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A Fecomércio-DF entregou ao governador eleito do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg, na manhã desta segunda-feira (2), na sede da Federação, um estudo com diretrizes capazes de amenizar os problemas da cidade. O trabalho foi realizado ao longo dos últimos 3 anos e contou com a colaboração de 22 especialistas nas áreas de desenvolvimento econômico, gestão pública, economia criativa, mobilidade urbana, saúde, educação e segurança. A íntegra do relatório está no site: www.fecomerciodf.com.br/brasilia2015

Durante a entrega do relatório, Rodrigo Rollemberg disse que o estudo será importante para o norteamento das ações do governo. “Esse relatório traz à tona a necessidade de termos uma política de planejamento para a cidade. Atualmente, o cenário do DF é de um ambiente conturbado na economia e gestão, o que torna o planejamento a curto, médio e longo prazo fundamental para enfrentar e superar os enormes desafios que temos pela frente nos próximos quatro anos de governo”, explicou Rollemberg.

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, ressaltou a importância do estudo. Ele salientou a necessidade da criação legal da região metropolitana do DF, que seja responsável por municípios do Entorno, com a previsão de recursos federais para investimento na área. “Hoje, o Entorno é uma terra sem dono, como se não fosse atribuição de ninguém. Porém, os habitantes desses municípios trabalham em Brasília e prestam serviços fundamentais para todos nós. É inaceitável que parte da nossa região continue abandonada pelo Estado”, disse Adelmir. “O DF convive com sérios problemas nas áreas consideradas prioritárias. Esse documento, nada mais é do que a contribuição do setor empresarial para a cidade. Nossa intenção é que a capital da República possa se transformar na capital mais desenvolvida da América Latina e em um grande centro cultural, financeiro e de consumo”, completou.

O trabalho possui 166 páginas. Entre os diversos capítulos, um deles apresenta uma radiografia sobre a situação do DF e outro indica sugestões para problemas locais. A ex-secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, foi uma das especialistas que colaboraram com o trabalho e falou em nome de todos os profissionais que ajudaram na produção do documento. “O maior desafio de Brasília e do Brasil é a construção de um movimento que gere desenvolvimento sustentável. Atualmente, carregamos uma carga de modelo de desenvolvimento de exploração dos recursos naturais. Estamos pagando o preço das nossas escolhas em termos culturais e sociais. É preciso que haja uma mudança”, afirmou Cláudia Leitão.

Em sua fala, a ex-secretária de Economia Criativa também falou de crise política e que os partidos precisam renascer, pois perderam muito a credibilidade com a população.Também estiveram presentes na cerimônia diretores da Fecomércio, presidentes de sindicatos da base da Federação, representantes do Sesc, Senac, Instituto Fecomécio e os deputados distritais eleitos: Julio Cesar (PRB); Dr.Michel (PP); Joe Valle (PDT); Liliane Roriz (PRTB); Telma Rufino (PPL); Juarezão (PRTB) e Bispo Renato (PR).

 Rollemberg Fecomercio

Federação do Comércio entregará estudo ao governador eleito com sugestões para combater problemas do DF

A capital do País vive uma fase difícil nas áreas de desenvolvimento econômico, mobilidade urbana, segurança, educação e saúde. Com o objetivo de colaborar para a mudança dessa realidade, a Fecomércio-DF entregará aos deputados distritais eleitos e ao governador eleito Rodrigo Rollemberg um estudo com sugestões para resolver alguns problemas do Distrito Federal. O documento será entregue na segunda-feira (15), às 9h30, na sede da Federação, com a presença dos especialistas que participaram do trabalho.

O estudo integra um projeto chamado Brasília 2015, realizado pela Fecomércio entre 2012 e 2014. Durante esse período, especialistas foram convidados pela Federação a discutir os principais problemas do DF e propor soluções. Ao longo de uma série de encontros, sem conotação partidária ou ideológica, foram ouvidos urbanistas, arquitetos, geógrafos, economistas, policiais, professores, médicos, cientistas sociais e outros especialistas. Também participaram das discussões os empresários, diretores, presidentes de sindicatos, assessores e dirigentes do Sistema Fecomércio-DF.

O trabalho foi realizado com a finalidade de recuperar uma visão desenvolvimentista para a capital da República. O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, diz que existe uma certeza de que o parlamentar ou o administrador público que abraçar esse estudo estará em sintonia com o desenvolvimento e a qualidade de vida na cidade. “Mesmo com apenas 54 anos, o Distrito Federal apresenta problemas sérios que demandam soluções urgentes. O crescimento desordenado impôs desafios ao tombamento e a vida dos brasilienses”, explica Adelmir. “Administrações públicas desfocadas também fizeram com que problemas de saúde, mobilidade e segurança fossem agravados. Esse estudo é uma tentativa de reverter essa deterioração e colaborar com os governantes, administradores e parlamentares interessados em reviver Brasília”, completa Adelmir Santana.

O documento possui 166 páginas. Entre os diversos capítulos, um deles apresenta uma radiografia sobre a situação do DF e outro indica sugestões para problemas nas áreas de desenvolvimento econômico, saúde, educação, segurança, economia criativa, mobilidade urbana e gestão pública. Entre os especialistas que colaboraram com o trabalho estão: o geógrafo e professor emérito da UnB, Aldo Paviani; o arquiteto Carlos Magalhães; o professor da Enap José Luiz Pagnussat; o professor de finanças públicas da UnB Roberto Piscitelli; o consultor de economia e administração Nilson Holanda; o secretário de Planejamento do Paraná, Cassio Taniguchi; a ex-secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão; o especialista em segurança pública da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Flávio Testa; e o diretor geral da Polícia Civil do DF, Jorge Luiz Xavier.

Adelmir Santana. Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana. Foto Cristiano Costa

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) apoia a Semana Global do Empreendedorismo, que começa a partir desta segunda-feira (17) e segue até 23 de novembro. A abertura será hoje no auditório da Livraria Cultura, no Shopping Iguatemi, a partir das 19h, com entrada franca. Será realizado um talk show com a presença de Giovanni Romano, da Kopenhagen; Ronaldo Clay, do Instituto Illuminante; Janete Vaz, do Laboratório Sabin; e Erika Lisboa, do Casulo/ UniCeub. Paulo Foina, do Illuminante, será o mediador.

Um dos maiores eventos mundiais de fomento ao empreendedorismo, a Semana Global ocorre nas principais cidades do mundo, como Londres, Amsterdã, Paris, São Paulo e Nova York, entre outras. A expectativa é de que, em Brasília, sejam realizadas mais de 100 atividades de inspiração, capacitação e relacionamento – com foco no empreendedorismo.

O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, afirma que a Semana Global do Empreendedorismo é uma oportunidade para todos que desejam montar uma empresa. “Esse movimento busca fortalecer a cultura empreendedora no mundo todo, conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreenderem. O empreendedorismo deve ser incentivado sempre, pois é a partir desses negócios que um País gera emprego, renda e consegue fortalecer o seu desenvolvimento”, ressalta Adelmir Santana.

Mais informações sobre as atividades da Semana Global do Empreendedorismo podem ser encontradas no site: www.semanaglobal.org.

shopping comercio

Mesmo sendo a melhor data para as vendas no comércio, os empresários brasilienses não estão muito otimistas com o Natal deste ano. Pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio mostra que 42,3% dos comerciantes apostam em vendas superiores ao mesmo período do ano passado, enquanto que 33,3% esperam vendas iguais e 24,3% acreditam em vendas menores. Para os que prevêem crescimento, a expectativa de incremento médio nas vendas é de 4,5%.

O Instituto Fecomércio pesquisou 11 segmentos entre lojas de ruas e de shoppings, totalizando 300 empresas consultadas. O setor mais otimista é o de supermercados/hipermercados, que espera um crescimento de 14,30% nas vendas; seguido pelo de calçados (11,30%); vestuário (8,24%); loja de departamento (7,80%); material esportivo (6%); chocolataria (5,98%); eletroeletrônico (2,69%); e lojas de brinquedos (1,09%). Já os segmentos de bares/restaurantes (-2,62); perfumaria (-1,77%) e livraria (-1,58%) esperam queda nas vendas.

Ampliando a análise, o Natal deste ano deve movimentar R$ 31,7 bilhões e gerar 138,4 mil vagas temporárias em todo o País. Porém, a expectativa de vendas no Brasil, em 2014, é de um crescimento de 2,6%, taxa inferior a do ano passado, quando a expectativa foi de 5%. “Como a maioria das famílias brasilienses está endividada, muitos consumidores devem utilizar o 13º salário para pagar dívidas e ajustar as contas. De acordo com a pesquisa, os empresários do comércio acreditam que as pessoas continuarão consumindo, mas em uma escala menor do que em anos anteriores”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana.

Ele lembra que apesar da expectativa menor nas vendas, o desempenho do comércio no DF ainda deve ser acima da média nacional, em função da alta renda per capita dos brasilienses e da estabilidade dos servidores públicos. O preço médio do presente vai variar de acordo com o segmento, mas a média ficará em R$ 141,48, conforme a pesquisa.

Rollemberg Fecomercio

Governador eleito agrada o setor produtivo, como de Construção Civil, que espera a implantação das promessas feitas durante a campanha. Empresários acreditam que haverá um melhor desempenho a partir de 2015

Por CAROL GUITTON LEAL – O governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) sai vitorioso das urnas e a partir de janeiro de 2015 terá que reverter a situação do Distrito Federal e engrenar mudanças em todos os setores. Durante os meses de campanha, o então candidato teve a oportunidade de participar de sabatinas, a maior parte delas promovidas pelo setor produtivo, e apresentar as propostas para alavancar a economia da cidade. Em outubro, o pessebista esteve na Federação das Indústrias do DF (Fibra) onde apresentou suas propostas para o desenvolvimento da indústria local. Na ocasião, Rollemberg foi enfático ao assumir o compromisso de que “nenhuma medida que afete o empresariado do Distrito Federal será tomada sem ouvir o setor produtivo”. Ele explicou que consultará o setor “em decisões que permeiam desde a indicação de secretários a qualquer outra medida, seja ela de caráter legal seja de caráter administrativo”.

Rollemberg também disse, durante essa caminhada, saber da importância do setor. “Nós sabemos da relevância do setor produtivo para o desenvolvimento do DF. Não posso, como uma pessoa comprometida com Brasília, concordar que, enquanto a região Centro-Oeste cresceu 3,3% no ano passado, o DF tenha crescido apenas 1,1%. Enquanto a taxa de desemprego no Brasil está de 7%, o DF está em 12%”. O candidato antecipou que criará um ambiente de empreendedorismo e inovação. “Esse é o nosso compromisso. Eu não seria candidato a governador para fazer mais do mesmo, eu sou candidato para fazer diferente, mas eu gostaria muito de contar com o setor produtivo para que eu possa fazer uma Brasília melhor”.

Boas propostas para a indústria

Após a decisão nas urnas, o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar vê o setor otimista com a nova era que terá inicio em 2015. “O setor produtivo, em especial a indústria, está bem otimista quanto ao novo governo. Rollemberg é um político jovem e com boas propostas para o desenvolvimento de Brasília. Contudo, o cenário tem sido desfavorável para a indústria local e, certamente, encerraremos o ano com desempenho pior do que o ano passado. O mais importante, portanto, é que Rollemberg cumpra o compromisso assumido na casa da Indústria, durante sabatina realizada pela Fibra, de que nenhuma medida que afete o empresariado do Distrito Federal seja tomada sem ouvir o setor produtivo”.

Jamal lembrou as palavras que proferiu na época e disse ser imprescindível que a Fibra participe do processo de elaboração e execução das políticas públicas de desenvolvimento do DF para que o setor volte a crescer e aumente sua participação no PIB local. Algumas reivindicações foram feitas para o então candidato. Tais como que Rollemberg esteja atento à pontualidade de pagamento de contratos feitos para o governo local, problema que tem afetado negativamente o caixa e a manutenção das indústrias. O presidente da Fibra citou uma proposta de governo de Rollemberg que contempla uma das necessidades do parque fabril brasiliense. “Tivemos a oportunidade de estudar e esmiuçar o seu plano de governo. Lá consta o estímulo ao desenvolvimento de empresas de Brasília por meio do estabelecimento de preferência nas compras governamentais para empresas locais”.

Adelmir Santana: “O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de ações rápidas. . Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana: “O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de ações rápidas. . Foto Cristiano Costa

Fecomércio lamenta estagnação econômica

Adelmir Santana presidente da Fecomércio lembrou da estagnação econômica enfrentada pelo Distrito Federal. “O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de ações rápidas. Do Estado em relação as pretensões empresariais. Há uma dissociação. O tempo do empresário não é o mesmo da administração pública, há um distanciamento enorme entre o nosso tempo e o da administração pública. No que se refere as ações”.

Adelmir observou ainda a necessidade de se encontrar um caminho no sentido que desburocratize o Estado brasileiro para que as empresas se sintam seguras, primeiro em relação ao sistema jurídico e em segundo lugar para que as coisas sejam mais rápidas. “Esperamos que haja uma criação de facilidades para que o sistema se deslanche com mais agilidade. Tenho observado que esta é uma voz recorrente do setor produtivo, de todas as áreas, em que têm apresentado essa reclamação”.

Baseado nos fatores que apontam a economia de Brasília ser centrada na vocação de comércio e serviços, Adelmir Santana explica que o governador eleito tem que ser uma pessoa focada em inovação, em tecnologia, na desburocratização, na simplificação e que ofereça a população a certeza e a segurança de que nós entraremos em um novo caminho. “Brasília dispõe de uma renda alta. Em que os níveis de salários são constituídos significativamente de serviços públicos, tanto federais como distritais, além da forte representação do mundo diplomático no Distrito Federal, no que se refere as empresas trazerem seus escritórios para a cidade. Então, temos uma renda per capita elevada, de consumo elevado. Tal fato tem motivado o crescimento elevado natural da área de comercio e serviço. Na nossa visão, muitos dos problemas estão com as soluções não dentro do Distrito Federal, mas dentro do seu perímetro urbano metropolitano”, ressaltou.

Compromissos ajudam a avançar o setor produtivo

A expectativa, segundo o presidente do Sinduscon, Julio Peres, é em relação a grande demanda que hoje se tem no setor produtivo. “Durante a campanha eleitoral recebemos todos os candidatos para um conversa franca sobre o setor produtivo. Assunto que hoje tornaram-se o grandes empecilhos dos empresários foram colocados em pauta. Tal como, a desburocratização e os problemas com a máquina pública. Também, agilidade aos projetos e liberação de alvarás e habite-se”.

“Rodrigo Rollemberg, na época, se comprometeu com os assuntos e ajudar a avançar. Na parte de obras públicas, falou sobre a necessidade de se realizar projetos e movimentar o setor da construção civil. Como por exemplo contratar empresas para construção de creches. Outro marco da entrevista do governador eleito diz repeito a manutenção de escolas e hospitais. Estes contratos precisam ter andamento. Estas são linhas gerais das expectativas”, lembrou Peres.

Mercado do DF precisa ser competitivo

O Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF) que representa o atacado do Distrito Federal, o terceiro maior arrecadador de ICMS do DF, espera que haja um acesso fácil para dialogar com o governo. “Uma vez que somos quem abastece o varejo, que, por sua vez, atende a sociedade, o nosso diálogo não estabelece privilégios, mas a construção de condições válidas para as empresas que investem nessa região. Por diversas vezes, a falta de diálogo entre governo e setor pode gerar tomada de atitudes ou a falta delas dissonantes da realidade”, explicou o presidente interino do Sindiatacadista/DF, Roberto Gomide.

O Sindiatacadista fez um levantamento no setor sobre a expectativa dos empresários do atacado diante do próximo governo, e transformaram isso numa cartilha, entregue aos candidatos ao governo do DF e aos deputados distritais. “Nós sabemos da importância de esclarecer diversos pontos e particularidades de um setor que se difere de outros, por não trabalhar diretamente com o consumidor final”. Alguns temas foram elencados pelos empresários, como: tributário, tema que incluí a segurança jurídica, o incentivo fiscal, a política tributária competitiva em relação aos outros estados e o reembolso de ICMS em relação ao incentivo anterior. Infraestrutura: saneamento básico; continuidade do Pró-DF e o fim da corrupção dentro do Pró-DF. “Além dessas, outras questões, como a falta de mão de obra qualificada, leis e relações trabalhistas e crédito bancário foram apresentadas durante as campanhas eleitorais”.

Gomide faz uma avaliação do atual governo, em relação ao setor produtivo. “É importante destacar que houve uma proximidade de diálogo pertinente nesses últimos quatro anos. Mas, olhando para o futuro, precisamos que o governo seja corajoso para enfrentar as barreiras colocadas apenas ao Distrito Federal, comprometendo nossa competitividade. Atualmente, não podemos competir com outros estados nas operações interestaduais. Isso limita o crescimento do Distrito Federal. Em contrapartida, o DF recebe produtos de outros estados. Esses outros estados ficam com a arrecadação de impostos sobre os produtos e a geração de emprego e renda”, ressalta o presidente interino. Ele lembrou ainda ser imprescindível equalizar as condições tributárias nas operações interestaduais para com os estados. “Não podemos ser os únicos a não ter condições de competição e sobrevivência”.

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As vendas do comércio brasiliense apresentaram leve queda de 0,77% em setembro na comparação com o mês anterior. Já as vendas do setor de serviços registraram crescimento de 5,01%. No acumulado dos últimos 12 meses (set213 x set2014) as vendas tiveram uma queda de 3,86% (comércio e serviços). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

No mês de setembro de 2014, foram incorporados seis novos segmentos ao setor de serviços (Academia, Aluguel de Artigos para Festa, Casa de Eventos, Clínica de Estética, Ensino de Idiomas e Reparação de Eletroeletrônicos). Vale salientar que os segmentos inseridos não possuem um histórico como os demais integrantes desse estudo e, portanto, estão sujeitos a correções durante o período de avaliação, que leva até três meses.

O segmento de Salão de Beleza puxou o índice no setor de serviços, com um crescimento nas vendas de 11,52%, seguido pelo setor de Academia (6,37%); Aluguel de Artigos para Festa (6,10%); Casa de Eventos (5,24%); Agência de Viagens (4,81%); Ensino de Idiomas (3,17%); Reparação de Eletroeletrônicos (2,69%), Autoescola (2,10%); Pet Shop (1,56%) e Clínica Estética (1,35%). “Serviços é um setor que sempre ajuda na expansão da atividade econômica brasileira e no Distrito Federal não é diferente. Com uma forte contribuição para geração de emprego e renda no País, os segmentos ligados ao setor de serviços, na maioria dos casos, têm um público fiel, são menos vulneráveis às incertezas da economia e, por isso, vem apresentando um resultado melhor”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

No comércio, apresentaram queda nas vendas em setembro, na comparação com agosto, os segmentos de: Floricultura (-12,37%); Vestuário (-7,61%); Lojas de Utilidades Domésticas (-6,71%); Móveis e Decoração (-5,87%); Tecidos (-3,69%); Livraria e Papelaria (-1,98%); Material de Construção (-1,44%); Autopeças e Acessórios (-1,01%) e Mercado e Mercearia (-0,89%). Os segmentos que apresentaram acréscimo foram: Óticas (6,16%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (3,24%); Informática (2,81%); Calçados (1,76%) e Farmácia e Perfumaria (0,19%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado nas compras. No comércio, a modalidade respondeu por 44,25% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 38,19% das compras. A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 900 empresas, sendo 594 do comércio e 306 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de outubro de 2014 e analisou 14 segmentos do comércio e 10 segmentos de serviços.

Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

O presidente da Federação do Comércio, Adelmir Santana, conta o que o setor espera do próximo governo e pontua os principais problemas vivenciados hoje pelos empresário. Segundo ele, o comércio e serviços é fruto do alto PIB da cidade

Com vocação basicamente na área de comércios e serviços, o Distrito Federal, segundo o presidente da Federação do Comércio do DF, Adelmir Santana, está vivendo uma paralisa nas atividades produtivas, em virtude do sistema burocrático enfrentado hoje pelos empresários. Com as projeções propostas pelos dois candidatos postulantes ao cargo de governador do DF, o setor acredita que uma melhora tanto na economia quanto no que se refere a seguridade das empresas para que ampliar seus investimentos, seja possível. Em entrevista, Adelmir comenta que o setor espera que facilidades sejam encontradas e a tão esperada agilidade seja alcançada. “Hoje, o tempo do empresário não é o mesmo da administração pública. Podemos notar uma dissociação. O empresariado precisa recuperar a segurança e previsibilidade dos investimentos”.

O que o setor produtivo espera do próximo governo?

O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de acoes rápidas. Do Estado em relação as pretensões empresariais. Há uma dissociação. O tempo do empresário não é o mesmo da administração pública, há um distanciamento enorme entre o nosso tempo e o da administração pública. No que se refere as ações. É preciso que encontre um caminho no sentido que desburocratize o Estado brasileiro para que as empresas se sintam seguras, primeiro em relação ao sistema jurídico e em segundo lugar para que as coisas sejam mais rápidas. Esperamos que haja uma criação de facilidades para que o sistema se deslanche com mais agilidade. Tenho observado que esta é uma voz recorrente do setor produtivo, de todas as áreas, em que têm apresentado essa reclamação.

Como está a economia de Brasília?

A economia de Brasília hoje é centrada na vocação de comércio e serviços. E por que isso? Porque Brasília dispõe de uma renda alta. Em que os níveis de salários são constituídos significamento de serviços públicos, tanto federais como distritais, além da forte representação do mundo diplomático no Distrito Federal, no que se refere as empresas trazerem seus escritórios para a cidade. Então, temos uma renda per capita elevada, de consumo elevado. Tal fato tem motivado o crescimento elevado natural da área de comercio e serviço. Na nossa visão, muitos dos problemas estão com as soluções não dentro do Distrito Federal, mas dentro do seu perímetro urbano metropolitano. Das cidades dormitórias, das cidades que precisam buscar estes desenvolvimento objetivando a ocupação desta população naquelas satélites. Por isso, é preciso o olhar não apenas do governo de Goias, do DF, mas da União. Em relação a estas regiões que limitam o DF.

Qual a importância da Fecomércio para a economia do DF?

Por ser uma cidade com vocação de comércio e serviço. Na Fecomércio estão representados os setores de comercio e serviço e quando você retira o poder público, representa mais de 90% do PIB local. Então é uma entidade que tem uma forte presença econômica no DF. Funcionamos como uma caixa de reclamações dessas queixas quando a atuação do Estado não vai de encontro as nossas necessidade que, em ultima analise, são as mesmas da população.

Ainda este ano acontece a eleição para o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em 2015. Como o senhor classifica o atual momento da entidade?

O Conselho deliberativo do Sebrae se dá  por meio de um processo eletivo. São feitas eleições a cada quatro anos. Ela será no final desse ano. Há uma tradição entre nós do setor produtivo de fazer um rodízio das entidades, que está sendo praticado nos últimos 20, 30 anos, caberá, desta vez, a Fecomércio indicar seu representante para ser o futuro presidente do Conselho. O Sebrae passou por uns problemas dentro da entidade que quem deveria estar a frente do Conselho era da Federação das Associações Comerciais do DF e de fato começou exercendo essa função, mas houve  mas houve uma dificuldade de ordem pessoal e veio calhar com a renuncia do presidente eleito. Tivemos que fazer uma eleição complementar para cumprir um mandato tampão e hoje é um membro da Federação das Industrias.

Como entidades como a Fecomércio, o Sesc, Senai e Sebrae podem ajudar o governo?

Eu acho que essas Instituições, do sistema S como um todo, têm um papel fundamental naquilo que define a Lei para estas Instituições. Por exemplo, o Sesc e o Senac representa, os braços sociais da Federação do Comércio. Um na área da formação profissional, já formou durante sua história mais de um milhão e duzentos mil alunos no DF, e o outro na área de assistência aos trabalhadores e dependentes. Tem uma presença extremamente marcantes na cidade com várias unidades espalhadas no Distrito Federal, muitas ações. São funções que nós exercemos dentro da linha que compete a cada um. Ou seja, cada um tem um papel fundamental.

Qual deveria ser o perfil do próximo governo?

Tem que ser uma pessoa focada em inovação, em tecnologia, na desburocratização, na simplificação e que ofereça a população a certeza e a segurança de que nós entraremos em um novo caminho. Onde os princípios éticos e morais sejam efetivamente pautados pela ação do dia a dia. Os homens públicos compreendam seu verdadeiro papel, não apenas como legisladores, mas que exerça a cidadania, que exerça a função de racionalidade, para que sirva de exemplo para a população como um todo e, em especial, na formação do jovem, de uma cultura nação e um futuro politico melhor. Assim, as pessoas possam compreender o papel efetivo dos homens públicos. Brasilidade, cidadania, para que possam ter interesse de uma atividade tão nobre que é ser político. Hoje, ser politico esta associado a algo ruim, quando na verdade é algo tão nobre. Administrar o Brasil, o  Distrito Federal. Nós seremos implacáveis na cobrança dos hoje eleitos deputados e do futuro governante.

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As vendas no setor de serviços do Distrito Federal apresentaram o maior aumento do ano, registrando uma alta de 7,42% no mês de agosto de 2014, quando comparadas com o mês anterior. Já no setor de comércio houve uma alta de 2,80% em agosto. Apesar disso, no acumulado dos últimos 12 meses (ago213 x ago2014) as vendas apresentam queda de 4,38% (comércio e serviços). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

O segmento de agências de viagem puxou o índice no setor de serviços, com uma alta nas vendas de 19,29%, seguido pelo setor de Salão de Beleza (3,13%) e Pet Shop (2,97%). Apenas o segmento de Autoescola teve queda (-7,74%). É necessário ressaltar, contudo, que o Instituto Fecomércio pesquisa apenas esses quatro segmentos de serviços. “O alto poder aquisitivo do brasiliense, ligado com a proximidade das férias de fim do ano, demonstrou um aumento atípico nas vendas das agências de viagens, o que influenciou positivamente o índice”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

No comércio, na análise por ramo de atuação, apresentaram queda nas vendas em agosto, na comparação com julho, os segmentos de: Tecidos (-1,79%); Informática (-1,38%); Calçados (-0,22%) e Farmácia e Perfumaria (-0,15%). Já os segmentos que apresentaram acréscimo foram: Livraria e Papelaria (15,60%); Lojas de Utilidades Domésticas (4,37%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (4,36%); Óticas (4,16%); Móveis e Decoração (4,09%); Material de Construção (3,69%); Vestuário (2,68%); Autopeças e Acessórios (2,67%); Mercado e Mercearia (2,27%); Floricultura (1,54%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado nas compras, registrando valores superiores à soma dos pagamentos à vista, cheques e compras a prazo. No comércio, a modalidade respondeu por 45,34% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 43,51% das compras. A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 700 empresas, sendo 594 do comércio e 106 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de agosto de 2014.

Frejat

A Fecomércio-DF realizará nesta quinta-feira (18), das 9h às 12h, na sede da instituição, uma sabatina com o candidato ao governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, que registrou a candidatura no domingo (14), após a desistência do então concorrente ao Palácio do Buriti, José Roberto Arruda. Frejat encerra o ciclo de encontros com os candidatos a governador promovido pela Federação do Comércio. Já participaram Agnelo Queiroz, Luiz Pitiman, Toninho do PSol, Rodrigo Rollemberg e José Roberto Arruda.

O objetivo da Fecomércio é conhecer o plano de governo dos candidatos, principalmente no que diz respeito ao tema desenvolvimento econômico. Na última sabatina promovida pela instituição, Jofran Frejat era candidato a vice e por isso não participou. Agora, ele poderá expor as propostas e mostrar o que pensa sobre o setor, da mesma forma como fizeram os outros concorrentes.

“Queremos conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos setores de comércio, serviços e turismo, que formam a base que nós representamos e uma vocação clara do Distrito Federal”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana. “Naturalmente, gostaríamos de ver abordados temas como carga tributária, compras governamentais de micro e pequenas empresas, mobilidade urbana, segurança, alvarás de funcionamento, crédito e incentivos para novos empreendimentos”, ressalta Adelmir.

O candidato terá 50 minutos para apresentar suas propostas. Em seguida, responderá a 15 perguntas feitas pelo empresariado. Frejat falará para um público composto por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por 93% do PIB privado do DF. A sabatina será realizada para convidados e para imprensa.

Serviço:

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF, Setor Comercial Sul, Quadra 6, Edifício Newton Rossi – 6º andar.

Horário: a partir das 9h.

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) realizará nesta quarta-feira, 3 de setembro de 2014, às 20h, no Royal Tulip Brasília Alvorada, a posse festiva da nova diretoria da instituição. O presidente Adelmir Santana foi reeleito por unanimidade de votos. A eleição ocorreu no dia 21 de maio e o novo mandato começou em junho deste ano e vai até junho de 2018. O primeiro vice-presidente Miguel Setembrino também foi reconduzido. O segundo e o terceiro vice-presidentes passaram a ser, respectivamente, os empresários Francisco Maia e Fábio de Carvalho.

“A sensação é de agradecimento e motivação. Este será o meu segundo e último período como presidente após o processo de sincronia de mandatos. Pretendo exercê-lo como se fosse o primeiro e trabalharei para que seja o melhor de todos”, afirma Adelmir Santana.

Fundada em 4 de outubro de 1970, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF é composta por 25 sindicatos filiados e dois associados. Sua missão é contribuir, por meio do fortalecimento dos setores de comércio e serviços, para o desenvolvimento econômico, social e político do Distrito Federal. A Fecomércio também é responsável por administrar o Sesc, o Senac e o Instituto Fecomércio no DF.

Nascido em 19 de abril de 1945, em Nova Iorque, Maranhão, Adelmir Santana veio para Brasília em 1964. Formou-se em Administração de Empresas pelo UniCeub e, em 2004, concluiu o curso de especialização em Gestão Estratégica para Dirigentes Empresariais, na INSEAD, em Fontainebleau, na França. Como empresário, atuou principalmente no comércio varejista de produtos farmacêuticos e criou uma rede de farmácias. Foi senador da República pelo Distrito Federal (2007 a 2011), presidente do conselho deliberativo do Sebrae Nacional por dois mandatos (2007 a 2010) e presidente do conselho deliberativo do Sebrae-DF. É também vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e integra importantes conselhos na área de saúde e desenvolvimento econômico.

Nova Diretoria - A nova diretoria da Fecomércio-DF ficou com a seguinte composição: presidente do conselho consultivo, Alberto Salvatore Giovani Vilardo. Conselheiros: Antônio José Matias de Sousa, Jose Djalma Silva Bandeira, Laudenor de Souza Limeira, Luiz Carlos Garcia, Mitri Moufarrege e Rogerio Torkaski.

Presidente, Adelmir Santana. Vice-presidente: (1º) Miguel Setembrino Emery de Carvalho, (2º) Francisco Maia Farias, (3º) Fábio de Carvalho. Vice-presidentes: Antonio Tadeu Perón, Carlos Hiram Bentes David, Edy Elly Bender Kohnert Seidler, Francisco das Chagas Almeida, José Geraldo Dias Pimentel, Oscar Perné do Carmo e Tallal Ahmad Ismail Abu Allan.

Diretores secretários: vice-presidente administrativo, José Aparecido da Costa Freire; 2º diretor secretário, Hamilton Cesar Junqueira Guimarães; 3º diretor secretário, Roger Benac.

Diretores tesoureiros: 1º vice-presidente Financeiro, Paolo Orlando Piacesi; 2º diretor tesoureiro, Joaquim Pereira dos Santos; 3º diretor tesoureiro, Charles Dickens Azara Amaral.

Diretores adjuntos: Hélio Queiroz da Silva, Diocesmar Felipe de Faria e Glauco Oliveira Santana.

Diretores suplentes: Alexandre Augusto Bitencourt, Ana Alice de Souza, Antonio Carlos Aguiar, Clarice Valente Aragão, Edson de Castro, Elaine Furtado, Erico Cagali, Fernando Bezerra, Francisco Messias Vasconcelos, Francisco Sávio de Oliveira, Francisco Valdenir Machado Elias, Geraldo Cesar de Araújo, Jó Rufino Alves, Jose Fagundes Maia, Jose Fernando Ferreira da Silva, Luiz Alberto Cruz de Moraes, Milton Carlos da Silva, Miguel Soares Neto, Roberto Gomide Castanheira, Sulivan Pedro Covre.

Conselho fiscal (titulares): Alexandre Machado Costa, Benjamin Rodrigues dos Santos e Raul Carlos da Cunha Neto. Conselho fiscal (suplentes): Antônio Fernandes de Sousa Filho, Maria Auxiliadora Montandon de Macedo, Henrique Pizzolante Cartaxo.

Delegados titulares representantes junto à CNC: Adelmir Santana e Rogério Torkaski. Delegados suplentes junto à CNC: Antônio José Matias de Sousa e Mitri Moufarrege.

 

As vendas do comércio brasiliense registraram queda de -1,20% em julho de 2014 na comparação com junho. Já no setor de serviços houve uma leve alta de 1,83%. No acumulado dos últimos 12 meses (jul/13 x jul/14), comércio e serviços registraram queda de 6,66%. É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

O segmento de Floricultura teve a queda mais significativa no comércio, de -11,01%. Em serviços, apenas o segmento de Autoescola teve aumento nas vendas (23,52%). “Os juros mais caros, a alta na inflação e o endividamento do brasiliense provocaram a queda nas vendas. Além disso, a realização da Copa do Mundo no Brasil, que foi até o dia 13 de julho, desviou a atenção dos consumidores”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

Apesar dos números, ele ressalta que a Copa do Mundo foi positiva para a imagem da cidade. Adelmir aponta também que muitos brasilienses aproveitaram o evento para promoverem confraternizações em suas residências. Outros gastaram os recursos sobressalentes com ingressos e brindes relativos ao mundial de futebol.

Na análise por ramo de atuação, apresentaram queda nas vendas do comércio em julho, na comparação com junho, os segmentos de: Floriculturas (-11,01%); Livraria e Papelaria (-3,51%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (-2,78%); Mercado e Mercearia (-2,56%); Material de Construção (-2,09%); Móveis e Decorações (-1,56%); Vestuário (-1,24%); Farmácia e Perfumaria (-0,85%). Já os segmentos que apresentou alta foram: Informática (6,22%); Óticas (3,71%); Calçados (2,85%); Lojas de Utilidades Domésticas (2,57%); Autopeças e Acessórios (1,39%) e Tecidos (0,76%).

No setor de serviços, houve queda em: Pet Shop (-2,09%); Agência de Viagem (-0,61%) e Salão de Beleza (0,08%). O único segmento que apresentou alta foi o de Autoescola (23,52%). É necessário ressaltar, contudo, que o Instituto Fecomércio pesquisa apenas esses quatro segmentos de serviços.

Quanto ao pessoal empregado, o comércio teve alta de 0,76% no contingente em comparação com junho. O setor de serviços também registrou aumento nas vagas, de 3,10%. Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado. No comércio, a modalidade respondeu por 44,30% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 45,76% das compras.

A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 700 empresas, sendo 595 do comércio e 105 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de agosto de 2014.

 Rollemberg Fecomercio 

Durante encontro com empresários de diversos segmentos do comércio e serviços do Distrito Federal, em sabatina organizada pela Fecomércio-DF, na sede da instituição, nesta quinta-feira (7), o candidato ao governo do DF Rodrigo Rollemberg (PSB) declarou guerra à burocracia e à corrupção, se eleito. “Não é possível que na capital do Brasil empresários fiquem mais de um ano para ter licença de construção ou um alvará de funcionamento. Vamos declarar guerra à burocracia, informatizando os processos e oferecendo serviço de boa qualidade”, disse. “Também vamos criar o conselho da transparência, composto por pessoas da sociedade civil. Entendemos que a melhor forma de combater a corrupção é colocar luzes sobre os fantasmas e os procedimentos da administração pública”, completou.

O candidato do PSB explicou que será de extrema importância a reformulação de algumas empresas e instituições do governo. “Vamos fortalecer a Codeplan para que ela volte a ter um papel de políticas públicas para o futuro e resgatar o papel da Novacap como formuladora de projetos, captando recursos da união. Precisamos recuperar o papel do Estado, da ocupação ordenada do solo, combatendo de forma rigorosa a grilagem de terras pblicas que mancha o nosso patrimônio”, ressaltou Rollemberg. “O BRB e a Terracap, também são duas instituições de extrema importância para o desenvolvimento da região. É necessário que essas entidades tenham uma perspectiva de diálogo com a sociedade e com o setor produtivo, desburocratizando os seus procedimentos.”

Rollemberg foi o quarto a participar da sabatina, com a participação de 27 sindicatos filiados à Federação do Comércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas. Durante a apresentação, o candidato se comprometeu em reduzir o número de secretarias, além de reduzir a quantidade de servidores indicados por políticos nas administrações da cidade. Ele também explicou suas diretrizes para transporte público, segurança, educação e saúde.

Ao ser questionado pelos empresários sobre a situação atual da CEB, Rollemberg disparou contra o governo e disse que é inadmissível que a companhia ocupe a quarta colocação entre as piores do País. “O que está acontecendo é o que ocorre com várias empresas estatais de Brasília: funcionam como cabide de emprego, sem gestão profissional.”

Na opinião do presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, o encontro é de extrema importância para conhecermos o futuro de nossa capital. “É importante dizer que nenhum de nós é candidato, tampouco a Fecomércio vai declarar apoio a alguém. Mas esperamos, sim, de todos, um compromisso com o Comércio e com Brasília. Antes do fim do ano vamos entregar ao governador eleito um documento com as nossas sugestões para impulsionar a economia local”, explicou Adelmir.

A sabatina continua na segunda-feira (11), com a presença de José Roberto Arruda (PR), que encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas. De acordo com as regras do encontro, o candidato tem 50 minutos para expor suas propostas, em seguida, responde a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começam às 9h e se encerram às 12h.

 Toninho Psol

Empresários dos setores de comércio, serviços e turismo do DF sabatinaram na manhã desta quarta-feira (6), em encontro promovido pela Fecomércio-DF, na sede da entidade, o candidato a governador do Distrito Federal Toninho do Psol. Durante a apresentação, o concorrente falou que é preciso trabalhar junto com os empreendedores de Brasília. “Eu quero dizer o quanto é difícil a vida do empreendedor no Brasil. Não é uma tarefa fácil manter em dia suas obrigações tributárias, que são bastante excessivas. Nós pagamos muitos impostos e recebemos muito pouco de volta do Estado. O comércio é a base da economia da nossa capital da República, por isso, acredito que a classe merece um atendimento privilegiado”, disse Toninho. “O governo do Psol terá um canal permanente de participação deste segmento na elaboração de nossa política de desenvolvimento”, completou.

O candidato do Psol afirmou ainda que o setor produtivo será “um parceiro constante” em seu governo, se eleito. Toninho lembrou também da questão do modelo atual das administrações de Brasília. De acordo com ele, é necessário diminuir o número de cargos comissionados. “Hoje, em torno de 40% dos trabalhadores das administrações são constituídos de cargos comissionados, que atendem exclusivamente o interesse de quem o nomeou para aquele cargo. Eu pretendo fazer uma administração profissionalizada, diminuindo radicalmente os cargos comissionados”, destacou. “É importante que essas vagas sejam preenchidas por profissionais gabaritados, através de concurso público”, concluiu.

Toninho foi o terceiro a participar da sabatina promovida pela Fecomércio-DF, com a participação de 27 sindicatos filiados à Federação, que juntos representam mais de 80 mil empresas. Durante a apresentação, que durou cerca de 50 minutos, o candidato citou a volta do programa Saúde em Casa. “Com uma equipe de agentes da saúde devidamente treinados para que se realize uma assistência médica domiciliar, a ideia é criar uma nova concepção de saúde em Brasília. Com isso, os hospitais da região estarão prontos para atender efetivamente as urgências e as emergências.”

Na área de segurança, o candidato seguiu a linha da integração entre as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros. O concorrente a governador falou ainda sobre a colocação de uma linha férrea da Asa Norte até Planaltina. Na opinião do presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, esse diálogo é uma excelente oportunidade para mostrar que a Federação está focada nas questões que impactam na rotina da cidade. “A Fecomércio não vai declarar apoio a ninguém. Mas esperamos, sim, de todos, um compromisso com o comércio e com Brasília. Além de estarmos envolvidos com as causas do comércio, temos preocupações sérias com o cenário político. Estamos dispostos a ouvir os candidatos porque o voto precisa ser consciente e fundamentado no âmbito das propostas”, afirmou Adelmir Santana.

O encontro continua nesta quinta-feira (7), com a presença de Rodrigo Rollemberg (PSB). Na segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas. De acordo com as regras do encontro, o candidato tem 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, responde a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começam às 9h e se encerram às 12h.

Agenda

07/08 – Rodrigo Rollemberg (PSB)

11/08- José Roberto Arruda (PR)

 

 Pitiman Fecomercio

Empresários do comércio sabatinaram nesta terça-feira (5), em encontro promovido pela Fecomércio-DF, o candidato a governador do Distrito Federal Luiz Pitiman (PSDB). O concorrente ao Buriti se comprometeu com a retomada de uma visão desenvolvimentista para o DF. Segundo ele, é necessário reformular o modelo atual de administração pública e pensar em políticas a partir de um diálogo contínuo com o setor produtivo. Além disso, é necessário entender a vocação de cada uma das regiões administrativas que compõem o DF, com o objetivo de investir no desenvolvimento local, disse.

“Se vocês me derem a caneta de governador, garanto que 70% dos funcionários das administrações regionais serão concursados e terão que entender a necessidade de cuidar da cidade em que trabalham. Não podemos deixar como está, um cabide de emprego, um feudo de um deputado distrital ou de uma outra pessoa que tenha influência ali na cidade. A ideia é criar em cada administração regional uma área especifica para pessoa jurídica, com atendimento pessoal que poupa tempo”, disse.

O candidato do PSDB também salientou a importância da malha viária do DF como um dos principais vetores para o desenvolvimento. “Nós temos uma estrada de ferro saindo da Rodoferroviária, passando pelo SIA, chegando no Guará, conectando-se com o metrô, indo para Goiás, atravessando diversas cidades. Nós temos essa área disponível para botar um trilho descente e quem sabe implementar o VLT nesta área. Mas isso não é feito”, comentou Pitiman.

Luiz Pitiman foi o segundo a participar da sabatina promovida pela Fecomércio-DF, com a participação de 27 sindicatos filiados à Federação, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília e geram mais de 200 mil empregos diretos. Durante a apresentação, que durou cerca de 50 minutos, o candidato pontuou assuntos relevantes, como mobilidade urbana, segurança, educação e melhoria das saídas do DF para outros estados.

“Nós temos quatro saídas do DF, poderíamos ter quatro polos de geração de emprego e de renda, mas nenhum governante fez isso. Deveríamos usar essas portas para segurar a população nova que está chegando”, disse Pitiman. O candidato também respondeu a perguntas dos empreendedores sobre alvarás, “puxadinhos”, investimento e outros assuntos de interesse da categoria.

Na opinião do presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, esse diálogo é uma excelente oportunidade para mostrar que a Federação está focada nas questões que impactam na rotina da cidade. “A Federação do Comércio representa o empresariado, não temos outra intenção a não ser representar essa classe. Porém, seria uma miopia de nossa parte não termos a intenção de saber o que os candidatos pensam e quais são suas propostas para o futuro de Brasília”, explica Adelmir Santana.

O encontro continua nesta quarta-feira (6), com a presença de Toninho do Psol. Na quinta, é a vez de Rodrigo Rollemberg (PSB) e na outra segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas. De acordo com as regras do encontro, o candidato terá 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, responderá a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começarão às 9h e serão encerradas às 12h.

Agenda

06/08- Toninho do PSol

07/08 – Rodrigo Rollemberg (PSB)

11/08- José Roberto Arruda (PR)

 Agnelo sabatina fecomercio

Em sabatina na Fecomércio, candidato defendeu a desburocratização das licenças e certidões para empresas, a construção do aeroporto de cargas em Planaltina e incentivos ao setor privado para geração de emprego e renda

Primeiro candidato ao GDF ouvido por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados à Fecomércio, Agnelo Queiroz apresentou, nesta segunda-feira (4), suas propostas ao empresariado e fez um balanço de sua gestão. Agnelo defendeu a desburocratização da emissão de certidões empresariais, a construção do aeroporto de cargas de Planaltina e se comprometeu a incentivar o crescimento do setor privado, para aumentar a geração de emprego e renda. Agnelo teve 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, respondeu 15 perguntas.

“É hora de mostrar à sociedade tudo o que fiz. Desafio qualquer governo, em qualquer área, a mostrar que tenha feito mais do que a minha gestão, mesmo pegando a cidade destruída moral e administrativamente. Já fiz mais do que em todos os períodos anteriores. Não estou prometendo fazer, eu mostro o que fiz. Tenho competência para fazer da maneira correta, honesta e legal”, afirmou Agnelo, diante de representantes sindicais de mais de 80 mil empresas, que respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília.

O presidente da Fecomércio, Ademir Santana, abriu o evento explicando o objetivo do encontro. “Nossa finalidade é conhecer as principais propostas do candidato, principalmente em relação aos assuntos pertinentes ao nosso setor, como carga tributária e orçamento, por exemplo. Como eleitor brasiliense e presidente dessa instituição, acredito que o debate político precisa voltar ao plano das propostas”, afirmou Santana.

Questão tributária - Questionado sobre como o governo se posicionaria diante da retirada de produtos das micro e pequenas empresas da pauta de Substituição Tributária (ST), considerando critérios de produção concentrada, distribuição pulverizada e relevância tributária, Agnelo foi categórico. “Um dos primeiros projetos que apresentei à Câmara Legislativa, em 15 de fevereiro de 2011, foi o que adequava o Distrito Federal ao tratamento diferenciado e simplificado para as micro e pequenas empresas, previsto na legislação federal [Lei Complementar federal 123, de 14 de dezembro de 2006]. Vejam a diferença: a lei federal é de 2006. Um governo inteiro [de 2007 até 2010] passou e essa adequação não foi feita”, assinalou Agnelo, lembrando que criou a Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária tão logo assumiu o governo.

Feiras itinerantes - “Temos trabalhado para manter nossa economia aquecida. Não há um ato do meu governo que enfraqueça nossas empresas. Quem vem de fora vender aqui precisa se adequar às nossas regras e recolher os impostos pelo comércio ou serviço aqui realizados”, ressaltou.

Compras governamentais - Nesse campo, Agnelo explicou que o governo promoveu a capacitação dos servidores das áreas de compras das secretarias e das administrações regionais quanto à aplicação dos benefícios do Capítulo de Acesso a Mercados, da Lei nº 4.611/2011, padronizou os cadastros de fornecedores para participação nas compras públicas, reduziu o tempo de abertura e fechamento de empresas, criou um sistema online de emissão e acompanhamento de licenças de atividade econômica, que permite ao cidadão acompanhar a tramitação do seu processo, entre outras iniciativas.

Concessão de alvarás - Uma das soluções apresentadas foi a aprovação da Lei de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos) na Câmara Legislativa. “Ela favorecerá a definição dos usos e ocupação do solo e, certamente, vai desburocratizar os processos vinculados a um conjunto quase infinito de normas de uso e gabarito, as famosas NGBs”, completou Agnelo.

“Não basta a vontade política para resolver a questão das licenças de funcionamento. Há uma série de óbices jurídicos que precisam ser ultrapassados”, observou.

Crédito e financiamento - Agnelo Queiroz apresentou o Cartão Material Escolar como uma das iniciativas de sucesso voltadas para o segmento econômico. “Ele é realizado pelas secretarias de Educação e da Micro e Pequenas Empresas. É um exemplo de como favorecemos as pequenas livrarias e papelarias na venda de produtos para alunos carentes da rede pública”, argumentou. Agnelo também falou do Prospera DF, programa que teve resultado positivo na concessão de crédito para pequenos empreendedores.

Atração de novos investimentos - “Foram feitas leis inconstitucionais para o setor atacadista nos dois últimos governos [de 2002 até 2010], e os senhores sentiram isso na pele e no bolso. Isso gerou uma dívida de bilhões para o setor. Com muito empenho, conseguimos, no Confaz, autorização para perdoar essas dívidas e impedir a completa falência das empresas que aqui operam”, explicou Agnelo, logo após ser questionado sobre como pretende combater a concorrência dos estados vizinhos, em todos os setores da economia, sobretudo no comércio atacadista.

Agnelo também explicou que o governo fez uma nova legislação, com a participação ativa do setor. As leis que protegem os atacadistas de verdade foram julgadas constitucionais pelo TJDFT, apesar das Ações Diretas de Inconstitucionalidade impetradas pelo Ministério Público.

“Temos trabalhado arduamente para melhorar nossa economia. Vejam o que aconteceu com a Copa do Mundo, que também ocorrerá nos inúmeros eventos que estão por vir para nossa cidade. Eles vão trazer turistas e, com eles, demanda por bens e serviços de nossas empresas”, completou.

O candidato à reeleição pela coligação Respeito por Brasília também respondeu perguntas sobre segurança pública, administrações regionais, resíduos sólidos e infraestrutura para o setor de eventos, entre outras.

 

 Coletivo Politico

O diretor da Rádio Federal, maior rádio web de Brasília, bateu o martelo e dará início ao Sabatina Rádio Federal, que ouvirá cada candidato em seus estúdios, em Águas Claras. O primeiro é com Luiz Pitiman (PSDB), na terça-feira (12), ao vivo, das 20h às 22h, no www.radiofederal.com.br Uma séria de entrevistas, apresentadas por Eldo Gomes, Sandro Gianelli, Ricardo Noronha (convidado especial), Idovan Araújo, Simara Borges e Jaqueline Mendes, que juntos irão sabatinar os candidatos ao governo do Distrito Federal, de forma imparcial e focado em um jornalismo de rádio, com interatividade, participação ao vivo via telefone (61) 3522-6759, skype e facebook.

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Cinco candidatos

Os 5 candidatos ao governo, Agnelo Queiroz (PT), Arruda (PR), Pitiman (PSDB), Rollemberg (PSB) e Toninho do Psol, serão sabatinados com muitas perguntas, questionamentos e dúvidas de ouvintes da Rádio Federal.

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Audiência

Araújo explica a Rádio Federal é um veículo novo, jovem e muito antenado, que pretende promover um debate será plural e ético com os debates. E que possui uma boa audiência através de smartphones, tablets e também via internet.

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Próximas datas

Depois da sabatina com Pitiman, dia 12, as próximas datas serão 19, 26 de agosto e 2 e 9 de setembro. A produção da Rádio Federal irá definir quais candidatos estarão nestes dias. O programa é voltado para o público jovem da capital.

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Cinco edições

O programa Rádio Federal nas Eleições de 2015 terá cinco edições, com seis jornalistas fazendo a sabatina de perguntas e interação do público do DF, via internet e telefone. A imprensa está convidada a acompanhar o evento e interagir.

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Fecomércio

Em outra frente, os candidatos ao governo do Distrito Federal confirmaram presença no ciclo de encontros organizado pela Federação do Comércio do DF. Cada um deles será sabatinado em um dia diferente pelos empresários.

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Agnelo confirmou

O primeiro a apresentar suas propostas, na segunda-feira (4), será Agnelo. Na terça (5), Pitiman. Na quarta (6), Toninho. Na quinta, é a vez de Rollemberg. No dia 11, Arruda encerra o ciclo. As sabatinas serão das 9h às 12h, na Fecomércio.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 01 de agosto de 2014, no Jornal Coletivo)

 

Foto: Dênio Simões/GDF

Foto: Dênio Simões/GDF

 

Os candidatos a governador do Distrito Federal confirmaram presença no ciclo de encontros organizado pela Federação do Comércio do DF. Cada um deles será sabatinado em um dia diferente pelos empresários. O primeiro a apresentar suas propostas, já na próxima segunda-feira (4), será Agnelo Queiroz (PT). Na terça (5), será a vez de Luiz Pitiman (PSDB). Na quarta (6), quem fala é Toninho do PSol. Na quinta, é a vez de Rodrigo Rollemberg (PSB). E na outra segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. Todas as sabatinas serão pela manhã, das 9h às 12h, na sede da Fecomércio.

“O nosso objetivo é conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos setores de comércio, serviços e turismo, que formam a base que nós representamos e uma vocação clara do Distrito Federal”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana. “Naturalmente, gostaríamos de ver abordados temas como carga tributária, compras governamentais de micro e pequenas empresas, mobilidade urbana, segurança, alvarás de funcionamento, crédito e incentivos para novos empreendimentos”, ressalta Adelmir.

Os políticos falarão para um público composto por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília. As sabatinas serão realizadas para convidados e abertas para presença da imprensa. “É uma oportunidade para os presidentes dos sindicatos do comércio saberem o que os candidatos ao governo do DF têm de propostas para os setores de comércio e serviços”, destaca o segundo vice-presidente da Fecomércio e presidente do Sindeventos, Francisco Maia.

O encontro funcionará da seguinte forma: o candidato terá 50 minutos para apresentar suas propostas. Em seguida, responderá a até 15 perguntas feitas pelo empresariado.

Serviço:

Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo

Endereço: Setor Comercial Sul, Quadra 6, Edifício Newton Rossi – 6º andar

Horário: a partir das 9h

Agenda

04/08- Agnelo Queiroz (PT)

05/08- Luiz Pitiman (PSDB)

06/08- Toninho do PSol.

07/08 – Rodrigo Rollemberg (PSB)

11/08- José Roberto Arruda (PR)

 Coletivo Politico

Depois da sabatina no Sindicombustíveis e do debate na noite desta quarta-feira na sede da Associação Comercial do DF, os candidatos ao Governo do Distrito Federal terão uma nova oportunidade para apresentar suas propostas ao setor produtivo. O local vai ser a sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O tema desenvolvimento econômico deve dominar a pauta de discussões dos candidatos ao Palácio do Buriti durante a próxima semana. A Fecomércio realizará encontros com os concorrentes ao GDF em dias diferentes, para que eles possam apresentar aos empresários brasilienses suas propostas para o comércio.

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Sabatina

Os políticos serão sabatinados por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília.

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Agnelo é o primeiro…

O primeiro a ser sabatinado, já na segunda-feira (4), será o governador Agnelo Queiroz (PT), candidato a reeleição. Na terça (5), será a vez de Luiz Pitiman (PSDB). Na quarta (6), se apresenta Toninho do PSol.

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…e Arruda o último

Na quinta, é a vez de Rodrigo Rollemberg (PSB) e na outra segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas.

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Regras do encontro

De acordo com as regras do encontro, o candidato terá 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, responderá a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começarão às 9h e serão encerradas às 12h.

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Objetivo

Segundo Adelmir Santana, presidente da Fecomercio, o objetivo é conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos segmentos de comércio, serviços e turismo

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Convidados

As sabatinas serão realizadas para convidados e abertas para a imprensa. Será uma oportunidade para os presidentes dos sindicatos do comércio saberem o que os candidatos ao GDF têm de propostas para os setores de comércio e serviços

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 31 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 logo fecomercio

O tema desenvolvimento econômico deve dominar a pauta de discussões dos candidatos a governador do Distrito Federal durante a próxima semana. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio) realizará encontros com os principais concorrentes ao Palácio do Buriti, em dias diferentes, para que eles possam apresentar aos empresários brasilienses suas propostas para o comércio. Os políticos serão sabatinados por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília.

O primeiro a ser sabatinado, já na próxima segunda-feira (4), será o governador Agnelo Queiroz (PT), candidato a reeleição. Na terça (5), será a vez de Luiz Pitiman (PSDB). Na quarta (6), se apresenta Toninho do PSol. Na quinta, é a vez de Rodrigo Rollemberg (PSB) e na outra segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas. De acordo com as regras do encontro, o candidato terá 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, responderá a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começarão às 9h e serão encerradas às 12h.

“O nosso objetivo é conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos segmentos de comércio, serviços e turismo, que formam a base que nós representamos e uma vocação clara do Distrito Federal”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana. “Naturalmente, gostaríamos de ver abordados temas como carga tributária, compras governamentais de micro e pequenas empresas, mobilidade urbana, segurança, alvarás de funcionamento, crédito e incentivos para novos empreendimentos”, ressalta Adelmir.

As sabatinas serão realizadas para convidados e abertas para presença da imprensa. “É uma oportunidade para os presidentes dos sindicatos do comércio saberem o que os candidatos ao governo do DF têm de propostas para os setores de comércio e serviços”, destaca o segundo vice-presidente da Fecomércio e presidente do Sindeventos, Francisco Maia.

Serviço:

Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo

Endereço: Setor Comercial Sul, Quadra 6, Edifício Newton Rossi – 6º andar

Agenda

04/08- Agnelo Queiroz (PT)

05/08- Luiz Pitiman (PSDB)

06/08- Toninho do PSol.

07/08 – Rodrigo Rollemberg (PSB)

11/08- José Roberto Arruda (PR)

 

O percentual de famílias brasilienses endividadas recuou pela quarta vez neste ano. O número de famílias com algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros passou de 621.397 (83,9%) em abril para 596.015 (80,5%) em maio no DF. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

O estudo mostra também uma queda no número de inadimplentes. O universo das famílias com contas em atraso passou de 76.104 em abril para 73.070 em maio. Para o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, os brasilienses estão aprendendo a lidar melhor com os instrumentos de crédito disponíveis. “Com as taxas de juros mais altas este ano, o consumidor está procurando reduzir o seu endividamento buscando a quitação ou renegociação das suas dívidas, Além disso, estão mais cautelosos em contrair novas obrigações nesse primeiro semestre do ano”, aponta Adelmir.

O grande responsável pelas dívidas continua sendo o cartão de crédito. Do total de famílias endividadas, 85,2% se disseram comprometidas nessa modalidade. Algumas acumulam mais de um tipo de dívida. Dentre as famílias com contas em atraso, 42,6% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 42,7% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente. Do universo de famílias endividadas, 1,2% disseram não ter condições de quitar as contas.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

 

  

A Copa do Mundo anima o comércio brasiliense. Segundo pesquisa do Instituto Fecomércio realizada na semana passada, 60,5% dos comerciantes acredita que ocorrerá um aumento nas vendas durante o período. Apenas 24,5% diz que o faturamento irá cair e 14,9% afirmam que o movimento permanecerá o mesmo. Dentre os empresários otimistas, o aumento esperado nas vendas do comércio é de 34,11%, com destaque para os segmentos de material esportivo, calçados e restaurantes, que estimam alta nas vendas da ordem de 55%, 44,12% e 40,15%, respectivamente. O levantamento ocorreu entre os dias 19 e 21 de maio de 2014.

Na opinião do presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, os visitantes estrangeiros desejam mais do que somente acompanhar os jogos. “Os empresários sempre são otimistas em relação às expectativas de vendas em datas especiais. Com o Mundial não está sendo diferente. Cada turista que visita a cidade leva presentes para si e para os parentes. Eles também querem conhecer a nossa cultura e aproveitar a culinária típica local. É importante atender bem esses visitantes para que eles fiquem satisfeitos e retornem a nossa cidade. Isso fará o comércio crescer cada vez mais”, destaca Adelmir.

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Para dar conta da demanda, 44,4% dos entrevistados dizem que devem ampliar seus estoques. Os segmentos de material esportivo, vestuário e restaurantes aumentarão seus estoques em valores superiores a 50%. Já 47,5% dos empresários disseram que vão manter o mesmo estoque e 8% dos entrevistados manterão suas reservas abaixo do praticado nesse período.

Entre os empresários entrevistados, 82,8% farão algo atrativo para o período, sendo que 42,5% farão mudanças na vitrine e 24,9% investirão em propagandas. De acordo com os comerciantes, os produtos mais vendidos durante o Mundial serão: camisetas da Copa (15,9%); camisa oficial da seleção (10,4%); tênis/sapatilhas/sapatos (10%); bebidas alcoólicas e televisão, ambas com 8,3%; bermudas/shorts (6,9%) e maquiagem nas cores do Brasil (4,5%). Apesar disso, apenas 6,9% das empresas entrevistadas realizarão contratações temporárias com foco na Copa do Mundo. O gasto médio dos turistas com presentes foi estimado em R$ 111,19, sendo que o cartão de crédito deve corresponder a 88,1% das formas de pagamento.

Hotelaria

A maioria dos empresários entrevistados (82,8%) espera aumento na ocupação de seus empreendimentos hoteleiros, sendo que 55,2% dos hotéis realizaram investimento específico para a Copa do Mundo. Desses, 66,7% fizeram reforma nos quartos e 14,3% investiram na área de lazer. O preço médio das diárias, durante a Copa do Mundo, deverá ser de R$ 463,79. E 44,8% dos hotéis entrevistados já aceitam moedas estrangeiras, principalmente dólar americano. A expectativa é de que os hóspedes permaneçam nos estabelecimentos por pelo menos dois dias.

Locadoras de veículos

A maioria dos empresários entrevistados nessa categoria (70%) acredita que haverá crescimento na locação de veículos no período. Os entrevistados acreditam que a maioria dos clientes na época da Copa do Mundo serão brasileiros (87%), enquanto os estrangeiros representarão apenas 13% da clientela. A pesquisa revela ainda que 30% dos entrevistados declaram que seus funcionários tiveram algum tipo de preparação específica para a época, referentes a idiomas estrangeiros, e 70% disseram que seus colaboradores não receberam qualquer treinamento/orientação para o mundial. O preço médio da diária para locação de veículos durante o Mundial deverá ser de R$ 165. Neste caso, os empresários aceitarão apenas moeda local.

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, foi reeleito por unanimidade de votos. A eleição ocorreu nesta quarta-feira (21), com chapa única, na sede da instituição, no Setor Comercial Sul, em Brasília. O novo mandato vai de junho de 2014 a junho de 2018. O primeiro vice-presidente Miguel Setembrino também foi reconduzido. O segundo e o terceiro vice-presidentes passam a ser, respectivamente, os empresários Francisco Maia e Fábio de Carvalho.

“Agradeço a confiança dos empresários e pretendo, cada vez mais, fazer com que a Fecomércio tenha uma representatividade do tamanho do Distrito Federal”, ressaltou Adelmir Santana. Fundada em 4 de outubro de 1970, a Federação do Comércio é composta por 25 sindicatos filiados e dois associados. Sua missão é contribuir, por meio do fortalecimento dos setores de comércio e serviços, para o desenvolvimento econômico, social e político do Distrito Federal. A Fecomércio também é responsável por administrar o Sesc, o Senac e o Instituto Fecomércio no DF.

A eleição da entidade foi supervisionada por uma comissão formada pelo ex-governador José Ornellas; pelo assessor legislativo da Fecomércio, Athayde Passos da Hora; pelo superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL), Antônio Xará; e pelo assessor especial da presidência da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Diones Cerqueira. As eleições dos 27 sindicatos da base da Fecomércio tiveram início no fim de 2013 e terminaram em março deste ano.

Nascido em 19 de abril de 1945, em Nova Iorque, Maranhão, Adelmir Santana veio para Brasília em 1964. Formou-se em Administração de Empresas pelo UniCeub e, em 2004, concluiu o curso de especialização em Gestão Estratégica para Dirigentes Empresariais, na INSEAD, em Fontainebleau, na França. Como empresário, atuou principalmente no comércio varejista de produtos farmacêuticos e criou uma rede de farmácias. Foi senador da República pelo Distrito Federal (2007 a 2011), presidente do conselho deliberativo do Sebrae Nacional por dois mandatos (2007 a 2010) e presidente do conselho deliberativo do Sebrae-DF. É também vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e integra importantes conselhos na área de saúde e desenvolvimento econômico.

Nova Diretoria

A nova diretoria da Fecomércio-DF ficou com a seguinte composição: presidente do conselho consultivo, Alberto Salvatore Giovani Vilardo. Conselheiros: Antônio José Matias de Sousa, Jose Djalma Silva Bandeira, Laudenor de Souza Limeira, Luiz Carlos Garcia, Mitri Moufarrege e Rogerio Torkaski.

Presidente, Adelmir Santana. Vice-presidente: (1º) Miguel Setembrino Emery de Carvalho, (2º) Francisco Maia Farias, (3º) Fábio de Carvalho. Vice-presidentes: Antonio Tadeu Perón, Carlos Hiram Bentes David, Edy Elly Bender Kohnert Seidler, Francisco das Chagas Almeida, José Geraldo Dias Pimentel, Oscar Perné do Carmo e Tallal Ahmad Ismail Abu Allan.

Diretores secretários: vice-presidente administrativo, José Aparecido da Costa Freire; 2º diretor secretário, Hamilton Cesar Junqueira Guimarães; 3º diretor secretário, Roger Benac.

Diretores tesoureiros: 1º vice-presidente Financeiro, Paolo Orlando Piacesi; 2º diretor tesoureiro, Joaquim Pereira dos Santos; 3º diretor tesoureiro, Charles Dickens Azara Amaral.

Diretores adjuntos: Hélio Queiroz da Silva, Diocesmar Felipe de Faria e Glauco Oliveira Santana.

Diretores suplentes: Alexandre Augusto Bitencourt, Ana Alice de Souza, Antonio Carlos Aguiar, Clarice Valente Aragão, Edson de Castro, Elaine Furtado, Erico Cagali, Fernando Bezerra, Francisco Messias Vasconcelos, Francisco Sávio de Oliveira, Francisco Valdenir Machado Elias, Geraldo Cesar de Araújo, Jó Rufino Alves, Jose Fagundes Maia, Jose Fernando Ferreira da Silva, Luiz Alberto Cruz de Moraes, Milton Carlos da Silva, Miguel Soares Neto, Roberto Gomide Castanheira, Sulivan Pedro Covre.

Conselho fiscal (titulares): Alexandre Machado Costa, Benjamin Rodrigues dos Santos e Raul Carlos da Cunha Neto. Conselho fiscal (suplentes): Antônio Fernandes de Sousa Filho, Maria Auxiliadora Montandon de Macedo, Henrique Pizzolante Cartaxo.

Delegados titulares representantes junto à CNC: Adelmir Santana e Rogério Torkaski. Delegados suplentes junto à CNC: Antônio José Matias de Sousa e Mitri Moufarrege.

O percentual de famílias brasilienses endividadas recuou pela terceira vez neste ano. Depois do aumento no mês de março (quando 31 mil famílias entraram na faixa de endividamento), em abril mais de 8 mil famílias deixaram o montante de endividados. O número de famílias com algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros passou de 630.222 (85,1%) em março para 621.397 (83,9%) em abril no DF. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

Apesar da estabilidade no endividamento, o estudo mostra um aumento considerável no número de inadimplentes. O universo daqueles com contas em atraso passou de 61.233 em março para 76.104 em abril. “As pequenas parcelas a serem pagas quando somadas atingem um montante que muitas vezes não cabe no orçamento da família brasiliense. Ainda mais neste momento em que estamos vivendo uma nova escalada das taxas de juros, já em patamares bastante desfavoráveis aos consumidores”, aponta o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana.

O grande responsável pelas dívidas continua sendo o cartão de crédito. Do total de famílias endividadas, 86,9% se disseram comprometidas nessa modalidade. Algumas acumulam mais de um tipo de dívida. Dentre as famílias com contas em atraso, 35% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 52,5% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente. Do universo de famílias endividadas, 12,5% dos brasilienses disseram não ter condições de quitar as contas.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

O sistema de saúde do Distrito Federal é um dos piores do País. Quem faz esta avaliação é o próprio Ministério da Saúde, por meio do Índice de Desempenho do SUS. No estudo realizado pela pasta, o DF ficou em 20 lugar entre as unidades federativas brasileiras, o que denota a baixa qualidade. Faltam médicos, leitos e equipamentos. Inclusive itens básicos, como sondas, luvas e algodão. Diante desse quadro, é necessário apresentar melhorias para área. Por isso, a Fecomércio debaterá o tema, nesta terça-feira (8), das 9h às 12h, como parte da sétima edição do projeto institucional Brasília 2015.

O programa nasceu em setembro de 2012, com objetivo de realizar discussões pluralistas sobre a cidade, sem conotação partidária. Ao final do ciclo de palestras será produzida uma publicação com as soluções propostas pelos representantes do comércio. “A saúde é um direito universal e deveria ser garantida com qualidade e de forma gratuita pelo Estado. Infelizmente, não é o que ocorre no DF e no resto do Brasil”, observa o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana. “Essa triste realidade precisa mudar”, completa Adelmir.

Participarão desta edição do projeto da Fecomércio, como debatedores, quatro profissionais da saúde que são referência em Brasília: o coordenador da Cirurgia Geral da Secretária de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Baellon Pereira Alves; o enfermeiro e pós-doutor em políticas públicas em saúde da criança, Elionai Dornelles Alves; o médico e presidente da ZAS Médicos Associados, empresa de consultoria e estruturação de investimentos na área de saúde, Moacir Zanatta e o professor da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Tiago Coelho de Souza.

O projeto Brasília 2015 é fruto da preocupação com o futuro da cidade. “O nosso objetivo é fazer uma publicação da Federação junto as suas bases, com análises de especialistas, para que possamos entregar ao próximo governante uma posição do comércio em relação aos problemas que afligem toda a sociedade”, ressalta Adelmir Santana.

Já participaram do programa como palestrantes o geógrafo e professor emérito da UnB, Aldo Paviani; o arquiteto Carlos Magalhães; o presidente da Codeplan, Jlio Miragaya; o superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado; o professor da Enap José Luiz Pagnussat; o professor de finanças públicas da UnB Roberto Piscitelli; o consultor de economia e administração Nilson Holanda; o secretário de Planejamento do Paraná, Cassio Taniguchi; a presidente do Metrô do DF, Ivelise Longhi; a ex-secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão; o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do DF (Senac), Luiz Otávio da Justa Neves; o diretor do Centro de Ensino Fundamental Arapoanga, Jordenes Ferreira da Silva; o presidente do Conselho de Educação do DF, Nilton Alves Ferreira; e o diretor acadêmico da Faculdade Iesplan, José Leopoldino das Graças Borges.

O Distrito Federal registrou em janeiro de 2014 a terceira redução seguida no número de pessoas com contas em atraso na capital do País. Em janeiro, foi registrada uma queda de mais de nove mil endividados (1,1%) em comparação com dezembro de 2013. No primeiro mês do ano, o percentual de famílias brasilienses endividadas foi de 81,3%, o equivalente a 601.652 famílias brasilienses com algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio).

Na opinião do presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, as quedas seguidas mostram que os brasilienses estão tendo um cuidado maior na hora de utilizar o crédito. “Em 2013, o crédito destinado ao consumo sempre esteve em evidência como o principal causador de dívidas. Agora, o cidadão está mais atento ao uso indevido do cartão”, explica Adelmir Santana. Ele também ressalta que os candangos usaram o décimo terceiro para regularizar as contas. “O décimo terceiro foi usado para amenizar os gastos que geralmente surgem no começo do ano, como compra de material escolar, seguro de carro e quitação de impostos”, conclui Adelmir.

Entre as famílias com contas em atraso, 33,3% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 57,8% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente. Apenas 9,0% falaram que não têm condições de pagar os débitos. Nacionalmente, o percentual de endividados foi de 63,4% no mês de janeiro. O dado mostra que a média de famílias com contas em atrasos em Brasília é bem superior ao índice nacional.

Apesar do declínio dos endividados na capital do País, um dos grandes instrumentos geradores de dívidas continua sendo o cartão de crédito. Do total de endividados, 87,5% se disseram comprometidos nessa modalidade. Alguns acumulam mais de um tipo de dívida. A pesquisa foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários que utilizam o crédito como ferramenta para o incremento das vendas, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

Câmara Legislativa e Fecomércio: agenda comum Foto: Silvio Abdon/CLDF

Câmara Legislativa e Fecomércio: agenda comum Foto: Silvio Abdon/CLDF

O presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure (PT), e os deputados Aylton Gomes (PR) e Eliana Pedrosa (PSD) – também da Mesa Diretora – estiveram na Federação do Comércio (Fecomércio/DF). Recebidos pela diretoria da entidade, os deputados defenderam uma aproximação entre o Legislativo e o setor empresarial da cidade.

“Precisamos trabalhar em parceria com o empresariado para reduzir erros e equívocos”, defendeu Wasny de Roure em resposta ao presidente da Fercomércio/DF, Adelmir Santana, que lamentou a aprovação de algumas leis inócuas para empresários. Santana disse, contudo, confiar no Legislativo: “Confiamos neste Poder Constituinte e queremos ajudar, por isso estamos abertos ao diálogo em prol da transformação da sociedade”.

A deputada Eliana Pedrosa reforçou a importância de encontros periódicos entre as instituições. E o presidente da Câmara concordou: “Só assim poderemos encaminhar com mais rapidez as questões”. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Fecomércio)

O percentual de famílias brasilienses endividadas em janeiro de 2013 foi de 85,7%. O índice é igual ao que foi registrado em dezembro de 2012. Equivale a 634.863 famílias com algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros. É o que mostra a pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).

Apesar da estabilidade no endividamento, o estudo mostra uma queda considerável no número de inadimplentes. O universo daqueles com contas em atraso (inadimplentes) passou de 95.352 para 66.172. O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, conta que os consumidores utilizaram a ltima parcela do décimo terceiro salário para quitar débitos. “Os brasilienses usaram o décimo terceiro para a quitação de algumas dívidas, já com o intuito de amortizar os gastos que geralmente surgem no início do ano, relativos a impostos, compra de material escolar e seguro de carro”, explica.

O maior vilão dos brasilienses continua sendo o cartão de crédito. Do total de endividados, 89,2% se disseram comprometidos nessa modalidade. Alguns acumulam mais de um tipo de dívida. Dentre as famílias com contas em atraso, 42,9% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 43,4% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente, enquanto 12,1% não conseguirão honrar os compromissos.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

 

Brasília vai dormir de luto. Nosso arquiteto descansou após 104 anos de batalha. Com certeza, agora Oscar Niemeyer repousa sobre o céu da cidade e do alto admira a sua obra mais genial.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal lamenta, com profundo pesar, o falecimento do nosso Niemeyer, o arquiteto de Brasília. Niemeyer representou uma fonte de inspiração para o mundo e se tornou um sinônimo de genialidade ao desenhar em traços modernistas a capital da República.

Além das diversas obras de arte, deixa um legado de amor pela vida e engajamento na defesa da sociedade.

Nota Fecomércio: Brasília de luto

 

O percentual de famílias endividadas aumentou no Distrito Federal em novembro. É o que mostra a pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O número de brasilienses que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros passou de 84,2% em outubro para 85,9% em novembro. Com isso, o DF tem agora 636.146 consumidores endividados em diversas modalidades.

O maior vilão dos brasilienses continua sendo o cartão de crédito. Do total de endividados, 90,5% se disseram comprometidos nessa modalidade. Alguns acumulam mais de um tipo de dívida. Na opinião do presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, esse dado pode parecer alarmante, mas uma análise mais aprofundada indica que as pessoas estão trocando dívidas grandes por débitos menores, com a ajuda do décimo terceiro salário. “O total de envidados, ou pessoas que tem prestações a pagar, aumentou. Mas o número de consumidores com dívidas em atraso, ou seja, que estão inadimplentes, diminuiu em mais de 20 mil” explica Adelmir.

“Isso é positivo para a economia e reforça a análise de que o brasiliense tem maior capacidade de endividamento pelo fato de possuir uma renda per capita mais elevada”, completa o presidente da Fecomércio. Dentre as famílias com contas em atraso, 17,7% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 72,9% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente.

Sobre a pesquisa

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. Foram entrevistas nessa amostra 600 famílias.

45,7% dos 236 empresários entrevistados ampliaram os estoques. Preço médio dos presentes varia entre R$ 532,24 e R$ 32,96.

Levantamento feito pela Instituto Fecomércio aponta uma expectativa de aumento de 9,29 % nas vendas para o Natal na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a entidade, 45,7% dos 236 empresários de nove segmentos entrevistados ampliaram os estoques para a data.

O levantamento foi feito com os ramos de lojas de departamento, brinquedos, vestuário, calçados, móveis e decoração, utilidades domésticas, floricultura, informática, livraria e papelaria. 51,6% dos entrevistados apostaram em vendas superiores a 2011, enquanto 8% acreditam que os lucros poderão diminuir.

De acordo com o Instituto Fecomércio, esta é a época mais forte do comércio no DF. Só nas lojas de departamento, o incremento do estoque será de 27,1%, segundo o levantamento. Em seguida está o setor de floricultura, que aumentará a quantidade de mercadoria em 22,5%. O aumento médio do estoque em todos os setores é de 9,4%.

O preço médio dos presentes é de R$ 84,47. As opções mais caras estão nos segmentos de móveis e decoração, com valor médio de R$ 532,24, e as mais baratas no ramo de informática, com peças por R$ 32,96. (Do G1 DF)