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Posts com Tag ‘Júnior da Friboi’

Friboi multado em R$ 2 mi por más condições de trabalho

7 de abril, 2014

 jbs_friboi

Por Thiago Burigato, Jornal Opção – O frigorífico JBS, dono da marca Friboi e pertencente à família do pré-candidato ao governo de Goiás, José Batista Júnior (PMDB), foi condenado a pagar indenização de R$ 2 milhões em uma ação por dano moral coletivo por más condições de trabalho. A sentença foi proferida pela Vara do Trabalho de Açailândia (MA) e também determina que a empresa adeque-se às normas de saúde e segurança do trabalho.

A JBS foi processada após serem identificadas falhas nas instalações da distribuidora de carnes Equatorial Alimentos, que havia sido adquirida pela companhia. A juíza Carolina Burlamaqui Carvalho determinou que o frigorífico conceda intervalos de 20 minutos a cada 1h40 de trabalho para aqueles que realizam serviços em câmaras frigoríficas e outros locais frios, além daqueles que transportam mercadorias em ambientes com variações de temperatura.

Também consta na sentença a exigência de que a empresa forneça equipamentos de proteção individual e água potável a seus funcionários, além de adotar medidas de proteção contra queimaduras e incêndios. Para evitar a multa de R$ 10 mil por regra não cumprida, mais R$ 500 por trabalhador prejudicado, a JBS deve ainda melhorar as condições de banheiros, vestiários e refeitórios e realizar a manutenção preventiva e corretiva em máquinas e equipamentos.

Essa não é o primeiro imbróglio trabalhista da JBS que, em abril do ano passado, celebrou um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para encerrar duas ações civis públicas movidas contra a empresa. Na ocasião, foi acertado o valor de R$ 3,1 milhões, a ser dividido entre os funcionários e o município de Naviraí, no Mato Grosso do Sul (MS). O acordo firmado garantiu aos trabalhadores direito a intervalos, recebimento pelo tempo gasto entre o percurso trabalho-casa e a computação de tempo para a troca de uniforme na jornada de trabalho.

Em março de 2013, a unidade do JBS/Friboi em Barretos foi alvo de ação por descumprir acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de São Paulo, em que firmava a não prorrogação da jornada de trabalho de funcionários por duas horas. O pacto foi feito em 2007, mas em uma verificação da procuradoria do Trabalho ficou confirmado por meio de documentações que o frigorífico manteve todos os empregados daquela sede em regime de horas extras acima do permitido.

Economia

PF indicia dono da Friboi por operações irregulares

19 de fevereiro, 2014
Joesley é irmão de Junior Friboi, candidato ao governo de Goiás

Joesley é irmão de Junior Friboi, candidato ao governo de Goiás

Joesley Batista é acusado de crime financeiro com dona do Banco Rural

O controlador do grupo J&F Participações, Joesley Batista, que controla o Friboi, maior frigorífico do mundo, e a ex-presidente do banco Rural, Kátia Rabello, que cumpre pena de prisão no caso do mensalão, foram indiciados pela Polícia Federal sob a acusação de fazerem empréstimos cruzados entre instituições financeiras nas quais têm participação, segundo reportagem de Andreza Matais no jornal O Estado de S. Paulo. Consideradas ilegais, as operações envolveram empréstimos de R$ 160 milhões. A pena pelo crime contra o sistema financeiro pode chegar a seis anos de reclusão, além de multa. Josley Batista é irmão de Junior Friboi, um dos pré-candidatos do PMDB ao governo de Goiás.

Segundo a Polícia Federal, as empresas recorreram à troca de empréstimos numa operação conhecida como “chumbo cruzado”, muitas vezes usada para simular negócios e inflar balanços. Em outra investigação, o Banco Central também viu irregularidades nos empréstimos entre o banco Rural e o banco Original, que pertence à J&F.

O indiciamento ocorre quando a autoridade policial se convence de que há indícios suficientes de que o investigado praticou a infração penal e que deve ser denunciado pelo Ministério Público à Justiça, mas não significa condenação. A J&F negou ter realizado operação casada.

Investigação. A investigação da Polícia Federal chamou a atenção para empréstimos feitos em datas muito próximas entre empresas dos dois grupos. Segundo a apuração, o banco Rural emprestou R$ 80 milhões ao grupo J&F Participações S/A e à empresa Flora Produtos de Higiene e Limpeza, que pertence ao J&F, em 22 de dezembro de 2011.No mesmo dia em que as empresas do grupo J&F receberam os empréstimos em suas contas no banco Rural, o dinheiro foi transferido às contas no banco Original.

Quatro dias depois, o banco Original repassou os R$ 80 milhões para a Trapézio S/A, empresa holding que controlava as instituições financeiras do Rural. Três dias depois dessa transação, a Trapézio aplicou parte do valor (R$ 65 milhões) no aumento de capital social do banco Rural, ao integralizar ações ordinárias nominativas. Na época, o Rural era pressionado pelo BC a reforçar seu capital. Com a operação, o Rural obteve a “folga” financeira necessária.

Outro ponto que chamou a atenção da Polícia Federal foi o fato de o próprio banco Original ter indicado que as condições para o empréstimo para a Trapézio eram desfavoráveis. O empréstimo correspondia a 4,5 vezes o patrimônio líquido da Trapézio em novembro daquele ano. Na classificação de risco feita pelo Original, a nota da Trapézio era D-.

Na véspera. A PF também chamou a atenção para o fato de que as empresas tomadoras dos empréstimos não tinham relacionamento bancário com as instituições financeiras até a véspera da operação de crédito. A Trapézio abriu uma conta no Original uma semana antes da liberação dos recursos. A Flora Produtos abriu a conta no Rural um dia antes de conseguir o empréstimo e a J&F Participações, apenas três dias antes.

Nem Joesley nem Kátia participaram das decisões dos comitês de crédito dos bancos que aprovaram a concessão dos empréstimos. Joesley, contudo, foi o avalista dos contratos firmados entre a J&F e a Flora Produtos com o Rural. Kátia assinou o contrato pela Trapézio. A PF conclui, ainda, que Joesley foi o “responsável” pela decisão das operações financeiras realizadas pelo grupo econômico controlado pela J&F. O indiciamento pela PF foi encaminhado ao Ministério Público, que ainda não se posicionou.

Outras 15 pessoas entre diretores dos bancos Rural e Original supostamente envolvidos nas operações irregulares e administradores das empresas usadas para a triangulação também foram indiciados pela PF em 16 de janeiro deste ano. O inquérito tramitou em Porto Alegre (RS), sede do banco Original, e foi aberto a pedido do Ministério Público Federal de Minas Gerais, por sua vez acionado pelo Banco Central.

Entre os indiciados pela PF estão três executivos do Rural que também foram condenados na Ação Penal 470 (mensalão): a própria Kátia Rabello, com pena de 16 anos e 8 meses, e os ex-diretores Vinícius Samarani e José Roberto Salgado. (Fonte: portal Diário do Poder)

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Friboi teria R$ 30 milhões para torrar em eleição

1 de agosto, 2012

 

Goiás 247 – O Ministério Público Eleitoral precisa ficar atento. Integrante do Conselho de Administração do JBS-Friboi, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo e líder de mercado no Brasil e na Argentina, o empresário José Batista Júnior, o Júnior do Friboi, teria garantido a aliados que vai jorrar dinheiro na campanha municipal deste ano. A meta seria eleger o maior número possível de prefeitos e vereadores para dar suporte à sua hipotética candidatura ao governo em 2014.

A quantia é absurda e extrapola os limites legais impostos pela Justiça Eleitoral. Júnior teria reservado incríveis R$ 30 milhões para “torrar” com candidatos a prefeito e a vereador de diversos partidos. Para ao pleito estratégico de 2014, quando pretende entrar pesado na disputa pelo Governo, já teria “separado” a bagatela de R$ 100 milhões para fazer a alegria principalmente dos partidos nanicos.

Sócio do BNDES, a última do empresário goiano foi comprar pela ninharia de US$ 15 milhões um iate de 140 pés exclusivamente para zarpar pelas ondas que cercam Miami, conforme revelou o jornalista Lauro Jardim na coluna Radar, da revista Veja. Mas sobre o pleito deste ano, o Jornal Opção, de Goiânia, fez as seguintes observações na edição que circula esta semana:

José Batista Júnior teria um “patrimônio pessoal de 10 bilhões de reais”. E mais: o grupo JBS-Friboi, do qual é sócio, fatura cerca de 60 bilhões de reais por ano. Com tanto dinheiro em caixa, Friboi teria dito a aliados que reservou pelo menos 30 milhões para financiar candidatos a prefeito de vários partidos (teria confidenciado que “separou” 100 milhões de reais para disputar o governo em 2014).

Prossegue a publicação: ocorre que, com a campanha iniciada, vários aliados afirmam que não receberam nenhum centavo do que havia sido prometido com tanta ênfase. O Jornal Opção ouviu alguns candidatos “apoiados” pelo “empresário dos bilhões”, como é conhecido no interior. Esperançosos de que ainda vão receber algum apoio financeiro, decidiram falar com o Jornal Opção, desde que seus nomes não fossem mencionados”.

Na sequência, o Jornal Opção avalia: os candidatos garantem que Friboi fala que vai ajudar, que o dinheiro está saindo, mas, quando procurado, não é encontrado. Ele manda avisar que está viajando para os Estados Unidos, ou para São Paulo e Rio de Janeiro, e seus auxiliares não têm autoridade para liberar nem mesmo mil reais para pôr gasolina nos carros. Na sede de seu partido, o PSB, Júnior controla as despesas com mão de ferro. Costuma dizer que Barbosa Neto — presidente decorativo do PSB — não manda em nada e deve ser tratado como mais um de seus empregados.

Em conversas reservadas com integrantes do PSB, Friboi abre o jogo e sustenta que não vai financiar candidatos do PMDB — exceto alguns com os quais havia se comprometido de modo mais efetivo, como Ernesto Roller, em Formosa —, pois, em 2014, o partido não o apoiará para governador, possivelmente optando por Iris Rezende, Iris Araújo ou Paulo Garcia. Sem dinheiro, vários candidatos, num linguagem grosseira e indelicada, começam a chamá-lo de “Traíra Júnior”.

O Ministério Público Eleitoral tem de ficar de olho nas contas apresentadas por Júnior do Friboi e por seus aliados, conclui a reportagem do Jornal Opção.

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OPINIÃO Nos dois lados do balcão

22 de maio, 2012

 

O deputado federal Luiz Pitiman (PMDB) apresentou dois requerimentos à CPI mista do Cachoeira para colocar no centro das investigações a operação de venda da empreiteira Delta para o grupo JBS/Friboi.

No primeiro requerimento, Pitiman solicita que seja convidado a falar na CPI o procurador da área de Patrimônio Público do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro Edson Abdon Peixoto Filho, que investiga a transação. Já no segundo, Pitiman solicita que o MPF do Rio de Janeiro compartilhe com a comissão todas as informações sobre a venda.

A operação Monte Carlo, que investiga as ações de Cachoeira e da empresa Delta atigiu em cheio políticos bons de voto de Goiás. O governador Marconi Perillo sangra a cada dia. Até pouco tempo favorito à Prefeitura de Goiânia, o senador Demóstenes Torres (sem partido) está na bica de ser cassado.

O cenário abre caminho para o empresário José Batista Júnior, o Júnior da Friboi (PSB), que sonha em ser governador goiano. E adivinha quem vai comprar a empresa Delta, e herdar os maiores contratos do PAC? o próprio Júnior. Ele é um dos donos do maior grupo processador de carne bovina do mundo, o JBS-Friboi.

Morador em Fort Collins, no estado norte-americano do Colorado, mas natural de Anápolis, Júnior está limpando o caminho para o Palácio das Esmeraldas. Quem apoia o projeto é o também goiano e ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Júnior filiou-se ao PTB, em sua segunda incursão no mundo partidário. Na primeira, em 2005, quando ingressou no PSDB, desistiu de tentar candidatura quando começou a enfrentar no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acusações de cartelização na produção de carne. Júnior negou as acusações e a Friboi terminou excluída do processo, encerrado em 2007.

Depois ensaiou uma filiação no novo PL, mas desistiu. Resolveu se aproximar do Palácio do Planalto e se abrigou no PSB. No Distrito Federal, é aliado do senador Rodrigo Rollemberg, candidato à sucessão de Agnelo Queiroz (PT). Por coincidência, Agnelo foi outro atingido pela Operação Monte Carlo.

Ainda no DF, o maior doador privado de recursos para a campanha de José Roberto Arruda (sem partido) foi o JBS/Friboi. De acordo com a prestação de contas apresentada pelo então candidato à Justiça Eleitoral, a JBS SA contribuiu com R$ 500 mil. O montante foi integralizado em cinco parcelas entre os dias 31 de julho e 29 de Setembro de 2006.

Chama a atenção que uma doação tão expressiva tenha sido feita por um grupo empresarial que deixara de atuar no Distrito Federal quase uma década e meia antes, quando fechou seu frigorífico em Planaltina.

No dia 14 de fevereiro de 2007, menos de um mês e meio depois da posse de Arruda, a própria agência oficial de notícias do GDF, reproduzindo uma notícia do jornal Valor, registra a reabertura da planta industrial de Planaltina.

O frigorífico fora reativado, iria gerar 160 empregos e abater até mil cabeças de gado por dia. Mas quem o exploraria seria a Nippobras.

Não ficou por ai. A Friboi também foi responsável por indicações de cargos no Governo do Distrito Federal, principalmente na Agência Reguladora de Água, Energia e Saneamenrto de Brasília (Adasa).

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Cevado pelo BNDES, Friboi fecha 3 unidades e demite

11 de agosto, 2011

 

Josias de Souza

Depois da farra com dinheiro público, José Batista Júnior, o Júnior da Friboi, quer ser governador de Goiás pelo PSB

O grupo JBS-Friboi, um dos maiores produtores de carne do mundo, fechou três curtumes –dois em São Paulo, um no Mato Grosso do Sul.

A empresa também reduziu o tamanho de um frigorífico sulmatogrossense. Nos quatro lances, foram ao olho da rua 1.025 trabalhadores.

A responsabilidade pelas demissões foi transferida para o governo. O Friboi alega problemas tributaries. Quais? Não especifica.

Quanta ingratidão! O mesmo Friboi que alveja o fisco mantém com o governo federal, desde 2009, uma próspera parceria.

O velho e bom BNDES borrifou R$ 3,2 bilhões na caixa registradora do Friboi. Injetou mais R$ 2,5 bilhões no frigorífico Bertin, adquirido pelo Friboi.

Quando a empresa estendeu os seus negócios aos EUA, emitiu R$ 3,4 bilhões em debêntures. O BNDES comprou 99,9% do papelório.

Quer dizer: o Estado não é responsável pelas demissões, mas sócio do infortúnio dos 1.025 brasileitos que perderam o contracheque que lhes permitia encher a geladeira.

No mês passado, o empresário José Batista Jr., conhecido como Júnior do Friboi, filiou-se a um partido político. Planeja disputar o governo de Goiás em 2014.

Júnior sentou praça, veja você, no PSB, o partido “socialista” do governador pernambucano Eduardo Campos.

Ou seja: no mundo da política, Júnior do Friboi é um neosocialista. No universo empresarial, é um capitalista à brasileira.

Com uma mão apanha verbas públicas. Com a outra, socializa os prejuízos.

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Ação contra frigorífico por irregularidades trabalhistas

2 de agosto, 2011

 

Daniel Mello, da Agência Brasil

Junior da Friboi construiu um império com ajuda do dinheiro público

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com ação na Justiça para que o frigorífico JBS Friboi regularize a carga de horas extras e o número de folgas dos trabalhadores da planta de Lins (SP). Segundo o MPT, a empresa está desrespeitando a norma legal que estipula folgas semanais de, no mínimo, 24 horas e prorrogação de jornada de, no máximo, duas horas por dia.

O dono do frigorífico é o bilionário Batista Júnir, conhecido por Júnior da Friboi, pré-candidato ao governo de Goiás pelo PSB e que construiu um império com as arcas do BNDES.

Também foi pedida indenização de R$ 10 milhões para os trabalhadores que tenham sofrido acidentes de trabalho ou contraído doenças ocupacionais decorrentes da jornada de trabalho excessiva. A ação é resultado de uma investigação inciada em 2009, após denúncia da Justiça do Trabalho em Lins com base nos diversos processos trabalhistas individuais em que foram constatadas irregularidades.

A fiscalização constatou que nos meses de abril e março a empresa continuava a exigir mais horas extras do que o permitido para atividades repetitivas e concedia menos folgas que o necessário. “A continuidade do trabalho em tais condições propicia o desenvolvimento de doenças relacionadas ao movimento repetitivo no trabalho e também aumenta a probabilidade de erro pelo cansaço e fadiga, ocasionando sérios acidentes do trabalho”, destaca o autor da ação, o procurador Luís Henrique Rafael.

Procurado pela reportagem da Agência Brasil, o frigorífico JBS Friboi não comentou as denúncias do Ministério Público porque não foi notificado oficialmente sobre o processo judicial.

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JBS/Friboi sob suspeita

1 de agosto, 2011

 

Júnior da Friboi é só sorrisos: dinheiro público nas suas empresas e pretensões ao governo de Goiás

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle realizará na quinta-feira (4) audiência pública para discutir as operações do BNDES com o Grupo JBS/Friboi. O debate foi proposto pelos deputados Moreira Mendes (PPS-RO) e Rubens Bueno (PPS-PR). Eles dizem que, nos últimos anos, a imprensa vem noticiando os diversos aportes de recursos pelo BNDES ao grupo JBS/Friboi. As justificativas de tais aportes apresentada foram que o setor de carnes foi eleito prioritário pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal. O BNDES já aportou mais de R$ 10 bilhões no Friboi, aumentando sua participação no grupo para 31%.

Regulando

O dono do império, José Batista Junior, o Júnior da Friboi, quer ser candidato ao governo de Goiás. Ele também tem grande influência em uma agência reguladora do GDF, onde conseguiu empregar parentes e apadrinhados.

Frigorífico

O grupo do Júnior do Friboi figura na lista de maiores doadores em campanhas de candidatos ao Buriti. Além de colocar pessoas em locais chave no GDF, ganhou incentivos para abrir um frigorífico no DF.

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