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Ricardo Callado

As eleições de 2014 se encerram neste fim de semana e nos deixa lições. Mostra que independente da vitória ou derrota do candidato de cada um, o brasileiro se engajou, discutiu, torceu e vibrou. A militância espontânea foi o diferencial da campanha. E o sentimento de mudança tomou conta do País. Sendo ele vitorioso ou não.

Aécio versus Dilma no campo nacional e Rollemberg versus Frejat, em Brasília, são o retrato desse sopro em busca do novo. Até por isso, mesmo aqueles que representam grupos que estão ou estiveram no poder, se apresentaram como o novo. Coube a cada eleitor diferençar a verdade da mentira.

Aécio Neves (PSDB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) representam o novo. Um sopro de mudança e esperança. Se vão conseguir convencer a maioria, as urnas dirão neste domingo.

Dilma Rousseff (PT) representa um projeto de poder que há 12 anos manda no Brasil. Frejat é a retomada de um grupo que esteve no poder há cerca de quatro anos. São dois modelos distintos, mas vitoriosos em campanhas anteriores. Precisaram inovar o marketing político para vender ao eleitor que representam mudanças. O antigo que se recicla. E que seria isso que o povo necessita.

A campanha deste ano também teve seus lados negativos. Contraditoriamente foi a de mais baixo nível da história do País. O eleitor amadureceu. Alguns políticos não! Ainda acham que pela desconstrução dos adversários, ataques pessoais, xingamentos contra a honra e palavreado de esgoto conseguem se perpetuar no poder. A mentira como arma. A ameaça como sedução ao eleitor.

A verdade sempre aparecerá em algum momento. E tudo é colocado em seu devido lugar. A mentira faz o seu estrago ao mesmo tempo que o mal sozinho se destrói. Cada um acredita no que quer. Eu acredito que o Brasil pode ser um país melhor. E que Brasília não merece mais desgoverno.

O povo brasileiro não pode deixar que a democracia seja colocada em risco. Que o país seja dividido. Não existe “nós e eles”. Existe um Brasil que necessita de união. De todas as raças, todas as religiões, todas as regiões. Os políticos que usam o ódio como arma para se manter no poder e colocam irmãos contra irmãos deviam se envergonhar.

Vi nessa eleição, além de engajamento, relacionamentos familiares e entre amigos serem abalados por políticos irresponsáveis que semeiam a discórdia. E no final, para quê? Para se manter no poder, roubar os cofres públicos e sangrar a democracia num projeto louco e mau-caráter. E para isso, criam a desunião e a divisão.

O Brasil está seguindo num caminho perigoso. A democracia e as instituições estão em risco. O próximo presidente da República deve ter discernimento e mudar o rumo que as coisas tomaram. Se o país continuar seguindo o caminho da Venezuela, onde tudo começou com o aparelhamento dos tribunais superiores, quem vai sofrer é o povo. Os políticos quase sempre conseguem escapar da cadeia. E ainda serão idolatrados pelos oprimidos.

Brasília está seguindo o caminho do desgoverno. O futuro governador precisa colocar a máquina nos trilhos. E fazer o povo acreditar que o governo existe para servir a população. Para melhorar a vida do seu povo. E não dos políticos.

Nessa eleição deveríamos todos nos perguntar: “Nossa vida está melhor hoje do que há quatro anos atrás”. Se a resposta for sim, devemos manter o que ai está. Se for o contrário, é nosso dever votar pela mudança. E mudar nunca é ruim. E, se por acaso, não gostarmos do que vai vir nos próximos quatro anos, temos a nossa arma que é o nosso voto para trocar de governo. Podemos fazer isso enquanto houver democracia. E homens e mulheres de bem que se preocupem de verdade com a nossa nação.

Precisamos de mais políticos como Marina Silva e Eduardo Campos, juízes como Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, menos aparelhamento, menos Papuda, mais verdade, menos mentira. Precisamos de ética, decência e respeito ao que é público. Não somos “nós”, nem tampouco “eles”. Somos todos brasileiros. Não queiram nos separar. O Brasil e seu povo são mais fortes do que qualquer projeto de poder político. Votemos com consciência. O nosso voto pode fazer nossa cidade e nosso país um lugar melhor melhor.

Os candidatos Jofran Frejat (PR) e Rodrigo Rollemberg (PSB), que disputam o governo do Distrito Federal, durante debate em Brasília (Foto: G1 DF)

Os candidatos Jofran Frejat (PR) e Rodrigo Rollemberg (PSB), que disputam o governo do Distrito Federal, durante debate em Brasília (Foto: G1 DF)

Rollemberg (PSB) ressaltou caráter ‘propositivo’ no encontro desta quinta. Para Frejat (PR), público pode conhecer ideias e propostas de cada um.

Do G1 DF – Os candidatos que disputam o segundo turno da eleição para governador do Distrito Federal elogiaram o nível do debate da TV Globo, que aconteceu na noite desta quinta-feira (23). Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) ressaltaram o caráter “propositivo” da discussão.

“Achei o debate muito positivo, e saio daqui feliz. Cumprimentei o outro candidato por isso. Gostaria de ter feito toda a campanha nesse nível, com propostas. A população não ganha nada com golpes baixos”, afirmou Rollemberg.

Para Frejat, o debate deu aos eleitores a oportunidade de conhecer as propostas e as ideias de cada um. “Nós, candidatos, passamos. O importante é que Brasília seja preservada, e que a população possa analisar a experiência e as ideias de cada um”, afirmou.

O G1 transmitiu o debate ao vivo. Rollemberg e Frejat falaram sobre diversas questões de interesse da população do DF, como saúde, educação, segurança, emprego, mobilidade urbana e transporte. A conversa foi mediada pelo jornalista e apresentador do DFTV Antônio de Castro.

Segundo turno

Os eleitores do DF voltam às urnas no próximo dia 26 para o segundo turno da disputa para governador. Os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) se credenciaram para a segunda fase da eleição no último dia 5. O candidato do PSB recebeu 45,23% dos votos válidos, contra 27,96% do candidato do PR.

rollemberg frejat

Instituto entrevistou 1.212 eleitores em todo o DF entre 22 e 23 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na disputa de segundo turno para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%

Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado dia 16 de outubro, Rollemberg tinha os mesmos 57% das intenções votos válidos. Frejat também tinha 43%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que não sabem ou não opinaram, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 47%

Jofran Frejat (PR) – 36%

Branco / Nulo – 10%

Não sabe / não respondeu – 7%

Decisão do voto

O Datafolha perguntou ao eleitor se ele votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum, nos dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição no DF.

O resultado foi o seguinte:

Rollemberg:

Votaria com certeza: 44%

Talvez votasse: 22%

Não votaria de jeito nenhum: 32%

Não sabe: 2%

Frejat:

Votaria com certeza: 35%

Talvez votasse: 20%

Não votaria de jeito nenhum: 44%

Não sabe: 2%

Outra pergunta realizada durante o levantamento foi qual o número que o eleitor vai digitar na urna para confirmar ou anular o voto.

O resultado foi o seguinte:

Total:

Menções corretas: 79%

Não sabe o número do candidato: 12%

Menções incorretas: 3%

Não sabe como anular o voto: 5%

Rollemberg:

Menções corretas: 81%

Não sabe o número do candidato: 15%

Menções incorretas: 4%

Frejat:

Menções corretas: 87%

Não sabe o número do candidato: 10%

Menções incorretas: 3%

Avaliação de governo

O levantamento também perguntou como o eleitor avalia o governo de Agnelo Queiroz (PT). Para 17%, a gestão é “ótima” ou “boa”; 28% acham a administração “regular”; 54%, a avaliam como “ruim” ou “péssima”; 1% não soube responder. Em uma escala de 0 a 10, os entrevistados deram, em média, nota 4 ao governo.

Dados da pesquisa

Realizada nos dias 22 e 23 de outubro, O Datafolha entrevistou 1.212 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00087/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo

agenda 1

Quarta-feira, 22 de outubro

Rodrigo Rollemberg

9h – Entrevista ao G1

9h40 – Visita ao ponto de apoio dos taxistas

Local: Próximo ao Aeroporto de Brasília

11h – Gravação de programas de TV

18h30 – Encontro com representantes do Sindicato dos Professores

Local: Comitê central, SCS Quadra 4

19h30 – Roda de conversa DF Sustentável, com Marina Silva

Local: 703/704 Sul, na Praça do Índio

Jofran Frejat

7h40 – Entrevista programa Cabeças da Notícia (Rádio Mania FM)

9h30 – Encontro com Comissão do DFTrans

Local: SAAN

9h45- Encontro com representantes da Educação

Local: SAAN

10h – Gravação da Propaganda Eleitoral

15h – Caminhadas pelo DF

Local a definir

16h – Panfletagem na Rodoviária do Plano Piloto

19h – Reunião com moradores do setor Lúcio Costa

21h – Grande Reunião com policiais militares e bombeiros

Local: Praça do Relógio

22h – Reunião com apoiadores da saúde

Local: Guará 2

rollemberg frejat

Instituto ouviu 2.002 eleitores do DF entre os dias 18 e 20 de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (21) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%

Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 13, Rollemberg tinha 60% e Frejat, 40%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 48%

Jofran Frejat (PR) – 36%

Branco/nulo – 11%

Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00085/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01147/2014.

Rejeição

A pesquisa aferiu a taxa de rejeição dos dois candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:

- Jofran Frejat (PR): 41%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 29%

- Poderia votar nos dois: 22%

- Não sabe/não respondeu: 13%

Avaliação do governo

A pesquisa Ibope também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 2%, o governo é “ótimo”; 14% o consideram “bom”; 30%, regular; 17%, “ruim”; e 35%, “péssimo”. Não sabem ou não responderam somaram 2%.

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo governador do Distrito Federal, independentemente da intenção de voto. Para 57%, Rollemberg sairá vitorioso; 28% acreditam que Frejat ganhará; 16% não sabem ou não responderam.

agenda 1

Terça-feira, 21 de outubro

Rodrigo Rollemberg

7h – Gravação de programas de TV

10h30 – Caminhada em Taguatinga, acompanhado pelo senador eleito Romário (PSB/RJ)

Ponto de encontro: Praça do Relógio

15h – Caminhada em Ceilândia, acompanhado por Romário

Ponto de encontro: QNQ 1, Setor O, perto da Praça da Bíblia

19h – Entrevista ao programa DF Record

20h15 – Roda de conversa com os moradores de Samambaia

Local: Quadra 202, perto da Feira Permanente de Samambaia

Jofran Frejat

8h    Entrevista rádios

9h   Entrevista portal G1

Local: Asa Norte (estúdio TV Globo)

13h30   Entrevista TV Genesis

Local: Sudoeste

16h às 19h30   Caminhadas pelo DF

Local a definir

19h30   Reunião com apoiadores de Taguatinga e Vicente Pires

Local: Vicente Pires (Mansão Mabel, chácara 154/2 (entrada pela marginal da Via Estrutural))

20h30   Reunião com empresários de Ceilândia

Local: P Sul (PróDF, Qd. 4 – Cj. C – Lote 3 / Salăo Casa Nova (Antigo Salăo VIP))

cbn

Rollemberg acusa Frejat de guardar em casa mais de R$ 1 milhão, enquanto candidato do PR o acusa novamente de liberar emendas para beneficiar parentes.

Por Gabriela Echenique – No terceiro debate entre os candidatos ao Palácio do Buriti, Rodrigo Rollemberg e Jofran Frejat trocaram acusações e aumentaram o tom das críticas ao partir para ataques pessoais. Os dois candidatos criticaram os adversários quando à frente de órgãos públicos. No primeiro bloco, com tema livre, a medida de Frejat de implantar a passagem de ônibus a R$ 1 esquentou o debate. Rollemberg fez as contas e disse não ser possível a implantação da medida afirmando que o imposto só começa a ser recolhido em abril. Frejat não gostou e disse que sabe o que fala e que quem vai governar é ele.

As críticas ao atual governo também marcaram o encontro. Enquanto Jofran Frejat reafirmou que Rollemberg é o novo Agnelo, o ex-senador rebateu ao afirmar que o PR, partido de Jofran, saiu da coligação do PT somente neste ano. O candidato do PSB também aproveitou o debate para criticar a gestão de Frejat quando esteve à frente da secretaria de Saúde. Rodrigo Rollemberg aproveitou para questionar o adversário de que ele guardava mais de R$ 1 milhão dentro de casa.

Frejat rebateu e disse que esse dinheiro foi resultado de uma indenização que ele declarou no Imposto de Renda. O candidato do PR aproveitou o momento para criticar a atuação de Rollemberg quando era deputado federal e por liberar emendas em benefício de familiares. Os candidatos também apresentaram propostas. Os dois defenderam mais benefícios aos policiais militares para combater a violência e o tráfico de drogas, prometeram que vão regularizar as moradias no DF e distribuir as que foram prometidas pelo atual governo. Em relação à falta de vagas, principalmente na área central de Brasília, Rollemberg defendeu a implantação do estacionamento subterrâneo, enquanto Frejat reforçou a tarifa de ônibus a R$ 1 para que a população use o transporte coletivo.

 opiniao

Por Ricardo Callado - Mais uma vez a campanha política toma o rumo da baixaria. Numa eleição não existe o ditado que quando um não quer, dois não brigam. Isso serve para contenda de casal. Numa disputa eleitoral, quando um dos candidatos parte para cima do outro e baixa o nível, o outro tem a obrigação de responder. Não existe tempo para pensar. É preciso dar o troco imediatamente para que não se perca votos. Se bem que a resposta deve ser, preferencialmente, em alto nível.

Mentiras e ataques pessoais são alguns dos meios usados numa campanha de esgoto. E o eleitor é obrigado a tapar o nariz e assistir o vexame em que está se tornando o processo democrático. Se o ato de votar em uma eleição é uma lição de cidadania, não se pode dizer o mesmo dos comportamentos dos pretensos representantes. Depois fica difícil reclamar o número alto de eleitores que anulam o voto.

Os debates recentes mostram embates duros entre Jofran Frejat (PR) e Rodrigo Rollemberg (PSB). O tom das críticas acaba descambando para baixarias. Sobra para todo mundo. Frejat escolheu a tática de confundir o eleitorado e carimbar na testa de Rollemberg que ele é um novo Agnelo.

O governador do PT derrotado no primeiro turno não ficou de fora da reta final da campanha. Sempre que pode, Frejat cita o petista. Para deixar o eleitor mais confuso, ele próprio se confunde propositalmente e chama Rollemberg de Agnelo.

Para contra-atacar, Rollemberg lembra dos aliados de Frejat. Entre eles, cita o ex-governador José Roberto Arruda (PR), o ex-senador Luiz Estevão (PRTB), o ex-presidente do PR, Valdemar da Costa Neto e o senador Gim Argelllo (PTB).

Quando Frejat diz que Rollemberg entrou sem concurso público no Senado, o candidato do PSB cita quatro ações de improbidade administrativa que o representante do PR responde quando foi secretário de Saúde. E chumbo trocado não dói.

E o eleitor? Bem, esse fica esperando as propostas! E quando elas aparecem, ainda são difíceis de acreditar. O Frejat tirou da cartola aquilo que sua equipe de campanha chama de a “bala de prata”. A ideia genial para vencer as eleições. Trata-se da Tarifa Frejat, fixando a passagem de ônibus a R$ 1,00. Para completar, serão colocados imediatamente no dia 1 de janeiro de 2015 mais 700 ônibus novos para circular.

O projeto é genial. Não existe um cidadão que possa ser contra. Estimula o uso do transporte coletivo, diminui a quantidade de veículos particulares nas ruas e traz mais conforto para os usuários, com mais ônibus e linhas.

Na prática, é uma proposta bem difícil de ser concretizada. Primeiro pelo alto custo, já que a diferença de tarifa será subsidiada pelo governo, algo em torno de mais R$ 3,00. Não igual aos restaurantes comunitários, que são poucos e tem um custo baixo em comparação o sistema de transporte. Outra coisa: 700 ônibus novos não existem para pronto entrega no mercado.

Além disso, Agnelo vai entregar ao sucessor um governo quebrado. Com muitas dívidas e desorganizado financeiramente. Fala-se em torno de R$ 2,2 bilhões o tamanho do buraco que Frejat ou Rollemberg vai herdar.

Entre as propostas de Rollemberg estão as eleições para administrador regional. A ideia é muito boa. A população vai ter o direito de escolher quem gostaria de comandar a sua região administrativa. Não prática, não ficou bem explicado como isso vai funcionar.

Tem ainda as complicações políticas. Pode haver casos de serem eleitos adversários do governador, o que inviabilizaria o trabalho. Por exemplo: se eleito governador, Rollemberg poderia ter Jofran Frejat como administrador do Lago Sul; Arruda administrando o Gama; Joaquim Roriz à frente da administração regional de Samambaia; E, Agnelo, no comando do Plano Piloto. São casos que podem acontecer. E tem tudo para não dar certo. E não dará!

Enquanto se troca acusações e espalham baixarias, o eleitor espera propostas concretas para a saúde, a educação e a segurança. Projetos para mobilidade urbano e desenvolvimento da cidade. Seria muito pedir para Frejat e Rollemberg mais propostas e menos baixarias. Entretanto, a disputa pelo poder tornou-se um vale tudo. Faltam poucos dias para o brasiliense ir novamente as urnas. Ainda dá tempo dos candidatos apresentarem projetos e propostas. Mas duvido. Quem está atrás nas intenções de voto vai partir para o ataque. E quem é atacado vai responder a altura.

agnelo e Chico

O Partido dos Trabalhadores aprovou por unanimidade fazer oposição a qualquer um dos candidatos que vencer a disputa ao Buriti. 

Líder do PT na Câmara Legislativa, deputado distrital Chico Vigilante desmente a boataria política de que o governador Agnelo Queiroz (PT) poderia apoiar o candidato do PSB ao GDF, Rodrigo Rollemberg, ou que existiria um acordo para que o candidato do PR, Jofran Frejat cedesse seu palanque para a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Um dos políticos mais próximos e fiéis do governador Agnelo, Vigilante afirma que o será oposição ao próximo governo, seja quem for o vencedor. “Nenhum dos projetos que está aí nos representa, nem o PR com o Jofran Frejat, muito menos o Rollemberg com o PSB”. O parlamentar faz ainda dura crítica a Rollemberg, principalmente pelo apoio declarado ao candidato a Presidência da República, Aécio Neves, principal adversário do PT.

Qual será a posição do PT em relação ao segundo turno nas eleições do DF?

Nós tomamos uma decisão na Executiva Regional do Partido de Trabalhadores. A decisão foi tomada por consenso, por unanimidade, que o PT não irá participar das eleições no segundo turno. Vamos continuar fazendo a campanha da presidenta Dilma Rousseff. Vamos votar 13 para eleger a Dilma, mas o Distrito Federal nenhum dos projetos que estão aí nos representa, nem o PR com o Jofran Frejat, muito menos o Rollemberg com o PSB. Até porque eles tomaram uma posição: os dois apoiaram o candidato a presidência, Aécio Neves, do PSDB. Aécio é nosso adversário no campo nacional, portanto não teria nenhum sentido a gente apoiar nem o Rodrigo Rollemberg e nem o Frejat, se eles estão contrários a candidatura da presidenta Dilma Rousseff.

Comenta-se que o governador Agnelo poderia apoiar algum dos candidatos, isso é verdade?

O Agnelo Queiroz é um homem de partido. Ele sabe a decisão que foi tomada pelo Partido dos Trabalhadores. Todos os filiados, militantes e dirigentes do PT tem dever lealdade com o partido. Estão obrigados a seguir a orientação da legenda. Eu tenho conversado muito com o governador Agnelo Queiroz ultimamente, e nenhum momento eu ouvi nenhum tipo de disposição dele apoiar quem quer que seja nesse segundo turno.

Qual será a postura do PT num possível governo Rollemberg ou Frejat?

Nós vamos seguir a postura que os eleitores nos recomendaram. Os eleitores disseram que somos oposição, eles nos mandaram para oposição. Portanto, nós vamos cobrar tudo que tanto um quanto outro estão falando, até as vírgulas do que eles estão prometendo. Vamos fazer uma fiscalização  muito profunda da questão da gestão de qualquer um que seja eleito e vamos cumprir a vontade dos eleitores que mandaram a gente para a oposição. Estamos com todas as promessas feitas por eles aí anotadas, e vamos cobrar que eles cumpram aquilo que prometeram, até porque, tanto um como o outro participaram de um processo de desconstituição e desconstrução do governo Agnelo Queiroz, portanto seria muito cinismo da parte do PT apoiar qualquer um dos dois que contribuiu para a destruição de um partido correto, de um governo que administrou bem o Distrito Federal, o governo que a população vai sentir falta e saudade, por que em nenhum momento na história do Distrito Federal teve um volume de obra tão grande, teve assistência social, teve tanto respeito especialmente a servidores, como no caso do governo Agnelo.

O PT liberou o voto dos militantes ou parlamentares para apoiar algum candidato?

Não. A posição do Partido dos Trabalhadores é de não participar das eleições no segundo turno. Cada militante sabe o que fazer, vai seguir orientação do partido, ninguém está autorizado a votar em qualquer que seja. Nós vamos votar na presidenta Dilma Rousseff, estamos fazendo a campanha para ela.

É verdade que o governo Agnelo estaria perseguindo aliados que declararam apoio ao candidato Jofran Frejat?

Isso não existe. O que o governador está fazendo são os ajustes necessários, até porque o Rollemberg prometeu que não quer servidor comissionado no governo dele. Portanto, o governador está facilitando a vida dele, está exonerando efetivamente esses cargos comissionados e depois vamos verificar se o Rollemberg vai ter como cumprir o que ele prometeu. Não tem perseguição nenhuma. O governador Agnelo é um homem de paz, decente e coerente. Ele não perseguiu em nenhum momento, nem se tem notícia de nenhuma perseguição sequer aqui no âmbito no Distrito Federal.

O PT pode subir no palanque de Jofran Frejat caso ele decida apoiar a presidente Dilma no segundo turno?

O PT já tomou a decisão de não apoiar nenhum dos dois candidatos aqui no Distrito Federal. Uma vez que o partido de Jofran Frejat já havia tomado a decisão de apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB). Ele não precisava ter feito isso, mas fez a mesma coisa que o Rollemberg, tanto que eles optaram por um caminho. Eles fizeram uma opção pelo lado neoliberal da política de centro direita do Brasil. Tanto que eles foram pela direita, problema deles. Tenho certeza que a Dima vai ganhar o governo aqui no Brasil e aqui no Distrito Federal. Vamos exigir que as promessas feitas por eles aí sejam cumpridas. Agora eles que não venham depois querer fugir da responsabilidade, e querer mandar proposta que não esteja acordada com o governo federal pra tentar constranger a presidente Dilma Rousseff. O candidato Jofran Frejat foi deputado federal e coordenador da bancada. Tanto ele, quanto Rollemberg, sabem que nenhum projeto vai para o Congresso Nacional sem autorização do Palácio do Planalto. Portanto, estão mentindo para a sociedade quando diz que vão mandar o projeto de reestruturação da carreira dos servidores da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro no dia primeiro de janeiro de 2015. Isso é falácia, isso não acontece. Não aconteceu no tempo do Joaquim Roriz, com o Collor, quando ele foi ministro,  nem também com Fernando Henrique. Não aconteceu com Cristóvam Buarque que era amigo de infância de Fernando Henrique. Não aconteceu com José Roberto Arruda, nem agora com Agnelo Queiroz e não vai acontecer com governador nenhum. Esses caras estão fazendo essas promessas todas, mas eles tem juízo e sabem que o Distrito Federal é extremamente dependente do Governo Federal. Eles que não venham tentar constranger o Palácio do Planalto.

Como o senhor analisa o apoio de Rollemberg ao candidato Aécio Neves?

Isso é uma coisa que o Rollemberg vai ter que explicar aos eleitores. Ele sempre foi um homem que transitou pela esquerda, eu quero saber como ele explica agora a candidatura que tenha sustentação da UDN. A velha UDN travestida com os Democratas, que tem apoio dos banqueiros, latifundiários e de todos que são anti-Brasil. Como ele teve coragem de juntar com essa gente. Tanto é uma explicação que cabe a ele dar para a sociedade. Não sou eu que tenho que avaliar, cada um toma o caminho que quer. Eu acho que ele buscou o caminho da direita, portanto ele que se atenha lá, quero ver como vai ser a relação dele com o Fraga e com outros aí aqui no Distrito Federal. Tanto que ele optou pelo um caminho que é livre, democrático e a vontade dele. E depois que ele se justifique com a sociedade.

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na disputa de segundo turno para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%

Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Votos totais – Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que não sabem ou não opinaram, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 46%

Jofran Frejat (PR) – 35%

Branco / Nulo – 10%

Não sabe / não respondeu – 9%

Decisão do voto

O Datafolha perguntou ao eleitor se ele votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum, nos dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição no DF. O resultado foi o seguinte:

Rollemberg:

Votaria com certeza: 41%

Talvez votasse: 26%

Não votaria de jeito nenhum: 29%

Não sabe: 4%

Frejat:

Votaria com certeza: 34%

Talvez votasse: 22%

Não votaria de jeito nenhum: 41%

Não sabe: 4%

Outra pergunta realizada durante o levantamento foi sobre o momento em que o eleitor decidiu o voto no primeiro turno. A pesquisa levou em consideração o candidato escolhido pelo eleitor. Os resultados foram os seguintes:

Total:

Pelo menos um mês antes: 59%

15 dias antes: 17%

Uma semana antes: 10%

Na véspera: 5%

No próprio dia: 9%

***

Votou em Rollemberg:

Pelo menos um mês antes: 58%

15 dias antes: 18%

Uma semana antes: 13%

Na véspera: 5%

No próprio dia: 7%

***

Votou em Frejat:

Pelo menos um mês antes: 55%

15 dias antes: 22%

Uma semana antes: 11%

Na véspera: 5%

No próprio dia: 7%

***

Votou em Agnelo:

Pelo menos um mês antes: 77%

15 dias antes: 6%

Uma semana antes: 6%

Na véspera: 6%

No próprio dia: 5%

Avaliação de governo

O levantamento também perguntou como o eleitor avalia o governo de Agnelo Queiroz (PT). Para 17%, a gestão é ótima ou boa; 31% acham a administração regular; 51%, a avaliam como ruim ou péssima; 1% não soube responder. Em uma escala de 0 a 10, os entrevistados deram, em média, nota 4 ao governo.

Dados da pesquisa

Realizada no 15 de outubro, O Datafolha entrevistou 1.217 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00083/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número BR-001098/2014

agenda 1

Quinta-feira, 16 de outubro

Rodrigo Rollemberg

9h – Sabatina na Federação das Indústrias do DF (Fibra)

Local: SIA Trecho 3, Lote 225

21h – Debate entre os candidatos ao GDF promovido pelo Correio Braziliense e pela TV Brasília

Jofran Frejat

8h às 11h40   reunião de coordenação

12h   registro em cartório da Tarifa Frejat

local: cartório de títulos e documentos da 504 sul

22h   debate TV Brasília

frejat

O candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, lança na tarde desta quarta-feira, 15, programa popular que estabelece em R$ 1 o preço da passagem de ônibus em todo o DF — a Tarifa Frejat. Ela será instituída por decreto a partir de 1º de janeiro de 2015, após a vitória no 2º turno da eleição.

“Este projeto viabiliza o Distrito Federal. Porque efetivamente estimula o transporte público em detrimento do automóvel particular”, comentou Frejat, ao discutir o assunto com a coordenação da campanha. “Todos os estudos técnicos, inclusive o Plano Diretor da cidade, apontam que o DF vai parar antes de 2020 se continuar o ritmo atual da frota de carros particulares”, completou.

A proposta chegou ao candidato ainda durante o 1º turno, na forma de uma carta manuscrita entregue por um morador da QNL, em Taguatinga. Este cidadão do DF chamou seu projeto de Catraca Livre. E propunha a implantação da tarifa zero em todos os ônibus.

A partir daí, Frejat aproveitou para idealizar algo que já lhe interessara desde as passeatas do movimento passe livre, em 2013. Formou um grupo de estudo com advogados, engenheiros de trânsito e especialistas em transportes. Eles se debruçaram sobre o tema por 22 dias. E apresentaram a minuta final do projeto no início desta semana.

A Tarifa Frejat funciona de forma simples: o GDF passa a arcar com uma parte maior da passagem paga pelos passageiros. O formato é semelhante ao usado nos restaurantes comunitários — criados durante o Governo Roriz e hoje instalados em 13 cidades do DF.

Lá, cada refeição custa em torno de R$ 4. O usuário paga R$ 1 e o Estado arca com o restante. No caso dos ônibus, será a mesma coisa.

Os cálculos do grupo de estudo estimam um aumento de 30% no número de usuários de ônibus a partir da implantação da Tarifa Frejat. Hoje, os usuários fazem 1,1 milhão de viagens diárias  — 605 mil pessoas vão para o Plano Piloto pela manhã e voltam às cidades à noite. Esse número crescerá para 1,4 milhão de viagens.

O custo do sistema, que hoje é de R$ 90 milhões mensais, passará a R$ 112 milhões mensais. O ovo de colombo é a decisão política de fazer o Estado arcar com o valor, investindo diretamente no transporte público.

O mecanismo para isso é simples. Há três fontes de onde o sistema se remunera:

1.vale-transporte;

2.subsídio a estudantes, idosos e deficientes;

3.bilhetes vendidos na catraca.

Nada muda em relação às duas primeiras fontes. Para que o usuário pague somente R$ 1 na catraca, a Tarifa Frejat, o GDF terá de tirar do bolso mais  R$ 36 milhões mensais aproximadamente.

O dinheiro sairá da arrecadação com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Ou seja, os donos de carros particulares pagarão a conta de quem anda de ônibus.

Atualmente, o GDF arrecada algo próximo de R$ 800 milhões por ano com o IPVA. Parte da receita bancará a tarifa de ônibus a R$ 1.

O plano será instituído por decreto. Nele, cria-se o Fundo do Transporte Coletivo, que receberá os recursos oriundos do IPVA para quitar o subsídio. De imediato, o GDF instará as empresas de ônibus a aumentarem a frota em 700 veículos.

 agenda 1

Terça-feira, 14 de outubro

Rodrigo Rollemberg

7h – Gravação de programas de TV

12h – Entrevista ao programa Balanço Geral, na TV Record

18h30 – Entrevista ao DFTV 2a edição, na TV Globo

Jofran Frejat

6h   Visita aos terminais rodoviários do DF

Local: São Sebastião

8h30   Reunião com lideranças empresariais

Local: SAAN (Trecho 2, Encon Energia)

10h às 15h   Gravação da propaganda eleitoral

Local: Vega Produções

16h30   Reunião com lideranças da Polícia Civil

Local: Brasília Imperial Hotel

17h30   Reunião com funcionários da Novacap

Local: Cruzeiro (Clube da Novacap)

19h   Reunião com lideranças comunitárias

Local: Lago Sul (QI 26)

21h   Sabatina com Movimento Social para Moradia

Local: Asa Norte (Auditório do Sesi, edifício Central Park)

rollemberg frejat

Instituto ouviu 2.002 eleitores em todo o DF entre os dias 10 e 12 de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (13) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 60%

Jofran Frejat (PR) – 40%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 52%

Jofran Frejat (PR) – 35%

Branco/nulo – 8%

Não sabe/não respondeu – 5%

Rejeição

A pesquisa aferiu a taxa de rejeição dos dois candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:

- Jofran Frejat (PR): 39%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 26%

- Poderia votar nos dois: 21%

- Não sabe/não respondeu: 16%

Avaliação do governo

A pesquisa Ibope também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 2%, o governo é “ótimo”; 13% o consideram “bom”; 29%, regular; 16%, “ruim”; e 38%, “péssimo”. Não sabem ou não responderam somaram 5%.

Dados da pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo. Foram ouvidos 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 10 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00081/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01085/2014.

Frejat tre1

O candidato ao Governo do DF prometeu criar locais para readaptar jovens viciados em drogas

Myrcia Hessen, do R7 – O candidato Jofran Frejat (PR) foi entrevistado na tarde desta segunda-feira (13) no programa Balanço Geral, da TV Record Brasília. Na primeira pergunta, feita pelo eleitor João Paulo, o candidato explicou seus planos para combater o crack no Distrito Federal, caso seja eleito. Frejat prometeu criar locais próprios para tratar os jovens que entraram no mundo das drogas e combater os traficantes.

— A situação do crack é curiosa. Depois que desmotivaram a policia, aumentou enormemente [o uso de crack]. Você vai no centro e encontra garotos usando crack. Não há locais de tratamento para tirar essas pessoas do uso da droga. Uma coisa é prender o traficante, outra é retirar os jovens desse mundo. Se não se colocar locais para receber essas pessoas e tirar das drogas, ainda vamos ver isso por muito tempo.

A segunda pergunta feita ao Frejat foi sobre mutirões da saúde que pararam de acontecer no Distrito Federal. Segundo a telespectadora Eliete, seu filho precisa de uma cirurgia de adenoide com urgência, mas não consegue nos hospitais públicos da cidade. Se eleito, o candidato promete manter os mutirões, mas só até conseguir organizar as filas nos hospitais. Isso porque, para ele, se faz mutirão quando a saúde pública “está desorganizada”.

— Quando você faz mutirão? Quando a coisa está desorganizada. Deixaram desorganizar. Os mutirões vão continuar até você esgotar a fila, até a rede ficar organizada para atender as pessoas. Brasília já foi excelência na área de saúde, eu recuperei a saúde três vezes. Temos que reorganizar para Brasília voltar a ser a capital da boa saúde. Nunca mais se construiu hospital desde que sai, só o de Santa Maria, que eu deixei a planta pronta e foi feito no governo Arruda. O programa saúde da família, que criamos em 1980, praticamente foi abandonado. Vamos estabelecer prioridade.

Máquina pública

O candidato Jofran Frejat também afirmou que vai diminuir a máquina pública para que haja mais investimento. Segundo ele, o Distrito Federal tem um orçamento de R$ 33 bilhões, contudo, apenas 1% desse valor está aplicado em investimentos, todo o resto é utilizado para manter a máquina pública.

— As administrações estão cheias de gente. Nós vamos reduzir essas secretarias e as pessoas que foram colocadas por interesse terão que sair, elas terão que fazer concurso como todo mundo. Vamos reduzir para aplicar R$ 1 bilhão no primeiro ano, R$ 2 bilhões no segundo e assim começar a gerar receita para o DF.

Transporte

O motorista de ônibus, Antônio dos Santos, perguntou ao candidato o que ele pretende fazer com as linhas do Gama, que atualmente não rodam em outros locais da cidade, apenas no centro. Em resposta, Frejat afirmou que a situação se estende para outras localidades do DF e que não continuará. Caso seja eleito, ele promete realizar uma nova licitação para aumentar o número de ônibus na cidade.

— Quando fizeram essa concorrência, reduziram os ônibus para a população. Basta ir na rodoviária, são filas e mais filas de gente viajando como se fosse sardinha em lata. Temos que reestabelecer essas linhas, vamos fazer uma nova concorrência, chamar as empresas e dizer qual nosso interesse. Se você pegar o veículo sobre rodas para o Gama, vai ver que não tem outra condução para percorrer a cidade. Em Taguatinga a mesma coisa e a população acaba sendo prejudicada com redução dos ônibus e o aumento de usuários.

Codhab

O pintor Jackson de oliveira, pintor, questionou o candidato sobre as casas que ainda precisam ser entregues pelo programa de habitação da Codhab. Jofran Frejat garantiu, ao vivo no programa Balanço Geral, que vai manter a fila já formada e entregará todas as casas prometidas durante o governo de Agnelo Queiroz (PT)

— Emitiram 100 mil autorizações para entregar casas e só deram 10 mil. Brincaram com o sonho das pessoas, que acabam tendo que invadir outros locais. Vamos acabar com essa fila infeliz, vamos entregar 120 mil moradias. Será o mesmo cadastro, tudo aquilo que for bom, a gente dá continuidade, tudo que for ruim a gente elimina. Agora, foi feito um cadastro dentro dos critérios, então vamos manter.

frejat bicalho

Frejat explica a pais propostas que implementará para os filhos a partir de janeiro do próximo ano

Ao fazer caminhada na Feira do Bicalho, em Taguatinga, na manhã deste domingo, 12, o candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, respondeu várias perguntas de pais e mães sobre as propostas para seus filhos, aproveitando o Domingo das Crianças.

“Veja só que coincidência, lançamos nosso Plano de Educação anteontem. Temos muitas coisas boas previstas para o nosso governo: a escola em tempo integral em todas as escolas, com sete horas diárias, cinco refeições, aulas de música e esportes no contraturno, nas vilas olímpicas. Teremos creches noturnas, teremos a volta do parceiro da escola, que vai na casa do aluno para ajudar no aprendizado. Cuidaremos muito bem das nossas crianças”, explicou a várias pessoas.

O Plano de Educação foi lançado na última sexta-feira, em reunião com 500 professores da rede pública, na Grande Loja Maçônica da 909 Norte (clique aqui para ler).

Antes de ir à Feira do Bicalho, Frejat participou de um café da manhã no Núcleo Bandeirante, com lideranças da Metropolitana, Park Way, Divinéia e Candangolândia.

José Roberto Arruda, coordenador e maior cabo eleitoral da campanha da coligação União e Força, pediu votos em nome de Frejat. “É um homem que tem história, que tem caráter. Nós estamos aqui reafirmando os acordos selados ainda no primeiro turno e Frejat é o homem que vai honrar todos eles.”

A regularização, pavimentação e demais obras de infraestrutura e urbanização da Vila Cauhy é um dos pleitos mais pedidos pelo setor, que também lutam pela expansão do setor produtivo com o retorno do Pro-DF e a criação do Pólo Industrial do Núcleo Bandeirante, abrangendo toda a poligonal.

“Já existe uma área destinada para abrigar as indústrias que estão em expansão mas a morosidade que tomou conta dos quatro anos de governo não permitiu que esta demanda se consolidasse”, manifestou um dos empresários presentes.

“É por isto que este seleto grupo de geradores de emprego e renda em Brasília não arriscará jamais, confiar um voto sequer neste clone do Agnelo, conhecido por Rodrigo Rollemberg. Quem for a favor do desenvolvimento, do retorno das obras e da reestruturação da nossa cidade vota em Jofran Frejat”, completou um outro.

A regularização e as obras da Vila Cauhy e a criação do Pólo Industrial foram amplamente debatidas com Arruda e compreende as propostas do projeto de governo de Jofran Frejat.

“Não vamos esquecer da implantação do Hospital Geriátrico. Eu como um gestor renomado em saúde, vou me empenhar o máximo para já no primeiro ano de governo retomar as obras da construção deste hospital que tratará das especialidades específicas do idoso”, contemplou Frejat.

O Hospital do Geriátrico, também conhecido como hospital do idoso, homenageará Jorge Cauhy por ser este o sonho não realizado do fundador e presidente da Associação Comercial do Núcleo Bandeirante em 1976 e fundador, construtor e primeiro presidente do Lar dos Velhinhos Maria Madalena, no Park Way, local onde o hospital está projetado para ser construído.

agenda 1

Segunda-feira, 13 de outubro

Rodrigo Rollemberg

8h45 – Conversas na Rodoviária do Plano Piloto

Ponto de encontro: Plataforma A

14h – Reunião do Diretório Nacional do PSB

Local: Hotel Nacional

18h – Debate entre os candidatos ao GDF no SBT

Jofran Frejat

8h às 16h    Reunião de coordenação

Local: Vega Produções (SAAN, trecho 2)

17h30   Debate SBT

agenda 1

Domingo, 12 de outubro

Rodrigo Rollemberg

9h – Caminhada na Feira Permanente do Gama

Local: Área Especial, Setor Oeste do Gama

17h – Missa Campal e Procissão – Celebração da Festa de Nossa Senhora Aparecida

Local: Esplanada dos Ministérios

Jofran Frejat

9h Café da manhã com lideranças comunitárias

Local: Núcleo Bandeirante

10h às 13h Feiras do DF

Locais: Taguatinga Sul e Taguatinga Norte

16h30 Reunião com lideranças do Núcleo Rural Monjolo

Local: Recanto das Emas (Núcleo Rural Monjolo – Chácara 6)

18h Reunião com lideranças e apoiadores

Local: Samambaia (Colégio CCI – QN 401 – cj. D – lt. 03)

opiniao

Por Ricardo Callado 

A eleição ao governo do Distrito Federal (GDF) está relegada a segundo plano. A virada do presidenciável Aécio Neves (PSDB) em cima da presidente Dilma Rousseff (PT) monopoliza as atenções dos eleitores. As discussões e as torcidas giram em torno de quem vai ocupar o Palácio do Planalto em 2015.

Até parece que a eleição ao Palácio do Buriti não existe ou está decidida. Muita gente respirou aliviada com a derrota do governador Agnelo Queiroz (PT) no primeiro turno. Como se o pior já tivesse ficado para atrás. Esse relaxamento não é bom para Brasília. O eleitor precisa despertar e acompanhar a eleição que vai decidir o governador de nossa cidade aos próximos quatro anos.

O segundo turno deixou algumas lições. A primeira é que o povo pede mudanças. A segunda é que ataques pesados e baixaria foram repelidos pelo eleitor. Quem usou a tática do medo e do esgoto no primeiro turno se deu mal.

O segundo turno deve ser pautado por propostas. O candidato que cair na tentação de baixar o nível será rejeitado nas urnas.

Na cabeça de alguns políticos, a forma mais fácil de ganhar é com a desconstrução dos adversários. Mesmo que para isso se abuse do expediente da mentira. É a política ultrapassada. O povo evoluiu, mas nossos políticos ainda não. E buscam se perpetuar no poder através de táticas do passado. O único dono do voto é o cidadão.

Na cabeça do eleitor, o candidato precisa dizer porque merece o voto. O que vai fazer para resolver problemas graves da cidade como o transporte público, o caos na saúde, a segurança pública. Não vai acrescentar ao eleitor ataques pessoais. Se isso desse voto, o PT tinha elegido o governador Agnelo e a presidente Dilma logo no primeiro turno.

O político ultrapassado pensa com a cabeça do militante. Usa a paixão ao invés da razão. E militante nunca vai aceitar que está errado. Como disse o ex-presidente Lula durante um comício no primeiro turno: “O PT é uma merda, mas é o meu partido”. É assim que pensa o militante. O eleitor já age diferente: se o partido ou determinado candidato é uma merda, vou votar em outro. Chega de bravatas e mentiras

O candidato que levar em consideração as necessidades da população e apresentar propostas concretas, vence a eleição. É esse o nível que deve se pautar essa campanha. Rollemberg e Frejat são dois homens respeitados. Não são nem um “novo Agnelo”, tampouco um “novo Arruda”. São homens públicos com uma carreira política de mais de 20 anos. E não precisam manchar uma história construída ao longo da vida pública abraçando o tudo ou nada eleitoral.

É hora de fazer a política de forma diferente. O eleitor não quer políticos brigando por cargos e sim por ideias. Querem que resolvam a vida das pessoas, do cidadão, da cidade onde moram.

Rollemberg e Frejat não são mais meninos. Parece difícil pedir a dois homens que se comportem perante o eleitor. Mas é assim que deve ser feito. O povo dar um puxão de orelha em que não se comportar. Brasília merece respeito. E se assim for tratada, vai retribuir com o voto.

Respeito ao eleitor é fazer uma campanha limpa, propositiva e pautada em ideias. Que as baixarias fiquem no passado ou num presente não tão distante. E passamos a discutir o futuro. Um futuro melhor, sem os vícios do passado, o balcão de negócios e a troca de favores, principalmente entre Legislativo e Executivo. Sem loteamento. Para o bem de nossa cidade.

agnelo

Decisão da Executiva regional foi unânime; governador está fora da disputa. Segundo secretário-geral, chapas não estão alinhadas a projeto petista

A Executiva do PT no Distrito Federal decidiu em reunião nesta quinta-feira (9) que o partido não vai manifestar apoio a nenhum dos candidatos ao governo local no segundo turno. Segundo o secretário-geral da sigla no DF e deputado distrital eleito, Ricardo Vale, os 17 membros na reunião foram unânimes ao decidir pela neutralidade.

O candidato do PT à reeleição, Agnelo Queiroz, recebeu 20,06% dos votos e está fora do segundo turno. A disputa será entre Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR), que receberam 45,23% e 27,96% dos votos válidos, respectivamente.

A opinião contrária às duas candidaturas já havia sido manifestada na quarta (8) pelo presidente regional do PT, deputado Policarpo. Segundo Vale, as candidaturas de Rollemberg e Frejat “não estão alinhadas ao projeto nacional petista”.

“A gente tem a preocupação de eles implementarem a política neoliberal aqui na capital. Os dois [partidos] estão com Aécio Neves no cenário nacional e, por isso, o partido vai ficar fora desse processo no segundo turno”, disse o secretário-geral da legenda.

Com a decisão da Executiva, o PT vai orientar lideranças e militantes a não emitir manifestação favorável às candidaturas ao Palácio do Buriti. Agnelo Queiroz deve ficar afastado da disputa e não subirá em palanques nesta fase da eleição. “O governador não faz parte da Executiva, não estava na reunião. Mas como petista e militante, a gente acredita e espera que Agnelo cumpra essa decisão”, diz Vale.

Ainda segundo Vale, o esforço do partido no Distrito Federal será para conquistar votos para a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Na votação do último domingo (5), Dilma conquistou apenas 23,02% dos votos válidos no Distrito Federal, ficando atrás de Aécio (36,10%) e Marina Silva (35,81%). (Mateus Rodrigues, do G1 DF)

rollemberg frejat

Os candidatos ao governo do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) participaram na noite de ontem (9) do primeiro debate do segundo turno, promovido pela TV Band; confortável com as pesquisas de intenção de votos que o colocam em vantagem, o senador enfatizou aspectos programáticos, enquanto Frejat o comparou ao governador Agnelo Queiroz (PT) e questionou a idoneidade de Hélio “Gambiarra” como suplente do socialista no Senado

Brasília 247 - Os candidatos ao governo do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) participaram na noite de ontem (9) do primeiro debate do segundo turno, promovido pela TV Band. Confortável com as pesquisas de intenção de votos que o colocam em vantagem, o senador enfatizou o zelo programático e o conjunto de propostas para o DF, enquanto Frejat partiu para o ataque.

Com certa agressividade, o ex-secretário de saúde questionou a idoneidade do suplente de Rollemberg no Senado, Hélio da Silva Lima, figura conhecida no submundo da política pelo apelido Hélio “Gambiarra”. Sindicalista e ex-dirigente do PT, hoje é filiado ao PSD. “Gambiarra” foi acusado em 2010, pelo próprio Rollemberg, de abusar sexualmente de uma sobrinha. Apesar disso, ficou na suplência.

Frejat também comparou Rollemberg ao governador Agnelo Queiroz (PT), que ficou em terceiro lugar nas eleições, e questionou o que, ao longo de 20 anos, seu adversário havia produzido de significativo para o DF. “Ajudei a trazer recursos para a UnB na Ceilândia, no Gama, em Planaltina, trouxe recursos para a duplicação da BR 020, lutei pela Lei da Ficha Limpa”, citou Rollemberg. Frejat rebateu. “Deputado colocar recursos em Brasília é o normal. Qualquer deputado tem o poder de colocar emendas em determinadas áreas. Eu tenho obras realizadas de fato. Recuperei a saúde quatro vezes”, rebateu Frejat.

Os candidatos debateram sobre saúde pública, discutiram a situação financeira da CEB e a questão da regularização fundiária no DF e aspectos da gestão do GDF. Sobre a CEB, ambos prometeram recuperar a empresa. Frejat creditou ao governador Agnelo Queiroz (PT), terceiro lugar nas eleições, a responsabilidade pelos problemas vividos na companhia de energia, mas Rollemberg não perdeu a oportunidade de capitalizar em cima da pauta. “A CEB começou a cair no governo Arruda, com um programa de demissão voluntário sem planejamento. Vamos recuperar nossas empresas. Na Novacap, teremos uma prateleira de projetos que nos permitirão buscar investimentos”, disse.

Em pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Veritá, Rollemberg atinge 61,7% dos votos válidos no segundo turno contra 38,3% de Frejat.

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Candidato sai na frente no segundo turno, segundo pesquisa do Instituto Veritá

Pesquisa do Instituto Veritá, divulgada nesta quinta-feira (9), mostra Rodrigo Rollemberg com maior chance de vencer o segundo turno das eleições para o governo do Distrito Federal. Segundo o levantamento, o candidato do PSB tem 61,7% das intenções de voto enquanto Jofran Frejat (PR) tem 38,3%. Os resultados são da pesquisa estimulada, quando os entrevistadores citam os nomes dos concorrentes. Nesta etapa, são considerados apenas os votos válidos.

Na pesquisa espontânea, sem referência aos nomes dos candidatos, a intenção de votos em Rodrigo Rollemberg (PSB) cai para 54,2% e Jofran Frejat (PR) aparece com 33,7%. Os eleitores que vão anular os votos ou votar em branco somam 5,8% e 6,3% não sabem e não responderam em quem vão votar. A pesquisa entrevistou 2.203 eleitores entre os dias 6 e 8 de outubro. O levantamento está registrado no TRE-DF sob número 00076/2014.

No primeiro turno das eleições, Rodrigo Rollemberg (PSB) ficou em primeiro lugar, com 45,23% dos votos válidos. Jofran Frejat (PR) em segundo, com 27,97% e o atual governador, Agnelo Queiroz (PT) amargou o terceiro lugar, com 20,07% dos votos, passando a ser o primeiro governador do DF a tentar a reeleição sem chegar ao segundo turno. (Informações R7/DF)

agenda 1

Quinta-feira, 9 de outubro

Rodrigo Rollemberg (40)

7h – Gravação de programas de TV

10h – Reunião com dirigentes sindicais das Confederações de Trabalhadores e das Centrais Sindicais

Local: 707/907 Sul, via W4 Sul, na Contec

21h30 – Debate entre os candidatos ao GDF na TV Band

Jofran Frejat (22)

8h às 12h   Gravação da propaganda eleitoral

13h às 19h   Reunião de coordenação

20h   Debate TV Bandeirantes

agenda 1

Quarta-feira, 8 de outubro

Rodrigo Rollemberg (40)

7h – Conversas na Rodoviária do Plano Piloto

Ponto de encontro: Plataforma C

14h – Reunião da Executiva Nacional do PSB

Local: Sede do PSB, 304 Norte, Bloco A

19h30 – Roda de conversa com moradores do Guará

Local: Praça da Moda, QE 40, Guará II

Jofran Frejat (22)

8h às 10h45  Gravação da propaganda eleitoral

11h   Entrevista TV Band

15h   Caminhadas pelo DF

Local a definir

19h   Reunião com servidores da Caesb

Local: Vicente Pires

20h30   Reunião com apoioadores e Guarda Jânio

Local: Ceilândia (QNN 17)

Terça-feira, 7 de outubro

8h às 12h   Reunião de coordenação

15h30 às 18h   Caminhadas pelo DF

Locais a definir

19h   Reunião com candidatos de todos os partidos da coligação

Local: Comitê Central

21h   Reunião com apoiadores

Local: Planaltina (Colégio Delta, quadra 1, conjunto F, 21 a 31, Vila Buritis)

Coletivo Politico

O segundo turno entre os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) era esperado. O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora da disputa devido a alta rejeição ao seu governo. A campanha do petista não soube reverter e Agnelo entrou para a histórica como o primeiro governador a cair logo no primeiro turno. Hoje, a partir das 17 horas, reinicia a campanha. Após obedecer o intervalo de 24 horas estipulada pela Justiça Eleitoral, Rollemberg e Frejat poderão voltar as ruas para fazer o corpo-a-corpo, caminhadas, comícios e reuniões. A propaganda na televisão e no rádio só volta na próxima quinta-feira, dia 9. Os candidatos terão tempo iguais.

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Campanha dura

O segundo turno promete ser uma campanha muito dura, com ataques abaixo da linha de cintura. A assessoria dos dois candidatos irão investigar o passado do adversário e do grupo que está ligado a ele. Serão três semanas intensas.

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Propostas

Primeiro colocado na votação de primeiro turno e favorito segundo as pesquisas, para Rollemberg não interessa levar a disputa para a baixaria. Se a campanha continuar na base de propostas, seria melhor para ele. Mas não será assim.

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Ataques

Para Frejat, a linha de atuação será de ataques a Rollemberg. Será preciso desconstruir o adversário. Mas não pode errar na mão, do contrário a população pode vitimar o candidato do PSB. Os ataques devem ser medidos na dose certa.

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Votos de Agnelo

Os eleitores do governador Agnelo Queiroz, cerca de 20% dos votos válidos, estarão em disputa. Quem conseguir convencer esse eleitor, leva a eleição. A vida de Rollemberg é mais fácil por proximidade de ideologia política.

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Apenas 20%

Rollemberg precisa apenas de 20% dos votos dos eleitores de Agnelo para ser eleito. Ou seja, cinco pontos percentuais. Terá uma vida mais fácil, mas terá que se desviar dos ataques da campanha de Jofran Frejat, que partirá com tudo.

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Dia 26

A votação de segundo turno será realizado no dia 26, daqui a três domingos. É uma campanha muito rápida. Os tempos de televisão e rádio serão iguais. Quem montar a melhor estratégia será o futuro governador do DF.

Frejat pm arruda

Candidato do PR vai atacar o que chamou de ‘inexperiência do adversário’. Frejat disputa segundo turno no dia 26 com Rodrigo Rollemberg (PSB).

Mateus Rodrigues, do G1 DF – O candidato Jofran Frejat (PR) se reuniu com correligionários na noite deste domingo (5) após o anúncio de seu avanço para o segundo turno da disputa pelo governo do Distrito Federal. Ele recebeu 27,97% e vai disputar o cargo com Rodrigo Rollemberg, do PSB, que obteve 45,23% dos votos válidos.

A reunião foi no comitê central da campanha na EPTG, próximo a Águas Claras. Frejat disse não estar surpreso com o resultado positivo.

“Esperava ainda mais. Em apenas 20 dias, conseguimos tirar o Agnelo. Agora, temos 20 dias para buscar o clone do Agnelo”, disse, fazendo referência ao candidato Rodrigo Rollemberg (PSB).

O candidato chegou ao local por volta das 19h30 em carro dirigido pelo ex-governador José Roberto Arruda, que era o candidato da chapa até 20 dias atrás. A candidata a vice e mulher de Arruda, Flávia Arruda, e a mulher e a filha caçula de Frejat também estavam no veículo.

O candidato do PR afirmou que a estratégia da campanha para o segundo turno será contrapor “a experiência [dele] à inexperiência [de Rollemberg].”

“Vamos fazer um governo competente, junto com os nossos amigos. Vamos perguntar ao DF se ele quer a experiência ou se quer embarcar em mais uma aventura,” disse.

Frejat é recordista de mandatos de deputado federal pelo DF – cinco. Também foi secretário de Saúde nos dois governos de Joaquim Roriz na capital.

Rollemberg se elegeu no DF para deputado distrital, deputado federal e senador, além de ocupar cargo no Ministério de Ciência e Tecnologia. Em 2002, se candidatou ao governo do DF e terminou a disputa em terceiro lugar.

O senador Gim Argello (PTB), que não conseguiu se reeleger neste domingo, também acompanhou a comemoração. Gim não quis comentar o resultado da disputa ao parlamento, e foi citado por Frejat como “um guerreiro que ajudou muito”.

José Roberto Arruda se resumiu a comemorar o resultado nas urnas e disse que a estratégia para os próximos dias será “pensada com calma”.

Rodrigo Rollemberg e Jofran Frejat se enfrentam no segundo turno (Foto: TV Globo/Reprodução)

Rodrigo Rollemberg e Jofran Frejat se enfrentam no segundo turno (Foto: TV Globo/Reprodução)

Senador tem 45% dos votos válidos; candidato do PR tem 28% dos votos. Com 20%, Agnelo é 1º candidato do DF à reeleição a não ir ao 2º turno.

Do G1 DF – O segundo turno da eleição para o governo do Distrito Federal será entre os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR). O atual governador, Agnelo Queiroz (PT), ficou em terceiro e está fora da disputa. (Confira a apuração completa)

A disputa foi confirmada quando estavam apuradas 95% das urnas. Na ocasião, Rollemberg tinha 658.685 votos (45,47% dos votos válidos) e Frejat, 401.514 votos (27,72%). A eleição do segundo turno acontece no próximo dia 26 de outubro.

Desde que é permitido ao governador concorrer à reeleição, é a primeira vez que um chefe do Executivo disputa a eleição, mas não vai para o segundo turno. Agnelo tinha 292.234 votos (20,06%) quando estavam decididos os nomes para o segundo turno.

O senador Rodrigo Rollemberg nasceu no Rio de Janeiro em 13 de julho de 1959. Na capital federal desde 1 ano, o candidato do PSB é formado em história pela Universidade de Brasília (UnB) e está filiado ao partido desde 1985.

Eleito deputado distrital em 1995, assumiu a Secretaria de Turismo do governo de Cristovam Buarque no ano seguinte. Concorreu ao Buriti pela primeira vez em 2002. Em 2004, foi nomeado secretário nacional de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, no governo Lula. Rollemberg foi eleito deputado federal em 2006. Depois do primeiro mandato, se candidatou a senador em 2010 e também foi eleito.

Jofran Frejat tem 77 anos e é nascido em Floriano, no Piauí. Ele foi escolhido candidato pelo PR depois que José Roberto Arruda renunciou, após sucessivas derrotas na Justiça.

Frejat chegou ao DF em 1963, logo após se formar médico no Rio de Janeiro. Na capital federal, ele foi quatro vezes secretário de Saúde, diretor do Instituto Médico Legal e secretário-geral do Ministério da Previdência.

Em 1987 foi eleito pela primeira vez deputado federal, cargo que ocupou por cinco mandatos. Frejat iniciou a vida política no PFL (atual DEM) e passou também pelo PP, PPB e PTB, antes de se filiar ao PR, em 2007.

Eleição

O Tribunal Regional Eleitoral informou que 25 pessoas foram detidas no Distrito Federal durante o primeiro turno das eleições 2014, neste domingo (5). A maior parte das ocorrências é por boca de urna. No grupo, há cinco candidatos. As identidades não foram reveladas pelo órgão.

Por volta das 18h40, quase 95% das urnas das seções já haviam sido apuradas. Por causa de problemas com a biometria, ainda havia eleitores aguardando para votar em Ceilândia, Paranoá, Taguatinga, Granja do Torto, Riacho Fundo, Samambaia e Gama.

No total, segundo o TRE, 138 equipamentos precisaram ser trocados ao longo do dia. O problema mais frequente foi a impossibilidade de reconhecer digitais dos eleitores. O DF contou com 6,4 mil urnas eletrônicas.

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Frejat, Flávia, Gim e Arruda comandam último comício do 1º turno em Samambaia e chamam apoiadores à ação

Três mil pessoas se deslocaram na chuvosa noite da quinta-feira, 2, até o estacionamento da feira permanente de Samambaia, na quadra 202, para o último comício do 1º turno. Do palanque, Jofran Frejat, Flávia Arruda, Gim Argello e José Roberto Arruda falaram um após outro com a mensagem unificada: vamos até às 17h do domingo defender as propostas que incendiaram o Distrito Federal nos últimos três meses.

“Apresentamos as melhores ideias para solucionar os problemas da nossa cidade. São ideias concebidas desde o governo Arruda, que já estariam implementadas se não fosse a preguiça, a incompetência dessa atual gestão”, discursou Frejat.

“Eu tenho a experiência que a gente precisa para botar a casa em ordem, para consertar mais uma vez a saúde. Tenho firmeza para resgatar a segurança pública. Temos boas ideias para a educação, um excelente banco de projetos para melhorar a mobilidade urbana, para corrigir os erros no transporte público, para construir a infraestrutura das comunidades mais humildes, que serão a prioridade absoluta do governo. E junto com a Flávia, com o Gim trazendo recursos para nossas obras, com o Arruda nos apoiando, faremos o melhor governo da história do DF”, seguiu.

Arruda, que se transformou no maior cabo eleitoral de Frejat depois da troca na cabeça de chapa, fez um discurso emocionado. “Urna não é tapetão. Vamos mostrar para esses encardidos do PT que a população não aguenta mais a preguiça, a paralisia administrativa, o empreguismo, a máquina pública inchada com apaniguados pendurados em cargos de confiança enquanto no Sol Nascente nem mesmo o lixo é recolhido, enquanto o esgoto corre a céu aberto, os ratos saem do lixo e andam pelas ruas. Vamos dar um basta no domingo e expulsar esses incompetentes do governo”, bradou. A multidão veio abaixo.

“Nós trabalhamos muito. Visitamos todas as comunidades, até aquelas que Agnulo e o Enrollemberg não sabem nem onde fica”, frisou Arruda. “Esses dois sempre estiveram juntos. Como disse o Frejat no debate da Globo, são farinha do mesmo saco. Um já provou a própria incompetência. O outro ainda tá querendo provar. Mas nós não vamos deixar, não podemos permitir que Brasília passe mais quatro anos sob administração de pessoas incapazes, de incompetentes”, concluiu.

Candidata a vice-governadora, Flávia Arruda explicou que sua presença na chapa é, além de uma forma de honrar o nome do marido, o símbolo de que os compromissos firmados nos primeiros meses da campanha serão todos cumpridos. “Andamos todos nas comunidades mais humildes, no Sol Nascente, no Pôr do Sol, no Porto Rico, em algumas quadras do Itapoã, o Morro da Cruz, em São Sebastião, Santa Luzia, na Estrutural, em Planaltina. Todas aquelas mães com quem conversamos, os jovens, os adultos que pedem por melhores empregos e mais segurança, podem contar conosco, vamos governar para vocês”, disse.

Ela também fez um pedido aos apoiadores. “Não nos elejam sozinhos. Precisamos do Gim no Senado. Precisamos dele para trazer os recursos necessários para as obras que o Frejat vai tocar. Precisamos dele para articular a aprovação do novo plano de cargos e salários dos policiais e bombeiros militares, que precisa passar no Congresso. Esse é um ponto importante para recuperarmos nossa segurança pública”, falou.

Gim seguiu a trilha. “Gente, cumpri um mandato que muito me orgulha no Senado, pois aprovei 86 leis, trouxe R$ 22 bilhões para Brasília, dinheiro que serviu para obras como as adutoras de Corumbá 4, o linhão de Furnas, que trouxeram água e energia para o DF”, lembrou.

O senador fez um ataque contundente ao seu adversário direto, o deputado Reguffe. “Tem um candidato aí que nunca aprovou um projeto, que só faz discurso às segundas e sextas, quando não tem ninguém no plenário para debater, que jamais relatou um projeto importante e venceu. É o candidato do nada, do não faz, o fujão covarde, que, por não ter como explicar muitas coisas, faltou a todos os debates dessa campanha. É um frango de granja que fica em casa tomando todinho e jogando vídeo game. Não vamos jogar uma vaga do DF no Senado fora com um político falso como ele, com uma farsa”, criticou.

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Instituto ouviu 1.199 eleitores em todo o DF nos dias 1º e 2 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do Distrito Federal:

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 39%

- Jofran Frejat (PR): 23%

- Agnelo Queiroz (PT): 21%

- Luiz Pitiman (PSDB): 4%

- Toninho do PSOL (PSOL): 3%

- Perci Marrara (PCO): 0%

- Branco/nulo: 4%

- Não sabe/não respondeu: 5%

No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias 25 e 26 de setembro, Rollemberg tinha 35%, Agnelo, 22%, e Frejat, 19%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e em parceria com o jornal Folha de S. Paulo.

Segundo turno

O Datafolha fez uma simulação de três cenários no segundo turno.

No primeiro, entre Rollemberg e Agnelo, o candidato do PSB venceria com 65%. O petista teria 25%. Branco, nulo ou nenhum somaram 7%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Rodrigo Rollemberg (PSB): 65%

Agnelo Queiroz (PT): 25%

Branco/nulo: 7%

Não sabe/não respondeu: 4%

No segundo cenário, entre Frejat e Agnelo, o candidato do PR venceria com 51%. O atual governador teria 35%. Branco, nulo ou nenhum somaram 10%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Jofran Frejat: 51%

Agnelo Queiroz: 35%

Branco/nulo: 10%

Não sabe/não respondeu: 4%

No terceiro cenário, entre Rollemberg e Frejat, o senador venceria com 56%. O candidato do PR teria 30%. Branco, nulo ou nenhum somaram 9%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Rodrigo Rollemberg: 56%

Jofran Frejat: 30%

Branco/nulo: 9%

Não sabe/não respondeu: 4%

Rejeição

O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior é do atual governador, Agnelo, com 51%. Em seguida, aparecem Frejat (26%), Pitiman (23%), Toninho e Perci (21%) e Rollemberg (12%).

- Agnelo Queiroz (PT): 51%

- Jofran Frejat (PR): 26%

- Luiz Pitiman (PSDB): 23%

- Toninho do PSOL (PSOL): 21%

- Perci Marrara (PCO): 21%

- Rejeita todos: 2%

- Não rejeita nenhum: 3%

- Não sabe/não respondeu: 5%

Avaliação do governo

A pesquisa Datafolha também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 23%, a gestão é “ótima” ou “boa”; 36% a consideram “regular”; e 39%, “ruim” ou “péssima”. Não sabem ou não responderam somaram 1%.

Dados da pesquisa

Realizada nos dias 1º e 2 de outubro, a pesquisa entrevistou 1.199 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00063/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000933/2014.