do governo local, que cria o Fundo Especial da Dívida Ativa (Fedat). Ambos os projetos são apontados pelo GDF como saída para sanar dívidas do governo. O partido propôs ainda a criação de uma auditoria da dívida pública do DF e outra para apurar gastos com a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha.

O candidato ao governo do DF nas últimas eleições, Toninho do PSOL, foi um dos líderes que entregou pessoalmente o documento do partido ao presidente Wasny. No texto, o PSOL sua preocupação com a situação das finanças púbicas do Distrito Federal, “que se encontram numa situação quase falimentar, devendo chegar ao final deste ano com um déficit público superior a R$ 2 bilhões, podendo chegar a R$ 3,1 bilhões”.

Os membros do PSOL reivindicam ainda que a Câmara Legislativa “exerça plenamente suas funções de fiscalizadora do Poder Público, desempenhando todas as suas funções, inclusive abrindo Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para identificar e responsabilizar aqueles que levaram o Distrito Federal a esta calamitosa situação”.

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O PSOL faz um enorme agradecimento a todas as pessoas que compartilharam do nosso projeto de mudança e que depositaram em nós sua esperança de ver um Distrito Federal melhor para se viver.

Toninho do PSOL, de forma coerente e combativa, verbalizou as nossas propostas para mudar as condições de vida de nossa população. Saúde para todos com o programa “saúde em casa”, tarifa zero nos transportes públicos, segurança para todos com uma polícia humanizada e defensora dos direitos humanos e uma educação pública de qualidade com escolas em tempo integral, além de creches em todas as cidades do DF, foram algumas delas.

Essas bandeiras são permanentes para nós. Independente de resultados eleitorais, continuaremos a defender os direitos de todos!

Optamos por fazer uma campanha modesta, ética e transparente, sem financiamento de empresas e sem sujar as ruas. Uma campanha coerente com aquilo que defendemos para o poder público. Contamos com a contribuição generosa de militantes e apoiadores que acreditam que é possível fazer política de um jeito diferente.

O primeiro turno das eleições no DF foi marcado, num primeiro momento, pelo embate contra o candidato ficha suja que felizmente, por iniciativa do PSOL, foi cassado pela Justiça. Após esse momento, abriu-se uma nova eleição e a disputa ficou tomada pelos candidatos financiados pela especulação imobiliária, bancos e grandes empresas privadas. Esses candidatos formaram coligações espúrias com interesses que não são os interesses do povo do Distrito Federal.

De imediato, expressamos ser incompatível qualquer diálogo com a candidatura de Frejat, candidato do grupo político de Roriz e Arruda, responsáveis pela implantação de diversas políticas nefastas e corruptas, de um projeto de DF desigual e em confronto com os direitos humanos. Frejat está associado a um dos maiores ficha-sujas da história recente do país, que utiliza da boa fé do povo para continuar com seus desmandos. Essa é a candidatura das velhas oligarquias e do coronelismo, representando o que há de mais atrasado na política do DF. Dizemos não ao voto e apoio a este candidato!

A candidatura de Rollemberg, contudo, deu sinais de que seguirá o mesmo caminho da velha política. O PSB e Rollemberg foram base dos governos Arruda e Agnelo, e tudo indica que comporão um governo mediante indicações fisiológicas dos parlamentares eleitos pelos grupos conservadores da cidade, que controlam a política local em oposição a uma gestão republicana e participativa, e a uma cidade democrática em que se garanta a igualdade social e o respeito à diversidade humana. A campanha de Rollemberg refletiu essa política em suas coligações com partidos conservadores, crias do rorizismo e arrudismo, e nos investimentos que recebeu de grandes empresas.

Assim, seguindo a coerência e os princípios que norteiam sua caminhada desde sua fundação, o PSOL opta por não apoiar nem a dupla ficha suja Frejat-Arruda, nem a falsa nova política de Rollemberg no segundo turno do DF. Nosso caminho está com as ruas. Seja quem for eleito, continuaremos lutando ao lado da juventude e dos trabalhadores pela construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Agradecemos, mais uma vez, a toda a população do DF, nossos eleitores e apoiadores pela confiança recebida nessas eleições.

Toninho Psol
Dando continuidade ao 5º Fórum da Indústria da Construção Civil – Eleições 2014, o Sinduscon-DF recebe, nesta quinta-feira, 14 de agosto, o candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF), Antônio Carlos de Andrade (Toninho), do Partido Socialismo e Liberdade (PSol). Na ocasião, o setor produtivo apresentará sua pauta de reivindicações e ouvirá o plano de governo do candidato. O evento será realizado no auditório do sindicato, a partir das 8h, com um café da manhã.

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O PSOL/DF, Toninho do PSOL (Candidato a Governador) e Aldemario Araujo Castro (Candidato ao Senado Federal pelo PSOL/DF) foram intimados pela Justiça Eleitoral, em despacho publicado no Diário da Justiça Eletrônico do TRE/DF do dia 28 de julho de 2014, para apresentarem alegações finais no processo de impugnação da candidatura de José Roberto Arruda.

Os impugnantes (PSOL/DF, Toninho do PSOL e Aldemario) apresentarão no TRE/DF, nesta terça-feira (dia 29 de julho) às 11:30, as alegações finais solicitadas pela Justiça Eleitoral. Na manifestação, os impugnantes reforçarão os argumentos no sentido da impossibilidade do ex-governador Arruda manter sua candidatura por estar efetivamente enquadrado como ficha suja. Também serão apresentados entendimentos de respeitáveis juristas contra as frágeis linhas de argumentação do ex-governador flagrado no maior escândalo de corrupção já noticiado no Distrito Federal. Por fim, os impugnantes sustentarão que a manutenção da candidatura do ex-governador Arruda envergonha o Distrito Federal e ofende os mais elementares princípios da ética e da moralidade no trato da coisa pública

 

O PSOL/DF, Toninho do PSOL (Candidato a Governador) e Aldemario Araujo Castro (Candidato ao Senado Federal pelo PSOL/DF) foram intimados pela Justiça Eleitoral, em despacho publicado no Diário da Justiça Eletrônico do TRE/DF do dia 28 de julho de 2014, para apresentarem alegações finais no processo de impugnação da candidatura de José Roberto Arruda.

Os impugnantes (PSOL/DF, Toninho do PSOL e Aldemario) apresentarão no TRE/DF, nesta terça-feira (dia 29 de julho) às 11:30, as alegações finais solicitadas pela Justiça Eleitoral. Na manifestação, os impugnantes reforçarão os argumentos no sentido da impossibilidade do ex-governador Arruda manter sua candidatura por estar efetivamente enquadrado como ficha suja. Também serão apresentados entendimentos de respeitáveis juristas contra as frágeis linhas de argumentação do ex-governador flagrado no maior escândalo de corrupção já noticiado no Distrito Federal. Por fim, os impugnantes sustentarão que a manutenção da candidatura do ex-governador Arruda envergonha o Distrito Federal e ofende os mais elementares princípios da ética e da moralidade no trato da coisa pública

 

A duas semanas da data final do registro das candidaturas, mais cinco partidos (PSol, PSTU, PDT, PCdoB e PV) definiram no sábado (21), em convenções, seus rumos nas eleições deste ano no Distrito Federal. O PSol anunciou Antônio Carlos de Andrade, o Toninho, como seu candidato ao governo, assim como definiu os nomes para vice e senador. Também foi fechado acordo com o PSTU e o PCB em coligação para a eleição de Toninho. Já o PDT confirmou o nome de José Antônio Reguffe para o Senado e chancelou a aliança com o PSB, de Rodrigo Rollemberg. O grupo ainda está com uma vaga aberta na chapa majoritária — a de vice — para negociar. Por sua vez, o PCdoB e PV fecharam apoio à tentativa de reeleição do governador Agnelo Queiroz (PT).

O evento do PSol foi realizado pela manhã na Associação Comercial do DF, no Setor Comercial Sul. Menos de 500 pessoas participaram da convenção distrital. “Representamos a única candidatura de oposição e de esquerda de fato. Os demais grupos ou já estiveram no poder ou têm algum tipo de ligação, basta olhar a composição do atual governo. Temos coerência e acreditamos na possibilidade de vencer. Vamos mostrar tudo o que já foi feito de negativo e ainda está errado no DF”, disse Toninho do PSol. Na convenção, o partido criticou a realização da Copa do Mundo no país.

Antonio Carlos de Andrade, o Toninho do Psol

Antonio Carlos de Andrade, o Toninho do Psol

Nas eleições passadas, Toninho ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com pouco mais de 14% dos votos válidos, atrás de Agnelo e de Weslian Roriz (PSC), que disputaram o segundo turno. Também foram lançados os nomes de Professor Guinle (PSTU) para vice e Aldemário (PSol), para o Senado. A candidata do PSol à presidência, Luciana Genro, iria à convenção local, mas seu voo atrasou.

O PDT reuniu cerca de mil pessoas à tarde, na sede nacional do partido, no Setor de Autarquias Federais Sul (SAFS), para aclamar Reguffe como o nome ao Senado e confirmar a aliança com Rollemberg. Candidatos a deputados distrital e federal se revezaram, tentando apresentar suas propostas. “Temos uma nominata significativa”, disse o presidente regional da legenda, Georges Michel. O ex-deputado distrital Peniel Pacheco (PDT) comunicou, em carta, que não concorrerá nas próximas eleições porque vai apoiar a reeleição de Agnelo.

O grande momento da convenção foi a chegada de Reguffe, Rollemberg e do senador Cristovam Buarque (PDT). “Estamos aqui para escrever um novo capítulo e dar um basta em tudo de ruim que está acontecendo em Brasília”, disse Cristovam. “Estamos coroando o nosso acordo”, acrescentou Rollemberg. Reguffe alfinetou o atual governo: “Me dizem que será difícil ganhar com 51 segundos de tempo de tevê, mas prefiro perder do lado certo a ganhar do lado errado. Não sou oportunista”, disse, referindo-se à proposta que teria recebido para compor chapa com PT e PMDB.

Ao contrário do PDT e do PSB, que definiram novo rumo em 2014, o PCdoB, antigo partido do governador Agnelo Queiroz, continua no mesmo campo político das eleições passadas. A convenção regional da legenda confirmou apoio à reeleição do petista e definiu suas nominatas para a Câmara Legislativa e para a Câmara dos Deputados.

O PV também realizou seu encontro e confirmou que o ex-secretário de Meio Ambiente Eduardo Brandão será o principal nome na disputa e concorrerá a deputado federal. O partido vai se coligar com o PT e PMDB. (Blog do Honorato)

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O servidor público Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do Psol, será candidato ao Governo do Distrito Federal pela terceira vez. Em 2010, foi a grande surpresa da eleição chegando a quase 200 mil votos. Algo em torno de 15% do eleitorado. Toninho é psicólogo e cientista político. Também é conhecido por ser o marido da ex-deputada federal Maria José Maninha (PSol). A votação surpreendente na última eleição foi algo atípico. Toninho recebeu o voto de protesto, numa campanha onde os principais concorrentes, os ex-governadores José Roberto Arruda (PR) e Joaquim Roriz (PRTB), ficaram de fora da disputa. A eleição foi polarizada pelo candidato do PT, Agnelo Queiroz, e a ex-primeira dama Weslian Roriz, que entrou no decorrer do pleito.

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Repetição

Se em 2010, Toninho conseguiu surpreender com os destroços da Caixa de Pandora, em 2014 aposta nos protestos de rua e na indignação do povo com a classe política. Pode pegar uma carona nas manifestações contra a Copa do Mundo e conseguir mais votos de protesto.

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Derrotada

Entretanto, Toninho entra na disputa já carregando uma derrota. Perdeu a presidência regional do partido para a ala mais radical. Igualmente ao PT, também existe divisões e facções dentro do PSol, mesmo ainda com um pequeno número de filiados.

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Alianças

A derrota dentro do partido não impediu que ele fosse novamente o candidato ao governo do Distrito Federal. Mas inviabilizou alianças mais amplas, com outros partidos de esquerda como o PDT, de Cristovam Buarque e Reguffe, e o PSB, de Rodrigo Rollemberg. Vai para a briga sozinho. E não vai ser competitivo. Sobrou para ele PCB, PSTU e PCO. 

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Regularização

O deputado Wasny de Roure, presidente da CLDF abriu na manhã de hoje, o 1º Simpósio de Regularização Fundiária-Demarcação e Divisão, no auditório da Casa. O evento é promovido pela Secretaria de Regularização de Condomínios e o Fórum Distrital de Regularização Fundiária.

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Angustiado

Representantes de entidades da sociedade civil e de vários órgãos, participam do simpósio que dura todo o dia. Presidente da Câmara Legislativa, Wasny diz se sentir angustiado em ver a situação de tantas áreas, que ao longo desses anos, continuam sem ter sua situação resolvida.

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Temas

Para Wasny, é muito oportuna o debate para que seja construído alternativas que viabilizam soluções legais. Ao longo do dia, outros temas interessantes estão sendo levantados, como os aspectos jurídicos processuais da ação de demarcação e divisão e a propriedade da terra.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 27 de maio de 2014, no Jornal Coletivo)

luciana

Luciana Genro, pré-candidata a presidência da República, estará em Brasília na segunda-feira (11) para discutir a conjuntura política atual brasileira e apresentar uma nova alternativa de esquerda para o país!

Luciana é militante socialista, fundadora e dirigente do PSOL. Milita na corrente Movimento Esquerda Socialista. É ex-deputada estadual e federal, fundadora e professora do Emancipa (cursinho popular) e advogada.

Participação: Luciana Genro (Pré-candidata à presidência da República)

Mediação: Juliana Selbach (Presidente do PSOL no Distrito Federal)

Local: Auditório da FENASPS – Conic – Prédio Venâncio V – Loja 28 – Térreo

Juliana Selbach

Juliana Selbach

O PSOL-DF realizou seu 4º Congresso Distrital neste domingo (03. O evento reuniu 121 delegados eleitos em plenárias realizadas em agosto e setembro de 2013. Ao todo, 610 filiados participaram do processo congressual que indicou Antônio Carlos de Andrade, o Toninho, pré-candidato do PSOL ao Governo do Distrito Federal.

Duas chapas disputaram o comando do PSOL para os próximos dois anos. A chapa Bloco de Esquerda, que apresentou Juliana Selbach para a Presidência, venceu o Congresso com 61 votos. A chapa Unidade Socialista, liderada por Toninho, obteve 59 votos.

Juliana Selbach tem 29 anos, é bancária do Banco do Brasil. Em 2013 concorreu à Presidência do Sindicato dos Bancários pela Oposição Bancária e obteve 37% dos votos. Juliana é bióloga de formação e iniciou sua militância ainda na adolescência na Pastoral da Juventude. Posteriormente, no movimento estudantil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi coordenadora-geral do Diretório Central dos Estudantes, em 2005. Reside em Brasília desde o início de 2011 e também participa do Juntos, movimento nacional de juventude. Para Juliana, é preciso construir um PSOL engajado e militante.

Alternativa de esquerda - Durante o congresso foi realizada uma discussão sobre o Distrito Federal. Num primeiro momento com a saudação das direções do PSTU e do PCB, que devem confirmar com o PSOL a Frente de Esquerda para o GDF em 2014. Os professores da UnB, Paulo César Marques, da Faculdade de Tecnologia, e Frederico Flósculo, da Faculdade de Arquitetura, fizeram uma qualificada análise crítica sobre os problemas do DF, bem como importantes contribuições programáticas ao PSOL nos temas do acesso à cidade, mobilidade urbana e inversão das prioridades em defesa da população pobre.

À tarde, foram discutidas e aprovadas as resoluções partidárias, elaboradas pelas setoriais sobre drogas, de mulheres, LGBT e de Direitos Humanos, que se reuniram no sábado.

O PSOL postula-se como a única alternativa de esquerda e independente ao governo de Agnelo e Filippelli. “É preciso romper o círculo vicioso da governabilidade, da corrupção, da repressão policial ao povo da periferia e das manifestações, bem como inverter a lógica dos investimentos, enfrentando a máfia dos transportes e a especulação imobiliária. Atualmente, os grandes partidos, como PT, PMDB, PSDB e PSB, que também disputarão o GDF, sustentam o regime político baseado em interesses privados. Toninho será o porta-voz do PSOL, que fará o contraponto a esse cenário”, diz texto enviado pela assessoria do PSOL.

Com apoio unânime dos delegados do congresso, Toninho foi aclamado como pré-candidato do partido. Ele agradeceu o apoio da militância e aceitou o desafio de representar o partido nas eleições de 2014.

Toninho do PSOL foi candidato a governador em 2006 e 2010, recebendo 4,24% e 14,25% dos votos, respectivamente. Toninho foi o candidato que mais cresceu de 2006 a 2010. A expectativa do partido é chegar ao segundo turno numa aliança calcada com o programa popular das manifestações de junho, abordando questões objetivas e, ao mesmo tempo, estratégicas na construção de um governo do povo no Distrito Federal.

Antonio Carlos de Andrade, o Toninho do Psol

Antonio Carlos de Andrade, o Toninho do Psol

Neste sábado será realizada a primeira plenária do Congresso do PSOL em Brasília. Após os levantes de junho no Brasil – que chegaram a colocar 70 mil brasilienses nas ruas, para os cerca de 20 milhões em todo Brasil, este número apurado em pesquisa da CNT- Confederação Nacional do Transporte – é um momento de definições para o Partido Socialismo e Liberdade no DF.

O congresso é o órgão máximo do partido, em que todos os filiados têm o direito de participar do debate e decidir a política do PSOL. É o maior momento da vida interna do partido, incorrendo naquilo que os indignados chamam de democracia real. Neste modelo de democracia, qualquer filiado tem a mesma força de um deputado, senador ou presidente do partido, ou seja, cada pessoa corresponde a um voto.

O Movimento Esquerda Socialista MES defende candidatura própria do PSOL e o nome de Toninho do PSOL para governador.

Com 14,6% dos votos para governador em 2010 e 4,27% em 2006, há chance de Toninho do PSOL ter a maior candidatura do partido em 2014, tendo em vista que pesquisas de opinião o colocam acumulando a intenção de votos a partir das últimas eleições. Nos grandes estados, onde o PSOL tem presença, nomes como Luciana Genro, do Rio Grande do Sul, Marcelo Freixo, do Rio de Janeiro, Ivan Valente e Carlos Giannazi, ambos de São Paulo, não devem ser candidatos a governador.

 

“Associar esse depósito a uma origem irregular é mais uma tentativa criminosa de acusação vazia contra Agnelo Queiroz. Não é crível que este receberia algo irregular em sua conta corrente. O governador Agnelo Queiroz lamenta as tentativas de se construir tais denúncias em busca de atos irregulares que não existem”, diz a nota do governador.

Agnelo considera as denúncias uma tentativa desesperada da oposição de construir algo que relacione o governador a qualquer irregularidade. “Como não conseguem encontrar ato algum irregular na gestão de Agnelo Queiroz à frente do Governo do Distrito Federal, tentam buscar em situações antigas. Agora, uma deputada de oposição aparece com um documento de um suposto denunciante, que nem à Câmara Legislativa compareceu. Ela é autora de uma versão contaminada por uma luta política desleal. Ao longo de sua trajetória, Agnelo Queiroz teve contato com as mais diversas pessoas, e tentam construir versões falsas para fatos isolados ocorridos em algum determinado período”, diz a nota.

Dirigentes do PSOL se reuniram na manhã desta segunda-feira com o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o deputado distrital Cabo Patrício (PT), para pedir que sejam investigadas as denúncias de corrupção contra o governador do DF. Segundo Toninho do PSOL, presidente local do partido, Cabo Patrício se comprometeu a incluir o pedido na pauta da reunião de terça-feira da mesa diretora da Casa. Ele, no entanto, reconhece que a maioria folgada de que Agnelo dispõe na CLDF dificultará a apuração.

Toninho defende que Agnelo deve ser investigado, independentemente de as possíveis irregularidades cometidas por ele terem ocorrido antes de tomar posse como governador, este ano. Informações de O Globo.

 

O presidente do Partido Socialismo e Liberdade do Distrito Federal (PSOL), Toninho de Andrade, se reuniu ontem (07) com o presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT), para pedir a investigação de denúncias de corrupção envolvendo o governador Agnelo Queiroz no tempo em que estava à frente do Ministério do Esporte. Formalizado em documento entregue durante a reunião, o pedido será avaliado pela Mesa Diretora da Casa hoje, às 11h.

“A Câmara precisa tomar providências em relação às denúncias que têm sido veiculadas, e o governador deveria se afastar e aguardar as investigações”, afirmou Toninho. O presidente do PSOL prometeu protocolar pedido de impeachment do governador nos próximos dias.

“Não se deve condenar sem provas”, rebateu Patrício. O deputado disse confiar na apuração conduzida pela Polícia Federal, Ministério Público e demais órgãos competentes e lembrou: “qualquer investigação na Câmara deve ser feita por Comissão Parlamentar de Inquérito, que, para ser criada, precisa de requerimento assinado por, no mínimo, oito parlamentares”.

O pedido de investigação entregue pelo PSOL pede que a Casa ouça, além do governador Agnelo, os demais envolvidos no suposto esquema de corrupção do programa Segundo Tempo: o denunciante Geraldo Nascimento de Andrade, João Dias, o ex-ministro Orlando Silva, e o atual secretário de Saúde e ex-secretário do Ministério do Esporte, Rafael Barbosa. (Denise Caputo – Coordenadoria de Comunicação Social)

 

A presidente nacional do PSOL, Heloísa Helena, sugeriu ao partido a abertura de negociação formal com a presidenciável Marina Silva, do PV. A proposta foi feita à comissão Executiva do PSOL, que ainda não deliberou. Disse aos demais dirigentes do partido que, inviabilizando-se o acerto com Marina, prefere que o PSOL seja representado na sucessão por outra pessoa. Heloísa disse que tende a comparecer às urnas como candidata ao Senado: “Quero que Alagoas tenha uma alternativa…”

 

Assim, abre espaço para uma coligação a candidaturas proporcionais entre as duas legendas no DF. Quem mais ganharia com isso seria a ex-deputada federal Maninha (PSOL), que pretende se candidatar a Câmara legislativa, depois de não conseguir se elegar à Câmara dos Deputados, mesmo tendo 46 mil votos.

 

Caso isso aconteça, há ameaça de rebelião no PV-DF. Muitos filiados entraram na sigla para disputar vaga de deputado distrital com a promessa de uma chapa verde pura. Todos temem que Maninha seja eleita, em detrimento de alguém do PV, caso ele lidere a nominata e a coligação PSOL-PV alcance o coeficiente para eleger apenas um parlamentar.

 

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) promove ato pelo Fora Sarney, hoje, 16h30, com concentração na Praça dos Três Poderes em Brasília. Segundo nota da legenda, o Brasil assiste indignado a mais um escândalo. “O Senado Federal volta a ser palco de corrupção, por meio de atos secretos, apadrinhamento político e todo tipo de desvios e malversação do dinheiro público. Este escândalo acontece em meio à maior crise econômica das últimas décadas”, diz o PSOL.

 

O ato vai pedir a mais ampla investigação sobre a máfia do Senado, além de que todos os atos secretos, contratos, nomeações secretas de parentes, terceirizações e outros negócios escusos praticados nos últimos anos sejam rigorosamente apurados e os responsáveis punidos.