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Pesquisa indica que 25% veem ‘pouca responsabilidade’ da presidente. Para 20%, ela não é responsável. Aprovação do governo é de 42%

Do G1, em Brasília – Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (7) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra que 43% dos entrevistados julgam que a presidente Dilma Rousseff tem “muita responsabilidade” em relação ao escândalo de corrupção na Petrobras. Para 25%, Dilma tem “um pouco” de responsabilidade.

Somados os percentuais de “muita” e “pouca”, 68% consideram que ela tem algum tipo de responsabilidade. Na avaliação de 20%, Dilma não tem responsabilidade – 12% não souberam responder.

Segundo informou o jornal, o levantamento também indicou que 42% dos entrevistados avaliam como “bom” ou “ótimo” o governo da presidente, 33% como “regular” e 24% como “ruim” ou “péssimo”. Para 50%, ela fará um bom segundo mandato.

O Datafolha ouviu 2.896 pessoas entre as últimas terça (2) e quarta-feira (30) em 173 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Para 85% dos entrevistados, houve corrupção na Petrobras; 13% disseram que não sabem; 2% consideram que não houve. Dentre os que responderam que houve, 41% acham que os beneficiados foram partidos políticos; 11%, empreiteiras; 8%, funcionários da Petrobras; e 35%, todos.

Cesar maia

1. Em 2010 a economia crescia 7,5%, a inflação estava abaixo de 5%, a popularidade de Lula atingia o auge e o bolsa família projetava ampliação. Nessa situação, Dilma atingiu 70% no Nordeste. Apesar da vitória de Serra em S.Paulo, Dilma venceu no Sudeste com 52% dos votos. No Sul, Serra venceu com pequena vantagem de 8 pontos. No Norte/Centro-Oeste, Dilma venceu com vantagem de 6 pontos tendo obtido votações recordes no Norte com quase 90% no Amazonas…

2. O quadro agora em 2014 é muito diferente. Aécio tem vantagem no Sudeste que deve chegar a 15 pontos. No Nordeste, com a nova situação na Bahia e em Pernambuco, os 70% de Dilma vão cair pelo menos 3 pontos. No Sul Aécio abriu assim como no Centro-Oeste.

3. Em 2010, no total Dilma venceu com 53,2% a 46,8% –elas por elas- 6 pontos de diferença. É quase impossível que em 2014 a diferença seja maior que essa, com a economia parada, a inflação em uns 7%, a popularidade de Lula decrescente, o bolsa família consolidado e a série de escândalos atingindo diretamente o governo Dilma.

4. Dois presidentes do PT e o presidente da Câmara de Deputados do PT presos, a bancada do PT na Câmara passando de 17% para 13,5% e a Petrobrás atingida por atos de corrupção explícitos.

5. É impossível que em 2014 a vantagem de Dilma seja maior. Mas quanto menor seria? Este Ex-Blog, usando dados de ontem do GPP –portanto após o campo das pesquisas do Ibope e Datafolha- tabulou os resultados por região e os comparou com 2010. Com isso, a diferença de 6 pontos pró-Dilma em 2010 desparece e surge –criteriosamente- um empate entre os dois.

6. A decisão ocorrerá nas urnas e dependerá da localização e setorização da abstenção dos votos brancos e dos votos nulos.

7. Conheça a tabela comparativa 2014 – 2010. A conclusão é óbvia. As pesquisas do Ibope e do Datafolha divulgadas ontem no Jornal Nacional e hoje nos jornais retratam uma mobilização das ruas, nos últimos dias, favorável a Dilma. Hoje tem o debate, sábado e domingo pela manhã é um período de “silêncio”. E as urnas vão retratar o clima existente antes desses últimos dias.

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Eleição 2014: “Duas ou três coisas que eu sei dela”!

1. Datafolha dá 40 pontos de vantagem para Dilma no Nordeste. Pesquisa interna de Aécio dá 30 pontos de vantagem para Dilma no Nordeste. Esses 10 pontos de diferença significam 2,7 pontos a menos para Dilma em nível nacional. Datafolha dá 10 pontos de vantagem para Aécio no Sudeste. Pesquisa interna de Aécio dá 15 pontos de vantagem para Aécio no Sudeste. Esses 5 pontos de diferença significam 2,1 pontos em nível nacional. Ou seja, 2,7 + 2,1 = 4,8. Datafolha dá vantagem nacional a Dilma de 4 pontos. Pesquisa interna de Aécio lhe dá vantagem nacional de 1 ponto (0,8).

2. Quem inaugurou a campanha da baixaria foi Collor em 1989 –primeira eleição para presidente pós-regime militar. Apresentou ex-mulher de Lula dizendo que ele havia proposto aborto a ela e ela não aceitou e mostrou a filhinha. Campanha de Collor fez terrorismo econômico com os riscos de uma vitória de Lula. Antes do debate, enviou emissário militar a Lula dizendo que Collor tinha mandado fotografar com teleobjetiva ele no apartamento de uma suposta amante. Levou uma pasta para o debate onde estariam as fotos. E no debate citou um aparelho Três em Um que havia na sala daquele apartamento.

3. Em 1998 voltaram os temas sobre risco econômico em relação a Lula; e desde a campanha de Lula panfletos espalhados sobre filho de FHC com uma jornalista e compra de votos no Congresso.  Tanto em 1989 como em 1998 não existiam as redes sociais na campanha eleitoral. Se existisse a reverberação da baixaria seria muito, muito maior.

4. Eleição majoritária desde John Kennedy em 1960 –portanto há 54 anos- é campanha de IMAGEM dos candidatos. Cada um exaltando a sua e desmerecendo a do adversário. No Brasil, em todas as eleições desde 1989 que as imagens são antípodas. As imagens mais próximas –guardadas as diferenças de gênero- foram as de 2010. Com isso, o tema que cruzou a eleição de 2010 foi aborto, que elevou Marina e exigiu declarações enfáticas de Dilma e legitimação de líderes evangélicos.

5. Datafolha mostrou que otimismo com futuro da economia cresceu. Nada estranho, pois os candidatos produzem otimismo em relação ao futuro se ganharem. Em julho, o otimismo com o futuro da economia estava num patamar de 25%, depois num patamar de 30% e agora –na última pesquisa- 44%.  Aliás, pesquisa IPSOS (Estado de SP, 23) diz que 57% dos brasileiros estão otimistas com o futuro da economia. Os humores do mercado e da bolsa não são os mesmos.

6. Governo virtual. Em junho, Datafolha dizia que Dilma tinha 33% de ótimo+bom e 28% de ruim+péssimo. Hoje tem 42% de ótimo+bom e 20% de ruim+péssimo. Como tem acontecido com o amplo tempo de TV: reconstrução virtual do governo.

7. Quanto o caso Petrobrás afetou a decisão de voto?  Cada dia fica mais claro que pelo tempo e espaço que ocupou foi um tema eleitoralmente irrelevante. Uns analistas dizem que as acusações recíprocas explicam este empate em relação ao tema. Outros que a corrupção na política está na massa do sangue do eleitor.

8. Há duas questões inquestionáveis. a) A imagem do PT deteriorou e sua bancada de deputados federais caindo de 17% para 13,5% da Câmara mostra isso. O PMDB,  ganhe quem ganhar, não ganhou a eleição. E seus cardeais e bispos sabem disso. Em fevereiro terão constituído um bloco com outros partidos da “base”, elevando seus 12% de deputados para o dobro. Se ganhar Dilma, a pretensão ministerial chega a importantes ministérios. Se ganhar Aécio, chega a um ou outro ministério significativo.  Mas, nos dois casos, o candidato desse bloco, a presidente da Câmara –e favorito- será do PMDB, o deputado Eduardo Cunha.

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Populismo eletrônico!  Trechos do Ex-blog em 02 de junho de 2014!

1. Mas quando um governo tem uma avaliação entre ruim e regular, um generoso tempo de TV na campanha eleitoral pode construir virtualmente –por ficção televisiva- um bom governo, elevando sua avaliação ruim a regular para boa e até ótima.

2. A possibilidade de construir virtualmente um governo em campanha eleitoral é resultado de uma opinião pública que não dá muita atenção aos governos. O que entrou –para a maioria das pessoas- se parece com o que saiu, nos defeitos e nas virtudes. Só quando a performance de um governo afeta muito as pessoas, para o bem ou para o mal, é que a opinião delas é sólida e não muda com a campanha, apesar da ficção eleitoral na TV.

rollemberg frejat

Instituto entrevistou 1.212 eleitores em todo o DF entre 22 e 23 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na disputa de segundo turno para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%

Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado dia 16 de outubro, Rollemberg tinha os mesmos 57% das intenções votos válidos. Frejat também tinha 43%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que não sabem ou não opinaram, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 47%

Jofran Frejat (PR) – 36%

Branco / Nulo – 10%

Não sabe / não respondeu – 7%

Decisão do voto

O Datafolha perguntou ao eleitor se ele votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum, nos dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição no DF.

O resultado foi o seguinte:

Rollemberg:

Votaria com certeza: 44%

Talvez votasse: 22%

Não votaria de jeito nenhum: 32%

Não sabe: 2%

Frejat:

Votaria com certeza: 35%

Talvez votasse: 20%

Não votaria de jeito nenhum: 44%

Não sabe: 2%

Outra pergunta realizada durante o levantamento foi qual o número que o eleitor vai digitar na urna para confirmar ou anular o voto.

O resultado foi o seguinte:

Total:

Menções corretas: 79%

Não sabe o número do candidato: 12%

Menções incorretas: 3%

Não sabe como anular o voto: 5%

Rollemberg:

Menções corretas: 81%

Não sabe o número do candidato: 15%

Menções incorretas: 4%

Frejat:

Menções corretas: 87%

Não sabe o número do candidato: 10%

Menções incorretas: 3%

Avaliação de governo

O levantamento também perguntou como o eleitor avalia o governo de Agnelo Queiroz (PT). Para 17%, a gestão é “ótima” ou “boa”; 28% acham a administração “regular”; 54%, a avaliam como “ruim” ou “péssima”; 1% não soube responder. Em uma escala de 0 a 10, os entrevistados deram, em média, nota 4 ao governo.

Dados da pesquisa

Realizada nos dias 22 e 23 de outubro, O Datafolha entrevistou 1.212 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00087/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo

aecio dilma

Instituto ouviu 1.212 eleitores em todo o DF nos dias 22 e 23 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa do Datafolha realizada no Distrito Federal e divulgada nesta sexta-feira (24) mostra  Aécio Neves (PSDB), com 62% das intenções de votos válidos. Dilma Rousseff (PT) aparece 38%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Confira abaixo os números do Datafolha, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor :

- Aécio Neves (PSDB): 62%

- Dilma Rousseff (PT): 38%

No levantamento anterior do instituto, divulgado no último dia 17, Aécio aparecia com 65% das intenções de votos válidos e Dilma, 35%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que não sabem ou não opinaram, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 55%

- Dilma Rousseff (PT): 33%

- Branco/nulo/nenhum: 6%

- Não sabe: 6%

Avaliação do governo federal

A pesquisa do Datafolha mostra que 33% dos eleitores do DF avaliam de forma negativa a gestão da presidente Dilma Rousseff e a consideram “ruim” ou “péssima”. Outros 29% a consideram “ótima” ou “boa”. Para 38%, a administração é “regular” e 0% não sabe ou não respondeu. Na média, a nota do governo foi 5,2.

Dados da pesquisa

O Datafolha entrevistou 1.212 eleitores em todo o Distrito Federal nos dias 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00087/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número BR-001162/2014.

Cesar maia

1. Um problema dos arredondamentos. Se jogarmos os valores do Ibope, por região, na planilha, o resultado é Aécio 51,4 x 48,6 Dilma. Diferença de 2,8%! Olhando por aqui, o correto seria arredondar para 3% a diferença!

2. Como se pega o 51,4% e arredonda para 51,0, a diferença de 2,8% acaba-se arredondando para 2,0%! Será correto?

3. Em tempo. Na última pesquisa do Ibope, 37% responderam que tinham pouco ou nenhum interesse pela eleição. Na anterior foram 48%. Aquecendo.

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Debate tipo luta de boxe e ingenuidade dos candidatos!

1. A imprensa reclama da agressão mútua dos candidatos a presidente nos debates pela TV. Mas o desenho do posicionamento dos candidatos estimula esse tipo de dinâmica. Um de frente para o outro, não poderá dar outro resultado. E os candidatos morderam a isca e caíram na armadilha.

2. Isso produz caras e bocas fechadas e até raivosas, um apontando para o outro. O tempo que os candidatos gastaram em mídia training foi esquecido em função da formatação. Numa luta de boxe, os telespectadores vibram com os ataques entre os lutadores. Os lutadores têm um só foco: os adversários. Só se concentram neles. E é isso que os telespectadores querem.

3. Mas, no debate eleitoral pela TV, o foco dos candidatos deve ser os eleitores. Mesmo que estejam cara a cara, devem lembrar que, na TV, os gestos e a voz devem ser suaves, escandidos. Na Band –aquecidos pelo confronto- esqueceram as aulas que tiveram de mídia training. Deveriam lembrar que as câmeras são posicionadas frontalmente a eles e que estão falando –saibam ou não- para os telespectadores. E, para estes, a suavidade das imagens e da voz é fundamental.

4. Devem ter se esquecido das lições dos professores-pesquisadores de debates nos Estados Unidos. Quem tem a última palavra leva vantagem na TV. Dessa forma, quem pergunta deve fazê-lo para si mesmo. E usar pergunta do outro para a crítica, numa escada, onde a tréplica deve ser a conclusão. Usar as perguntas para que o outro se explique é perder a pergunta, pois a conclusão será do outro.

5. Deveriam esquecer, durante o debate, a formatação de luta de boxe e falarem para os telespectadores.  E as caras e bocas poderiam ser aprendidas com dois mestres recentes: Clinton e Blair. O YouTube está aí mesmo.

6. Obs.: A TV Band adotou o modelo francês, em que os candidatos fazem perguntas ou expõe temas livremente. Um avanço.

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Pesquisas Ibope e Datafolha por região: tendência diz que Sudeste vai decidir!

Dilma x Aécio, Ibope e Datafolha, por esta ordem.

1. SUDESTE: 46% x 54% e 41% x 59%. Diferença 9 pontos e 18 pontos.

2. NORDESTE: 61% X 30% e 68% x 32%. Diferença 31 pontos e 36 pontos.

3. SUL: 38% x 62% e 39% x 61%.  Diferença mínima.

4. NORTE+CENTRO-OESTE: 45% X 55% e 46% x 54%. Diferença mínima.

a) Sudeste tem 43% dos eleitores. Nordeste tem 27% dos eleitores. Façamos a média para o Nordeste: diferença de 33,5 pontos. Aplicando os 27% de eleitores, seria uma diferença nacional de 9 pontos.  Para o Sudeste como a diferença é grande não há como fazer a média. No caso de 9 pontos Aécio livra 3,9 pontos nacionais no Sudeste. No caso de 18 pontos, Aécio livra 7,7 pontos no Sudeste.

b) Para facilitar e como os pesos do Sul e do Norte-Centro Oeste são semelhantes, apliquemos a média dos dois sobre 30% do eleitorado. Seriam 42% para Dilma e 58% para Aécio. Essa diferença de 16 pontos corresponderia a 4,8 pontos em nível nacional pró Aécio.

c) Dessa forma, com a vantagem de Aécio no Sudeste de 9 pontos, teríamos a eleição empatada: 3,9 + 4,9 = 8,8 pontos. Se a vitória no Sudeste for de 18 pontos, somando Sul-NO/CO-Sudeste, teríamos 4,9 + 7,7 = 12,6 pontos para Aécio, mais que os 9 pontos no Nordeste de vantagem para Dilma.

d) Supondo que a situação no Nordeste esteja estabilizada e que no Sul e NO-CO as tendências se estabilizem, o campo decisivo para o resultado eleitoral em 26 de outubro será o Sudeste, onde Aécio vence em SP e MG e Dilma no RJ. Dilma reduz a diferença? Aécio mantém a diferença dada pelo Datafolha? Ou o que valerá será a diferença do Ibope?

Aecio e DIlma

A data prevista para a divulgação pelos dois institutos é o dia 15 de outubro.

O Ibope já está nas ruas para novo levantamento encomendado pela TV Globo. Além de avaliar as intenções de voto para a Presidência da República no segundo turno, a pesquisa também trará informações sobre a rejeição dos candidatos e a avaliação do atual governo.

Serão entrevistados 3.010 eleitores. O protocolo do levantamento é BR-01097/2014. O Ibope também registrou pesquisas de intenção de voto para governador nos Estados do Rio Grande do Norte e de Goiás.

Há outra pesquisa do Ibope para presidente, também contratada pela TV Globo, prevista para ser divulgada a partir de 16 de outubro. Serão entrevistados 2.002 eleitores e o protocolo do levantamento é BR-01101/2014.

O Datafolha vai às ruas nesta terça-feira, 14, e na quarta-feira, 15, para um levantamento nacional encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo o registro no TSE, serão entrevistados 9.260 eleitores. O protocolo do levantamento é BR-01098/2014. A data prevista para a divulgação dos resultados é 15 de outubro. O Datafolha também registrou pesquisas de intenção de voto para governador nos Estados do Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. (Diário do Poder)

Cesar maia

1. Em 2010, Dilma venceu o primeiro turno da eleição presidencial com 43,1%. Em 2014 caiu para 37,7%, ou menos 5,4 pontos.  Serra, em 2010, no primeiro turno, atingiu 30%. Aécio, agora, no primeiro turno, praticamente os mesmos, com 30,3%. Marina, em 2010, chegou a 18% e agora, em 2014, atingiu quase o mesmo, com 19,3%.  Em 2010, os votos brancos e nulos somaram 8,6%. Em 2014 somaram 10,44%. Abstenção em 2010 foi de 18,12% e em 2014 de 19,39%. Portanto, a única mudança foi a votação porcentual de Dilma/PT, que caiu dos tradicionais 43% no primeiro turno para 37,7%.

2. A primeira pesquisa Datafolha em 2010, no segundo turno, em 08/10, deu Dilma 48% e Serra 41% com 11% de brancos+nulos+não sabe. Agora, na mesma data, em 2014, deu Aécio 46% (um crescimento de 5 pontos sobre Serra) e Dilma 44%, uma queda de 4 pontos sobre Dilma-2010.

3. Aécio cresceu 15,7 pontos sobre o primeiro turno. Dilma cresceu 6,3 pontos. Marina + Outros somaram 21,6%. Desses, uns 70% foram para Aécio e uns 30% para Dilma.

4. Em 2010, Lula atingiu o auge da popularidade e a economia cresceu 7,5%.  Agora, em 2014, Lula é apenas um eleitor de referência e a economia está parada.

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Transferências de voto no segundo turno das eleições presidenciais no Brasil!

Metade dos eleitores inscritos não votou em nenhum dos dois no primeiro turno.

1. As pesquisas eleitorais sobre a eleição presidencial no Brasil começaram a ser divulgadas. Mas devem ser tomadas com prudência neste início de segundo turno. Quando se acompanha as curvas nas séries de pesquisas e se observa tendências ascendentes ou declinantes, deve-se imaginar um processo em que os eleitores estão formando sua opinião e convencendo outros. Por isso as curvas.

2. Na abertura do segundo turno, aquele candidato que tem curva ascendente, tende a ter uma taxa de agregação, inicial, maior que seu adversário, pois o entusiasmo dos que votaram nele no primeiro turno atinge os que votaram em outros ou não escolheram candidato no primeiro turno. Mas ainda não se pode tomar esta decisão dos “outros” eleitores como cristalizada. A campanha eleitoral na TV e no boca a boca que provoca é que vai ajustando ou sedimentando esta reação inicial.

3. A campanha de Aécio Neves levou/leva uma vantagem técnica sobre a de seus adversários e vai manter esta vantagem técnica no segundo turno. Explica-se. Usou e usa o instituto de pesquisas GPP, que desenvolveu nos últimos anos uma metodologia de amostragem superior aos demais (este Ex-Blog já comentou sobre a prevalência do fator espacial sobre os demais, etc.). Além disso, diversificando a amostra e usando perguntas sinalizadoras e em seguida cruzando-as com as intenções de voto, consegue-se antecipar tendências eleitorais, subsidiando a comunicação do candidato.

4. Numa política inorgânica como a brasileira, é ingenuidade pensar que o apoio de um ou outro candidato que não passou para o segundo turno, em nível nacional ou regional, transfira automaticamente os votos. Na verdade, o que se pode transferir é o voto potencial no candidato que passou para o segundo turno e que estava contido nos candidatos que não passaram para o segundo turno.

5. Isso se poderia saber ainda no primeiro turno com as perguntas e cruzamentos diversos. Sendo assim, na campanha eleitoral no segundo turno (que começou ontem na TV), com essa informação, a comunicação pode atrair e cristalizar os votos potenciais contidos em outras candidaturas, antes que sejam atraídos pela campanha virtual de seu adversário.

6. Não se trata de perguntar em que proporção a votação de Marina será transferida para os demais usando simplesmente as pesquisas que começam a ser divulgadas e que darão esse destaque. Há que se ir mais longe. A própria pergunta ao eleitor, em quem votou no primeiro turno, mostrará respostas que não são iguais aos votos depositados nas urnas. Mas não se trata de explicar aqui.

7. Há que se saber –desde o fim do primeiro turno- que potencial de re-decisão do eleitor que votou Marina ou não votou, tem para ir para um ou outro lado ou nenhum lado. Portanto, o fundamental é a demanda, ou seja, a lógica do eleitor. As declarações de Marina não serão capazes de fazer trocar de lado as razões do eleitor: não há transferência automática. Da mesma forma em relação aos 35% de eleitores que se abstiveram ou anularam o voto. Pode ter sido uma decisão ativa, ou apenas uma espera para decidir no segundo turno, quando se sentir mais empoderado.

8. Conhecidas as razões potenciais do eleitor –espaciais, valorativas, programáticas, temáticas, emocionais- que combinam com a desse ou daquele candidato/a, a comunicação fala para o eleitor certo e produz imediata sinergia.  Mas se as fotos e declarações bastarem aos candidatos e se deitarem em berço esplêndido, verão com surpresa que o eleitor não foi junto quando o trem passou.

9. Quem tiver essas informações, vence a eleição. Se –se- a equipe de Aécio analisou em profundidade as pesquisas do GPP, no primeiro turno, partirá com vantagem até se tornar favorito. Se…

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Reguffe

Reguffe

Instituto ouviu 1.199 eleitores em todo o DF nos dias 1º e 2 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Do G1 DF – O deputado federal Reguffe (PDT) lidera a disputa pelo Senado com 41% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2). Magela (PT) aparece com 19%. Em seguida, vem o senador Gim Argello (PTB), que tenta continuar no cargo, com 14%. Brancos e nulos somam 7%, e 15% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em comparação com o levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 26 de setembro, Reguffe e Magela oscilaram 1 ponto para baixo cada um e Gim Argello oscilou quatro pontos para cima.

O Senado vai renovar um terço das 81 cadeiras na eleição deste ano, sendo uma vaga para cada unidade da federação.

Confira os números da pesquisa sobre a disputa pelo Senado:

- Reguffe (PDT): 41%

- Magela (PT): 19%

- Gim Argello (PTB): 14%

- Sandra Quezado (PSDB): 3%

- Robson (PSTU): 0%

- Aldemário (PSOL): 0%

- Jamil Magari (PCB): 0%

- Expedito Mendonça (PCO): -

- Branco/nulo: 7%

- Não sabe/não respondeu: 15%

Dados da pesquisa

Realizada nos dias 1º e 2 de outubro, a pesquisa entrevistou 1.199 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00063/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000933/2014.

rollemberg

Instituto ouviu 1.199 eleitores em todo o DF nos dias 1º e 2 de outubro. Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do Distrito Federal:

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 39%

- Jofran Frejat (PR): 23%

- Agnelo Queiroz (PT): 21%

- Luiz Pitiman (PSDB): 4%

- Toninho do PSOL (PSOL): 3%

- Perci Marrara (PCO): 0%

- Branco/nulo: 4%

- Não sabe/não respondeu: 5%

No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias 25 e 26 de setembro, Rollemberg tinha 35%, Agnelo, 22%, e Frejat, 19%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e em parceria com o jornal Folha de S. Paulo.

Segundo turno

O Datafolha fez uma simulação de três cenários no segundo turno.

No primeiro, entre Rollemberg e Agnelo, o candidato do PSB venceria com 65%. O petista teria 25%. Branco, nulo ou nenhum somaram 7%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Rodrigo Rollemberg (PSB): 65%

Agnelo Queiroz (PT): 25%

Branco/nulo: 7%

Não sabe/não respondeu: 4%

No segundo cenário, entre Frejat e Agnelo, o candidato do PR venceria com 51%. O atual governador teria 35%. Branco, nulo ou nenhum somaram 10%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Jofran Frejat: 51%

Agnelo Queiroz: 35%

Branco/nulo: 10%

Não sabe/não respondeu: 4%

No terceiro cenário, entre Rollemberg e Frejat, o senador venceria com 56%. O candidato do PR teria 30%. Branco, nulo ou nenhum somaram 9%. Outros 4% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Rodrigo Rollemberg: 56%

Jofran Frejat: 30%

Branco/nulo: 9%

Não sabe/não respondeu: 4%

Rejeição

O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior é do atual governador, Agnelo, com 51%. Em seguida, aparecem Frejat (26%), Pitiman (23%), Toninho e Perci (21%) e Rollemberg (12%).

- Agnelo Queiroz (PT): 51%

- Jofran Frejat (PR): 26%

- Luiz Pitiman (PSDB): 23%

- Toninho do PSOL (PSOL): 21%

- Perci Marrara (PCO): 21%

- Rejeita todos: 2%

- Não rejeita nenhum: 3%

- Não sabe/não respondeu: 5%

Avaliação do governo

A pesquisa Datafolha também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 23%, a gestão é “ótima” ou “boa”; 36% a consideram “regular”; e 39%, “ruim” ou “péssima”. Não sabem ou não responderam somaram 1%.

Dados da pesquisa

Realizada nos dias 1º e 2 de outubro, a pesquisa entrevistou 1.199 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00063/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000933/2014.

Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) celebra o 70º aniversário da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

O governador Agnelo Queiroz (PT) aparece com 22% empatado com o candidato Jofran Frejat (PR), com 19%. Instituto ouviu 1.049 eleitores em todo o DF nos dias 25 e 26 de setembro

O Instituto Datafolha divulgou nesta sexta-feira (26) pesquisa de intenção de votos na corrida para o governo do Distrito Federal. O senador e candidato a governador Rodrigo Rollemberg (PSB), disparou na liderança com 35% e praticamente assegurou uma vaga no segundo turno. Em segundo lugar há um empate técnico entre o governador e candidato à reeleição Agnelo Queiroz (PT), com 22% e o ex-deputado Jofran Frejat, com 19%. Na sequencia aparecem Luiz Pitiman (PSDB), com 4%; Toninho do PSOL (PSOL), 3%; e, Perci Marrara (PCO), 0%. Declaram votar em branco ou anular o voto somam 8%. Não sabe/não respondeu são 9%.

Esta é a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha desde que Frejat entrou na disputa no lugar do ex-governador José Roberto Arruda como candidato do PR. No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias 8 e 9 de setembro, Arruda tinha 37%, seguido por Agnelo (19%) e Rollemberg (18%).  A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e em parceria com o jornal Folha de S. Paulo.

Segundo turno – O Datafolha fez uma simulação de três cenários no segundo turno. No primeiro, entre Rollemberg e Agnelo, o candidato do PSB venceria com 58%. O petista teria 25%. Branco, nulo ou nenhum somaram 9%. Outros 8% não souberam responder.

No segundo cenário, entre Frejat e Agnelo, o candidato do PR venceria com 46%. O atual governador teria 34%. Branco, nulo ou nenhum somaram 12%. Outros 8% não souberam responder.

No terceiro cenário, entre Rollemberg e Frejat, o senador venceria com 54%. O candidato do PR teria 26%. Branco, nulo ou nenhum somaram 11%. Outros 9% não souberam responder.

PRIMEIRO TURNO

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 35%

- Agnelo Queiroz (PT): 22%

- Jofran Frejat (PR): 19%

- Luiz Pitiman (PSDB): 4%

- Toninho do PSOL (PSOL): 3%

- Perci Marrara (PCO): 0%

- Branco/nulo: 8%

- Não sabe/não respondeu: 9%

SEGUNDO TURNO

1º cenário

Rodrigo Rollemberg (PSB): 58%

Agnelo Queiroz (PT): 25%

Branco/nulo: 9%

Não sabe/não respondeu: 8%

2º cenário

Jofran Frejat: 46%

Agnelo Queiroz: 34%

Branco/nulo: 12%

Não sabe/não respondeu: 8%

3º cenário

Rodrigo Rollemberg: 54%

Jofran Frejat: 26%

Branco/nulo: 11%

Não sabe/não respondeu: 9%

Rejeição

O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior é do atual governador, Agnelo, com 48%. Em seguida, aparecem Frejat (26%), Pitiman e Toninho (19%), Perci (17%) e Rollemberg (11%).

Realizada nos dias 25 e 26 de setembro, a pesquisa entrevistou 1.049 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00058/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000782/2014.

REGUFFE-MAGELA E GIM

Instituto Datafolha ouviu 765 eleitores em todo o DF nos dias 8 e 9 de setembro. Senado vai renovar um terço das 81 vagas, sendo uma para cada estado

Do G1 DF – O deputado federal Reguffe (PDT) lidera a disputa pelo Senado com 35% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (11). Magela (PT) aparece com 18% em situação de empate técnico com o senador Gim Argello (PTB), que tenta continuar no cargo, com 10%. Brancos e nulos somam 10%, e 22% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em comparação com o levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 4 de setembro, Reguffe oscilou 1 ponto para cima.  Magela oscilou 5 pontos para cima e Gim Argello manteve os mesmo 10% da pesquisa anterior.

O Senado vai renovar um terço das 81 cadeiras na eleição deste ano, sendo uma vaga para cada unidade da federação.

Confira os números da pesquisa sobre a disputa pelo Senado:

- Reguffe (PDT): 35%

- Magela (PT): 18%

- Gim Argello (PTB): 10%

- Sandra Quezado (PSDB): 2%

- Robson (PSTU): 1%

- Aldemário (PSOL): 1%

- Expedito Mendonça (PCO): 0%

- Jamil Magari (PCB): 0%

- Branco/nulo: 10%

- Não sabe/não respondeu: 22%

Dados da pesquisa

O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 8 e 9 de setembro. O instituto ouviu 765 eleitores em todo o Distrito Federal. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de quatro pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números DF-00040/2014 e BR-00584/2014.

agnelo

Instituto Datafolha ouviu 765 eleitores em todo o DF nos dias 8 e 9 de setembro. Margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha encomendada pela TV Globo e divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 40% avaliam a gestão do governador Agnelo Queiroz (PT) no Distrito Federal como regular. Outros 39% reprovam e 20% aprovam.

O resultado da pesquisa da avaliação de governo é:

- Aprovam: 20%

- Regular: 40%

- Reprovam: 39%

Em relação à primeira pesquisa do Datafolha sobre avaliação do governo do DF, realizada em agosto, a taxa de reprovação oscilou 7 pontos para baixo (de 46% para 39%).

A aprovação do governo oscilou 5 pontos para cima (de 15% para 20%). A parcela que avalia como regular a gestão no DF oscilou 4 pontos para cima (36% para 40%).

Nota

O instituto pediu aos entrevistados que atribuíssem uma nota de 0 a 10 como avaliação do desempenho do governador. A média final foi de 4,5.

Realizada nos dias 8 e 9 de setembro, a pesquisa entrevistou 765 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00040/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000584/2014.

Rodrigo Arruda Agnelo

Instituto Datafolha ouviu 765 eleitores em todo o DF nos dias 8 e 9 de setembro. Margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do Distrito Federal:

- José Roberto Arruda (PR): 37%

- Agnelo Queiroz (PT): 19%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 18%

- Toninho do PSOL (PSOL): 4%

- Luiz Pitiman (PSDB): 4%

- Perci Marrara (PCO): -

- Branco/nulo: 8%

- Não sabe/não respondeu: 10%

Na pesquisa desta quarta, Arruda tem 8 pontos percentuais a menos que a soma de todos os outros candidatos (45%). O segundo turno ocorre sempre que nenhum dos candidatos alcança mais do que a soma dos demais adversários.

No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias 2 e 3 de setembro, Arruda tinha 34%, seguido por Agnelo (19%) e Rollemberg (13%).

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

Segundo turno

O Datafolha fez uma simulação de dois cenários no segundo turno.

No primeiro, entre Arruda e Agnelo, o candidato do PR venceria com 49%. O petista teria 30%. Branco, nulo ou nenhum somaram 15%. Outros 6% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

- José Roberto Arruda (PR): 49%

- Agnelo Queiroz (PT): 30%

- Branco/nulo: 15%

- Não sabe/não respondeu: 6%

No segundo cenário, entre Arruda e Rollemberg, o candidato do PSB venceria com 43%. O ex-governador teria 42%. Branco, nulosou nenhum somaram 10%. Outros 6% não souberam responder.

O resultado é o seguinte:

Rodrigo Rollemberg (PSB): 43%

José Roberto Arruda (PRT): 42%

Branco/nulo: 10%

Não sabe/não respondeu: 6%

Rejeição

O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior é do atual governador, Agnelo, com 47%. Em seguida, aparecem Arruda (33%), Toninho (17%), Luiz Pitiman (17%), Perci (14%) e Rollemberg (10%).

Realizada nos dias 8 e 9 de setembro, a pesquisa entrevistou 765 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de quatro pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número DF-00040/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-000584/2014.

 eleições 2014

O Jornal Nacional, da TV Globo, divulga na terça-feira resultado de pesquisa nacional Datafolha sobre as eleições presidenciais e o pleito estadual em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal.

A Confederação Nacional de Transportes também divulga, na terça-feira de manhã, resultado de pesquisa MDA sobre as eleições presidenciais. Na quinta-feira, a Confederação Nacional da Indústria deve divulgar pesquisa Ibope sobre as eleições presidenciais.

REGUFFE-MAGELA E GIM

Instituto ouviu 736 eleitores em todo o DF nos dias 2 e 3 de setembro. Senado vai renovar um terço das 81 vagas, sendo uma para cada estado.

Do G1 DF – O deputado federal Reguffe (PDT) lidera a disputa pelo Senado com 34% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (4). Magela, do PT, aparece com 13% e o senador Gim Argello (PTB), que tenta continuar no cargo, com 10%. Brancos e nulos somam 14% e 25% não sabem ou não responderam.

Em comparação com o levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 13 de agosto, Reguffe oscilou 5 pontos para cima.  Magela oscilou 9 pontos para baixo. Gim Argello apareceu com 3 pontos a menos

O Senado vai renovar um terço das 81 cadeiras na eleição deste ano, sendo uma vaga para cada unidade da federação.

Confira os números da pesquisa sobre a disputa pelo Senado:

- Reguffe (PDT): 34%

- Magela (PT): 13%

- Gim Argello (PTB): 10%

- Sandra Quezado (PSDB): 1%

- Robson (PSTU): 1%

- Aldemário (PSOL): 0%

- Expedito Mendonça (PCO): 0%

- Jamil Magari (PCB): 0%

- Branco/nulo: 14%

- Não sabe/não respondeu: 25%

Dados da pesquisa

O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 2 e 3 de setembro. O instituto ouviu 722 eleitores em todo o Distrito Federal. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de quatro pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números DF-00037/2014 e BR-00517/2014.

 Cesar maia 

1. A Pesquisa Datafolha divulgada pela Folha de S. Paulo (18) trouxe três resultados que contrariaram as expectativas de muitos. Marina com 21% não é uma delas, pois pesquisas anteriores com seu nome já mostravam esse patamar para ela, com redução dos que não marcavam nenhum deles. Os outros dois resultados sim: por um lado a estabilidade de Dilma, com seus 36%, e de Aécio com seus 20%. E um terceiro: a melhoria da avaliação de Dilma e seu governo.

2. A expectativa que se tinha era que, além da redução dos que não marcavam nenhum deles, Dilma cairia um pouco, assim como Aécio. A melhoria da avaliação de Dilma –sem nenhuma razão clara- é algo que as expectativas não projetavam. Mas sua entrada afirma que teremos segundo turno.

3. Os resultados da Pesquisa Datafolha deste fim de semana foram: Intenção de voto. Dilma 36%, Marina Silva 21% e Aécio Neves 20%. Outros 6%. Nenhum deles 17%, Segundo turno: Marina 47% e Dilma 43%. / Dilma 47% e Aécio 39%. Avaliação Dilma: Ótimo+Bom 38%. Ruim+Péssimo 23%.

4. Sabe-se que sempre que um fato forte impacta a opinião pública, como o foi o trágico desaparecimento de Eduardo Campos, as curvas de tendência de formação de opinião pública são interrompidas. Nesse sentido, se pode explicar a sustentação de Dilma e Aécio no mesmo patamar.

5. O que ainda requer uma análise mais cuidadosa é a melhoria acentuada da avaliação de Dilma, o que –contraditoriamente- aumenta a sua intenção de voto no segundo turno contra Aécio e diminui contra Marina. Afinal, as notícias –pelo menos as econômicas- nesta semana, foram ruins.

6. Provavelmente o impacto emocional pode ter provocado nas pessoas uma reação de solidariedade e proximidade com aqueles que governam. Isso já se viu em outras situações, mas em geral diretamente com quem sofreu a tragédia. Getúlio Vargas é um exemplo: a avaliação de seu governo cresceu muito após o seu suicídio, o que foi fundamental para a eleição de JK.

7. Nos próximos dias esse quadro tenderá a ser sedimentado e, em seguida, os números de Dilma –intenção de voto e avaliação- deverão retornar ao patamar anterior. O tempo de TV de Marina e a muito menor capilaridade de sua coligação podem transformar estes 21% num teto.

8. Mas, para isto, as comunicações de Dilma e Aécio deverão ter a sutileza –e o risco- de realizar campanhas sem incluir Marina em suas críticas. E Marina terá que se descolar da tragédia sob pena de produzir uma sensação de demagogia. Vide JK, mesmo com Jango como vice.

* * *

Mulheres mais reativas às eleições no Estado do Rio! GPP: 2 mil eleitores 09-10/08!

Instituto GPP –2 mil eleitores entre 09-10/08: Não Voto: Branco+Nulo+Não Sabe+Não respondeu.

Presidente: entre os Homens 25,7%, e entre as Mulheres 35,6%.

Governador: entre os Homens 24,7% e entre as Mulheres 31%.

Senador: entre os Homens 24,3% e entre as Mulheres 37,4%.

grafico-datafolha-presidente_agosto 

A primeira pesquisa eleitoral para presidente da República após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Instituto Datafolha, põe a ex-senadora Marina Silva (PSB) com 21% das intenções de voto.

Marina desbanca o senador Aécio Neves (PSDB) na segunda posição. Aécio aparece com 20% das intenções de voto, o que representa empate técnico. A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% da preferência do eleitorado.

As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo.

Com Marina, praticamente está descartada a chance de a eleição ser definida no primeiro turno.

Na próxima quarta-feira, o PSB se reúne para decidir se lança ou não a ex-ministra como candidata a presidente pelo partido, em substituição a Eduardo. Tal fato é dado como certo. A reunião servirá mais para sacramentar o nome do candidato a vice. O mais cotado é o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).

Em uma simulação de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47% das intenções de voto contra 43% da petista – situação de empate técnico.

Se o candidato no segundo turno for Aécio, Dilma venceria por 47% a 39%. É o que diz o Datafolha. Dilma ampliou sua vantagem sobre Aécio. Em julho, o cenário era de 44% a 40%.

De acordo com a pesquisa, a diferença agora está na queda do número de eleitores sem candidato. Com Eduardo, as intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina, a taxa cai para 8%. Indecisos passaram de 14%, em julho, para 9%, no levantamento atual.

Sem Marina na disputa, segundo o Datafolha, Dilma venceria no primeiro turno, com 41% das intenções de voto, 8% a mais do que a soma dos demais concorrentes.

Por outro lado, houve leve melhora na avaliação do governo. A taxa de rejeição de Dilma – aqueles eleitores que não votam de jeito nenhum em determinado candidato – passou de 35% para 34%. Mesmo assim, ela lidera tal índice. Aécio tem 18% de rejeição e Marina Silva, 11%.

O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. (Por Gabriel Garcia, do G1)

agnelo-queiroz

Para 36%, administração é ‘regular’; 15% a consideram ‘ótima’ ou ‘boa’. Instituto ouviu 736 eleitores em todo o DF entre os dias 12 e 13 de agosto.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) mostra que 46% dos eleitores avaliam de forma negativa a gestão do governador Agnelo Queiroz (PT) no Distrito Federal e a consideram “ruim” ou péssima”. Outros 15% a consideram “ótima” ou “boa”. Para 36%, a administração é “regular” e 2% não sabem ou não responderam.

De acordo com os dados, a pior área de atuação do governo Agnelo é a saúde. Entre os entrevistados, 60% citaram o setor. Em seguida aparecem segurança (15%), educação (6%), transporte (5%) e habitação (1%).

As áreas melhor avaliadas, segundo a pesquisa, são transporte (20%), educação (7%), habitação (6%), saúde (6%), segurança (4%), saneamento (3%) e obras (2%). A nota média do governo foi de 4,2, em uma escala de 0 a 10.

 

O resultado da pesquisa da avaliação de governo é:

- Ótimo/bom: 15%

- Regular: 36%

- Ruim/péssimo: 46%

- Não sabe/não respondeu: 2%

 

Áreas de pior desempenho do governo:

- Saúde: 60%

- Segurança: 15%

- Educação: 6%

- Transporte: 5%

- Habitação: 1%

 

Áreas de melhor desempenho do governo:

- Transporte: 20%

- Educação: 7%

- Habitação: 6%

- Saúde: 6%

- Segurança: 4%

- Saneamento: 3%

- Obras: 2%

O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 12 e 13 de agosto. O instituto ouviu 736 eleitores em todo o Distrito Federal. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que, se for levada em conta a margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números DF-00029/2014 e BR-00359/2014.

arruda-agnelo-Rollemberg

Instituto ouviu 736 eleitores em todo o DF entre os dias 12 e 13 de agosto. Margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) mostra o ex-governador José Roberto Arruda (PR) com 35% das intenções de voto para o governo do Distrito Federal. Em seguida, aparecem empatados tecnicamente o governador Agnelo Queiroz (PT), com 19%, e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), com 13%. Também em situação de empate técnico estão Toninho do PSOL (PSOL), com 7%, e o deputado federal Luiz Pitiman (PSDB), com 4%. A candidata Perci Marrara (PCO) não atingiu 1% das intenções de voto. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na pesquisa desta sexta, Arruda tem 8 pontos percentuais a menos que a soma de todos os outros candidatos (43%). O segundo turno ocorre sempre que nenhum dos candidatos alcança mais do que a soma dos demais adversários.

A pesquisa é a primeira do Datafolha após o registro das seis candidaturas a governador no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 5 de julho.

Confira abaixo os números do Datafolha, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):

 

- José Roberto Arruda (PR): 35%

- Agnelo Queiroz (PT): 19%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 13%

- Toninho do PSOL (PSOL): 7%

- Luiz Pitiman (PSDB): 4%

- Perci Marrara (PCO): 0%

- Branco/nulo: 12%

- Não sabe/não respondeu: 10%

 

O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 12 e 13 de agosto. O instituto ouviu 736 eleitores em todo o Distrito Federal. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que, se for levada em conta a margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números DF-00029/2014 e BR-00359/2014.

 

Pesquisa espontânea

Na parte da pesquisa em que os entrevistadores do Datafolha simplesmente perguntaram ao eleitor em quem ele votará (sem apresentar a relação dos candidatos), 25% mencionaram Arruda. Veja abaixo:

- José Roberto Arruda (PR): 25%

- Agnelo Queiroz (PT): 16%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 6%

- Toninho do PSOL (PSOL): 2%

- Luiz Pitiman (PSDB): 2%

- Outros: 1%

- Branco/nulo: 13%

- Não sabe/não respondeu: 34%

 

Agnelo é o mais rejeitado

A pesquisa aferiu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Agnelo Queiroz tem a maior rejeição, e Perci, a menor:

- Agnelo Queiroz (PT): 48%

- José Roberto Arruda (PR): 37%

- Toninho do PSOL (PSOL): 15%

- Luiz Pitiman (PSDB): 14%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 13%

- Perci Marrara (PCO): 11%

- Rejeita todos/não vota em nenhum: 8%

- Não rejeita nenhum/poderia votar em todos: 1%

 Cesar maia

1. Na Lista 2 com Lula: 37% dos que marcaram Lula não marcaram Dilma na Lista 1. / 13% dos que marcaram Aécio na Lista 1 não marcaram Aécio na lista 2 com Lula/ 29% dos que marcaram Campos na Lista 1 não o marcaram na Lista 2 com Lula.

2. Evangélicos Pentecostais (21,5% do total): Dilma 29%, Aécio 15%, Pastor Everaldo 11%, Campos 6%, Magno Malta (evangélico) 4%.

3. Não votariam em quem X apoiasse. FHC 57%, Marina 42%, Lula e Joaquim Barbosa 36%.

4. Na intenção de voto lista 1 Dilma tem 34%. Na intenção de voto lista 2 Lula tem 44%. De onde vieram estes 10 pontos de aumento? De Aécio e Campos: 2 pontos. Dos demais candidatos 3 pontos. Dos que na lista 1 não escolheram nenhum nome: 5 pontos.

5. Dilma x Aécio+Campos: Norte 44% x 23% / Nordeste 48% x 21% / Centro-Oeste 34% x 26% / Sul 31% x 27% / Sudeste 26% x 29%.

6. Na pesquisa Datafolha 33,6% moram em cidades com menos de 50 mil habitantes e 29,2% em cidades com mais de 500 mil habitantes. A intenção de voto em Dilma é decrescente das menores às maiores: 40%, 35%, 30% e 29%.

7. São 74% os que querem um governo diferente. Entre os que marcaram Dilma, 48% querem um governo diferente.

8. O ótimo+bom de Dilma cresce com mais idade: 16 a 24 anos: 23%. 25 a 34 anos: 31%, 40 a 59 anos: 37% e mais de 60 anos 39%.

9. Ex-presidentes. Lula ótimo+bom 71% e ruim+péssimo 9% / FHC ótimo+bom 30% e ruim+péssimo 24%.

10. 51% apoiam os protestos que tem ocorrido nas cidades e 40% não apoiam.

11. São 52% dos que marcaram Dilma e acham que a Inflação vai aumentar.

12. 42% acham que a SUA PRÓPRIA situação econômica vai melhorar. Para 16% vai piorar. // 26% acham que situação econômica do PAÍS vai melhorar e 36% que vai piorar.

* * *

Lula se insinua como candidato a presidente!

1. (Folha de SP, 09) Lula pede mudanças na economia e cobra titular do Tesouro. Em seminário promovido pelo jornal “El País” em Porto Alegre na sexta-feira (6), o ex-presidente Lula cobrou mudanças nos rumos da política econômica e citou nominalmente o secretário do Tesouro, Arno Augustin, que estava na plateia. Lula criticou o aperto na concessão de crédito e disse que, se depender de Augustin, “a gente não faz nada”.

2. (Ex-Blog) 70% dos eleitores querem mudança. E Lula diz que quer também. Hummmm. Cada vez que Lula diz que quer alguma mudança, fica mais claro que o projeto de ser candidato a presidente no lugar da Dilma está em cima da mesa, aguardando as próximas pesquisas.

* * *

Prefeitura vende terrenos para a especulação imobiliária! por quê?

(Gilberto Scofield Jr. – Globo, 07) 1. Prefeitura e vereadores poderiam aproveitar a ideia de vender 19 terrenos e prédios públicos espalhados em vários bairros da cidade para discutir com as associações de moradores como aproveitar melhor esses espaços urbanos em benefício das comunidades. Percebo que o Rio não vive exatamente um período de dificuldades financeiras, então o momento para pensar urbanisticamente a cidade não poderia ser melhor.

2. Será que cada bairro desses onde ficam os terrenos e os imóveis precisa mesmo de especulação imobiliária? Ou há carências específicas? Muitos bairros precisam de tudo, menos de uma nova torre comercial de mil andares e que arraste para ali uma infinidade de carros em ruas já saturadas em termos de mobilidade. Do ponto de vista da ação pública, muitos bairros carecem de áreas de lazer, escolas, estacionamentos, praças, bibliotecas, postos de saúde, creches. Em alguns lugares, esses serviços/espaços públicos simplesmente não existem. Em outros, o que existe ficou insuficiente para atender com conforto a comunidade.

* * *

Bolha imobiliária no Brasil!

(El Pais, 06) 1. Os preços dos imóveis em algumas das principais cidades brasileiras reforçam a ideia de que há uma desaceleração no mercado imobiliário no país. Na semana passada o índice do valor das moradias anunciados na Internet mostrou que o aumento anual do preço por metro quadrado perdeu força pelo sexto mês consecutivo. É mais um ingrediente para a acalorada discussão entre aqueles que acreditam que há uma bolha imobiliária que pode estar esvaziando, sem nunca ter chegado a estourar.

2. “Todos acreditam que para existir uma bolha, é necessário que estoure. Mas pode ser que passe lentamente”, diz William Eid Junior, professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV). Segundo ele, “A atual desaceleração nos preços é clara, após o aumento disparado dos últimos anos”, acrescenta.

3. A escalada dos preços desde 2008 até o mês passado foi de 252% no Rio e 203% em São Paulo, o que inclusive chamou a atenção do Nobel de Economia Robert Shiller, que previu o colapso do setor imobiliário nos EUA, que levou à crise de 2008. Em São Paulo, a maior cidade do país, dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de Imóveis (SECOVI-SP) mostram que foram vendidas 3.755 unidades de janeiro a março, cerca de 45% a menos do que no primeiro trimestre de 2013.

4. No resultado do PIB brasileiro do primeiro trimestre do ano, divulgado na semana passada, o setor de construção civil teve um decréscimo de 2,3% em comparação com os últimos três meses de 2013.

 

A pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todo o país revelou que Luiz Inácio Lula da Silva é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros para disputar novamente o Planalto daqui a dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder. A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor ainda é o predileto dos brasileiros.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Ainda de acordo com a Datafolha. O governo de Dilma é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Segundo informações do jornal Fola de S. Paulo, trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.