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	<title>Blog do Callado &#187; Eleições 2010</title>
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		<title>Pesquisas eleitorais e o dinheiro de campanha</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
As pesquisas eleitorais de início de campanha servem para direcionar as ações de cada candidato, onde acertam e como corrigir os possíveis erros. Também são essenciais para montar estratégias e discursos em cada região do Distrito Federal. Mas um ponto passa imperceptível ao cidadão comum: o de arrecadação de dinheiro para a campanha.
Com levantamentos favoráveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>As pesquisas eleitorais de início de campanha servem para direcionar as ações de cada candidato, onde acertam e como corrigir os possíveis erros. Também são essenciais para montar estratégias e discursos em cada região do Distrito Federal. Mas um ponto passa imperceptível ao cidadão comum: o de arrecadação de dinheiro para a campanha.</p>
<p>Com levantamentos favoráveis em mãos, candidatos batem na porta de empresários e empresas em busca de recursos para bancar sua estrutura de campanha. Se os números forem muito bons, as chances de arrancar mais dinheiro são maiores. Se o político estiver em queda, seu potencial minguar ou estiver em posição desfavorável, os cofres tendem a se fechar e o pires fica vazio.</p>
<p>Um empresário não doa dinheiro para campanha por simpatia a esse ou aquele candidato. Ele defende os interesses de sua empresa. Pode visar contratos em um próximo governo ou evitar futuras possíveis perseguições. Um exemplo: um candidato que chega com uma pesquisa debaixo do braço lhe dando 20 pontos percentuais à frente do oponente pode se dar ao luxo de ser procurado por empresários que, por sua vez, temem ficar no prejuízo caso não apareçam na lista de contribuintes de um governante eleito. É a cultura do medo.</p>
<p>Quando o vento das pesquisas vão mudando e dando novos ares à campanha, tornando-a mais equilibrada, os empresários ficam machos e se deixam ser procurados. Muitos ainda esboçam sonoro “não”, para aquele candidato que não nutre qualquer simpatia. O medo fica de lado e a razão flui.</p>
<p>O início de campanha também é morno em termos de eventos públicos. Quem ainda não conseguiu fazer caixa e não quer meter a mão no bolso passa o dia em reuniões internas para o seu staff, escolhendo as possíveis vítimas, onde e de que forma irão arrancar os recursos necessários para bancar suas despesas. E, de preferência, ainda sobrar um caixa dois para aumentar o patrimônio dos caciques da campanha.</p>
<p>Depois que todos forrarem o bolso e as contas eleitorais, é hora de botar o bloco na rua e cumprimentar, beijar e abraçar vossa excelência, o povo. Comer muito sarapatel e tomar vários cafezinhos em biroscas nos mais diversos cantos da cidade.</p>
<p>A partir desse momento, as pesquisas irão mostrar um cenário mais consolidado. Será quando os candidatos mostrarão sua força de persuasão e poderão pagar os marqueteiros, as equipes de TV e de rádio, os líderes comunitários e o exército de pessoas que balança bandeiras, distribui santinhos e outras pragas, e fica gritando ensandecido o nome do patrão em comícios. Também fica mais intensa a campanha corpo a corpo. Assim, esperam ganhar mais pontos nas pesquisas e seduzir um ou outro empresário mais emburrado para um necessário reforço de campanha. A partir de agora é hora de ficar atento aos números das pesquisas. Elas irão dizer muito e mostrar tendências de subida e de desempenhado dos candidatos. Há dois meses da eleição, uma tendência costuma se materializar. Quem tiver mais votos e melhor caixa que trate de preparar-se para a reta final.</p>
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		<title>Sujos retiram seus blocos da rua</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 13:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>

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Em eleições anteriores, era comum homens poderosos, com contas bancárias de muitos dígitos, entrarem na política para se safar de problemas com a Justiça. Muitos empresários ou figurões envolvidos em crimes fiscais, tributários ou até comuns procuravam cadeiras no Legislativo para se beneficiarem da contestada im(p)unidade parlamentar. A política havia se tornado um refúgio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Em eleições anteriores, era comum homens poderosos, com contas bancárias de muitos dígitos, entrarem na política para se safar de problemas com a Justiça. Muitos empresários ou figurões envolvidos em crimes fiscais, tributários ou até comuns procuravam cadeiras no Legislativo para se beneficiarem da contestada im(p)unidade parlamentar. A política havia se tornado um refúgio de foras da lei.</p>
<p>O quadro começou a mudar com a aprovação da lei de iniciativa popular da Ficha Limpa que, pela primeira vez no país, escancarou os fichas sujas. E, o que é melhor, proibiu que os sujos possam ser candidatos.</p>
<p>Muitos ainda não acreditam que a lei possa vingar. É fato no Brasil que existem leis que pegam e outras que não pegam. Mas essa, ao contrário de tantas outras que nascem das cabeças criativas e ociosas de nossos representantes no Legislativo, é uma lei séria e que veio para ficar.</p>
<p>Claro que existem aqueles que irão buscar brechas para driblar a nova regra. Para isso é que existem caros e renomados advogados com trânsito livre nos gabinetes dos tribunais superiores. Mas, dessa vez, vai sair muito caro para quem quiser deixar de ser um ficha suja. E a conta será paga na Justiça, seja ela comum ou eleitoral.</p>
<p>O brasiliense aprovou e comemorou a nova lei e pretende defenestrar os sujos da política e da máquina pública. Pesquisa do Instituto Dados, em parceria com o Grupo Comunidade de Comunicação, mostra que 87% da população rejeitam os fichas sujas e não dariam o voto para quem deve à Justiça. Por outro lado, apenas 10,3% votariam nos sujos, um percentual muito pequeno. Não sabem ou não quiseram responder somam 2,7%.</p>
<p>E tem de tudo, desde candidato à Câmara Legislativa até postulante ao governo do Distrito Federal. É um festival de impunidade desafiando a lei. Espera-se que com o Ficha Limpa, seja feita uma assepsia na política brasileira e brasiliense e que se expurgue de vez aqueles que entram para a vida pública para ficar limpo na privada.</p>
<p>Oportunistas e compradores de votos terão que buscar outros caminhos para se livrar das penalidades da lei. Os luxuosos escritórios de advocacias devem organizar filas para atender os novos clientes que perderam a imunidade nessas eleições. Há muito não se via no país um clima de euforia e de esperança de que os nossos representantes sejam mesmo nossos e não de grupos empresariais ou de interesses próprios. Que vingue o Ficha Limpa e o sujos recolham suas fantasias e retirem o bloco da rua&#8230;</p>
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		<title>A incerteza vai às urnas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-DF]]></category>

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		<description><![CDATA[Tribunal Regional Eleitoral do DF recebe 82 ações de impugnações contra 77 candidatos. Segundo o TRE, os motivos se dividem entre desincompatibilização, comprovação de escolaridade, lei da Ficha Limpa e idade mínima 
Marôa Pozzebom, do Jornal da Comunidade 
A semana regada de pedidos de impugnações acentua a instabilidade no cenário político. No total foram 82 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tribunal Regional Eleitoral do DF recebe 82 ações de impugnações contra 77 candidatos. Segundo o TRE, os motivos se dividem entre desincompatibilização, comprovação de escolaridade, lei da Ficha Limpa e idade mínima </em></p>
<p><em><strong>Marôa Pozzebom, do Jornal da Comunidade</strong> </em></p>
<p>A semana regada de pedidos de impugnações acentua a instabilidade no cenário político. No total foram 82 ações registradas no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) contra 77 candidatos. Segundo o TRE, os motivos se dividem entre desincompatibilização (desvinculação de cargo público), comprovação de escolaridade, contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do DF, lei da Ficha Limpa e idade mínima exigida para ocupar o cargo. Em âmbito nacional, das 20 mil candidaturas registradas, 2,7 mil estão ameaçadas de impugnações.</p>
<p>Dos 1.081 candidatos que disputam as eleições de 2010, o Ministério Público Eleitoral (MPE) havia registrado inicialmente 11 pedidos de impugnação, mas nessa última semana incluiu mais 66 nomes na lista. Os distritais Benício Tavares (PMDB) e Cristiano Araújo (PTB), além do candidato ao GDF Joaquim Roriz (PSC), são alguns dos que tiveram pedidos de impugnação protocolados por adversários políticos, além do Ministério Público.</p>
<p>Entretanto, dentro desse conjunto de 77 pedidos de impugnação, dez candidatos foram enquadrados como ficha suja, por terem sido condenados por um colegiado de juizes ou que tenham renunciado para evitar uma cassação. Estão nesta situação um candidato a governador, Joaquim Roriz (PSC); uma postulante ao Senado, Maria de Lourdes Abadia (PSDB); dois à vaga de deputado federal, Weber Magalhães (PSDB) e Júnior Brunelli, que foi expulso do PSC na quinta-feira (15); e seis a distrital, Aguinaldo Lélis (PP, já desistiu de ser candidato), Cristiano Araújo (PTB), PH (PCdoB), Marco Lima (PTB), Tiago Mendes (PHS) e Benício Tavares (PMDB).</p>
<p>Os candidatos que receberam o pedido de impugnação por outros motivos justificaram, em nota, os equívocos e esperam a decisão final da Justiça Eleitoral. O Partido Verde afirmou que recebeu com “surpresa e estranheza” o pedido de impugnação do médico Luiz Maranhão, que compõe a chapa do candidato ao GDF Eduardo Brandão, do mesmo partido. Maranhão irá ao TSE para comprovar sua escolaridade, conforme comunicado.</p>
<p>Já o PSTU declarou, que apresentará todas as provas de desvinculação de seus cinco candidatos das suas funções em cargos públicos no período que determina a lei eleitoral. O Partido Socialismo e Liberdade (PSol) garantiu que apresentou toda documentação necessária para comunicar o afastamento dos respectivos órgãos empregadores para a candidatura de servidores públicos a cargos eletivos nas eleições do DF. Mas, a Procuradoria Regional Eleitoral no DF entende que é necessária a emissão de outro documento do órgão no qual o servidor está lotado, para que se prove a desincompatibilização. O Departamento Jurídico do PSol e os candidatos encaminharam nova documentação para que seja anexada ao processo.</p>
<p><strong>Julgamento em agosto</strong></p>
<p>As ações devem ser julgadas até o dia 5 de agosto pelos TREs. E o Tribunal Superior Eleitoral lança o seu parecer no prazo máximo de 15 de agosto. Entretanto, o caminho que esses processos irão percorrer é longo. Tudo começa com uma denúncia feita pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), coligação, partido político ou pelo próprio Tribunal. Em seguida os casos são analisados individualmente pelos relatores do TRE. Os alvos da impugnação são notificados pelo Tribunal para manifestarem suas defesas e em seguida o juiz reserva quatro dias para ouvir testemunhas. O MPE e as partes dos processo podem apresentar alegações finais dentro de cinco dias e encerrado esse período o processo pode ir a julgamento. Os relatores do processo precisam apresentar as justificativas e apresentar o seu voto. E se a corte considerar procedente a denúncia o registro da candidatura é cassada. Mas o candidato pode recorrer no período de três dias ao TSE, que tem até 19 de agosto para divulgar a decisão final.</p>
<p>O candidato pode continuar a sua campanha durante o período de julgamento e recursos. Como a lei da Ficha Limpa se trata de matéria constitucional pode parar no Supremo Tribunal Federal (STF). Com a aplicação da nova lei o número de pedidos de impugnação dos fichas sujas foi recorde diante das eleições anteriores. Esse recurso sempre existiu no Tribunal, mas pela primeira vez causa instabilidade política e jurídica no cenário eleitoral. Segundo o advogado e ex-ministro do TSE, José Eduardo Alckmin, não há tempo e juízes suficientes para julgar todos esses processos.</p>
<p>“A campanha começou e não se sabe se o candidato pode continuar ou não. A insegurança jurídica de um lei nova, que entrou em rigor nas vésperas das convenções, é explicita”, diz Alckmin.</p>
<p>O ex-ministro também ressaltou que alguns casos podem permanecer pendentes e serem solucionados apenas no ano que vem. O Tribunal tem um prazo a cumprir, mas pode determinar prazo impróprio, ou seja, os juízes e relatores não tiveram condições humanas diante do prazo.</p>
<p>“Não acredito que dê tempo de julgar os processos do dia para noite, porque cada caso é um caso e muitos serão resolvidos após a eleição”, dispara o advogado Eduardo Alckmin.</p>
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		<title>Pesquisa evita fichas sujas no poder</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[ Suzano Almeida, do Jornal da Comunidade 
 
A proximidade das eleições e o surgimento da lei da Ficha Limpa já começaram a surtir efeito. Com a exposição de nomes que correm risco de impugnação, o eleitor começa a ficar mais atento a quem vai às urnas nesta eleição. Para não votar errado e passar quatro anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <em>Suzano Almeida, do Jornal da Comunidade </em></strong></p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_3627" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/files/2010/07/david.jpg"><img class="size-full wp-image-3627" title="David Fleischer" src="http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/files/2010/07/david.jpg" alt="" width="240" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">professor de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer </p></div>
<p>A proximidade das eleições e o surgimento da lei da Ficha Limpa já começaram a surtir efeito. Com a exposição de nomes que correm risco de impugnação, o eleitor começa a ficar mais atento a quem vai às urnas nesta eleição. Para não votar errado e passar quatro anos com a uma pedra no sapato, o eleitor precisa ir um pouco mais a fundo e pesquisar o passado de seus candidatos.</p>
<p>Nos sites dos órgãos do Judiciário o eleitor pode pesquisar pelo nome dos candidatos suas condenações, desde que elas não corram sob segredo de justiça, evitando colocar um ficha-suja na vaga parlamentar.</p>
<p>O professor de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer diz que o eleitor deve se inteirar se o candidato tem ficha suja e que ele a atenção tem que se voltar também para o novos candidatos, já que esses não possuem uma ficha tão conhecida, quanto os já eleitos em outros pleitos.</p>
<p>Fleischer pede ao eleitor que fique atento aos velhos e novos candidatosUm ponto positivo destacado pelo professor foi as eleições de 2006 no Rio de Janeiro, quando a justiça impediu que candidatos com processos e condenações fossem candidatos. Na ocasião nenhum dos impugnados consegui se eleger ou reeleger. Fleischer destaca que a não observância pode custar caro para os cofres públicos.</p>
<p>Para o coordenador de projetos da ONG Transparência Brasil (www.transparenciabrasil.org.br) Fabiano Angélico a culpa não pode ser atribuída ao eleitor. Apesar dos vários meios de informação, como a internet, que possui inúmeros sites, incluindo de tribunais em que o cidadão pode consultar processos contra candidatos, ele acredita que a rotina cansativa das pessoas não contribui para que elas procurem se aprofundar na vida dos seus representantes. Fabiano diz que a responsabilidade deveria ser maior por parte das próprias autoridades e da imprensa na divulgação dessas informações.</p>
<p>Fleischer diz também que além do Ficha Limpa outra medida que deveria ser posta em prática é o fim da imunidade parlamentar, uma das grandes muralhas que protegem os corruptos, preservando apenas a imunidade da palavra – que dá ao político a liberdade de expressão do pensamento sem o risco de um processo. Ele cita como exemplo os Estados Unidos onde o político é condenado como um cidadão comum.</p>
<p>“Eu já vi, nos EUA, político poderoso indo para a cadeia. Aqui na Câmara tem político acusado de pedofilia e condenado por causas graves. Precisamos mudar as leis para que os políticos sejam passiveis de punição”, afirma o cientista político.</p>
<p>Para maiores informações de como pesquisar sobre os candidatos o cidadão pode acessar os sites da Justiça Eleitoral do DF (www.tre-df.gov.br), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (www.tjdft.jus.br) e da Transparência Brasil.</p>
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		<title>Entrevista: Vigilante defende redução de custos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Vigilante]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Candidato a distrital, Chico Vigilante vai apresentar projeto para um corte de 30% nos gastos do Legislativo e garante que o setor produtivo não irá mais pagar propina
Marôa Pozzebom, do Jornal da Comunidade 
O ex-deputado distrital e primeiro suplente do PT na Câmara Legislativa, Chico Vigilante é novamente candidato a ocupar uma cadeira no Legislativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Candidato a distrital, Chico Vigilante vai apresentar projeto para um corte de 30% nos gastos do Legislativo e garante que o setor produtivo não irá mais pagar propina</em></p>
<p><em><strong>Marôa Pozzebom, do Jornal da Comunidade </strong></em></p>
<p><a href="http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/files/2010/07/Chico.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3623" title="Chico" src="http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/files/2010/07/Chico.jpg" alt="" width="200" height="180" /></a>O ex-deputado distrital e primeiro suplente do PT na Câmara Legislativa, Chico Vigilante é novamente candidato a ocupar uma cadeira no Legislativo distrital. Uma de suas propostas é a redução de custos na Câmara Legislativa que poderiam chegar a 30%. Vigilante fala, ainda, nesta entrevista sobre os casos de corrupção que envolveram os poderes públicos brasilienses, diz que o setor produtivo não irá mais pagar propina, denuncia o cartel no transporte público e explica como foi construída a articulação da chapa do candidato a governador, Agnelo Queiroz e a presença do PMDB, que trouxe o vice, Tadeu Filippelli.</p>
<p>Entre suas propostas, pretende priorizar as áreas de segurança pública, saúde, educação, ocupação do solo e principalmente a moralização do Poder Legislativo. Em 2002, Vigilante se elegeu sendo um dos deputados distritais mas bem votados, a sua vasta experiência é marcada desde 1990, quando foi eleito deputado federal com mais de 18 mil votos.</p>
<p><strong>Qual será a sua principal proposta para conseguir uma cadeira na Câmara Legislativa?</strong></p>
<p>Uma Câmara que tem menos de 20 anos de idade e poderia perfeitamente ter sido um exemplo para a população, mas o que a gente vê hoje é um descrédito completo com relação à Câmara Legislativa. Eu já estou com um estudo pronto, um projeto que foi elaborado por técnicos que conhecem profundamente a situação da Câmara Legislativa, e possa assegurar para os eleitores que eu sendo eleito no meu primeiro dia de mandato vou apresentar uma proposta que corta 30% dos gastos da Câmara. Porque não adianta cortar os gastos de um gabinete, nós temos que cortar no todo. E eu estou convencido, o documento aponta isso, são vários incontestes mostrando que a gente pode reduzir 30% dos gastos da Casa e ela vai funcionar muito bem.</p>
<p><strong>O senhor sempre foi um crítico contumaz dos governos federal e distrital, como analisa a atual situação que Brasília está passando?</strong></p>
<p>O DF vive uma situação política muito grave. Eu comparo o DF hoje com a situação que aconteceu no Acre. Em 1990, o secretário de Segurança Pública do Acre que depois virou deputado, Hildebrando Pascoal, que até serrava gente com motosserra. Portanto lá no Acre o prefeito Jorge Viana do PT teve que fazer uma aliança ampla envolvendo desde o PMDB até o PSDB, nós do PT autorizamos a aliança para livrar o Acre do crime organizado. Aqui no DF não é diferente. Nós temos uma situação onde o crime ingressou em todas as esferas de poder. Contaminou o Executivo, o Legislativo e parte do Judiciário do DF passando inclusive pelo Ministério Público. Por isso, nós tivemos que fazer uma aliança ampla no DF pegando todos os partidos que não concordam com essa situação vivida pelo DF e é insuportável para a população. Com essa aliança nós acreditamos que é possível eleger o companheiro Agnelo Queiroz como governador e o Filippelli como vice.</p>
<p><strong>Além de apoio político, o PT está conseguindo atrair o setor produtivo para a campanha de Agnelo e Filippelli?</strong></p>
<p>Nós estamos tento hoje um amplo apoio do setor produtivo do DF que não suporta mais pagar propina. Você pega o empresário que quer investir no DF além de adquirir o lote na área do Pró-DF após ter pago por ele ainda precisa esperar na fila. Portanto, na medida que nós conversamos com o setor produtivo nós asseguramos para ele que no governo Agnelo Queiroz não haverá propina. Porque nós queremos o setor produtivo engajado nesse projeto para gerar empregos. Nós hoje somos uma unidade da Federação capaz de exportar bens e serviços para fora do DF. E nós queremos ampliar ainda mais isso, porque na medida que você amplia a capacidade de oferecer e prestar serviço, abrir a capacidade de empregar no DF ajuda muito a nossa juventude.</p>
<p><strong>Como combater a corrupção?</strong></p>
<p>Eu já conversei com o companheiro Agnelo para combater a corrupção, uma praga que vem se alastrando na política brasiliense, é a criação de uma corregedoria competente e especializada que possa combater todo tipo de corrupção. Eu posso assegurar à população do DF que no governo de Agnelo Queiroz e eu sendo deputado distrital não haverá corrupção, porque, na medida que surgirem denúncias, sejam quem for que tenha cometido qualquer ato de improbidade, será imediatamente afastado. Será apurado e punido. O problema em Brasília é que as pessoas aprontam, roubam e depois não temos punição nenhuma.</p>
<p><strong>Como foi construída a aliança entre PT e PMDB?</strong></p>
<p>Desde que eu era presidente do PT já vinha há três anos conversando com o deputado Tadeu Filippelli, que é o presidente do PMDB, e dizendo para ele da necessidade dessa aliança. A gente sempre conversou isso de maneira madura, mas sem dar muita visibilidade para que as pessoas não atrapalhassem o processo que nós estamos fazendo. E por que a gente fez isso? Porque a briga nossa aqui não foi com o PMDB. A nossa primeira eleição que disputamos em 90, época em que se implantou a eleição direta no DF era candidato do PT o médico Carlos Saraiva e Saraiva e foi candidato do PMDB Elmo Serejo. O Roriz foi candidato pelo PTR. Portanto, a briga sempre foi entre PT e Roriz. Nunca foi PT e PMDB. E a partir do momento que o Filippelli teve a capacidade e a hombridade de enfrentar o Roriz e colocar ele para fora do PMDB facilitou essa aliança que nós fizemos. Nós temos cerca de um terço dos eleitores do DF, mas para ganhar temos que ter 50% mais um. Então primeiramente nós buscamos um candidato que amplia além do PT, e é por isso que eu apoio o Agnelo. Porque além dos partidos de esquerda tradicionais que é PT, PDT, PSB, PCdoB, a gente precisava ir além desse aspecto político, por isso, trazemos um partido de centro como o PMDB, o PRB, enfim até o próprio PTB para essa caminhada.</p>
<p><strong>Qual será o mote da campanha?</strong></p>
<p>Nós vamos mostrar o novo contra o passado. É preciso, e as pessoas de Brasília são inteligentes, porque esse esquema de corrupção do DF não é esquema de três anos ou de três meses, ele tem vinte anos. Portanto, o pai de tudo isso não foi o Arruda, ele só aperfeiçoou o esquema, porque, a origem de tudo isso foi nos governos anteriores. Todos os males existentes no DF ligados a corrupção foram implementados nas últimas duas décadas. Isso que é insuportável.</p>
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		<title>PSDB e DEM: como se deram mal</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 12:50:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
A Caixa de Pandora deu um freio de arrumação na política local e reduziu a pó algumas candidaturas tidas antes como favoritas. Também aposentou políticos e assessores que fizeram carreira há anos no serviço público. Mas, além de atingir pessoas, também complicou a vida de alguns partidos políticos.
Antes poderosos, com uma máquina partidária invejável e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>A Caixa de Pandora deu um freio de arrumação na política local e reduziu a pó algumas candidaturas tidas antes como favoritas. Também aposentou políticos e assessores que fizeram carreira há anos no serviço público. Mas, além de atingir pessoas, também complicou a vida de alguns partidos políticos.</p>
<p>Antes poderosos, com uma máquina partidária invejável e disputados a tapa por candidatos, pode-se dizer, com antecedência dos três meses para a data do pleito, que PSDB e Democratas são os grandes derrotados da Eleição 2010. Já entraram na campanha derrotados.</p>
<p>O Democratas tem uma situação ainda pior. Perdeu o governador, o vice-governador, o presidente da Câmara Legislativa, o comando do Palácio do Buriti. Perdeu o poder e o glamour. Muitos podem pensar que ainda lhe restou um bom patrimônio eleitoral como seus quatro deputados distritais (Eliana Pedrosa, Raad Massouh, Geraldo Naves e Paulo Roriz), um deputado federal (Alberto Fraga) e um senador (Adelmir Santana).</p>
<p>Mas, vamos aos fatos. Dos quatro distritais, dois não foram eleitos e sairam da suplência devido a infortúnios judiciais dos ocupantes titulares. E, o que é pior, o partido não conseguiu convencer nenhuma outra legenda, mesmo nanica, a fazer uma aliança para melhorar a totalização de votos. É praticamente impossível o Democratas conseguir atingir o coeficiente eleitoral para reconduzir os quatro à Câmara Legislativa. Se conseguir eleger dois será um grande feito. A condução das negociações foi de um amadorismo impressionante, fruto talvez dos desentendimentos na cúpula regional.</p>
<p>No Congresso Nacional, houve uma troca de posições. O deputado Fraga é candidato ao Senado e o senador Adelmir é candidato à Câmara Federal. Fraga bem que tentou viabilizar uma candidatura ao governo do DF, mas o isolamento a que o DEM foi submetido e a briga interna o fez desistir. Resultado: o partido caiu no colo de Roriz. De tanto criticar o PSDB, o Democratas queimou a língua e tomou o mesmo caminho. É exagero falar que a legenda está a caminho da extinção no DF, mas que terá que passar por um duro recomeço, terá.</p>
<p>No PSDB a situação é menos crítica. Mas a vida também não será fácil para os distritais. Como o DEM, o partido não conseguiu uma aliança que a ajude a atingir o coeficiente eleitoral. Hoje, são dois tucanos na Câmara Legislativa (Raimundo Ribeiro e Milton Barbosa), que ainda terão que disputar vaga dentro da legenda com o ex-deputado Zé Edmar, bom de voto e de confusão. Além disso, a novata Sandra Faraj promete movimentar a máquina da fé ao seu favor. No Congresso, a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia é a grande aposta para a legenda voltar a brilhar. Ela vai tentar uma vaga ao Senado e vai travar uma briga sangrenta com Alberto Fraga pela segunda vaga, tendo ainda a sombra do socialista Rodrigo Rollemberg na disputa. A situação de Cristovam Buarque é cômoda e será o mais bem votado ao Senado.</p>
<p>Ou seja, tucanos e democratas podem sair da campanha eleitoral menores do que entraram. Ficaram isolados e quando tomaram rumo, já era tarde para ocupar os melhores lugares. Correm o risco de serem ultrapassados em cadeiras na Câmara por nanicos como PSC e PMN e não tão nanicos como o PP e o PR. A Caixa de Pandora foi implacável com as duas legendas. Quem sobreviver no tucanato e nos democratas terá a árdua missão de reestruturar o seu partido para, quem sabe, terem um 2014 menos complicado.</p>
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		<title>Carta de Pedro Passos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 14:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Passos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Brasília, 09 de julho de 2010.
 
 
 
Aos meus amigos, amigas, eleitores, eleitoras, companheiros e companheiras do PMDB.
 
Após pensar muito, com muita dor e muito sofrimento cheguei à seguinte conclusão:
 
Ainda não estão definitivamente curadas as feridas abertas com a cruel injustiça e maldade que sofremos com a “Operação Gautama”, mesmo tendo sido totalmente inocentado de tudo, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Brasília, 09 de julho de 2010.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Aos meus amigos, amigas, eleitores, eleitoras, companheiros e companheiras do PMDB.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Após pensar muito, com muita dor e muito sofrimento cheguei à seguinte conclusão:</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Ainda não estão definitivamente curadas as feridas abertas com a cruel injustiça e maldade que sofremos com a “Operação Gautama”, mesmo tendo sido totalmente inocentado de tudo, mesmo o Supremo Tribunal Federal tendo decidido unanimemente que minha prisão foi ilegal, arbitrária, absurda, inclusive criticando severamente a juíza que a determinou, mesmo assim o tempo ainda não foi suficiente para curar as feridas provocadas no meu coração pelo sentimento de indignação e revolta com a enorme injustiça e crueldade que sofremos!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Sinto pelo carinho que tenho recebido de todos e pelo resultado das pesquisas que ganharíamos fácil essa eleição para Distrital!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Continuo apaixonado por Brasília e pela Política! Vou atuar com toda minha força e capacidade de trabalho para ajudar Brasília a conquistar dias melhores.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Nos quase 5 anos como deputado fui o que mais projetos apresentou, mais leis aprovou, mais assíduo e atuante. Atuei como deputado com amor intenso; me dediquei de corpo e alma exclusivamente ao mandato. Deixei totalmente minhas atividades empresariais, inclusive com perda significativa do meu patrimônio. Nos cinco anos que fui deputado meu patrimônio financeiro diminuiu muito!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Em compensação vivi momentos maravilhosos, o sentimento de poder ajudar as pessoas, ajudar nossa cidade e o carinho recebido em reconhecimento pelo nosso trabalho é extremamente gratificante e inesquecível!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Aprendi muito, conquistei grandes e verdadeiros amigos que terei imenso prazer em conviver por toda vida! Tudo que tenho de importante na vida, tudo que amo; minha família, meus filhos, meus amigos estão em Brasília, pretendo viver aqui toda minha vida!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Sou extremamente grato a Brasília e aos meus amigos por tudo de bom que sempre me proporcionaram. Por isso, continuarei na política, continuarei militando politicamente, continuarei participando dos debates e discussões que busquem dias melhores em todos os sentidos para nossa cidade!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Pretendo continuar ajudando durante toda minha vida, meus amigos, Brasília, e as pessoas da nossa cidade em tudo que estiver ao meu alcance, como forma de retribuir tudo de bom que aqui conquistei. O Distrito Federal, meus filhos, minha família e meus amigos são o meu maior patrimônio, o que tenho de mais importante na vida, continuarei leal a eles, continuarei trabalhando com muito amor, carinho e dedicação em busca de um mundo cada vez melhor para todos!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Mesmo sem nenhuma restrição que nos impedisse de disputar esta eleição, já com meu nome aprovado nas convenções do PMDB, com total chance de ganhar, sinto-me na obrigação de ser extremamente sincero e verdadeiro com todos e dizer que ainda não estou em condições pessoais de retornar a vida pública neste momento.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Mesmo honrado e orgulhoso com a aprovação unânime de meu nome na convenção do PMDB, agradecido com o entusiasmo, carinho e apoio que tenho recebido de tantas pessoas, sou obrigado a dizer com muita sinceridade que neste momento não estou preparado pessoalmente para exercer novo mandato. Com isso solicitei de forma lisonjeada e agradecida a retirada do meu nome da legenda do PMDB para as eleições deste ano. Não serei candidato nas eleições de outubro de 2010.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Certo de contar com a compreensão de todos; convicto de que na vida às vezes é importante recuar para ter como avançar, agradeço imensamente mais uma vez o carinho, atenção e apoio que tenho recebido!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Vamos juntos como cidadãos brasilienses e eleitores ajudar a eleger em outubro pessoas que neste momento possam dar também a sua contribuição e ajudar a construir um mundo melhor. Um forte e carinhoso abraço a todos!</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Pedro Passos</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;line-height: 150%">Julho/2010</p>
]]></content:encoded>
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		<title>TRE-DF divulga balanço sobre candidaturas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 20:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[TRE]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Com o fim do prazo para o pedido de registro das candidaturas, o TRE-DF divulgou os números parciais de requerimentos entregues à Justiça Eleitoral. Conforme prevêem as normas eleitorais, TRE-DF é o responsável por receber os pedidos dos partidos para os cargos de governador e vice, senador, deputado federal e deputado distrital.
Ao todo, foram requeridos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Com o fim do prazo para o pedido de registro das candidaturas, o TRE-DF divulgou os números parciais de requerimentos entregues à Justiça Eleitoral. Conforme prevêem as normas eleitorais, TRE-DF é o responsável por receber os pedidos dos partidos para os cargos de governador e vice, senador, deputado federal e deputado distrital.</p>
<p>Ao todo, foram requeridos sete pedidos de registro para a disputa ao cargo de governador do distrito federal. São os seguintes autores de pedidos: Agnelo Queiroz (PT), Joaquim Roriz (PSC), Toninho (PSOL), Newton Lins (PSL), Ricardo Machado (PCO), Rodrigo Dantas (PSTU) e Eduardo Brandão (PV).</p>
<p>De forma preliminar, apurou-se que foram requeridas 12 inscrições para o cargo de Senador, com os respectivos suplentes e 105 para deputado federal. O maior número de pedidos de registro de candidatura é para o cargo de deputado distrital: 773 solicitações.</p>
<p>Os pedidos de registro serão agora analisados. Nos termos da Resolução 23.223/10 do TSE, o TRE-DF, terá até o próximo dia 8 para publicar lista com a relação dos pedidos de registro de candidatos apresentados pelos partidos políticos ou coligação.</p>
<p>Depois de publicada a relação, os candidatos cujos nomes não foram enviados pelos partidos ou coligação terão até as 19h do dia 10 de julho para suprir a falta. A possibilidade está prevista no parágrafo 4º, do artigo 11 da Lei 9504/97, a Lei das Eleições.</p>
<p>Confira abaixo levantamento preliminar sobre o pedido de registro para os cargos de governador e vice, senador e deputado federal:</p>
<p><strong>GOVERNADOR</strong></p>
<p>AGNELO (PT)</p>
<p>TONINHO (PSOL)</p>
<p>EDUARDO BRANDÃO (PV)</p>
<p>RORIZ (PSC)</p>
<p>NEWTON LINS (PSL)</p>
<p>RICARDO MACHADO (PCO)</p>
<p>RODRIGO DANTAS (PSTU)</p>
<p><strong>SENADOR</strong></p>
<p>CADU VALADARES (PV)</p>
<p>CRISTOVAM BUARQUE (PDT)</p>
<p>CHICO SANT&#8217;ANNA (PSOL)</p>
<p>GILSON DOBBIN (PCO)</p>
<p>ALBERTO FRAGA (DEM)</p>
<p>JORGE ANTUNES (PSOL)</p>
<p>ABADIA (PSDB)</p>
<p>PR MILTON TADASHI (PTN)</p>
<p>MOACIR BUENO (PV)</p>
<p>ROBSON (PSTU)</p>
<p>ROLLEMBERG (PSB)</p>
<p>GERONIMO (PSL)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É azul contra vermelho. De novo</title>
		<link>http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/2010/07/05/e-azul-contra-vermelho-de-novo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agnelo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Roriz]]></category>

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		<description><![CDATA[Disputa pelo GDF volta à polarização do PT contra Roriz. Partidos tiveram até dia 30 para fazer as convenções e agora têm até dia 5 de julho para registrar os candidatos escolhidos
Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade
Houve muita especulação. Tentativa de criação de segunda, terceira, quarta via, centenas de possíveis nomes cotados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Disputa pelo GDF volta à polarização do PT contra Roriz. Partidos tiveram até dia 30 para fazer as convenções e agora têm até dia 5 de julho para registrar os candidatos escolhidos</em></p>
<p>Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade</p>
<p>Houve muita especulação. Tentativa de criação de segunda, terceira, quarta via, centenas de possíveis nomes cotados para encabeçar uma chapa para o Governo do Distrito Federal. No final, voltamos à disputa do ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que tentará seu quinto mandato, contra o PT, que nesse pleito vai com o ex-ministro do Esporte Agnelo Queiroz.</p>
<p>O professor do Instituto de Ciências Políticas da UnB Ricardo Caldas diz que as duas candidaturas ainda estão sob risco de serem impedidas. Ele conta que o Ministério Público já avisou que entrará com pedido de impugnação da chapa rorizista, e acha que, em retaliação, muito provavelmente os correligionários do ex-governador vão abrir representação contra Agnelo também, principalmente para igualar as situações. Para o professor, a situação de Roriz é pior, mas Agnelo também tem “alguma coisa que pode ser explorada”.</p>
<p>A construção do cenário das eleições foi cheia de idas e vindas. De um lado, PT, PSB, PDT e PCdoB, partidos que já compõem a base de apoio do governo Lula, estavam fechados. De outro, Roriz, no pequeno PSC, estava com várias outras legendas menores.</p>
<p>Caldas avalia que o fato de o quadro eleitoral ter voltado é indicativo de que “o cenário político do DF não evoluiu”. Para ele, ainda temos as “mesmas práticas” de sempre em Brasília.</p>
<p>De fato, os principais critérios para os partidos se aliarem uns aos outros, de maneira genérica, foi o tempo de TV e rádio de cada agremiação e os coeficientes eleitorais, ou seja: em qual aliança tal partido elege um deputado de maneira mais fácil.</p>
<p>O PMDB, do deputado federal Tadeu Filippelli, aliado histórico de Roriz no DF, resolveu seguir sua política nacional e entrar para o campo governista. Dessa forma, fechou aliança inédita com o PT, indicando o próprio Filippelli como vice. Mas não sem resistência. O governador Rogério Rosso, imbuído do orgulho de estar à frente do Palácio do Buriti, lançou-se como pré-candidato ao governo. Rosso foi derrotado na convenção regional e não deve ter papel preponderante no processo eleitoral do DF.</p>
<p>Com isso, estava montada a chapa principal dos vermelhos, com Agnelo para governador, Filippelli para vice, o senador Cristovam Buarque (PDT) concorrendo para a reeleição e o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB) também concorrendo ao Senado.</p>
<p>Do lado de Roriz, a maioria dos apoios de peso chegaram nos últimos dias. O PSDB viveu enorme confusão para se decidir. Havia uma avaliação na direção nacional do partido de que ter Roriz ao lado de Serra seria muito mais um ônus do que uma vantagem. Por fim, os tucanos resolveram se juntar ao PSC, tendo Maria de Lourdes Abadia como candidata ao Senado.</p>
<p>Essa decisão deixou muito irritado o parceiro dos tucanos, o DEM. Os dois partidos são aliados desde que Fernando Henrique Cardoso foi presidente, tendo Marco Macielcomo vice.</p>
<p><strong>O indefinido PTB</strong></p>
<p>O PTB realizou sua convenção regional no último dia permitido e fechou apenas a lista de nomes que irão concorrer a deputado distrital e federal. A decisão sobre a coligação a ser fechada pelo partido foi remetida para a executiva regional. Isso significa que, na prática, a instância partidária teria até segunda-feira, às 19h, prazo final para as inscrições, para decidir seus rumos em 2010. Mas antes do fim de semana o partido anunciou que fechou acordo para estar na chapa de Agnelo Queiroz. Seu principal líder no DF e presidente da sigla, Gim Argelo, é senador, tendo herdado a vaga de Joaquim Roriz, depois que este renunciou. A não ser que alguma condenação casse o mandato de Roriz – o que faria com que Gim perdesse a vaga também -, ele tem mais quatro anos de mandato.</p>
<p>O PP foi outro que deixou sua decisão para a última hora. Ao final, decidiu-se por fazer parte da chapa de Roriz, mas deixou claro que guarda convergências com o outro lado também. A escolha do PP foi de ordem pragmática e contou com a negociação de um dos líderes regionais do partido, o deputado distrital Benedito Domingos.</p>
<p>No final, a maioria dos partidos se alinhou a um dos lados, Azul ou Vermelho, engrossando o tempo de TV e rádio e a estrutura disponível para cada um. Em troca, os “donos” das chapas acomodaram os interesses dos aliados, fornecendo melhores condições para eleger mais nomes nas campanhas proporcionais. Com as alianças sacramentadas, Agnelo tem hoje 54% mais tempo que Roriz de propaganda eleitoral. Só a aliança entre PT e PMDB garantiu a ele mais da metade do tempo. De um total de 20 minutos de propaganda por turno, Agnelo terá 10 minutos e 44 segundos.</p>
<p><strong>As idas e vindas do Democratas</strong></p>
<p>O DEM então, na última semana, anunciou que teria candidatura própria, na figura do deputado federal Alberto Fraga. Coronel reformado da Polícia Militar, Fraga é folclórico por suas declarações explosivas. O deputado escancarou diferenças internas no partido, ao criticar publicamente o presidente da sigla no DF, senador Adelmir Santana, e uma das lideranças mais tradicionais do partido, Osório Adriano. Fraga chegou a declarar que não iria se juntar a “ficha suja”, referindo-se a Roriz.</p>
<p>Os Democratas viveram, então, período em que buscaram intensamente aliados para viabilizar sua candidatura. Chegaram a dar como certa a aliança com o PPS, que nacionalmente já havia fechado com José Serra e que não queria entrar na chapa de Roriz.</p>
<p>Porém, um dia depois de anunciada a candidatura de Fraga, o PPS noticiou que, feitas as contas do coeficiente eleitoral, o partido não teria condições de eleger nenhum deputado distrital ou federal na coligação com o DEM e, portanto, teria se decidido por fazer parte da chapa de Agnelo Queiroz. Outros partidos que foram cogitados para compor com Fraga, como o PTB e o PP, resolveram suas vidas se aliando a Agnelo, caso do PTB, e com Roriz, caso do PP. Foi a última cartada para que o DEM desistisse da candidatura própria e, mesmo depois dos ataques desferidos a Roriz, desembarcasse na chapa Azul.</p>
<p>Um dos grandes problemas, interno ao DEM, que voltaria à tona, era a disputa pelas vagas. Com Fraga como candidato ao governo, Adelmir Santana poderia cumprir seu desejo de concorrer ao Senado, já que Adelmir conseguiu a cadeira por ser suplente de Paulo Octávio. Quando PO se tornou vice-governador, Adelmir assumiu, sem nunca ter passado por uma eleição, e queria se testar nas urnas.</p>
<p>Com o DEM na chapa de Roriz, há apenas uma vaga, de Senador, para o partido. O PR já compõe a chapa com Jofran Frejat como vice. Coube a Roriz decidir se o candidato ao Senado seria Adelmir ou Fraga. Preterido, Adelmir se disse descontente com a direção nacional do partido, já que, no diretório regional, tinha maioria para ser indicado. Agora, o presidente regional da sigla está na nominata que saiu da convenção regional dos Democratas como candidato a deputado federal, mas garante não ser seu desejo pessoal concorrer a esse cargo. Na prática, ele tem até o dia 5 para decidir se concorre ou não.</p>
<p><strong>Chapas</strong></p>
<p>Governo: Agnelo Queiroz</p>
<p>Vice: Tadeu Filippelli</p>
<p>Senado: Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg,</p>
<p>PT, PMDB, PDT, PSB, PCdoB, PRB, PHS,</p>
<p>PPS, PTB</p>
<p>Governo: Joaquim Roriz</p>
<p>Vice: Jofran Frejat</p>
<p>Senado: Maria de Lourdes Abadia e Alberto Fraga,</p>
<p>PSC, PSDB, DEM, PR, PMN, PTdoB, PRTB, PSDC, PTCP, PP</p>
<p>Governo: Toninho</p>
<p>Vice: Terezinha</p>
<p>Senado: Chico Santana e Jorge Antunes</p>
<p>PSOL</p>
<p>Governo: Eduardo Brandão</p>
<p>Vice: Paulo Lima</p>
<p>Senado: Moacir Arruda e Cadu Valadares</p>
<p>PV</p>
<p>Governo: Frank Svensson</p>
<p>Vice: João Batista da Silva</p>
<p>Senado: Rosana Chaib</p>
<p>PCB</p>
<p>Governo: Newton Lins</p>
<p>Vice: Paulo Vasconcelos</p>
<p>PSL, PTN</p>
<p>Governo: Rodrigo Dantas</p>
<p>Vice: Rosa Olímpio</p>
<p>Senado: Robson Raimundo</p>
<p>PSTU</p>
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		<item>
		<title>A jabulani é tua, Rosso</title>
		<link>http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/2010/07/05/a-jabulani-e-tua-rosso/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>callado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[GDF]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério Rosso]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Com o Supremo Tribunal Federal (STF) afastando de vez a sombra de uma intervenção federal no GDF e na Câmara Legislativa, o governador Rogério Rosso pode, finalmente, administrar com tranquilidade e liberdade. O gesso que apertava a máquina governamental foi tirado. Rosso tem a bola em suas mãos e oportunidade de fazer em seu governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Com o Supremo Tribunal Federal (STF) afastando de vez a sombra de uma intervenção federal no GDF e na Câmara Legislativa, o governador Rogério Rosso pode, finalmente, administrar com tranquilidade e liberdade. O gesso que apertava a máquina governamental foi tirado. Rosso tem a bola em suas mãos e oportunidade de fazer em seu governo uma transição histórica pós-pandorismo.</p>
<p>Enfrentando um conturbado início de governo, com greves e articulações eleitorais que normalmente contaminam qualquer administração, Rosso vem conseguindo superar as adversidades e colocar o trem no trilho.</p>
<p>O episódio em que ele quebrou a palavra e decidiu se lançar a re-eleição foi superado. O seu objetivo era legítimo. Era um direito seu ser candidato, o problema foi não ter combinado com os russos. E na política nada é imposto, tudo é articulado e acertado com antecedência. A habilidade é a essência.</p>
<p>Jovem e competente, Rosso tem um futuro político promissor, mas precisa se afastar das más companhias e dar ouvidos ao bom senso. A hora agora é de esquecer as eleições e governar. Rogério Rosso vai entregar as obras que estão em andamento, precisa convocar os aprovados em concursos que agonizam pela falta de vontade política, administrar conflitos e dar a tranquilidade necessária ao governo para que a população volte a ter confiança na administração pública.</p>
<p>A campanha eleitoral deste ano deve ser a mais pesada da recente história brasiliense. Muita sujeira e baixaria ainda virão à tona. Denúncias, chantagens e vídeos deverão virar rotina até outubro, já que os seus produtores entraram de cabeça na campanha e pretendem se alojar novamente no Palácio do Buriti. O governador tem que passar longe dessa confusão, esquecer que existe uma disputa e tocar o barco. 2014 é logo ali e Rosso tem que deixar a sua marca para voltar à política por cima.</p>
<p>Acredito que ele vai conseguir fazer um bom governo. Erros todos têm e ninguém está livre de decisões equivocadas e de se deixar enganar por falsos conselheiros. O tempo dará o aprendizado que o governador precisa. O problema é que o tempo é curto e a margem de erro deve ser a menor possível. Portanto, Rosso, a oportunidade é agora. Faça o que tiver que ser feito e tire o GDF da lama em que ele entrou. A caneta e as decisões são suas. Entre para a história como aquele que afastou os escândalos do governo no cinquentenário da cidade. A intervenção é passado e meia dúzia que a defendiam baixaram a cabeça e saíram de cena. Deixa a tua marca e nos vemos em 2014.</p>
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