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IBOPE

Brancos e nulos somam 9%, e 28% não sabem ou não responderam. Pesquisa foi encomendada pela TV Globo; instituto ouviu 1.204 eleitores.

Do G1 DF – O deputado federal Reguffe (PDT) lidera a disputa no Distrito Federal pelo Senado com 29% das intenções de voto, mostra pesquisa Ibope encomendada pela TV Globo e divulgada nesta terça-feira (30). Magela, do PT, aparece com 16%, e o senador Gim Argello (PTB), que tenta continuar no cargo, com 13%. Brancos e nulos somam 9%, e 28% não sabem ou não responderam.

O levantamento é o segundo encomendado pela TV Globo desde o início da disputa eleitoral. Na pesquisa anterior, divulgada em 30 de julho, Reguffe aparecia com 31%, dois pontos a mais que o percentual registrado agora.

Os candidatos Magela, Gim, Aldemário (PSOL), Expedito Mendonça (PCO), Robson (PSTU) e Sandra Quezado (PSDB) aparecem nas duas pesquisas com os mesmos percentuais. Jamil Magari, do PCB, registrava 1% em julho, e não atingiu percentual significativo no levantamento de agosto.

O percentual de eleitores que declaram voto em branco ou nulo era de 18%. Agora, é de 9%. Os que não sabem ou não responderam à pergunta passaram de 16% para 28%.

O Senado vai renovar um terço das 81 cadeiras na eleição deste ano, sendo uma vaga para cada unidade da federação.

Confira os números da pesquisa sobre a disputa pelo Senado:

- Reguffe (PDT): 29%

- Magela (PT): 16%

- Gim Argello (PTB): 13%

- Aldemário (PSOL): 1%

- Expedito Mendonça (PCO): 1%

- Robson (PSTU): 1%

- Sandra Quezado (PSDB): 2%

- Jamil Magari (PCB): 0%

- Branco/nulo: 9%

- Não sabe/não respondeu: 28%

Dados da pesquisa

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 23 e 25 de agosto. O instituto ouviu 1.204 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se for levada em conta a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número DF-00034/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00425/2014.

IBOPE

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) lidera com 34% das intenções de voto para presidente da República. A candidata pelo PSB, Marina Silva, aparece com 29% das intenções e Aécio Neves (PSDB) tem 19% das intenções. Os dados foram divulgados pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, que encomendaram a pesquisa.

De acordo com a pesquisa, em um segundo turno com Dilma, a candidata Marina Silva, que entrou recentemente na corrida presidencial, sairia vencedora.

Os candidatos Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL) marcaram cada um 1% das intenções de voto estimuladas. Eduardo Jorge (PV), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm juntos 1%. Votos nulos ou brancos somam 7% e são 8% os indecisos.

Nas simulações de segundo turno, Marina seria eleita com 45%, contra 36% de Dilma. Há 11% de indecisos e 9% anulariam. Contra Aécio, Dilma seria reeleita com 41% das intenções de voto, contra 35% do candidato tucano. Os indecisos somam 12%, a mesma porcentagem dos que anulariam os votos. O instituto não fez simulação de um segundo turno entre Marina Silva e Aécio Neves.

Em pesquisa espontânea, quando se pergunta a intenção de voto do eleitor sem mostrar a lista com os nomes dos candidatos, Dilma tem 27% dos votos, Marina chega a 18% e Aécio tem 12%. O número de eleitores indecisos passa de 43% para 28%, em relação à pesquisa anterior do Ibope, do dia 6 de agosto.

Marina tem a menor rejeição, 10%. Dilma tem 36% e Aécio, 18%. Pastor Everaldo tem 14% de rejeição e Zé Maria, 11%. Os demais candidatos têm menos de 10% de rejeição.

A avaliação do governo Dilma foi considerada ótima ou boa por 34% dos entrevistados. Já os que consideram o governo ruim ou péssimo foram 27%. Os que responderam regular somam 36%. E 2% não souberam responder.

O nível de confiança da pesquisa é 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Ibope fez 2.506 entrevistas, entre os dias 23 e 25 de agosto, em 175 municípios de todas as regiões do Brasil. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR428/2014. (Mariana Tokarnia, da Agência Brasil)

Coletivo Politico

O Instituto Veritá Pesquisa divulgou levantamento sobre o cenário eleitoral no Distrito Federal. Segundo a empresa, o ex-governador José Roberto Arruda (PR), está na liderança na disputa ao Palácio do Buriti, com 36,8% das intenções de voto. O governador e candidato à reeleição, Agnelo Queiroz (PT), ocupa a segunda posição, com 17,1%. Considerando apenas os votos válidos, a disputa seria entre 48,5% contra 22,5%. Arruda estaria muito próximo de uma vitória em primeiro turno. Em terceiro lugar está o candidato do PSB, senador Rodrigo Rollemberg, que conta com 13,3% da preferência do eleitorado (17,5% dos votos válidos). Os números mostram um empate técnico entre Agnelo e Rollemberg no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Pelotão de trás

O candidato Antônio Carlos de Andrade, Toninho do Psol, está em empatado em quarto lugar (4,4%) com o deputado Luiz Pitiman, do PSDB, com 4,1%. A candidata do PCO, Perci Marrara, não conseguiu 1% dos votos dos eleitores.

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Segundo turno

Numa simulação de segundo turno entre Arruda e Agnelo, o candidato do PR venceria as eleições com 42,6% dos votos, contra 23,3% dos votos do governador petista. A pesquisa foi realizada entre 31 de julho e 3 de agosto, com 2.227 pessoas em todo o DF. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 00024/2014.

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Recursos próprios

O Instituto Veritá informa que o custo da pesquisa foi bancado com recursos próprios. O valor informado ao TSE foi de R$ 89 mil. A empresa também ouviu o eleitor sobre a corrida ao Senado, mas ainda não divulgou os números.

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Taguaparque

O candidato ao governo do Distrito Federal, Luiz Pitiman (PSDB), visitou o Parque Ecológico Taguaparque, em Taguatinga, e conversou com os usuários do espaço. Os frequentadores reclamam da falta de água potável e manutenção.

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Abandonado

Entregue na gestão de Pitiman à frente da Novacap, em junho de 2009, aniversário da cidade, o Parque possui área de 89 hectares, mas está abandonada. “Desde que foi construída nada mais foi feito”, comenta Pitiman.

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Provocação

De acordo com os usuários do local, falta água potável e alguns equipamentos estão quebrados. O candidato acredita que o descaso é fruto de conflitos do governo atual. “Será que é porque eu construí e o Agnelo não quer cuidar?”, completa.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 06 de agosto de 2014, no Jornal Coletivo)

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A disputa a uma vaga no Senado pelo Distrito Federal teve esta semana a desistência do ex-deputado Alberto Fraga (DEM). O fato reforçou a candidatura à reeleição do senador Gim Argello (PTB). O deputado federal José Antônio Reguffe (PDT) continua na liderança, seguido do petista e também deputado federal Geraldo Magela. Na pesquisa do Instituto Dados, Reguffe se isolou na liderança ao Senado, com 24,5% das intenções de voto. Magela continua em segundo e registrou 11,2%. O terceiro lugar é ocupado por Gim Argello com 8%. Fraga é o quarto e chega a 7%. Se conseguir transferir os votos, Gim fica numa situação boa na disputa.

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Verde, branco e nulo

Candidato ao Senado pelo Partido Verde e ex-secretário de Meio Ambiente do governo Agnelo, Eduardo Brandão tem 4,6%. Os eleitores que se declaram indecisos somam 25,7%. Os que pretendem votar em branco ou anular o voto são 18,9%. Apenas uma vaga está em disputa.

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Cenário 2

O Instituto Dados também quis saber a opinião do eleitor brasiliense em um segundo cenário com Fraga sendo substituído por Eliana Pedrosa (PPS). Os números ficaram assim: Reguffe, 23,2%; Magela, 12,1%; Gim, 9,1%; Eliana, 5%; Brandão, 4,3%. Brancos, nulos e indecisos somam 46,4%.

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Cenário

Em outro cenário, incluindo os nomes de Eliana Pedrosa e Alberto Fraga na disputa a situação dos candidatos fica assim: Reguffe, 24,2%; Magela, 10,6%; Gim Argello, 7,8%; Fraga, 6%; Eliana, 4,8%; e Eduardo Brandão, 3,7%. Brancos, nulos e indecisos são 42,8%

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Rejeição

A pesquisa também quis saber quais os candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum. O ranking da rejeição para o Senado é esse: Alberto Fraga, 13,8%; Geraldo Magela, 12,8%; Gim Argello, 11,8%; Eliana Pedrosa, 11,3%; Eduardo Brandão, 6,8%; e Reguffe, 4,8%

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Eliana e Fraga

Mesmo tendo o nome colocado na corrida ao Senado, a deputada Eliana Pedrosa mantém sua posição de candidata ao Palácio do Buriti. Costura acordos para viabilizar a candidatura. Alberto Fraga vai disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Em 2010, teve quase 520 mil votos para o Senado.

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Levantamento

O Instituto Dados ouviu 3 mil eleitores entre os dias 24 a 30 de maio em todas as regiões do Distrito Federal. A margem de erro é de 1,8% e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE) sob o nº 00010/2014 e no TSE nº 00138/2014.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 4 de junho de 2014, no Jornal Coletivo)

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Os pré-candidatos a presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) disputam voto a voto a liderança no Distrito Federal, aponta a pesquisa do Instituto Dados. Dilma fica na frente na pergunta espontânea, enquanto Aécio lidera na estimulada. Candidata à reeleição, a petista tem 10,7% contra 7,5% do senador Aécio Neves na espontânea, quando não são apresentados uma lista com os candidatos. Em terceiro está o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com 4%. Ainda foram citados o senador Randolfe Rodrigues (0,3%), do PSOL; o ex-governador de São Paulo, José Serra (0,2%), do PSDB; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa e o ex-presidente da República, Fernando Henrique, do PSDB, tem 0,1%. Os três últimos não são candidatos à sucessão de Dilma Rousseff. O destaque fica para o alto índice de eleitores indecisos, 58,7%. Pretendem votar em branco ou anular o voto somam 18,4%.

Estimulada

Na pesquisa estimulada, quando são apresentados os nomes dos candidatos, a situação se inverte. Aécio Neves supera Dilma e consegue 19,3% contra 17,6% da petista. É considerado um empate técnico dentro da margem de erro. Eduardo Campos segue em terceiro com 12%. Randolfe Rodrigues tem 2,4%

Brancos e nulos

Também é alto na pesquisa estimulada os percentuais de nulos, brancos e indecisos. 25,2% dos eleitores declaram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Os que ainda não decidiram em quem votar ou não quiseram responder somam 23,5%.

Por região

Aécio Neves vence na maioria das regiões administrativas do DF. Mas é no Lago Sul (40%) e no Lago Norte (33%) que alcança os seus melhores índices. Dilma Rousseff tem melhor desempenho no Varjão (35,5%) e no Riacho Fundo II (29,5%).

Plano Piloto

Eduardo Campos só fica na frente na disputa junto aos eleitores do Plano Piloto, com 24,6%, contra 21,9% de Dilma e 20,6% de Aécio. Também empata no Park Way com Aécio, ambos com 12,5%. Campos consegue bons índices em outras regiões, ficando em segundo.

Randolfe

O senador amapaense Randolfe Rodrigues registra melhor desempenho na Fercal, com 19,4%, ficando atrás apenas de Dilma (35,5%). Consegue bons índices ainda no Gama (6,7%), SCIA/Estrutural (5,3%) e no Itapoã, com 4,5%.

Levantamento

O Instituto Dados ouviu 3 mil pessoas entre os dias 26 de abril a 2 de maio em todas as regiões do Distrito Federal. A margem de erro é de 1,8%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE) sob o nº 00008/2014 e no TSE nº 00093/2014.

(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 07 de maio de 2014, no Jornal Coletivo)

Leia mais:

Parte I da pesquisa em http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/2014/05/05/corrida-ao-buriti-disputa-equilibrada-aponta-pesquisa/

Parte II http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/2014/05/06/pesquisa-dados-indecisos-sao-maioria/

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A disputa para o Governo do Distrito Federal está aberta. Os baixos índices de intenção de votos dos pré-candidatos ao Buriti mostram não só que a eleição está embolada. Pesquisa do Instituto Dados aponta que mais da metade do eleitor brasiliense está indeciso. O percentual é maior na pergunta espontânea. Os entrevistados que declaram não saber em quem votar ou não quiserem responder somam 55,7%. Já os que pretendem votar em branco ou anular o voto são 20,2%. Ou seja, quase 80% dos eleitores. Na pesquisa estimulada, quando são apresentados os pré-candidatos, os que não decidiram em quem votar são 26,9%. Já outros 22,4% declaram anular o voto ou votar em braco. Esses números da estimulada são referentes ao cenário 4 da pesquisa do Instituto Dados, onde constam os nomes de todos os pré-candidatos.

Estimulada

Os nomes na lista são do governador Agnelo (PT), do ex-governador Arruda (PR), do senador Rollemberg (PSB), dos deputados Pitiman (PSDB) e Eliana Pedrosa (PPS), além do terceiro colocado em 2010, Toninho do PSol. Juntos, atingem apenas metade do eleitorado.

Descrentes

Conquistar o eleitorado descrente com a política será um desafio a mais para aqueles os querem vencer a eleição. A desconfiança com a classe política e a série de escândalos que atingiu os governos atual e anteriores são algumas das causas para a descrença.

Agnelo e Arruda

A Fercal é a cidade com índice zero de indecisos e com apenas 19,4% de eleitores que pretendem anular o voto. Também é lá onde Arruda (48,4%) e Agnelo (29%) conseguem seus melhores índices de intenção de voto. Guará registra o maior número de indecisos e de voto nulo, com 67,4%.

Rollemberg e Toninho

Rollemberg tem a preferência do Plano Piloto (27,6%) e dos Lagos Sul (28,6%) e Norte (28,2). E vai muito mal em áreas como o Núcleo Bandeirante (3,3%), Sudoeste/Octogonal (4,9%) e Cruzeiro (5,3%). Toninho se destaca no Gama, com 16,3%.

Pitiman e Eliana

O deputado Luiz Pitiman só ultrapassa a casa dos dois dígitos de intenção de voto no Vicente Pires, com 12,5%. Seu segundo melhor índice é no Lago Norte, onde mora, com 8,6%. Eliana Pedrosa tem o melhor desempenho no Núcleo Bandeirante (6,7%) e Brazlândia (5,2%).

Levantamento

O Instituto Dados ouviu 3 mil pessoas entre os dias 26 de abril a 2 de maio em todas as regiões do Distrito Federal. A margem de erro é de 1,8%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o nº 00008/2014.

(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 06 de maio de 2014, no Jornal Coletivo)

 

A pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todo o país revelou que Luiz Inácio Lula da Silva é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros para disputar novamente o Planalto daqui a dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder. A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor ainda é o predileto dos brasileiros.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Ainda de acordo com a Datafolha. O governo de Dilma é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Segundo informações do jornal Fola de S. Paulo, trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

Depois de 100 dias de administração, governador tem saldo positivo, segundo aponta pesquisa Instituto Dados/Grupo Comunidade. O levantamento mostra que a saúde é a principal preocupação da população da capital e que o GDF precisa ampliar ações no setor

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade

A primeira pesquisa de avaliação sobre o governo de Agnelo Queiroz, realizada às vésperas do centésimo dia de mandato, mostra que o novo GDF é aprovado, até aqui, por 61% da população. O resultado é a soma das pessoas que responderam avaliar o governo como ótimo (3,7%), bom (18,6%) e regular (38,7%). Já as pessoas que não aprovam o governo, considerando-o ruim ou péssimo, soma 28,7%.

O estudo é uma parceria dos Instituto Dados com o Grupo Comunidade de Comunicação. A pesquisa foi realizada entre 2 e 6 de abril e ouviu 3.000 eleitores em todo o DF. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais. Essa é a primeira pesquisa de uma série que o Grupo Comunidade e o Instituto Dados farão para analisar o Executivo, suas ações, o trabalho no Legislativo e a opinião do brasiliense sobre temas importantes da cidade como transporte, saúde, educação, Copa do Mundo entre outros.

A pesquisa também aponta que não há grandes diferenças nas diferentes regiões do DF, nem entre as variadas faixas de renda e etária. Com pequenas variações entre uma mostra e outra, a avaliação como regular se repete em todas. Também surge uma tendência uniforme na avaliação bom e ótimo serem um pouco superiores aos de ruim e péssimo.

O levantamento também confirmou o que vinha sendo apontado há tempos pelos então candidatos ao governo durante a campanha eleitoral de 2010, e que foi tema preponderante da disputa eleitoral: a saúde é disparado a principal preocupação da população. Nada menos que 69,8% da população consideram que esse é o principal problema de Brasília e deve ser a área prioritária a ser atacada pelo governo. A preocupação com a segurança foi a segunda mais citada, ficando com um distante 9,5% de pessoas que consideram esse o principal problema, bem abaixo do primeiro.

Em seguida, vêm dois temas que também foram bastante mencionados na campanha e que são problemas crônicos da cidade: transporte e educação. Os dois ficaram bem próximos, como terceiro e quarto mais citados. O transporte foi lembrado por 5,9% dos entrevistados, ao passo que a educação, principalmente em relação a escolas e creches, foi lembrado por 5,4%.

Como um reflexo disso, a população não aprova a atuação do governo especificamente na saúde. Quando perguntados que nota dariam, 40,4% deram a nota mínima, ou seja, 1. Somando as pessoas que deram nota entre 6 e 10, o resultado é apenas 14%. O governador Agnelo Queiroz afirma que isso é um resultado natural, pois, por mais que tenha havido avanços na questão, a atuação do GDF foi mais defensiva, e as áreas estratégicas estão sendo trabalhadas com bases sólidas, para terem efeito prolongado e duradouro – ver entrevista com Agnelo Queiroz nas páginas 4 e 5.

A atuação no governo é bem melhor avaliada em outras áreas, como educação, onde 26,7% dos entrevistados deram nota entre 6 e 10, ou segurança, onde 24,5% também deram alguma nota entre 6 e 10. Todas as outras áreas avaliadas – urbanização, sanea­mento, comunicação, infraestrutura e esporte -, a quantidade de entrevistados que deu entre 6 e 10 passou dos 30%.

A percepção local de cada comunidade, porém, aponta para outra direção. Diferentemente de quando perguntado sobre o principal problema do DF, quando o questionamento foi sobre o principal problema na região onde o entrevistado mora, a área que vem em primeiro foi segurança. 32,9% das pessoas entrevistadas afirmaram que a segurança era sua maior preocupação local. A saúde, dessa vez, vem em segundo lugar, aparecendo com 24,7%. O terceiro problema mais citado foi o transporte, com 11,7% de menções. Em seguida aparecem educação, infraestrutura, saneamento básico e urbanização, todos acima dos 3%.

 

Outro índice significativo foi o de pessoas que afirmaram desconhecer quem são os administradores regionais do Distrito Federal. Ainda que esteja mais próximo da população por ter uma atuação localizada, 80,3% dos brasilienses não conhecem seu administrador regional. O índice é menor do que o de pessoas que não sabem quem compõe o secretariado e pode ser um reflexo também do pouco tempo de governo.

Entre os que afirmaram saber o nome do administrador regional, quando perguntados então o nome do titular do posto, apenas 34,5% souberam responder corretamente. 18,6% dos entrevistados deram um palpite errado, enquanto 46,9% sequer tentaram responder.

 

A pesquisa Dados/Grupo Comunidade de Comunicação também mediu o conhecimento do brasiliense sobre os membros do primeiro escalão do governo. Em um cenário onde a palavra de ordem é que os cargos sejam ocupados com nomes com capacidade técnica e não estritamente pelo critério político, onde o normal seria que grandes nomes que querem se projetar ocupassem esse espaço, 85,7% dos entrevistados afirmaram não saber quem são os secretários de governo.

O mais conhecido deles é, também, tido como um dos homens fortes do governo e eleito com expressiva votação para deputado federal. Titular da Secretaria de Governo, Paulo Tadeu (PT) foi lembrado por 23,6% dos entrevistados. Em seguida, outro deputado federal eleito, e logo em seu primeiro pleito, o secretário de Obras Luiz Pitiman (PMDB) foi citado por 10,8% dos entrevistados. Depois deles, outros três parlamentares também eleitos foram lembrados: Alírio Neto (Justiça – PPS), com 9,5%, Geraldo Magela (Habitação – PT), com 6,8% e Arlete Sampaio (Ação Social – PT), citada por 3,4%.

 

Outra avaliação foi sobre a atuação da Câmara Legislativa do DF. Usando o mesmo critério que a avaliação de governo, a Câmara obteve um índice de reprovação de 34,5%. Essa porcentagem de pessoas acham que a atuação da Câmara nesse início de legislatura foi péssima ou ruim. Já o índice de aprovação em relação a atuação parlamentar local regular, boa ou ótima foi de 55,6%.

Entre os entrevistados, pelo Dados 69,8% afirmaram não saber quem são os deputados distritais. 19,9% dizem que conhecem os integrantes da Câmara. O deputado mais lembrado do Legislativo local nesse estudo foi justamente o presidente da Casa, deputado Patrício, do PT. Ele foi citado por 8,1% dos entrevistados. Próximo desse índice, outro deputado petista, Chico Leite, foi mencionado por 7,4%.

Todos os outros parlamentares citados ficaram com índices significativamente menores. Eliana Pedrosa (DEM), Chico Vigilante (PT) e Raad Massouh (DEM) conseguiram índices acima dos 3%. As duas deputadas que se assumem como de oposição de maneira mais contundente, Celina Leão (PMN) e Liliane Roriz (PRTB) ficaram com menos de 1%.

 

Pesquisa Datafolha realizada ontem com 1.112 eleitores mostra que a vantagem de Agnelo Queiroz (PT) sobre Weslian Roriz (PSC) oscilou positivamente de 23 para 25 pontos percentuais.

O candidato petista ao governo do Distrito Federal agora tem 55% das intenções de voto, contra 30% de sua adversária. Com relação ao último levantamento do instituto, realizado entre os dias 20 e 21, Agnelo oscilou um ponto para cima, enquanto Weslian, um para baixo (o placar era de 54% a 31%).

Considerando-se apenas os votos válidos (ou seja, excluindo-se votos brancos e nulos), Agnelo tem 65%, e Weslian, 35%.

De acordo com o Datafolha, 7% pretendem votar em branco ou anular o voto. Outros 8% se dizem indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

No primeiro turno, Agnelo venceu Weslian por mais de 13 pontos de diferença (48,41% a 31,5%).

Neste levantamento, Agnelo melhorou seu desempenho em vários estratos do eleitorado, como entre os que têm entre 35 e 44 anos (de 50% para 60%), entre os mais velhos (de 48% para 54%), entre os mais escolarizados (de 69% para 73%) e entre os mais pobres (de 36% para 41%).

Weslian Roriz tem maior intenção de voto entre os eleitores mais velhos (36%), entre os menos escolarizados (48%) e entre os mais pobres (41%).

Contratada pela Folha e pela Rede Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número 40068/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral com o número 37405/2010.

 

Na mais nova pesquisa divulgada pelo instituto Soma Opinião & Mercado, Agnelo Queiroz (PT) está com 62% das intenções de voto contra 38% de Weslian Roriz (PSC). Os números referem-se aos votos válidos, descontados brancos, nulos e indecisos. Em votos totais, Agnelo tem a preferência de 55% dos eleitores, enquanto Weslian fica no 33%. Ainda estão indecisos 7% dos entrevistados, o que significa que aumentou esse índice em relação aos dois levantamentos passados da Soma, onde esse dado ficou nos 5%. Os eleitores que disseram que votarão em branco ou anularão seu voto somam 6%.

Agnelo manteve praticamente o mesmo índice. Nos dois últimos levantamentos da Soma ele teve 52% e 56%. Ou seja, depois de uma leve subida, sua variação se manteve dentro da margem de erro, que é de 3,2 pontos percentuais. Weslian também manteve o mesmo índice, depois de uma ligeira queda inicial. Se no primeiro levantamento ela alcançou 36%, nos dois seguintes, contando com o mais recente, ela ficou nos 33%.

Isso mostra um grau razoável de cristalização da intenção de voto e de certeza do eleitorado sobre em quem vai votar.

Agnelo é superior a Weslian em todos os setores da sociedade medidos pelo Soma. Sua maior vantagem está entre os eleitores com nível universitário, em que o petista alcança 71% dos votos totais, contra 15% da ex-primeira dama. Nessa faixa, 4% ainda estão indecisos e 10% votarão em branco ou anularão o voto.

Na faixa com menor grau de escolaridade, ou seja, entre os eleitores que têm até o primeiro grau, Agnelo marca 46% contra 45% de Weslian. Ainda que o número seja próximo e possa ser considerado empate técnico, é a primeira vez que o petista ganha nesse setor da sociedade.

A pesquisa da Soma foi 941 eleitores entre os dias 18 e 20 de outubro em todo o DF e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) com o número 37160/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o 36115/2010.

Dilma consolida dianteira no DF

A presidenciável Dilma Rousseff (PT) registrou aumento de sua intenção de voto entre os eleitores do Distrito Federal. No primeiro levantamento da Soma depois do primeiro turno, José Serra (PSDB) havia marcado 47%, dez pontos percentuais à frente de Dilma. No anterior, publicado no dia 15 de outubro, Dilma havia passado Serra, mas apenas por um ponto, ainda dentro da margem de erro. Porém, esse levantamento mais recente da Soma mostra que Dilma está em viés de alta, consolidando essa liderança. Ela marcou 45% das intenções de voto, um aumento de dois pontos percentuais, enquanto Serra ficou nos 39% e perdeu três pontos percentuais. 8% dos entrevistados ainda se disseram indecisos, enquanto 8% afirmaram que vão anular seu voto ou votar em branco.

Em termos de votos válidos, isso equivale a 54% para Dilma contra 46% de Serra entre os eleitores do DF. Em Brasília, o perfil do eleitor de Dilma Rousseff tende a se aproximar do de Agnelo Queiroz, enquanto o eleitor de Weslian normalmente opta por também votar em Serra. A maior vantagem da candidata petista à Presidência fica entre os eleitores com nível universitário, onde ela marca 50% contra 36% do tucano. Nesse setor da sociedade, há 4% de indecisos, enquanto 11% irão anular ou votar em branco.

Números

Governador

Votos válidos

Agnelo – 62%

Weslian – 38%

Presidente

Votos válidos no DF

Dilma – 54%

Serra – 46%

 

Pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem a noite (20) mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 46,8% das intenções de voto, contra 41,8% de José Serra, do PSDB.

A pesquisa registrou 4,1% de votos brancos e nulos e 7,2% dos eleitores indecisos. Na contagem dos votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Dilma aparece com 52,8% e Serra, com 47,2%. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O Sensus ouviu 2 mil eleitores entre os dias 18 e 19 de outubro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 36.192/2010.

Mais cedo, o Ibope também divulgou pesquisa de intenção de voto para o segundo turno, que mostra Dilma com 51% das intenções de voto, contra 40% de Serra.

 

Luciana Lima, da Agência Brasil – Pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada hoje (14) aponta a liderança da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff por 4,6 pontos percentuais sobre o candidato tucano José Serra. Dilma registrou 52,3% dos votos válidos e Serra, 47,7%.

O resultado aponta um empate técnico entre os dois candidatos considerando a margem de erro da pesquisa que é de 2,2 pontos. Na consulta espontânea, Dilma obteve 44,5% das intenções de voto e José Serra, 40,4%.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios das cinco regiões nos dias 11 a 13 de outubro. A pesquisa foi registra no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 35.560/2010.

Duas novas pesquisas de intenção de voto para governador do DF divulgadas na sexta-feira, dos institutos Soma e Exata, apontam que Agnelo Queiroz manteve a vantagem já obtida em primeiro turno sobre a sua concorrente, Weslian, na votação para o segundo turno

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade – Duas novas pesquisas, divulgadas na sexta-feira (8), mostram que se mantém estável a diferença entre os dois candidatos ao GDF que foram para o segundo turno, Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC). Levantamento do Instituto Soma Opinião & Mercado aponta Agnelo com 51% do total dos votos.

Isso representa uma subida de sete pontos percentuais em relação à votação que ele teve, de 44% dos votos totais – mantendo-se, na conta do total de votos, brancos e nulos. Já Weslian chega aos 36% dos votos totais, uma subida de oito pontos em relação à votação total que ela teve, de 28%. De acordo com a Soma, 7% dos entrevistados declararam que irão votar em branco ou anular seu voto. Outros 7% disseram que ainda estão indecisos.

A pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública traz valores extremamente parecidos. Nela, Agnelo chega aos 51,7% de votos totais e Weslian, aos 35,6%. Segundo a Exata, 7,5% dos seus entrevistados declararam que vão votar em branco ou nulo, ao passo que 5,2% ainda se disseram indecisos. A Exata fez os cálculos de quanto seriam os votos válidos para cada um dos candidatos se esses números se repetissem nas urnas.

Nesse caso, Agnelo teria 55,9% dos votos válidos e estaria eleito governador do DF, e Weslian teria 38,5% dos votos válidos. Ainda sobre votos válidos, onde são excluídos os brancos e os nulos, Agnelo teve, no primeiro turno, 48,5% e Weslian, 31%.

O diretor de pesquisa do Instituto Soma, Ricardo Penna, explica que o levantamento foi feito na chamada “virada fria”, ou seja, logo depois da divulgação dos resultados de primeiro turno e antes de se iniciar a campanha de segundo turno.

46,5% da espontânea

Já o Instituto Exata trouxe os dados da modalidade espontânea, onde o entrevistado responde sem ver os nomes dos concorrentes. Nesse modelo, Agnelo, mais uma vez, fica à frente com 46,5% da intenção de votos. Weslian chega aos 29,9%, enquanto 0,1% de entrevistados disseram que votariam em outro nome. Ainda na espontânea, 23,4% dos eleitores ouvidos afirmaram que anulariam seu voto ou votariam em branco.

A pesquisa do Instituto Soma está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 34827/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) com o 35041/2010. A Soma ouviu 944 eleitores entre os dias 4 e 6 de outubro e tem 3,2 pontos percentuais de margem de erro. Já a pesquisa da Exata está registrada no TRE-DF com o protocolo 35185/2010 e ouviu duas mil pessoas, entre os dias 5 e 8 de outubro.

Votos de Toninho vão para Agnelo

Outro dado importante que o estudo da Soma traz é sobre a migração de votos dos candidatos do primeiro turno para o segundo. Apesar de declarar que irá anular seu voto, o terceiro colocado na disputa em primeiro turno, Toninho do PSOL, que teve 14,5% dos votos válidos, tem seu eleitorado em maioria passando a votar em Agnelo.

58% das pessoas que afirmaram terem votado em Toninho no primeiro turno disseram que agora, no segundo, irão votar em Agnelo. Outros 13% dos eleitores de Toninho afirmaram que vão migrar para Weslian. Dos eleitores de Toninho, apenas 13% vão seguir o ex-candidato e anularão seu voto. Outros 15% ainda estão indecisos.

Migração do PV

Já o candidato do PV, Eduardo Brandão, que essa semana declarou apoio a Agnelo para o segundo turno, tem 44% de seus eleitores migrando para Agnelo, e 12% para Weslian. Brandão tem mais eleitores que passarão a anular seu voto: 20% dos que votaram no candidato do PV agora pretendem anular ou votar em branco. 25% dos que escolheram Brandão, porém, ainda estão indecisos com seu voto para o segundo turno. Porém, esse índice ainda pode ser alterado, pois o levantamento foi feito antes da declaração de apoio de Brandão.

Serra coloca 10 à frente de Dilma.

A Soma também mediu a intenção de voto para presidente entre o brasiliense e constatou que José Serra (PSDB), terceiro colocado no DF, atrás de Marina Silva (PV) e Dilma Rousseff (PT), subiu enormemente entre os eleitores de Marina e abre dez pontos de vantagem sobre Dilma. Na pesquisa Soma, Serra tem a preferência de 47% do eleitorado brasiliense, enquanto Dilma tem 37%.

Nível de escolaridade

O Instituto Soma fez também o levantamento dos votos dos dois candidatos por nível de escolaridade. De acordo com a pesquisa, Weslian só vence Agnelo no segmento da sociedade com menor grau de escolaridade, o que tem até o primeiro grau. Aí, o placar fica em 51% para Weslian contra 40% de Agnelo. Porém, entre os eleitores que têm segundo grau, Agnelo vai a 55% e deixa Weslian com 29%. A diferença é ainda maior quando a medição é feita entre quem tem grau universitário: 65% a 16% para Agnelo.

Segundo Ricardo Penna, o DF tem 25% de sua população economicamente ativa formada por servidores públicos, o que dá margem a um grau maior de escolaridade e politização além de um nível de renda maior, com consequências como mais gente acessando a internet, lendo jornais, etc. Ainda segundo o diretor do instituto Soma, há um terceiro fator que promove o envolvimento com a política: a proximidade com o poder.

Levantamento do instituto Exata se soma as demais pesquisas que foram publicados na semana. Vantagem de Agnelo sobre Roriz tem variado entre 12 e 15 pontos

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade – O instituto Exata Opinião Pública divulgou hoje os dados do seu mais recente levantamento sobre a intenção de voto para o governo do Distrito Federal. Agnelo Queiroz (PT) é o líder, com 45,6% dos entrevistados tendo declarado que votarão nele. O segundo colocado é o ex-governador Joaquim Roriz, que alcançou a marca de 30,7%. Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSOL, é o terceiro com 4,8%. Em seguida aparecem Eduardo Brandão (PV) com 1,1%, Rodrigo Dantas (PSTU) com 0,9%, Newton Lins (PSL) e Frank Svensson (PCB), ambos com 0,1%. O índice de pessoas que disseram que ainda não decidiram seu voto ficou em 11,6%, enquanto 5,1% afirmaram que vão votar em branco ou anular seu voto. Os números se referem à modalidade estimulada.

 

Porém, os dados do levantamento espontânea apontam uma consolidação da dianteira de Agnelo, que alcança os 35,1% de intenção de voto, enquanto Roriz tem 25,6%. Nessa modalidade, Toninho do PSOL tem 2,3%, Eduardo Brandão aparece com 0,3% e os outros três não pontuaram. 1,1% dos entrevistados chegaram a citar outros nomes, que não são candidatos ao GDF. A pesquisa aponta ainda um índice de 35,6% de indecisos.

 

Em um eventual segundo turno entre os dois primeiros, Agnelo e Roriz, o petista também leva grande vantagem, alcançando 50,5% das intenções de voto. O ex-governador não ganha muitos votos em relação ao que teria no primeiro, marcando 35,2%. Isso indica que a maioria das pessoas que escolheram outros candidatos no primeiro turno migraria seu voto para Agnelo. O índice de indecisos em caso de um confronto de segundo turno entre Agnelo e Roriz é baixo: apenas 6,9%. Também cresce um pouco o número de eleitores que votaria em branco ou anularia seu voto, subindo para 7,3%.

 

Um dos fatores que explica a queda de Roriz nos últimos meses e a virada de Agnelo é a altíssima rejeição do ex-governador. 41,6% dos entrevistados disseram que não votariam em hipótese nenhuma em Joaquim Roriz, índice que pode ser considerado inviabilizador para uma eleição. Agnelo Queiroz fica no segundo lugar em rejeição, com 18,1%. O terceiro nesse quesito é Toninho do PSOL, que tem 8,2% de rejeição.

 

A pesquisa Exata ouviu 3.000 eleitores em todo o DF, entre os dias 13 e 16 de setembro, e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do DF com o protocolo 31387/2010. A margem de erro é de 2%.

 

Mais dois institutos publicaram suas pesquisas na quinta-feira (16), e os números são muito semelhantes e confirmam a tendência de vitória de Agnelo Queiroz. Nas duas pesquisas, Agnelo fica acima dos 40%. O segundo colocado nas duas é o ex-governador Joaquim Roriz (PSC). Ele fica com aproximadamente 30% nas duas. Com cerca de 3% nos dois levantamentos, Toninho do PSOL é terceiro em ambas. De acordo com os números tanto da Datafolha quanto da O&P Brasil, são grandes as possibilidades de Agnelo ganhar a eleição para o governo do Distrito Federal ainda no primeiro turno.

 

Datafolha

A pesquisa Datafolha aponta o petista Agnelo Queiroz como líder com 44% das intenções de votos. O ex-governador Roriz fica, nesse levantamento, com 31%. Os números são consistentes com todos os mais recentes estudos feitos, que mostram Agnelo sempre acima dos 40% e Roriz sempre próximo dos 30%. A marca de 30 pontos percentuais é histórica, pois nunca, nem em pesquisas nem em votações, o ex-governador já teve menos do que 30%.

 

O terceiro colocado é Toninho do PSOL que, pelo Datafolha, tem 3%. Eduardo Brandão, do PV, que tem sido presença constante nos debates e eventos envolvendo os principais candidatos, aparece com 1% das intenções de voto, na quarta colocação. Rodrigo Dantas (PSTU), Newton Lins (PSL), Ricardo Machado (PCO) e Frank Svensson (PCB) ficaram no 0%. No levantamento Datafolha, 5% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou anular seu voto. Já 15% afirmaram que ainda não se decidiram.

 

O instituto Datafolha ouviu 849 pessoas, entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais. O registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do DF está feito com o protocolo 30963/2010.

 

O&P

A pesquisa mensal do instituto O&P também confirma a virada de Agnelo Queiroz. Pelo levantamento, 42,2% dos entrevistados disseram que vão votar no petista. O ex-governador Roriz teve 30,1% das intenções de voto, e Toninho do PSOL continua como terceiro colocado, com 3,7%.

 

Eduardo Brandão é, assim como na Datafolha, o quarto colocado, dessa vez com 1,4%. Nenhum dos outros candidatos chegou à marca de 1%.

 

Pela pesquisa, 8,8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular. Já outros 13,1% disseram que ainda não decidiram em quem vão votar no dia 3 de outubro.

 

O instituto O&P também perguntou aos eleitores como eles votariam em um eventual segundo turno entre Agnelo Queiroz e Joaquim Roriz. Nesse cenário, o petista também venceria com 49% das intenções de voto. Já Roriz teria 33,6%. A comparação entre os números do primeiro e do segundo turno mostra como a maioria dos votos para outros candidatos migrariam, no segundo turno, para Agnelo Queiroz. Roriz quase não sobe em comparação ao primeiro, enquanto Agnelo consolida uma vitória que pode, porém, pelos números, acontecer já no primeiro turno. A pesquisa tem margem de erro de 2,8% e está registrada no TRE pelo nº 31.148/2010.

 

Da Agência Brasil – O instituto de pesquisa Datafolha aponta que a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, venceria a eleição no primeiro turno se o pleito do dia 3 de outubro fosse hoje (16). Segundo os resultados divulgados na madrugada, a candidata tem 51% das intenções de voto contra 27% do candidato do PSDB, José Serra, e 11% de Marina Silva (PV).

Se forem excluídos os votos brancos e nulos – critério usado pela Justiça Eleitoral para estabelecer o resultado final das eleições para o cargo de presidente – Dilma chega a 57% dos votos, o que garantiria a vitória em primeiro turno. Em votos válidos, o candidato tucano tem 30% das intenções de voto e a candidata do PV fica com 12%.

Comparando os resultados com o levantamento do Datafolha divulgado no último dia 10, os dados revelam estabilidade nas tendências de voto. A petista oscilou um ponto percentual para cima (tinha 50%), enquanto Serra e Marina mantiveram o mesmo resultado.

Além disso, o levantamento comprovou que teve impacto mínimo, até o momento, as denúncias de vazamento de dados fiscais de tucanos e da filha de Serra, Verônica Serra. O instituto apurou que 57% dos eleitores tomaram conhecimento do assunto, mas só 12% se consideram bem informados a respeito.

Os mais escolarizados (86%) e os que têm maior renda mensal (84%) são os que mais sabem do assunto. Mas esses segmentos são minoritários no eleitorado, por isso não houve alteração.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo e registrada sob o número 30.014/2010 no Tribunal Superior Eleitoral. Foram entrevistadas 11.784 pessoas entre os dias 13 e 15 deste mês. Conforme o Datafolha, a margem de erro é de até dois pontos percentuais.

 

Da Folha de S.Paulo – Agnelo Queiroz (PT) manteve a tendência de alta está em situação de empate técnico com Joaquim Roriz (PSC) na disputa pelo governo do Distrito Federal, aponta pesquisa do instituto Datafolha.

Agnelo tinha 33% no levantamento realizado antes do início do horário eleitoral e agora aparece com 35%. Roriz manteve os 41% da pesquisa anterior. A margem de erro das pesquisas é de quatro pontos percentuais.

O crescimento de Agnelo é mais visível na pesquisa sobre as intenções de voto para um eventual segundo turno. Os dois estão empatados.

Segundo o Datafolha, 45% votariam em Roriz no segundo turno contra 44% de Agnelo. Na pesquisa anterior, a vantagem de Roriz era de 46% contra 39%.

(…) Isso pode ser reflexo da alta rejeição de Roriz: 38% disseram que não votariam no ex-governador de jeito nenhum, o maior índice entre todos os candidatos ao governo.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o número 27.406/2010

 

Do Blog do Honorato - Mesmo com a candidatura impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral, o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) lidera a corrida ao Palácio do Buriti. O Instituto O&P divulgou uma nova pesquisa hoje em que Roriz aparece com 39,3% da preferência do eleitoral. O segundo colocado é o petista Agnelo Queiroz com 2,3%. Na pesquisa feita em julho a diferença entre os dois era de seis pontos percentuais.

O candidato Toninho do PSOL é o terceiro colocado com 2%, seguido por Eduardo Brandão (PV) com 0,9%, Rodrigo Santas (PSTU) 0,5% e Ricardo Machado (PCO) com 0,3%. A pesquisa entrevistou 1.200 pessoas entre os dias 13 e 16 últimos. A margem de erro para mais ou para menos é de 2,8%

A pesquisa da O&P está registrada TSE com o número 23.913/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral com o número 26.608/2010.

Corrida para o GDF

Joaquim Roriz (PSC) – 39,3%

Agnelo Queiroz (PT) – 32,3%

Toninho do PSOL – 2%

Eduardo Brandão (PV) – 0,9%

Rodrigo Dantas (PSTU) – 0,5%

Ricardo Machado (PCO) – 0,3%

Newton Lins (PSL) – 0,2%

Nenhum/Branco/Nulo – 11,2%

NS/NR – 13%

Senado

Cristovam Buarque (PDT) – 43,9%

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 29,3%

Abadia (PSDB) – 25,6%

Alberto Fraga (DEM) – 8,8%

Chico Sant’anna (PSOL) – 2,3%

Cadu Valadares (PV) – 1,8%

Moacir Bueno (PV) – 1,8%

Jorge Antunes (PSOL) – 1,7%

Robson (PSTU) – 1,5%

Rosana Chaib (PCB) – 1,4%

Pr. Milton Tadashi (PTN) – 1,2%

Gilson Dobbin (PCO) – 0,8%

Gerônimo (PSL) – 0,6%

Nenhum/Branco/Nulo – 32,8%

NS/NR – 46,9%

Câmara dos Deputados

Reguffe (PDT) – 5,4%

Geraldo Magela (PT) – 3,6%

Jaqueline Roriz (PMN) – 4%

Paulo Tadeu (PT) – 3,7%

Erika Kokay (PT) – 2,8%

Izalci Lucas (PR) – 1,3%

Robson Rodovalho (PP) – 1,3%

Laerte Bessa (PSC) – 1,2%

Luiz Pitiman (PMDB) – 0,8%

Augusto Carvalho (PPS) – 0,8%

Toninho Pop (PTB) – 0,7%

Roberto Policarpo (PT) – 0,5%

Adelmir Santana (DEM) – 0,5%

Georgios (PTB) – 0,4%

Paulo Bravo – 0,3%

Ricardo Quirino (PRB) – 0,3%

Eliana Pedrosa (DEM) – 0,3%

Fraga (DEM) – 0,3%

Chico Leite (PT) – 0,3%

Outros – 3,6%

Nenhum/Banco/Nulo – 5%

NS/NR – 62,6%

Câmara Legislativa do DF

Eliana Pedrosa – 1,4%

Chico Vigilante – 1,4%

Chico Leite – 1,4%

Cabo Patrício – 1,1%

Alirio Neto – 1,0%

Raad – 0,8%

Raimundo Ribeiro – 0,8%

Liliane Roriz – 0,8%

Guarda Janio – 0,7%

Olair Francisco – 0,7%

Paulo Roriz – 0,7%

Arlete Sampaio – 0,7%

Roney Nemer – 0,6%

Cristiano Araujo – 0,6%

Washington Mesquita – 0,6%

Agaciel Maia – 0,5%

Benicio Tavares – 0,5%

Professor Roque – 0,4%

Maninha – 0,4%

Iolando – 0,4%

Mauro Martinelli – 0,4%

Outros – 23,8%

Nenhum/Banco/Nulo – 6,2%

NS/NR 54,3%

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade – Pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública divulgada ontem dá, pela primeira vez desde que o cenário eleitoral desse ano ficou mais nítido, vitória de Agnelo Queiroz (PT) sobre Joaquim Roriz (PSC). No primeiro turno, de acordo com o levantamento, há um empate técnico entre os dois. Roriz lidera com 37,3% das intenções de voto, enquanto Agnelo tem 35,4%. A diferença, de menos de dois pontos percentuais, está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e pode ser considerada empate. Toninho do PSOL tem 4,2% e Eduardo Brandão (PV) tem 1,3%. Os outros candidatos ficaram todos com menos de 0,2%.

Mas Agnelo ganha de Roriz na simulação de um eventual segundo turno entre os dois – a essa altura, hipótese mais provável. Na projeção, Agnelo alcança 44,5% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto Roriz fica com 42,8%. O resultado ainda está dentro da margem de empate técnico, mas confirma tendência que vinha se desenhando há meses. E são justamente os números de Toninho, principalmente, e em menor escala de Brandão, que explicam a vitória de Agnelo. O petista ainda se beneficia do índice de indecisos, que de 14,3% no primeiro turno, cai para 3,1% no segundo.

Ainda por uma margem pequena, a vitória de Agnelo em um eventual segundo turno pode acontecer graças aos votos dos que, no primeiro turno, votam em candidatos “alternativos”, especificamente o do PSOL e o do PV, partidos de esquerda mais alinhados com o eleitorado do PT, ou dos que ainda estão indecisos mas, quando chega a uma decisão entre Agnelo e Roriz, não quer a volta do ex-governador. Somados, Toninho e Brandão têm 5,5% das intenções de voto na pesquisa, e essa margem é suficiente para dar a vitória ao petista.

No primeiro turno, ainda há 7% dos entrevistados que disseram que votarão em branco ou anularão seu voto. Já em um segundo turno entre Roriz e Agnelo, há bem pouca indecisão. Somente 3,1% dos entrevistados não saberiam, hoje, em quem votariam, ao passo que 9,6% declararam que votariam nulo.

Dessa forma, Agnelo e Roriz chegam às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita praticamente juntos em intenção de votos. Mas o cenário é ruim para Roriz, que dispõe de menos tempo.

A pesquisa, a mais recente entre todas as que foram publicadas até agora, confirma a tendência de crescimento de Agnelo e de queda de Roriz. A diferença é que esse levantamento é o primeiro que traz um empate técnico entre os dois e uma vitória, em projeção no segundo turno, de Agnelo. A pesquisa entrevistou 3.000 pessoas entre os dias 10 e 14 de agosto seguindo um plano amostral e está registrada no TRE-DF com o protocolo 25981/2010. A margem de erro é de 2% para cima ou para baixo.

Quatro distritais petistas estão entre os cinco mais citados; PT também é o partido preferido da maioria dos eleitores do Distrito Federal

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade – A sondagem feita pelo Instituto Dados Pesquisa Opinião & Mercado, cujos resultados foram publicados ao longo da semana pelo Jornal da Comunidade e pelo Coletivo, também pesquisou a relação dos eleitores com os deputados distritais e com os partidos no DF. O levantamento perguntou quais os três parlamentares do DF que mais merecem a confiança do eleitorado e qual o partido de preferência da população.

 

Os primeiros nomes da lista, a exemplo das intenções de voto para deputado distrital, foram dominados pelos atuais membros da bancada petista na Câmara Legislativa. O mais citado foi Paulo Tadeu (PT), relator da CPI da Codeplan e líder do PT na Casa, que está no terceiro mandato. Tadeu foi apontado por 6,1% dos entrevistados como parlamentar confiável.

 

O segundo colocado foi Chico Leite (PT), mencionado por 5,8% dos entrevistados, seguido por Reguffe (PDT) e Érika Kokay (PT), ambos com 4%, e Cabo Patrício (PT), que teve 3,5%. Eliana Pedrosa (DEM) foi lembrada por 2,2%.

 

Partido preferido

O PT também foi mencionado como “partido preferido” por 21,5% dos eleitores. Com 8,3%, o PMDB ficou em segundo lugar, enquanto o PSDB foi o preferido de 4,3% dos entrevistados. O DEM, antigo PFL, foi o escolhido por 1,2% e PSOL e PSC, partido do pré-candidato líder das pesquisas, o ex-governador Joaquim Roriz, foram citados por 1% dos eleitores ouvidos.

 

Merece destaque também o fato de 39,2% das pessoas terem dito não confiarem em nenhum dos deputados distritais do DF. Além disso, 39,7% não souberam responder à pergunta. No que diz respeito à preferência partidária, 43,5% declararam que não preferem nenhum partido político, enquanto 16% não responderam.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 28 de abril e ouviu 2.500 pessoas em todo o Distrito Federal. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 9879/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral sob o nº 9423/2010.

Levantamento exclusivo do Instituto Dados para o Grupo Comunidade mostra o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) à frente de seu principal concorrente, Agnelo Queiroz (PT) por apenas 8 pontos percentuais na pesquisa estimulada. Três disputam o Senado

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade 

 

Agnelo Queiroz se aproxima do ex-governadorSondagem realizada pelo Instituto Dados Pesquisa Opinião & Mercado indica que a disputa para governador do Distrito Federal está mesmo polarizada entre os pré-candidatos Joaquim Roriz (PSC) e Agnelo Queiroz (PT). Tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea, Roriz está à frente de Agnelo, mas a diferença é pequena.

 

A pesquisa é uma parceria do Instituto Dados com o Grupo Comunidade de Comunição. No último final de semana de cada mês, até setembro, o instituto fará uma nova pesquisa, que será divulgada pelo Jornal da Comunidade e Jornal Coletivo. Este estudo também aborda assuntos de interesse de diversos outros parceiros, e o resultado pode ser repassado também de forma exclusiva e particular.

 

No estudo espontâneo, Roriz aparece com 16,6% e Agnelo tem 10,8%. O maior eleitorado de Roriz é na faixa de renda de até um salário mínimo, tendência oposta à de Agnelo, que tem seu índice reforçado fortemente pelos eleitores que ganham mais de 20 salários mínimos. Todos os outros pré-candidatos a governador citados na pesquisa espontânea tiveram índice inferior a 1%.

O número de pessoas que declararam ainda não saberem em quem votariam ou que não responderam chegou a 61,2%, enquanto 6,2% disseram que não votariam em ninguém.

 

Na estimulada, Roriz chega aos 35,4% de intenção de votos, enquanto Agnelo sobe para 27,3%, oito pontos percentuais abaixo do ex-governador. Alberto Fraga (DEM), com 5,1%, Antonio Carlos de Andrade, o Toninho (PSOL), com 2,6% e Messias de Souza (PC do B), com 0,5% completam os candidatos considerados nessa modalidade. 16,6% dos entrevistados falaram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 12,4% ainda não sabiam em quem votariam nas eleições de outubro.

 

Roriz também fica em primeiro nos índices de rejeição. Nas respostas estimuladas, ele tem 32,9%, e o segundo mais rejeitado é Fraga, com 12,7%. Agnelo Queiroz ficou na faixa de 7,1%. Roriz tem seu maior índice de rejeição entre o eleitorado com renda superior a 20 salários mínimos, enquanto Agnelo é mais rejeitado pela população que ganha entre 1 e 2 salários mínimos, ainda que os números referentes à rejeição de Agnelo sejam bem distribuídos nas variadas faixas de rendimento.

 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 9.879/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 9.423/2010 e ouviu 2.500 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 24 e 28 de abril. O estudo foi feito de acordo com os dados do IBGE sobre sexo, faixa etária e renda da população. Também segundo os dados do IBGE, as entrevistas foram divididas proporcionalmente nas regiões administrativas do DF. A margem de erro é de 2%.

 

Como esta é apenas a primeira de uma série de pesquisas que serão realizadas pelo Dados para o Jornal da Comunidade, ainda não é possível verificar a tendência do crescimento ou queda de qualquer dos candidatos. Estudiosos garantem que um dos elementos mais importantes a serem considerados em pesquisas é, justamente, essa tendência, que ficará muito clara a partir dos próximos estudos, que serão publicados pelo Grupo Comunidade todo mês até as eleições.

 

A pesquisa também ouviu os entrevistados a respeito da intenção de voto para presidente dentro do DF. Seguindo a tendência nacional, José Serra (PSDB) ficou em primeiro lugar com 32,4%, seguido de perto por Dilma Rousseff (PT), que obteve 27,9%. Marina Silva (PV) teve intenção de voto de 12,6% dos entrevistados, na pesquisa que foi estimulada.

 

Os três pré-candidatos tiveram seus potenciais eleitores bastante espalhados entre todas as faixas de rendimento, ainda que Serra tenha seu maior índice entre os eleitores com renda acima de 20 salários mínimos, enquanto Dilma está melhor posicionada na faixa de eleitores que ganham entre 10 e 15 salários mínimos. Marina chegou a ter 19,4% no eleitorado com renda entre 15 e 20 salários mínimos.

 

Na pesquisa estimulada, é entregue um cartão contendo os nomes dos candidatos possíveis, sendo que o entrevistado é solicitado a escolher uma das opções já definidas pelo instituto. Já na pesquisa espontânea, o eleitor é requisitado a responder sua intenção de voto lembrando de cabeça os nomes dos candidatos.

 

Dessa forma, é natural que na pesquisa espontânea os índices absolutos sejam menores que na estimulada. Ainda mais considerando-se que faltam seis meses para o pleito eleitoral e o horário eleitoral de rádio e TV ainda não começou. Tradicionalmente, a propaganda eleitoral é uma importante ferramente usada pelos partidos para fixar o nome de seus candidatos na mente do eleitor.

 

O governador Rogério Rosso (PMDB) se comprometeu a não se candidatar a nenhum cargo eletivo esse ano e se concentrar apenas na reorganização do Distrito Federal. Eleito em pleito indireto na Câmara Legislativa no dia 17 de abril, cinco dias antes da realização do estudo do Instituto Dados, a pesquisa verificou também o conhecimento que a população tinha do atual ocupante do Palácio do Buriti.

 

55% dos entrevistados responderam corretamente o nome do governador, apenas cinco dias após sua eleição, índice considerado alto. 43,2% das pessoas admitiram não saber o nome do governador, e apenas 1,8% disseram outro nome.

 

Eleito para um mandato de oito meses, com a principal missão de normalizar o funcionamento da máquina administrativa do Distrito Federal, Rosso tomou posse no dia 19 de abril e tem dado atenção especial à saúde, área considerada mais crítica no momento pelo gabinete do governador.

O Instituto Soma concluiu uma nova pesquisa com o cenário eleitoral para as eleições de outubro. A sondagem foi feita entre os dias 15 e 17 de março e registrada no TSE e TRE. Foram aplicados 1.000 questionários, em diversos pontos do Distrito Federal. As margens de erro desta pesquisa são de 3,1%. Confira os resultados:

Intenção de voto para o GDF (estimulada)

Cenário 1

Joaquim Roriz (PSC) – 44%

Cristovam Buarque (PDT) – 20%

Agnelo Queiroz (PT) – 12%

Alberto Fraga (DEM) – 3%

Maurício Correa (PSDB) – 3%

Gim Argello (PTB) – 1%

Brancos/Nulos – 14%

Indecisos – 5%

Cenário 2

Joaquim Roriz (PSC) – 46%

Agnelo Queiroz (PT) – 15%

José Antônio Reguffe (PDT) – 6%

Alberto Fraga (DEM) – 4%

Maurício Correa (PSDB) – 4%

Gim Argello (PTB) – 2%

Brancos/Nulos – 17%

Indecisos – 6%

 Da Folha de S. Paulo

Na primeira pesquisa Datafolha depois do escândalo do mensalão que atingiu o governo de José Roberto Arruda (sem partido), o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) venceria a disputa ao governo do Distrito Federal no primeiro turno, se a eleição fosse hoje. Em todos os seis cenários testados pelo levantamento, realizado entre os dias 14 e 18 deste mês, Roriz é o preferido de 44% a 48% dos eleitores. Para vencer no primeiro turno é necessário obter mais de 50% dos votos válidos -aqueles dados aos candidatos, excluindo brancos e nulos.

 

Arruda e vários aliados foram flagrados em vídeos recebendo maços de dinheiro -alguns escondendo as notas nas cuecas e nas meias. O caso veio à tona no final de novembro, e Arruda foi forçado a se desfiliar do DEM. Sem partido, está legalmente impedido de disputar a reeleição e enfrenta vários pedidos de impeachment na Câmara Distrital. Em março, antes do mensalão, Arruda pontuava no Datafolha 40% ou 41%, conforme o cenário. Agora, o instituto testou seu nome para aferir a reação do eleitor de Brasília ao escândalo. Arruda teria 8% ou 11%, em dois cenários.

 

O Datafolha entrevistou 510 eleitores no Distrito Federal. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. A saída de Arruda do páreo abriu um vácuo na sucessão ao governo de Brasília no campo contrário a Roriz. Nenhum político conseguiu herdar os pontos que o atual governador tinha em pesquisas passadas. Apesar de as investigações da Polícia Federal atingirem o governo Roriz, o ex-governador, aparentemente, não foi afetado perante o eleitorado.

 

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que governou Brasília uma vez (1995-1998), apareceu com apenas 17% em um dos cenários, mas é quem tem o melhor desempenho entre os adversários de Roriz. No cenário com o pedetista, Roriz tem 44%; contra 17% de Cristovam; 9% do ex-ministro Agnelo Queiroz, que recentemente trocou o PC do B pelo PT; 5% do vice-governador, Paulo Octávio (DEM); e 4% do senador Gim Argello (PTB). Poupado pela cúpula do DEM, Paulo Octávio aparece citado em várias passagens das investigações do mensalão do DF. Em depoimento recente dado em São Paulo, o ex-secretário Durval Barbosa, responsável pelos vídeos e por informações do inquérito, disse que entregou ao vice-governador R$ 200 mil há um ano e meio.

 

Em um cenário sem Cristovam, que pode optar pela reeleição ao Senado, Roriz tem 46% contra 11% de Agnelo Queiroz. Paulo Octávio tem 7%; o deputado distrital José Antonio Reguffe (PDT), 6%; e o senador Gim Argello (PTB), 5%. Roriz tem 17 pontos a mais que o total dos rivais. Roriz tem 73 anos. Já governou Brasília quatro vezes (1988-1990; 1991-1994; 1999-2002; 2003-2006). Em 2007, assumiu uma vaga no Senado. Renunciou no mesmo ano para não ser cassado, acusado de receber propina de empresários. “O quadro sucessório nos Estados ainda pode ser bem alterado após o início da campanha, que é quando as pessoas se informam”, diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

 

Na pesquisa espontânea (sem lista de candidatos), Roriz também é líder, com 23% de menções. Arruda, apesar da crise, tem 5%, seguido por Agnelo (2%). Paulo Octávio e Gim Argello têm 1% cada. As citações a Cristovam não atingem 1%. O Datafolha perguntou aos eleitores se sabiam das eleições. Em Brasília, só 46% souberam dizer que haverá disputa pelo governo. O número de eleitores que dizem não saber ainda em quem votar -ou que votarão nulo, branco ou nenhum- chega a 28%.

Governador do Distrito Federal possui alto índice geral de aprovação em todas as faixas sociais, níveis escolares, com destaque para a população com idade acima de 30 anos

 

LEA QUEIROZ

cqueiroz@jornalcoletivo.com.br

 

Popularidade do governador José Roberto Arruda é uma das maiores desde o início de sua administraçãoPesquisa do Instituto Soma Opinião & Mercado revelou que o governador José Roberto Arruda possui 79% de aprovação junto à população do Distrito Federal. Dentre as pessoas com nível universitário essa aprovação sobe para 86%. O elevado índice positivo resultou da sondagem feita com a aplicação de 999 questionários em 10 das 28 regiões administrativas. A pesquisa foi realizada no último final de semana, de 23 a 25 de outubro, e objetivou avaliar junto à opinião pública, diversos aspectos da administração do atual governador. O índice geral de desaprovação, segundo o apurado, ficou em 19%, enquanto 2% não souberam opinar ou preferiram se abster de emitir qualquer opinião seja favorável ou desfavorável ao atual governo.

 

Um dado interessante demonstrado pelo levantamento é o fato de que quanto maior o grau de instrução do entrevistado, maior a aprovação do governador. Dentre o público pesquisado com nível de escolaridade universitário, o governador chega a alcançar a aprovação de 86%, com apenas 12% manifestando desaprovação.

 

A escolaridade dos entrevistados variou com 14% com nível escolar abaixo de 4ª série; 32% com nível equivalente a 1º grau; 39% com o equivalente ao 2º grau escolar; e 15% com nível universitário. Entre os que responderam aos questionários e possuem o equivalente ao segundo grau de escolaridade, atualmente nível médio, a aprovação do governador Arruda foi de 80%, enquanto o índice de desaprovação ficou em 19%. No contingente de entrevistas feitas com pessoas de nível fundamental, ou seja, o antigo primeiro grau escolar, a aprovação do governador foi de 76%, com índice de desaprovação de 21%.

 

Conforme o instituto de pesquisa, os 999 questionários foram aplicados, estruturados, com peso proporcional ao perfil do universo. Do montante de entrevistados, 54% eram mulheres e 46% homens. O governador Arruda conquistou maior aprovação dentre o público feminino, com 79%, uma diferença mínima de um ponto percentual, visto que 78% do público masculino também o aprovou.

 

A idade dos entrevistados variou de 16 a mais de 50 anos na seguinte proporção: 43% tinham de 16 a 29 anos; 28%, de 30 a 39 anos; 19%, possuíam idade de 40 a 49 anos; e 10%, tinham 50 anos ou mais. Com relação à faixa etária dos entrevistados, a maior aprovação de Arruda foi verificada junto às pessoas com idade acima de 30 anos, onde ele registrou aprovação de 80%, com uma diferença de três pontos percentuais a mais do que foi registrado de aprovação junto ao público com idade inferior a 30 anos, que foi de 77%.

 

Segundo o Instituto Soma, os questionários e detalhes metodológicos estarão à disposição para conferência, durante 30 dias, a contar do último dia 26 de outubro.

 

No Cruzeiro, 89%

 

A avaliação da administração do governador Arruda foi declarada ótima por 15% dos entrevistados, enquanto 42% declarou achar uma boa administração, 21% considerou regular com tendência para boa e 7% considerou regular com tendência para ruim. Somente 4% declarou ser uma administração ruim e 8% apontou como péssima. De toda a apuração feita, 2% dos entrevistados declararam não saber avaliar ou preferiram não emitir opinião.

 

A pesquisa foi aplicada no Plano Piloto, Cruzeiro, Guará, Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Gama, Samambaia, Santa Maria e Sudoeste. A maior aprovação foi registrada no Cruzeiro, onde 89% dos entrevistados avaliaram positivamente o Governo. Na sequência, o segundo maior índice foi no Plano Piloto, com 87% de aprovação, com o Guará apresentando o terceiro maior desempenho, numa aprovação de 83% dos entrevistados da cidade.

 

Os menores índices de aprovação foram registrados no Gama e em Taguatinga, com 72%, e no Sudoeste com 73%. Vale ressaltar, que mesmo os menores índices avaliaram o governador positivamente na casa acima dos 70%.

 

Na escala positiva, neutra e negativa, os índices da pesquisa apontaram que 57% dos entrevistados emitiram respostas positivas em relação ao atual governo, enquanto 28% tiveram opinião regular e 12% opinaram de forma negativa, com 2% em posição neutra. As margens de erro da pesquisa são de 3,1 pontos percentuais com um intervalo de confiança de 95%.

 

arrudaUma pesquisa do instituto Ibope, que ouviu 2.500 pessoas para governador do Distrito Federal, de 1 a 5 de outubro, deu o governador José Roberto Arruda (DEM) na frente para as eleições de 2010, com 44%; o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), 33%; e o ex-ministro Agnelo Queiroz (PT), 9%.

 

A sucessão presidencial em Brasília está assim: Ciro Gomes (PSB), 25%; José Serra (PSDB), 15%; Heloisa Helena (PSol), 13%; Dilma Rousseff (PT), 12%; e Marina Silva (PV), 11%. As informação foram publicadas na edição de hoje do jornal fluminense O Globo, na coluna Panorama Político.