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Hermes de Paula tem 61 anos e nasceu na Fazenda Sobradinho (DF). É engenheiro civil formado pela Universidade de Brasília (UnB), especialista em saneamento básico. Foi gerente do órgão técnico do BNH para saneamento básico em GO, DF, MT, RO, AC, AM e RR (1978-1985); secretário Nacional de Saneamento Básico e Ambiental do Ministério do Desenvolvimento Urbano (1987-1988); assessor da Presidência da República para Assuntos de Infraestrutura na Faixa de Fronteira Norte-Oeste do Brasil (1988-1990); superintendente de Obras da Caesb (1992); secretário de Obras do Distrito Federal (1995-1998) e presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fnde – 2003). Foi ainda engenheiro do quadro da Caesb de 1985 a 2012, quando se aposentou.

Celina

A deputada distrital Celina Leão (PDT) protocolou representação no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), na tarde desta quarta-feira (29), contra a Agencia de Desenvolvimento do DF (Terracap) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), pedindo a suspensão do convênio nº 71/2014 que trata da licitação para reforma do Autódromo Internacional Nelson Piquet.

“Essa licitação está sendo encaminhada para ser um Mané Garrincha II, que com reforma exigida pela FIFA, começou com gastos de R$ 300 milhões e terminou com R$ 2 bilhões. Agora a exigência é da FIA – Federação Internacional de Automobilismo, para que o Autódromo de Brasília receba a Formula Indy em 2015”, alerta a deputada. “Por isso estou pedindo o cancelamento do convênio e da licitação”, completa.

O valor previsto no edital, que foi lançado dia 26/10/2014 pela Novacap, é de R$ 251 milhões, no entanto a Terracap já repassou R$ 312 milhões para a Novacap, ou seja, R$ 60 milhões a mais, o que segundo a deputada, já indica indícios de futuros aditivos. Os envelopes para escolha da empresa vencedora do certame serão abertos no próximo dia 12 de novembro.

Para Celina Leão esta licitação vai gerar um alto endividamento, provocado pelo atual governo, inviabilizando a próxima gestão de arcar com esses compromissos. “Precisamos elencar prioridades, uma despesa dessa não pode ser feita no final de um governo, isso precisa do aval do futuro governador e da população”, considera a parlamentar.

As exigências feitas pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pela Federação internacional de Motociclismo (FIM) tem o objetivo de incluir Brasília no calendário internacional de eventos automobilísticos e motociclisticos.

Terracap em crise – Em junho de 2013, um relatório do Conselho Fiscal da Terracap apontou a  grande dificuldade financeira enfrentada pela  empresa, que naquele ano teve  um lucro de R$ 335 milhões e um passivo de R$ 1 bilhão. A recomendação do Conselho era de conter gastos e suspender doações. No entanto, a Agência continuou tomando medidas administrativas altamente prejudiciais à sua vida financeira, como contrato milionário de publicidade enorme quantidade de patrocínios e shows, reestruturação da empresa, além de doações descontroladas de lotes.

Luiz Pitiman

Luiz Pitiman

Servidores querem passar de celetistas para estatutários

O deputado federal Luiz Pitiman (PSDB) pediu ao Governo do Distrito Federal a valorização dos servidores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Ele cobrou a realização de um concurso público, com o objetivo de oxigenar a empresa. Lamentou que na audiência pública realizada ontem (08), na Câmara Legislativa, não tenha comparecido nem um diretor da companhia. “Não se pode ficar submisso e subserviente, o certo é ficar junto com os funcionários”, destacou.

A Audiência Pública, convocada pelo deputado distrital Roney Nemer (PMDB), reuniu cerca de mil funcionários da Novacap, que desejam passar do regime celetista para o estatutário. Participaram também alguns servidores de outras empresas. Ex-presidente da Novacap, Pitiman foi muito aplaudido quando chegou. Vestiu literalmente a camisa do movimento e lembrou que um dos últimos atos que deixou assinado foi o da convocação de um concurso público.

Sobre a mudança de regime, o deputado lembrou que a Novacap foi o primeiro organismo público do DF, tendo sido criada pela lei 2874, de 19 de setembro de 1956. Se é do estado, entende o deputado, os funcionários têm que ser estatutários. “Cada tijolo, meio fio, asfalto, palácio construído em Brasília, tem um pouco do suor do servidor da Novacap”, frisou Pitiman, acrescentando que hoje Brasília é Patrimônio da Humanidade. “Falta agora o reconhecimento legítimo de todos aqueles que ajudaram a construir Brasília”, disse.

Recordando o período que presidiu a Novacap, destacou que aceitou o desafio de reerguer a empresa que construiu Brasília, colocou uma nova forma de gestão, valorizando a meritocracia, “mérito para quem trabalha”. Pitiman admitiu que “se for preciso parar, vamos parar”, referindo-se à possibilidade de uma greve. “A mudança é justa e o Estado não terá prejuízo, ainda mais que vai deixar de recolher o FGTS dos servidores”.

Companhia foi única agraciada com premiação no Brasil

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) conquistou a “International Star for Leadership Quality” (Certificação Internacional por Liderança em Qualidade), promovido pela organização Business Initiative Directions (B.I.D), pela construção do estádio Mané Garrincha.

“O BID reconheceu as ações empreendedoras da Novacap e premiou, única e exclusivamente, nossa empresa e o Estádio Nacional de Brasília, em todo o Brasil”, declarou hoje a diretora de Obras Especiais da Novacap, Maruska Lima.

O prêmio foi entregue à diretora no último dia 1º de julho, em concorrida cerimônia realizada em Paris, na França, com a presença de gestores representantes dos cinco continentes.

A premiação internacional levou em consideração o arrojo do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, considerado “exemplo de inovação tecnológica inegável e uma obra com gestão de qualidade e comprometimento público”, acrescentou a diretora da Novacap.

Houve reconhecimento não só da atuação da companhia na construção da nova arena, como da gestão e controle de todas as atividades da obra, dos eventos e da promoção de toda a interface com a Fifa, o Comitê Olímpico (COL) e os órgãos consultores que viabilizaram a realização da abertura da Copa das Confederações em Brasília.

Durante a cerimônia na capital francesa, estiveram presentes empresas de todo o mundo, com um total de 75 representantes. Todas foram agraciadas com a premiação por sua capacidade empreendedora e de liderança em suas respectivas atividades.

Business Initiative Directions (B.I.D) – O Business Initiative Directions (B.I.D) é uma organização cujo objetivo é promoção da cultura da qualidade e da melhoria contínua nas empresas de todo o mundo, com ênfase no desenvolvimento de modelos de qualidade e prêmios que fomentem e identifiquem os méritos dessas companhias.

Para esse fim, o B.I.D tem instituído um procedimento de votação em que participam 178 países do mundo. Essa votação está dentro do modelo de gestão da Qualidade Total QC 100, que observa os valores que devem ser levados em consideração, entre os quais a satisfação do cliente, a comunicação estratégica, a liderança e a formação contínua.

Os prêmios outorgados pelo B.I.D dão a oportunidade de melhoria no que diz respeito à posição no mercado internacional dos países que trabalham com o mesmo nível de eficácia que os Estados Unidos, Japão e os líderes Europeus.

As empresas emitem de maneira voluntária e independente os seus votos, os quais são analisados pelo Comitê de Seleção do B.I.D, para chegar à convocatória dos prêmios entregues anualmente em Frankfurt, Genebra, Paris, Nova Iorque, Madrid e Londres.

O Governo do Distrito Federal, por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), elaborou um plano para evitar os transtornos causados pelas chuvas. Além das ações contínuas desenvolvidas em três grandes frentes – manutenção de vias, manutenção do sistema de drenagem pluvial e manutenção das áreas verdes –, o GDF lançou o sistema de gestão das águas do Distrito Federal, conhecido como Águas do DF.

O programa, em processo licitatório, encontra-se na fase de pré-qualificação e prevê adequação do sistema de drenagem existente e reforço, com a construção de novas redes de drenagem, não só na região do Plano Piloto, como também em Ceilândia e Taguatinga. O edital foi publicado no dia 7 de novembro e prevê um investimento de cerca de R$ 312,3 milhões. As obras deverão ser executadas num período de dois anos e meio após a assinatura do contrato.

O Águas do DF pretende reforçar toda a rede das quadras das faixas 1, 2, 10 e 11 da Asa Norte e 13 da Asa Sul. Em Taguatinga, as quadras beneficiadas serão QNA, QNB, QNC, QSC, QSA, QSB, QND, QNE, QI e Avenida Hélio Prates. Está prevista a construção de bacias de detenção e filtros, que vão reter resíduos sólidos para evitar o assoreamento do Lago Paranoá.

Com as obras, haverá melhoria dos sistemas de drenagem, o que solucionará os problemas recorrentes de inundações, proteção de nascentes e recuperação de erosões. O programa também vai reforçar o arcabouço legal e institucional do DF para a gestão dos recursos hídricos.

Ações permanentes – O GDF realiza um trabalho contínuo para evitar os transtornos causados pelas chuvas. Entre as ações permanentes estão a manutenção de vias, manutenção do sistema de drenagem pluvial e manutenção das áreas verdes.

Manutenção de Vias (recapeamento, fresagem e operação tapa-buracos) – Em 2012, foram investidos R$ 50 milhões no trabalho de manutenção de vias. Outros R$ 15 milhões serão executados até o final deste ano. Exemplo disso é o recente trabalho de recuperação das principais vias da área central de Brasília (eixos W e L Norte e Sul, avenidas W3 Sul e Norte e L4 Sul) e das avenidas Sucupira, no Riacho Fundo I, Elmo Serejo, em Ceilândia, e Avenida Contorno, no Guará. Ao todo, em 2012, serão executados R$ 65 milhões nos serviços de recuperação preventiva e corretiva dos pavimentos.

Manutenção do sistema de drenagem pluvial (limpeza e desobstrução de bocas de lobo, construção e reposição de poços de visita e de bocas de lobo e limpeza das bacias de contenção) – Para o trabalho de manutenção da drenagem pluvial já foram investidos R$ 18 milhões. Só para a drenagem e manutenção dos pontos considerados mais críticos, estão sendo executados R$ 10 milhões para a limpeza de bocas de lobo, colocação de sarjetas para direcionar a água da chuva, além da inclusão de novos ramais de drenagem pluvial e construção de novas bocas de lobo.

As ações de manutenção do sistema são realizadas em todas as cidades do DF, de acordo com a prioridade e com o estado crítico nesse período chuvoso, como é o caso de Águas Claras e Ceilândia, por exemplo. Só este ano, 85km de rede foram desobstruídos em todas as cidades. Já foram limpas quase 15 mil bocas de lobo e limpos quase 4 mil poços de visita.

Naquelas regiões ainda em processo de regularização, como é o caso de Vicente Pires, condomínios Sol Nascente e Pôr do Sol, em Ceilândia, região da Fercal, entre outras, são realizadas ações pontuais de desassoreamento e limpeza, uma vez que o GDF ainda não pode investir em obras efetivas de infraestrutura.

A Novacap trabalha, ao longo do ano, com seis caminhões desobstruidores, que, por meio de jatos de água de alta pressão, limpam as redes obstruídas por diversos tipos de materiais. Esses, infelizmente, são despejados pela própria população e acabam nos bueiros e bocas de lobo, bloqueando o caminho das águas pluviais na rede.

Apoio da população - Vale ressaltar que de pouco adianta o trabalho de limpeza do sistema de drenagem sem a colaboração da população. “Um papel jogado na frente de casa, certamente, vai parar na boca de lobo, contribuindo para o seu entupimento”, alertou o presidente. Quando chega o período chuvoso, a possibilidade de alagamento é grande. Corte e poda de árvores são outros exemplos de ação.

Manutenção das áreas verdes (roçagem de grama e podas de árvores) – A manutenção das áreas verdes, que prevê operações de roçagem de grama e poda de árvores, além das conhecidas ações de arborização e de paisagismo, é feita continuamente ao longo do ano por equipes próprias e terceirizadas pela Novacap.

São feitas cerca de 120 operações de poda de árvores por dia. Em caso de queda, no entanto, vale informar que a população deve entrar em contato diretamente com o Corpo de Bombeiros para fazer a retirada. À Novacap cabe o papel de vistoriar se a planta está em boas condições e se são necessários a poda ou, em último caso, o corte. A Novacap realiza esse trabalho por meio de 13 equipes espalhadas por todo o DF.

As três frentes de trabalho são extremamente importantes para preparar Brasília para a época das chuvas. “Nossa intenção é, a cada ano, intensificar as operações preventivas para evitar as ações corretivas. Ao longo deste ano, foram investidos quase R$ 100 milhões nesse trabalho de prevenção contra o impacto das chuvas”, informa o presidente da Novacap, Nilson Martorelli.

Para fazer o corte, sugere-se que a população entre em contato com a administração ou diretamente com a Novacap. Uma poda mal feita, por exemplo, pode causar um desajuste na planta e provocar uma série de transtornos, inclusive queda. O governo deve agir com políticas públicas, e a população deve contribuir com a manutenção e agir de forma consciente.

É bom lembrar que o sistema de drenagem pluvial do DF teve seu dimensionamento levando em consideração uma grande área verde que servia para recarga do próprio aquífero. Porém, com o crescimento das cidades, em alguns casos desordenado, grandes áreas foram impermeabilizadas, o que acarretou também uma impermeabilização do solo. Isso tornou o sistema de drenagem das cidades subdimensionado.

SERVIÇO:

Para o cidadão registrar a solicitação de qualquer serviço urbano (operações tapa-buracos, recapeamento, limpeza e desobstrução de bocas de lobo, roçagem de grama e poda de árvores), a companhia disponibiliza o Disque Novacap, no telefone 3403-2626, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Auditores apontam sobrepreço de 144% em cotação feita em Goiânia. Órgão também determinou que pregão seja eletrônico, e não presencial

O Tribunal de Contas do Distrito Federal suspendeu a licitação para compra de material de revestimento asfáltico que seria realizada nesta quarta-feira (17) após constatar sobrepreço no orçamento estimado. O pregão previa aquisição de concreto betuminoso usinado a quente por R$ 4,4 milhões. A Novacap informou que vai acatar todas as determinações.

Segundo o tribunal, a cotação foi feita em empresas de Goiânia e está 144% acima do preço do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção, 125% do valor cobrado por uma empresa do DF e 121% do previsto no Quadro Demonstrativo de Preços do processo de licitação. “Identificamos sobrepreço no orçamento estimativo e possível dano ao erário caso a licitação venha a ter prosseguimento”, apontam os auditores.

O órgão também determinou que a Novacap adote o pregão eletrônico em vez do presencial como forma de aumentar a competitividade. O tribunal informou que o processo de licitação vai ser automaticamente autorizado assim que a companhia corrigir o edital, levando em conta a necessidade de reabrir o prazo para apresentação de propostas. (Do G1 DF)

GDF adquire equipamento que ampliará a produção de massa asfáltica da empresa de 30 toneladas para 150 toneladas por hora Foto Ronaldo Silva

 

No dia de seu aniversário de 56 anos, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) amplia sua capacidade de realizar obras e serviços em Brasília, cidade que construiu. Nesta quarta-feira, o governador Agnelo Queiroz, acompanhado, da primeira-dama, Ilza Queiroz, e do vice-governador, Tadeu Filippelli, entregou à companhia equipamento que aumentará de 30t para 150t por hora a produção de massa asfáltica, utilizada em pavimentação, recapeamento e restauração de vias.

O governador elogiou o trabalho da Novacap, primeira empresa criada na nova capital pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek. “A Novacap foi quem viabilizou a construção de Brasília e 56 anos depois continua construindo a cidade. Por isso, temos que continuar crescendo e não podemos cruzar os braços achando que as coisas caem do céu”, afirmou Agnelo Queiroz. O GDF investiu cerca de R$ 1,3 milhão no maquinário, que possui sistema a gás e atende todas as normas e exigências ambientais, com menor emissão de poluentes.

“Graças à ajuda da Novacap, Brasília não é apenas uma cidade administrativa mas um vetor de desenvolvimento no centro do país. Com isso, estamos cumprindo nossa saga, iniciada pelo presidente Juscelino, mudando a cara deste país”, declarou o vice-governador Tadeu Filippelli. A Novacap, hoje com cerca de 2 mil funcionários, foi criada em 19 de setembro de1956 para construir e fornecer condições para o funcionamento da nova capital.

Estiveram presentes à cerimônia os secretários de Governo, Gustavo Ponce de Leon; de Obras, David Mattos; de Turismo, Otávio Neves; de Administração Pública, Wilmar Lacerda; e de Meio Ambiente, Eduardo Brandão; o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagens do DF, Fauzi Nacfur Jnior, o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do DF, coronel Gilberto Lopes da Silva; os deputados distritais Chico Vigilante e Cláudio Abrantes, além de outras autoridades, representantes da vencedora da licitação da nova máquina e funcionários da Novacap.

Qualidade e Investimentos – Sozinho, o novo maquinário produz 120t de asfalto por dia, quantidade quatro vezes maior que a produção da usina antiga – de 30t, que continuará em funcionamento. Dessa forma, será possível reforçar as operações de recapeamento das vias, antes do início das chuvas, e evitar transtornos nessa época.

A nova usina só receberá materiais agregados (pó, pedrisco, areia, brita e cimento asfáltico de petróleo) aprovados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Segundo o presidente da Novacap, Nilson Martorelli, a produção de massa asfáltica será definida de acordo com a necessidade de cada obra e do trabalho desenvolvido pela própria empresa e pelos funcionários das administrações regionais.

Desde junho deste ano, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Obras, investiu R$ 250 milhões na troca do asfalto das principais vias do DF. Os eixinhos W e L, e as avenidas W3, no Plano Piloto, e Elmo Serejo, que liga Taguatinga a Ceilândia, estão recebendo novo asfalto.

Serviço – Além da recuperação das vias do DF, a Novacap realiza a limpeza de bocas de lobo, roçagem, poda de árvores e plantio. Para solicitar os serviços de manutenção da empresa basta ligar para a central, no 3403-2626, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h.

 

O engenheiro civil e administrador de empresas Nilson Martorelli tomou posse na tarde desta quinta-feira (17) como novo presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Na presença do secretário de Obras, David José de Matos, do então presidente Juvenal Batista Amaral e do Conselho de Administração da Companhia, Nilson Martorelli assumiu a cadeira de presidente e adiantou que trabalhará incansavelmente pelo fortalecimento da empresa, sempre em sintonia com a Secretaria de Obras.

“Meu compromisso é fazer uma administração transparente, ágil e sempre concatenada com as necessidades das cidades. Sou grato pelo apoio e pela confiança no meu trabalho”, disse, emocionado, ao agradecer ao governador Agnelo, ao vice-governador Tadeu Filippelli e a toda a equipe.

O agora ex-presidente Juvenal Batista Amaral também agradeceu o trabalho dos conselheiros, da diretoria colegiada e dos funcionários. “Aqui, fiz amigos e fui muito feliz. Saio na certeza de que o trabalho valeu à pena”, emocionou-se, dando as boas-vindas ao novo presidente.

Último a falar, o secretário de Obras, David José de Matos, lembrou a importância do trabalho de Juvenal Batista Amaral, que “deu agilidade à Novacap” e ressaltou a grande amizade e parceria que terá com o novo presidente Nilson Martorelli. “Tenho em vocês dois grandes amigos. Muito obrigado e vamos em frente”, finalizou.

Quem é?

Nascido em Santo André (SP), Nilson Martorelli, engenheiro civil e administrador de empresas, é casado e tem 53 anos. Possui MBA em Gestão Empresarial pela ESAD-Brasília, com especialização em administração financeira pela UnA, em Belo Horizonte.

O novo presidente foi diretor financeiro e comercial da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô) de janeiro de 2011 até hoje, onde, desde 28/03/2012 também respondeu como presidente em exercício.

Antes de ir para o Metrô, Nilson foi diretor administrativo, diretor financeiro e diretor de urbanização da Novacap, de janeiro de 2009 a julho de 2010.

Foi coordenador de projetos (engenharia consultiva) da empresa Serviços Técnicos e Engenharia SA (STE), de fevereiro de 2007 a dezembro de 2008, além de secretário-adjunto da Agência de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do DF, de maio a dezembro de 2006.

Ivelise Longhi, que estava na Codeplan, assume o comando do Metrô; Nilson Martorelli vai presidir a Novacap

O governador Agnelo Queiroz anunciou ontem o novo comando do Metrô-DF. Quem assume é Ivelise Longhi, que desde outubro de 2011 ocupa a presidência da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Ainda não foi definido o nome do novo presidente da Codeplan. O Metrô vai ter outra mudança. Nilson Martorelli, que era diretor financeiro do órgão e já assumiu a direção interinamente do órgão, vai ser o novo presidente da Novacap.

Tanto Ivelise quanto Martorelli são ligados ao PMDB, do vice-governador Tadeu Filippelli. As nomeações devem ser publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal nos próximos dias. A documentação foi enviada as empresas, mas precisa ser aprovada pelos conselhos de administração dos órgãos.

Ivelise Longhi já foi deputada distrital, administradora de Brasília, secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação e vice-governadora em 2010, durante o governo Rosso.

A data da posse de Ivelise também não foi confirmada. O ex-diretor do Metrô, David José de Matos, assumiu em março a Secretaria de Obras.

Ivelise é de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, casada e tem três filhos. Ela é formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em planejamento urbano e desenho urbano também pela UnB e planejamento regional pelo United Nations Centre for Regional Development em Nagoya, no Japão. (Com informações do Brasília 247)

Espaço está fechado há 16 anos; auditoria vê indícios de irregularidades. Coordenador do planetário afirma que obra foi marcada por dificuldades.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal determinou nesta quinta-feira (19) que em até 30 dias os responsáveis dêem explicações sobre suspeitas de irregularidades nas obras do Planetário de Brasília, fechado para reforma há 16 anos.

Auditoria do tribunal encontrou indícios de irregularidades em todo o processo de licitação da obra, a começar pelo projeto básico, que estaria errado.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) não quis se pronunciar sobre o caso porque ainda não foi notificada. O responsável pelo espaço diz que uma das dificuldades da obra foi a ausência das plantas originais.

“A experiência mostra que você não pode chegar no local e simplesmente derrubar a parede, o teto pode cair. Então foi tudo feito com calma e com os imprevistos necessários”, afirmou o astrônomo e coordenador do planetário, Ayrton de Lima Câmara.

A última empresa contratada para a reforma foi a Soltec, em 2008. A previsão era que a obra fosse concluída em oito meses, mas quatro anos e nove aditivos ao contrato depois, o prazo não foi cumprido.

A conclusão chegou a ser anunciada para janeiro, mas foi remarcada para junho. A empresa negou as irregularidades e informou que vai provar sua idoneidade para o Tribunal de Contas.

Os auditores doTribunal de Contas encontram outros indícios de irregularidades, como sobrepreço em mão de obra e materiais; pagamentos feitos antes de o serviço ser executado e o compromisso do governo em pagar uma dívida, no valor de R$ 4 milhões, sendo que seriam necessários apenas R$ 2 milhões para a conclusão do serviço.

O conselheiro Renato Rainha diz que o custo total da obra pode chegar a R$ 9 milhões – o orçamento original era de R$ 7 milhões. “[Há] um atraso muito grande, de mais de cinco vezes da previsão inicial de entrega da obra. É um absurdo e um prejuízo muito grande para essa cidade.” (Do G1 DF, com informações do DFTV)

Governador Agnelo Queiroz entrega 35 novas máquinas que triplicarão a capacidade de atendimento para as operações de tapa-buracos

Foto: Roberto Barroso

 

As operações tapa-buracos serão reforçadas em todo o Distrito Federal. Ontem, o governador Agnelo Queiroz, juntamente com o vice-governador Tadeu Filippelli, e o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Juvenal Batista Amaral, entregaram 35 novos carros para compor a frota destinada às operações de recuperação emergencial da malha asfáltica de todas as Regiões Administrativas.

Durante a entrega dos novos equipamentos, na sede da Novacap, Agnelo Queiroz afirmou que a aquisição dos carros é de suma importância para agilizar as operações, especialmente no período chuvoso. “Vamos atender as chamadas com mais rapidez. As novas máquinas triplicarão a capacidade de produção”, adiantou o governador.

Com os novos maquinários, a Novacap ampliará de sete para 15 a quantidade de equipes próprias de tapa-buracos. Foram investidos R$ 3,5 milhões na compra de 35 equipamentos, dos quais 15 são minifresadoras (máquinas responsáveis pela recuperação da malha asfáltica), e os demais são vassouras mecânicas, rolos lisos, canal basculante e rolo pneu. Para operar as máquinas, foram capacitados 25 operadores que receberam treinamento específico de 12 horas teóricas e 12 horas de aulas práticas.

A Novacap disponibilizou um telefone específico para o atendimento da operação tapa-buracos. Basta ligar no Disk-Novacap: 3403-2626.

Projeto foi enviado para Casa no começo de setembro pelo governo do DF. Operação será de tapa-buracos, drenagem águas pluviais e limpeza.

 

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (27), um projeto que libera R$ 34 milhões para limpeza de bocas de lobo, operação tapa-buracos e drenagem de águas pluviais. Foram 107 dias de estiagem para programar as ações e evitar os problemas que vêm com a chuva, mas o projeto foi enviado para Casa apenas no começo de setembro pelo GDF.

Para o líder do governo na CLDF, Wasny de Roure, é importante que os parlamentares tenham um diálogo maior com o Executivo. “O diálogo não se completou, mas ele já avançou bastante, o suficiente para que comecemos a apreciar as matérias”, disse.

O secretário de Obras, Oto Guimarães, admite que o tempo é curto para utilizar o recurso aprovado pela Câmara. Se o serviço não for licitado, contratado e iniciado até o fim do ano, o dinheiro não poderá ser utilizado.

“Agora é uma corrida contra o tempo, contra o relógio. O orçamentário que não for aproveitado até o dia 31 se perde e nós temos que contar com o orçamentário de 2012”, explicou Guimarães.

O presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do País (Novacap), Juvenal Batista, informou que deve intensificar o trabalho para evitar os problemas causados pelas chuvas nos próximos meses.

“Assim que essa chuva ficar mais intensa nós trabalharemos também no domingo, para emergências. Manteremos permanentemente ligada no atendimento uma equipe de manutenção”, afirmou Batista.

Ao todo, o governo enviou para a CLDF 14 projetos de remanejamento de R$ 610 milhões do orçamento. Além da Secretaria de Obras, o remanejamento de valores da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), de R$ 145 milhões, e da Secretaria de Saúde, de R$ 38 milhões, também foram aprovados na sessão desta terça. (Do G1 DF, com informações do Bom Dia DF)

 

Nesta quarta-feira (6), a partir das 19h, no plenário da Câmara, o empresário e ex-diretor da Novacap, José Luiz Aboriham Gonçalves, receberá o título de Cidadão Honorário de Brasília, concedido em março de 2009, mas que só agora será entregue formalmente, por iniciativa da deputada Liliane Roriz (PRTB).

José Luiz Gonçalves é paulista, da cidade de Itajobi, tem 61 anos de idade e é casado com Dona Rose, tem três filhos e netos. Foi engenheiro do Grupo Themag, tendo sido responsável técnico por vários projetos e obras no Centro-Oeste, em especial nas usinas hidroelétricas da CEB, de Lajeado, Peixe, Ipueiras e Corumbá III e IV, dentre outras.

No Distrito Federal exerceu cargos em empresas estatais e públicas. Foi diretor técnico da Caesb e diretor-presidente da Novacap. Na Novacap, promoveu a reestruturação financeira e do quadro de pessoal da empresa, cortando as despesas de custeio. Por sua iniciativa, foram extintos os contratos de locação de equipamentos de terceiros na Novacap.

GDF fez novo pregão para contratar empresa responsável pela roçagem do mato que ainda toma conta do Distrito Federal. Licitação sai em seis meses

Lea Queiroz, do Jornal da Comunidade

O mato alto ainda predomina em grande parte do Distrito Federal e incomoda a população. Para conter o crescimento da grama e minimizar os problemas que isso atrai, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) realizou, esta semana, licitação na modalidade pregão presencial para execução de serviços de manutenção de áreas verdes, ajardinadas entre outros serviços de manutenção no DF.

Segundo presidente da Novacap, Maurício Canovas, a modalidade de licitação foi a mais ágil possível diante da situação “caótica” encontrada por sua administração, que iniciou com o novo governo. Ele conta que ao assumir a companhia, uma das primeiras providências foi realizar uma vistoria junto à empresa GHF, responsável pelos serviços de poda e roçagem da área verde do DF. Para a realização desse trabalho, o Distrito Federal foi dividido em quatro lotes, numa divisão geográfica, e a GHF era responsável por todos os lotes.

Como resultado da vistoria, foi constatado que a empresa só possuía 30% de equipamento e pessoal do que era necessário para a realização da poda e roçagem em todo o DF. Depois de a Novacap pressionar, a GHF conseguiu arregimentar 40% do que era necessário para realizar o trabalho para o qual foi contratada.

Diante da situação, a empesa GHF renunciou a três dos quatro lotes e a Novacap adotou as providências necessárias para contratar o serviço que faltava. “Daí nós fizemos o pregão presencial para cobrir os três lotes que a GHF não tinha máquinas e homens para fazer o trabalho. Nós abrimos as propostas na última quarta-feira (2). Dentre as 43 empresas que compraram o edital, somente 9 encaminharam propostas e duas empresas saíram vencedoras”, informa Canovas.

Ele acrescenta que a licitação prevê a contratação dos serviços pelo período de seis meses e que com as novas contratações foi obtido um desconto de mais de um milhão de reais. “Obtivemos desconto de R$ 500 mil num lote, R$ 400 mil em outro e R$ 150 mil no terceiro”, ressalta.

As novas empresas ainda não começaram o trabalho porque o contrato ainda não foi assinado. O pregão ainda encontra-se em fase de recursos. As empresas participantes têm o direito de recorrer do resultado durante três dias úteis após a abertura das propostas, prazo esse que se encerra nesta segunda-feira, 7. As empresas vencedoras foram a Danluz, que ficou com os dois lotes que tiveram maiores descontos, e a Multserv Atlântida.

“No mês de novembro e grande parte do mês de dezembro não foi feito nenhum erviço de poda e roçagem de mato ou de grama. Em novembro foi mandado paralisar e em dezembro a empresa trabalhou com muito pouca capacidade, então acumulou muito e além disso pegou um período de chuva em que o mato cresce com velocidade maior”, explica o presidente da Novacap.

Ele reforça a dificuldade de trabalho encontrada devido às plantas ficarem maiores e a produtividade da empresa cair com a grande quantidade de trabalho para pouco pessoal e maquinário. “Áreas que eram feitas em 15 minutos, de 30cm passou a ter um metro, e passou a levar mais de uma hora fazer, então a gente estava com menos equipamentos, só 30%, e com um serviço muito maior que o normal”, esclarece.

Sem contrato, sem equipamentos

Maurício Canovas reconhece que muitos trechos ainda não foram alcançados pelo pessoal que está trabalhando por isso ainda é grande a reclamação da população. “Continua caótico, a gente reconhece que tem muito trechos que a gente não conseguiu chegar ainda, mas é por falta de equipamentos, não temos equipamentos. O pregão foi justamente para isso, eles (as empresas ) vêm com a mão de obra e com os equipamentos. Não começaram ainda porque a gente ainda não assinou o contrato ainda estamos na fase de recurso do pregão”, justifica.

Canovas diz esperar que o contrato possa ser assinado na semana que vem para agilizar os trabalhos das novas empresas. retomar o trabalho rapidamente na semana que vem se Deus quiser a gente assinar o contrato. Ele lembra que , no momento, só a GHF está trabalhando e só um lote está sendo atendido, que corresponde ao lote I que abrange o Plano Piloto entre outras áreas mais centrais do DF.

“A gente espera que, neste mês de fevereiro, pelo menos as áreas críticas de todas as cidades já sejam resolvidas, mas para ficar a cidade mesmo na qualidade que Brasília está acostumada a previsão é é início de abril”, diz Canovas, que está na expectativa que já neste mês a cidade possa melhorar muito diante do que está hoje.

Após o fechamento do pregão, a Novacap vai realizar a licitação que vai contratar a empresa ou empresas que ficarão encarregadas desses serviços de manutenção pelo período de cinco anos. A novidade, já orientada e com entendimento junto ao Tribunal de Contas do DF, é que não será mais previsto o pagamento por homens e máquinas, mas sim por área trabalhada.

“Fica difícil o controle do jeito que está a contratação. Como é que, por exemplo, a Novacap vai ver se tem 10 homens trabalhando em Planaltina. Fica difícil esse controle, a gente gora vai licitar, e já está combinado com o Tribunal de Contas, por metro quadrado, ou seja, vamos pagar por serviço realizado e não pela quantidade de homens ou de máquinas que a empresa tem à disposição”, explica.

Hoje cerca de 600 homens estão trabalhando na poda e roçagem da área verde do DF. Com os novos contratos com a Danluz e Multserv, o número deve elevar para 1500.

OS QUATRO LOTES

Para a manutenção e conservação das áreas verdes do DF, a área geográfica de atuação está dividida em quatro lotes conforme a seguir:

Primeiro Lote

Plano Piloto, Lago Sul, São Sebastião, Granja do Torto, Lago Norte, Varjão, Paranoá, Itapoã, Taquari, Sudoeste, Cruzeiro, Octogonal, S I A, SCIA, SOF Sul, EPIA do Viaduto Guará ao Viaduto Colorado, Escolas Públicas, Residências Oficiais (Granja do Torto, Alvorada e Jaburu).

Segundo Lote

Sobradinho I e II, Fercal l, Lago Oeste, Planaltina, BR-020 (Viaduto do Colorado até o Trevo de Planaltina) e suas faixas de domínios e Escolas Públicas da região.

Terceiro Lote

Samambaia, Taguatinga, Águas Claras, Vicente Pires, Guará, Park Way (Quadras 01 a 05), Ceilândia, Brazlândia e Escolas Públicas da região.

Quarto Lote

Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Vargem Bonita, Park Way 06 a 29, Santa Maria, Gama Caub I e II, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II, Escolas Públicas da região.

 

O governador José Roberto Arruda e o presidente da Novacap, Luiz Carlos Pietschmann, lançam daqui a pouco programa Brasília Renovada. Cerca de mil equipamentos, entre tratores, retroescavadeiras, rolos, patrolas, tratores de esteiras, e mais aproximadamente 1.500 trabalhadores estarão nas ruas a partir de amanhã, para executar os trabalhos de manutenção e construção de vias, parques e jardins.

 

De acordo com o presidente, a ideia é dar mais atenção aos serviços de solução mais rápida. “Às vezes, é uma coisa mínima, mas que causa grandes transtornos. Nosso pessoal estará lá para solucionar o problema antes de incomodar a população”, explica. São trabalhos de tapa-buraco, roçagem de grama, poda ou corte de árvores, entre outros.

 

O Brasília Renovada é dividido em cinco grandes equipes: Parques e Jardins, Manutenção de Vias, Patrulha Mecanizada, Manutenção e Apoio e Pavimentação de Vias. Todos os equipamentos estarão identificados com adesivos, assim como os trabalhadores estarão uniformizados. O evento será às 9h, no estacionamento do estádio Mané Garrincha.

 

A Novacap assina amanhã, dia 26 de agosto, um contrato de patrocínio com a Eletrobrás para a revitalização da fonte luminosa da Torre de TV. A empresa vai financiar a reforma do monumento, que há pelo menos cinco anos está desativada, e é uma reivindicação antiga do brasiliense.

 

A novidade é que a fonte vai ter música integrada ao movimento das águas, graças à modernização do monumento, que vai contar com tecnologia computacional de última geração e projeção a laser. Além disso, a reforma será total, principalmente em sua estrutura.

 

O governador José Roberto Arruda, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; e os presidentes da Eletrobrás e da Novacap, José Antonio Muniz e Luiz Carlos Pietschmann, assinam o documento em cerimônia na sede da Novacap, às 11h.

 

Após análise de auditoria operacional realizada na Usina de Asfalto da Novacap, destinada a verificar os procedimentos de controle na produção e aplicação de massa asfáltica e lama asfáltica, o Tribunal de Contas do DF, por unanimidade, decidiu determinar à empresa que, no prazo de 180 dias passe a formalizar a abertura de processos específicos para o acompanhamento das obras executadas diretamente pela empresa. O mesmo procedimento deve ser adotado nos serviços de recuperação de vias, a operação tapa buracos.

 

Terá que ser instituída uma Ordem de Serviço para o acompanhamento de cada obra, que deverá discriminar o documento que originou a demanda, o órgão e data de emissão bem como pela aprovação do projeto e do orçamento. A Novacap deve suspender a intermediação no atendimento às solicitações das administrações regionais sobre massa asfáltica, insumos e equipamentos, para evitar que hajam irregularidades neste tipo de serviço.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal liberou licitação para construção de 429 unidades habitacionais, através do Edital da Concorrência nº 60/2008. A decisção determina que à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que, sem prejuízo do prosseguimento da licitação, condicione a homologação do resultado do certame à demonstração de existência dos recursos orçamentários necessários para atender às despesas da licitação. A empresa terá que alterar o item 5.1.6.a do edital, para compatibilizá-lo com a Lei 8.666/03.

A Novacap deve, ainda, corrigir a divergência entre o edital e os cadernos de obras e serviços relativo a possibilidade de subcontratação. A companhia deve comprovar perante a Corte de Contas o atendimento das determinações.

O PDOT foi aprovada em segundo turno no sábado, mas o primeiro parágrafo do artigo 108 do substitutivo do GDF, foi destacado e será apreciado somente hoje. Os deputados distritais decidiram analisar com mais calma o artigo.

O ponto polêmico prevê a mudança de destinação do terreno da sede da Novacap, que tem previsão de uso para fins comerciais e habitacionais. O lote é denominado Área Especial B, no SIA, e deputados desconfiam da mudança.