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Coletivo Politico

Projeto de lei de autoria do distrital Alírio Neto propõe a abertura do Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO) para consulta popular. O projeto é copiado de uma ideia do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB). Atualmente apenas técnicos do GDF e os deputados distritais têm acesso ao sistema, no qual são registradas as informações referentes ao planejamento, orçamento, acompanhamento, execução orçamentária, financeira, patrimonial e contábil do GDF. O acesso ao SIGGO, conforme a proposta de Alírio, se dará pela internet e em tempo real. O governo local deverá disponibilizar o acesso à população no prazo máximo de 90 dias, contados a partir da data de conversão do projeto em lei. O parlamentar afirma que sua proposta objetiva assegurar transparência à execução orçamentária do DF, acrescentando que “os novos tempos que se espalham sobre o Brasil não permitem mais que a gestão da coisa pública seja tratada na surdina

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Discurso

Em um discurso forte feito em julho desse ano o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), na tribuna do Senado Federal, disse que “um governo que não tem medo da transparência, deve buscar o apoio da sociedade civil para ajudá-lo a governar”.

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Transparência

No discurso, o governador eleito completou: “Devemos abrir o SIGGO, que é o sistema de acompanhamento do orçamento do DF, que hoje a senhas só são distribuídas para os deputados distritais, para que qualquer cidadão possa ter acesso às contas do GDF”.

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Ressonância

A ideia de abrir as contas é sim de Rollemberg. Ele vem falando disso há muito tempo. Só ganhou ressonância na Câmara Legislativa depois do resultado das urnas. O melhor seria deixar para o próprio governador eleito elaborar a proposta.

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Coletiva

O governador eleito Rodrigo Rollemberg concederá entrevista coletiva à imprensa neste sábado, Centro de Convenções Ulysses Guimarães, às 9h30, para apresentar o diagnóstico e o mapa de riscos do Distrito Federal levantados pela equipe de transição.

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Carroças

A Câmara Legislativa aprovou ontem, em primeiro turno, o projeto de lei que proíbe a circulação de veículos de tração animal em áreas urbanas e vias públicas pavimentadas do DF. A proposta foi apresentada pelo deputado distrital Joe Valle (PDT)

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Joe Valle

Além de proibir a circulação dos veículos de tração animal, o projeto de Joe Valle veda a permanência de animais soltos ou amarrados por cordas ou outros meios de contenção que configurem maus tratos, em vias ou logradouros públicos.

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Coletivo Politico

O governador Agnelo Queiroz (PT) foi vaiado durante o lançamento do Congresso Nacional do PT, ontem, ao ser citado como ausente no evento. Agnelo tem sido alvo de críticas por ter atrasado o pagamento de servidores da saúde, da educação, da limpeza urbana, das creches públicas, e dos transportes públicos na capital federal. Segundo a jornalista Luciana Lima, do site Poder On Line, para salvar a imagem do colega, o secretário-geral do PT, Geraldo Magela, candidato derrotado ao Senado, tentou substituir as vaias por aplausos. “Nós devemos dar uma salva de palmas ao nosso governador, que não está aqui. Peço uma salva de palmas pela forma com que ele vem conduzindo o fim de seu governo”, disse Magela. O pedido de Magela, no entanto, não funcionou. O governador tem evitado aparecer em público e até em solenidades. Ontem, também não compareceu a um evento no Tribunal de Contas da União (TCU).

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Centro de línguas

O deputado professor Israel (PV) comemorou nesta semana a publicação no Diário Oficial das portarias que aprovam a criação de três novos Centros Interescolares de Línguas (CILs): em Planaltina, Santa Maria e Recanto das Emas.

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Professor Israel

A indicação, feita ao Executivo, foi uma das primeiras medidas que o deputado professor Israel tomou logo que assumiu o mandato e resultou também na reforma e ampliação do CIL de Taguatinga, entregue no início deste ano.

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Taguatinga

A estrutura de Taguatinga, inaugurada em março deste ano, comporta agora o dobro da capacidade, passou de 4 mil para 8 mil alunos. A área construída ocupa 2.100 m², em dois andares, e os estudantes contam com salas de aula adequadas para o aprendizado.

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Estrutural

A Câmara Legislativa realizou na manhã de hoje, no plenário, audiência pública para debater a situação da Cidade Estrutural. O evento proposto pelo deputado Joe Valle (PDT) teve por objetivo fomentar o diálogo e a reflexão sobre o tema Qual Estrutural queremos?

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Participação social

Na ocasião, foram apresentados dados resultantes de enquetes, entrevistas, pesquisas e processos de participação social a respeito da qualidade de vida e prioridades locais, que foram levantados por jovens e moradores da Cidade Estrutural.

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Joe Valle

O evento teve a participação social e contou com a presença de moradores da Cidade Estrutural, representantes do GDF, do Coletivo da Cidade, do Projeto OCA, do Movimento Nossa Brasília e do Inesc, e do deputado distrital Joe Valle.

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Coletivo Politico

O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou na tarde desta segunda-feira (17) ao governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), um relatório em que apontam a saúde pública como um dos pontos mais críticos do Distrito Federal. Segundo o documento do TCU, 53,5% dos pacientes não conseguiram consultas com médicos e dentistas em agosto de 2010. Em novembro de 2007, o número era bem menor: 34%. No levantamento mais recente, 81% das especialidades registravam filas de espera superiores a três meses, e 31% superiores a um ano. Alguns números impressionam. Em cidades como Santa Maria, a espera por uma consulta odontológica chega a quatro anos. Em todo o Distrito Federal, a marcação com um angiologista (especialista em circulação e vasos sanguíneos) demora quase cinco anos, segundo os auditores do Tribunal de Contas. O governador eleito Rodrigo Rollemberg agradeceu a entrega do levantamento e disse que será muito útil para buscar soluções.

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UTIs

O documento do tribunal também aponta falta de controle do estoque e da distribuição de medicamentos, além do baixo número de leitos. Em 2013, o déficit era de 2.603 leitos gerais e 54 vagas de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI).

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Número maior

A Secretaria de Saúde afirmou à TV Globo que o número atual de leitos é superior ao registrado no estudo do tribunal. Em entrevista, Rollemberg disse que o principal problema da saúde na capital não é falta de dinheiro, mas falta de qualidade na gestão.

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Saúde da Família

80% dos problemas poderiam ser resolvidos diminuindo a pressão sobre as emergências hospitalares. O DF tem a menor cobertura de Saúde da Família no país, segundo o Ministério da Saúde. Apenas 30% da população está sendo atendida pelo programa.

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Estudo geral

O estudo divulgado pelo TCU traça um diagnóstico dos estados e do Distrito Federal para auxiliar os governadores que tomam posse em janeiro de 2015. O presidente do tribunal, ministro Augusto Nardes, se diz alarmado com a saúde e com a insegurança da capital federal.

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Número assustador

Segundo Nardes, o número de mortos na região do entorno de Brasília está entre os mais altos do país. “Isso me assustou muito, porque não podemos deixar acontecer o que aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo”, diz o presidente do TCU.

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Aliança DF-GO

Ainda de acordo com Nardes, a resolução dos gargalos na saúde do Distrito Federal passa por uma aliança com o governo de Goiás, similar à que foi feita na segurança pública. Um dos gargalos é o atendimento ambulatorial na região do Entorno.

Coletivo Politico

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A cada dia novos casos de irregularidades surgem no DFTrans. A autarquia que cuida do sistema de transporte coletivo identificou 280 cartões de vale-transporte com CPFs de pessoas que já morreram que continuam sendo utilizados. A descoberta faz parte da investigação que apura o suposto desvio de R$ 30 milhões do sistema de bilhetagem automática. Segundo o portal G1, o esquema envolve empresas fantasmas, concessionárias do transporte público e a própria autarquia. As irregularidades teriam ocorrido entre 2008 e 2014. O diretor do órgão, Jair Tedeschi, diz que já foram adotadas providências. Os cartões com fraude foram todos bloqueados. Segundo Tedeschi, quatro validadores, que fazem a leitura dos documentos, cartões e uma máquina de crédito e débito estão na sede do DFTrans para que técnicos da autarquia ajudem a polícia a desvendar como a fraude ocorria.

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Operação policial

Os itens foram apreendidos no dia 8, durante uma operação da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Administração Pública. Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em duas empresas que prestam serviço de transporte rural para o órgão.

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Relatório

A apuração começou em maio deste ano e terminou no fim de agosto. O relatório tem 50 páginas e traz uma possível fraude nos cartões de vale-transporte, que são distribuídos pelas empresas para os funcionários que usam coletivos.

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Dentro do DFTrans

O esquema fraudulento envolveria o DFTrans, empresas de ônibus coletivo e quatro empresas fantasmas. Uma delas foi criada com o nome e endereço de um departamento da própria autarquia – a Assessoria Jurídica Legislativa.

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Empresas fantasmas

De acordo com os auditores, as empresas fantasmas fechavam contrato com o DFTrans, mas não pagavam o valor das passagens para o órgão, como é determinado por lei. Ainda assim, a autarquia liberava os créditos para os cartões.

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Dinheiro dividido

Os cartões foram usados milhares de vezes de forma irregular. Quando o crédito dos cartões terminava, o DFTrans repassava o valor às concessionárias que participavam da fraude. O dinheiro então era dividido entre os envolvidos no esquema.

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Mil viagens por dia

O relatório apontou ainda que os cartões dos usuários eram abastecidos com valores altos e usados várias vezes, acima do limite permitido em lei e em curtos espaços de tempo. Um único cartão chegou a fazer mais de mil viagens por dia.

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Coletivo Politico

Manifestantes contrários ao aborto se reuniram na tarde de ontem em frente ao Congresso Nacional para protestar contra o projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados e cobrar a votação de outras propostas. O ato começou na Torre de TV no início da tarde de ontem e chegou ao Congresso por volta das 16h30, mas a chuva e o forte vento que atingiram a área central da capital dispersaram o grupo, cerca de meia hora depois. A ação foi coordenada pelo Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida Brasil Sem Aborto. O protesto teve mais participantes do que em 2013, quando reuniu sete mil pessoas. A Polícia Militar do DF estimou que 5 mil manifestantes estiveram no ato. O secretário-geral do Brasil Sem Aborto, Allan Araújo, diz que a principal preocupação do movimento é acompanhar a reforma do Código Penal, em tramitação no Senado Federal. O texto prevê a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação, o que não é aceito pelos integrantes da entidade.

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Proteção

Textos que aumentam as restrições sobre a interrupção da gravidez recebem o apoio do movimento, como o Estatuto do Nascituro, que estabelece proteção jurídica ao feto, e uma emenda à Constituição sobre a inviolabilidade do direito à vida desde a concepção.

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Treinamento

A Comissão Executora de Contratos da Subsecretaria de Logística (Sulog) da Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplan) realiza, na sexta-feira (7), às 10h, treinamento para servidores do Governo do Distrito Federal (GDF).

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Contratos terceirizados

O curso, denominado Noções Preliminares para Execução de Contratos Terceirizados aplicados à Seplan, visa a capacitar servidores do GDF, oferecendo um embasamento seguro e atualizado para acompanhar a execução de contratos do governo.

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Público-alvo

O treinamento será ministrado pelo analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental da Subsecretaria de Logística, Valentim Martins, e terá duração de duas horas. O público-alvo é o executor local e o suplente de contratos terceirizados.

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Até o fim do ano

Esse tipo de capacitação já aconteceu às sextas-feiras do segundo semestre do ano passado e contou com grande adesão dos servidores. A partir desta semana haverá capacitação semanalmente, todas as sextas-­feiras, até o final do ano.

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Vagas limitadas

As vagas são limitadas e os interessados poderão solicitar sua inscrição de segunda a quinta-feira de cada semana, pelo e-mail: comissao.contratos@seplan.df.gov.br. A previsão é formar seis turmas até o final do semestre.

Coletivo Politico

O deputado distrital Alírio Neto (PEN), ex-presidente da Câmara Legislativa, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Distrito Federal, Ibaneis Rocha, viraram réus na 5ª Vara de Fazenda Pública em ação civil por denúncia do Ministério Público. A procuradora Roberta Maria Rangel, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Antonio Dias Toffoli, também é citada na ação que pede reembolso de R$ 24,9 milhões aos cofres públicos. A ação foi movida pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Nela, os promotores Fábio Macedo Nascimento, Alexandre Fernandes Gonçalves e Cláudio João Medeiros Freire pedem a “reparação de danos causados ao patrimônio público da Câmara Legislativa’’.

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Irregularidades

O MP viu irregularidades no pagamento de juros e correção monetária a servidores, ex-servidores e pensionistas, referentes a perdas salariais na conversão do URV para o real em 1994. A Câmara fez o pagamento aos servidores em 2008.

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Pagamento

O pleito para o pagamento foi feito pela Associação dos Servidores da Câmara (Assecam). À época, Alírio Neto era presidente da Câmara Legislativa, assessorado pela procuradora Roberta Rangel, e Ibaneis Rocha era advogado de defesa da Assecam.

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Despesa não autorizada

Segundo a denúncia, Alírio Neto, juntamente com a equipe que lhe prestava auxílio, reconheceu dívida de forma notoriamente equivocada, por meio de processos administrativos, permitindo a realização de despesas não legalmente autorizadas.

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Quase R$ 25 milhões

Em valores corrigidos, o MP requer hoje o reembolso aos cofres do Poder Legislativo de R$ 24.936.433,32. A ação civil pública estipula a devolução de R$ 21.628.275,39 por parte de Alírio, Roberta Rangel e outros três servidores citados na ação.

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Joaquim Barbosa

O Ministério Público do Distrito Federal requer de Ibaneis R$ 3.308.157,93 por honorários advocatícios recebidos na causa. Ibaneis recentemente entrou numa polêmica ao negar o registro da OAB para o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa (STF).

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Aprovado pelo TCDF

Alírio Neto disse que o processo específico do pagamento aos servidores foi aprovado pelo Tribunal de Contas do DF. O deputado citou na sua defesa que o STF e o MP também fizeram o mesmo tipo de pagamento de correção aos seus servidores.

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O governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) vai tirar esta terça-feira (28) de folga. Amanhã ele retoma as atividades ligadas à transição. Entre os primeiros desafios apontados pelo novo gestor estão o combate à burocracia e o fortalecimento da captação de recursos. Rollemberg está preocupado com um déficit de R$ 2,1 bilhões que pode herdar do governo Agnelo Queiroz (PT). O GDF nega esse rombo. “Nós não teremos muito tempo até o dia 1º de janeiro e vamos descansar apenas um dia ao longo desta semana e depois tomar as providências”, disse Rollemberg em seu primeiro pronunciamento após o resultado das eleições. Ontem, o governador eleito deu entrevistas, se reuniu com a executiva regional do partido e definiu o coordenador da transição, o jornalista Hélio Doyle. Professor aposentado da UnB, ele foi secretário de Governo na gestão de Cristovam Buarque e secretário de Articulação Institucional no segundo governo de Joaquim Roriz.

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Passagem de bastão

O GDF ainda não anunciou quem participará das atividades, mas a expectativa é que sejam os secretários de Governo, Casa Civil, Casa Militar, Administração, Transparência e Comunicação. Agnelo afirmou que daria “todo o apoio” na passagem de bastão.

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No DODF

Pelos próximos dois meses, a composição será responsável por coletar informações sobre a atual gestão e facilitar a transferência de um governo para o outro. A expectativa é que a criação do comitê seja anunciada no meio da semana no Diário Oficial do DF.

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Propostas

Entre as propostas de Rollemberg ao assumir o governo em 2015 estão a adoção do turno integral em todas as escolas públicas, a redução do número de secretarias de governo, a implantação do bilhete único para transporte e a escolha de administradores por meio de eleição.

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Câmara Legislativa

O novo governador defende uma gestão baseada na estipulação de metas e no acompanhamento de resultados. Ontem, ele disse que pretende iniciar reuniões com os deputados, para fortalecer a base de apoio na Câmara Legislativa, ainda nesta semana.

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Contatos políticos

A transição vai definir o procedimento, mas a articulação com a Câmara caberá ao governador. A partir desta semana, inicia os contatos com os políticos. Dos partidos da coligação, elegeram-se Sandra Faraj (SD), Joe Valle (PDT), Celina Leão (PDT) e Reginaldo Veras (PDT).

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Primeiros passos

O novo governador anunciou que criará uma “central de projetos” para aumentar a capacidade do DF de captar recursos federais e internacionais e que vai buscar o equilíbrio das contas públicas do DF. Além disso, afirmou que colocará fim aos contratos temporários.

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Coletivo Politico

O segundo turno entre os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) era esperado. O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora da disputa devido a alta rejeição ao seu governo. A campanha do petista não soube reverter e Agnelo entrou para a histórica como o primeiro governador a cair logo no primeiro turno. Hoje, a partir das 17 horas, reinicia a campanha. Após obedecer o intervalo de 24 horas estipulada pela Justiça Eleitoral, Rollemberg e Frejat poderão voltar as ruas para fazer o corpo-a-corpo, caminhadas, comícios e reuniões. A propaganda na televisão e no rádio só volta na próxima quinta-feira, dia 9. Os candidatos terão tempo iguais.

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Campanha dura

O segundo turno promete ser uma campanha muito dura, com ataques abaixo da linha de cintura. A assessoria dos dois candidatos irão investigar o passado do adversário e do grupo que está ligado a ele. Serão três semanas intensas.

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Propostas

Primeiro colocado na votação de primeiro turno e favorito segundo as pesquisas, para Rollemberg não interessa levar a disputa para a baixaria. Se a campanha continuar na base de propostas, seria melhor para ele. Mas não será assim.

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Ataques

Para Frejat, a linha de atuação será de ataques a Rollemberg. Será preciso desconstruir o adversário. Mas não pode errar na mão, do contrário a população pode vitimar o candidato do PSB. Os ataques devem ser medidos na dose certa.

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Votos de Agnelo

Os eleitores do governador Agnelo Queiroz, cerca de 20% dos votos válidos, estarão em disputa. Quem conseguir convencer esse eleitor, leva a eleição. A vida de Rollemberg é mais fácil por proximidade de ideologia política.

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Apenas 20%

Rollemberg precisa apenas de 20% dos votos dos eleitores de Agnelo para ser eleito. Ou seja, cinco pontos percentuais. Terá uma vida mais fácil, mas terá que se desviar dos ataques da campanha de Jofran Frejat, que partirá com tudo.

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Dia 26

A votação de segundo turno será realizado no dia 26, daqui a três domingos. É uma campanha muito rápida. Os tempos de televisão e rádio serão iguais. Quem montar a melhor estratégia será o futuro governador do DF.

Coletivo Politico

Um dos questionamentos recorrentes dos adversários do governador Agnelo Queiroz (PT) durante o debate da Rede Globo entre os candidatos ao Palácio do Buriti era qual a cidade que o petista se referia quando falava de algumas realizações. Se Agnelo abria a boca para falar da saúde, o candidato do PR, Jofran Frejat, olhava para o governador e dizia que ele deveria estar em outra cidade. Quando Agnelo citava que construiu o Expresso DF e fez uma revolução no transporte urbano de passageiros, o candidato do PSB, Rodrigo Rollemberg, também interpelava o governador sobre de qual cidade ele estaria falando. O problema é a forma que Agnelo cita as realizações de seu governo.

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Não está bom

O governador quando vai se referir a qualquer área de sua administração fala com um entusiasmo e acredita mesmo que fez uma revolução. Não é bem assim. Pode sim, ter havia melhorias, mas não revolucionou coisa nenhuma. Em algumas áreas, aumentou a insatisfação.

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Falta de humildade

A falta de humildade é que vem levando o governador a não crescer nas pesquisas e aumentar a sua rejeição. A arrogância de sua equipe de campanha e a falta de diálogo com setores da sociedade faz com que o governador pague o pato.

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Expresso DF

Quando o governador vem num debate e diz que o Expresso DF mudou a vida das pessoas, quem está do outro lado da tela e já andou no novo sistema se sente chamado de burro. O Expresso DF é o maior exemplo da forma errada de se vender um produto.

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Expresso DF II

A mensagem que deveria se passar era de que o Expresso DF está no início e que com o decorrer do tempo e outras medidas a serem tomadas o sistema de transporte vai melhorar. No entanto, que a população tivesse um pouco de paciência.

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É mentira

Agora colocar comercial na TV ou falar que é uma revolução é mentira. Tínhamos um sistema muito ruim. Os ônibus eram velhos. Agnelo colocou veículos novos e isso foi ótimo. Mas tirou cerca de mil ônibus das ruas para garantir o lucro dos empresários.

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Arrogância

A arrogância cega as pessoas e as leva ladeira abaixo. O governo Agnelo não foi ruim. Mas foi muito mal assessorado. O governador não conseguiu construir relações pessoais ou institucionais com ninguém. A autossuficiência de seu governo não permitiu.

Coletivo Politico

Se o governador Agnelo Queiroz (PT) quiser ir ao segundo turno das eleições, vai precisar diminuir os índices de rejeição. Do contrário, fica fora da disputa ainda no primeiro turno. O discurso do medo adotado pela coordenação de campanha afirmando, entre outras coisas, que se Agnelo não for eleito as famílias beneficiadas irão perder o Bolsa Família não tem eficácia no Distrito Federal. A população aqui é mais politizada, está mais perto do poder, e não se deixa influenciar nem aterrorizar por propagandas mentirosas. A rejeição hoje de Agnelo é como uma bola de ferro que não o deixa subir nas pesquisas de intenção de voto. Atacar um adversário tem o efeito de ajudar outro adversário. Não vai agregar voto ao petista.

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Pesquisa Ibope

Nesta quarta-feira foi divulgada nova pesquisa do Instituto Ibope. O levantamento aferiu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Agnelo Queiroz tem a maior rejeição, e Rollemberg, a menor.

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Índices de rejeição

Os índices de rejeição são: Agnelo Queiroz (PT), 44%; Jofran Frejat (PR), 16%; Luiz Pitiman (PSDB), 10%; Toninho do PSol (PSol), 9%; Perci Marrara (PCO), 8%; e Rodrigo Rollemberg (PSB), 5%. Poderia votar em todos: 6% – Não sabe/não respondeu: 17% .

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Praticamente impossível

Qualquer analista político de padaria sabe que não se ganha eleição com um rejeição nas alturas. Quando um candidato tem cerca de 35% de rejeição é muito difícil ser eleito. Acima de 40%, praticamente impossível. Agnelo tem 44%.

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Avaliação do governo

A pesquisa Ibope também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 4%, o governo é “ótimo”; 14% o consideram “bom”; 32%, regular; 18%, “ruim”; e 29%, “péssimo”. Não sabem ou não responderam somaram 3%.

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Aprovação pessoal

O Ibope perguntou se o eleitor aprova o governo. 27% aprovam e 64% desaprovam. Outros 9% não sabem ou não responderam. O Ibope perguntou se o eleitor confia ou não no governo. 22% disseram que confiam; 69% responderam que não confiam. Outros 9% não sabem.

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Dados da pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. Foram ouvidos 1.610 eleitores em todo o DF entre os dias 21 e 23 de setembro. Ela está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00057/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-0767/2014.

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Pesquisa do Instituto Exata, divulgada nesta segunda-feira (22) pelo portal R7, mostra o candidato do PSB ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, em primeiro lugar, com 25,6% das intenções de votos. Em segundo lugar, o petista Agnelo Queiroz, candidato à reeleição, tem 22,7%. Jofran Frejat (PR), que substitui José Roberto Arruda (PR), desistente das eleições, aparece em terceiro lugar, com 17,3% das intenções de voto. Em quarto lugar, Luiz Pitiman (PSDB) tem 5,5% das intenções de votos. Em seguida, aparecem Toninho do Psol (Psol), com 2,7% e Perci Marrara (PCO), com 0,1%. Os indecisos somam 15,8% e nulos e brancos, 10,4%. A pesquisa foi registrada com o protocolo nº DF-00054/2014, no dia 16 de setembro de 2014.

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Votos válidos

A pesquisa ainda simulou um cenário considerando apenas os votos válidos, sem somar brancos, nulos e indecisos. O pessebista Rodrigo Rollemberg tem 35% das intenções de votos enquanto o governador Agnelo Queiroz (PT) tem 31%.

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Votos válidos II

Em seguida, Jofran Frejat (PR), com 23%; Luiz Pitiman (PSSB), 7% e Toninho (Psol), 4%.A pesquisa entrevistou 4 mil eleitores do Distrito Federal entre sexta-feira (19) e esta segunda-feira (22). A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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Espontânea

Na pesquisa espontânea do Instituto Exata, quando os entrevistadores perguntam a intenção de votos sem citar os nomes dos candidatos, o senador Rodrigo Rollemberg continua na liderança, com 18,5% das intenções de voto.

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Espontânea II

O candidato do PT, Agnelo Queiroz, aparece em segundo lugar, com 15,6 % e Jofran Frejat (PR) em terceiro, com 14%. Em seguida vêm Luiz Pitiman (PSDB), com 3,6%; Toninho do Psol (Psol), com 1,6% e Perci Marrara (PCO), com 0,1%.

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Indecisos

Segundo a pesquisa, os indecisos somam 37,8% enquanto 9 % dos eleitores brasilienses dizem que vão anular o voto ao votar em branco. O número de indecisos, em relação a outras pesquisas é muito alto e inviabiliza interpretações mais consistentes.

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Outras pesquisas

Esta semana ainda teremos a divulgação de mais três pesquisas. As empresas que estão em campo colhendo as intenções de voto são o Ibope, o Datafolha e o Instituto Dados. A partir desta quarta-feira começarão a ser divulgados os números.

Coletivo Politico

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que nenhum dos candidatos ao Senado Federal pelo Distrito Federal é nascido na capital federal. Segundo levantamento feito pelo portal R7, dentre os oito candidatos, três são naturais do Rio de Janeiro: Sandra Quezado (PSDB), Robson Raymundo da Silva (PSTU) e José Antônio Reguffe (PDT). Geraldo Magela (PT) e Expedito Mendonça (PCO) nasceram em Minas Gerais. Jamil Magari (PCB-DF) e Gim Argello (PTB) vieram de São Paulo para disputar o pleito no DF. Já Aldemario, candidato do PSOL, nasceu em Maceió (AL). Entre os candidatos ao governo do Distrito Federal, a situação não muda muito: só Perci Marrara (PCO) nasceu no Distrito Federal.

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Baiano, mineiro e carioca

O atual governador e candidato à reeleição Agnelo Queiroz (PT) nasceu no município de Itapetinga, na Bahia. O ex-governador José Roberto Arruda (PR) e Toninho do PSOL são de Minas Gerais. Já Rollemberg (PSB) é nascido no Rio de Janeiro.

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Apenas 314 do DF

O Distrito Federal tem 134 candidatos a deputado federal nas eleições deste ano. Dentre eles, apenas 32 são naturais de Brasília, ou seja, 23,8% do total. Já entre os distritais, de 1.021 candidatos, só 282 são nascidos no Distrito Federal, 27,6%.

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Cara de Brasília

Para o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), Leonardo Barreto, a situação reflete “a cara de Brasília”. Segundo ele, o DF é muito jovem e composto por migrantes que, muitas vezes, vêm para a cidade justamente por conta da política.

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Idade dos candidatos

Outro fator avaliado por Barreto junto ao Portal R7, é a taxa de idade dos candidato. Que geralmente são mais velhos até que a cidade. Então, para o especialista em política, é natural ter poucos candidatos nascidos em Brasília.

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Perfil da cidade

Barreto diz que a situação é compatível com o perfil da cidade. Em outras cidades, onde a política é mais tradicional, isso poderia ser um problema: um candidato não nascido ali talvez não tivesse identidade com o lugar. Mas, não é o caso de Brasília.

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Renovação constante

Para o cientista política da UnB, a naturalidade dos candidatos aos cargos eletivos pelo Distrito Federal não determina o voto do eleitor brasiliense e essa situação jamais mudará por conta da constante renovação política da cidade.

Coletivo Politico

É bom os integrantes do primeiro escalão ficarem de olhos abertos. Tomarem cuidados para não perder o emprego. O cargo de secretário de estado do GDF rende cerca de R$ 18 mil, fora as regalias como carros de luxo com motoristas e a administração de orçamentos milionários. Se forem demitidos os secretários que estão à frente dos setores do governo que não funcionam, haverá aumento substancial no desemprego da cidade. A população não está contente com os principais setores da administração pública, como a saúde, a educação, a segurança público, o trânsito e o transporte público. Na noite de ontem o governador Agnelo Queiroz fez a primeira vítima. Exonerou o secretário de Saúde, Elias Miziara, após o gestor declarar em entrevista ao Bom Dia DF que a população tem um “mau hábito” de procurar as emergências à noite.

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Assume o adjunto

Com a saída de Miziara, o cargo será ocupado interinamente pelo atual secretário-adjunto, José Bonifácio Carreira Alvim. A troca foi oficializada hoje (22), no Diário Oficial. Se o governador usar o mesmo critério, outros secretários deverão arrumar as gavetas.

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Declaração infeliz

Além dos problemas que a população enfrenta diariamente para ter atendimento na rede pública de saúde, o ex-secretário Miziara ainda fez uma declaração desastrada. Foi a gota d’água. Agnelo colocou panos quentes e considerou a declaração “infeliz”.

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Atendimento a noite

O governador Agnelo Queiroz disse é o oposto do que o GDF pensa e garantiu que o governo tem como política expandir o acesso à noite. “Entendemos que a população procura os hospitais à noite porque trabalha, porque tem ocupação”.

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Podem ir

Ou seja, o governador afirmou que a população, quando precisar, pode procurar os hospitais no período noturno que o atendimento é garantido. Todos terão médicos e vagas e que com a troca do secretário o problema está resolvido.

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Demissão em Planaltina

O Diário Oficial do Distrito Federal desta quinta-feira (21) trouxe a exoneração do administrador de Planaltina, Nilvan Vasconcelos. O lugar está vago. Ninguém foi nomeada e quem está respondendo pelo cargo é o chefe de gabinete Wellington Mesquita.

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Enrolado na justiça

Nilvan Vasconcelos responde a um processo no TJDFT após denúncia do Ministério Público que afirma ser ele autor de crimes contra a paz pública, violação a Lei Geral das Licitações e formação de quadrilha com fins de causar danos aos cofres públicos.

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Coletivo Politico

O debate eleitoral tem como tema obrigatório a saúde pública. É um setor que tem problemas graves. A população que necessita de atendimento médico sabe bem o que se passa nos hospitais regionais e postos de saúde. É um drama sem fim. Entra governo e sai governo e o problema não diminui. Diariamente somos chocados como notícias de vidas perdidas por incompetência das autoridades. Na madrugada de hoje morreu um bebê que esperou 4 dias por leito de UTI na rede pública do DF. A criança sofreu 7 paradas cardíacas à espera de vaga e mais 3 em UTI. Em outro caso um vídeo exibido pela TV Globo mostra enfermeiras arrastando um homem desmaiado no Hospital do Gama, com corte na testa. A Secretaria de Saúde disse apenas que vai tentar identificar profissionais. O registro foi feito por acompanhante de outro paciente.

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Apenas três meses de vida

O bebê de três meses que morreu na madrugada aguardava por um leito na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da rede pública do Distrito Federal. Segundo a família, a criança conseguiu ser transferida somente na noite de ontem, após quatro dias de espera.

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Dez paradas cardíacas

Enquanto aguardava por um leito de UTI, o bebê sofreu sete paradas cardíacas e, após a transferência, mais três, segundo a família da criança. O bebê deu entrada no Hospital de Planaltina com pneumonia na noite de sábado (16).

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Sem vagas disponíveis

Apesar de uma ordem da Justiça para internação da criança na UTI, a Secretaria de Saúde informou que não haviam vagas disponíveis. No fim da tarde, a família foi informada de que havia um leito no Hospital de Taguatinga, mas a criança só foi transferida às 22h.

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Paciente arrastado

No outro caso, a Secretaria de Saúde tenta identificar as enfermeiras flagradas arrastando um homem que desmaiou, caiu no chão e cortou a testa enquanto aguardava atendimento na emergência do Hospital Regional do Gama. O caso aconteceu em 13 de agosto.

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Socorro recusado

O vídeo foi feito por Daniela da Costa. A mulher afirma que pediu ajuda a um médico, que teria se recusado a ajudar alegando já estar com outro paciente. Questionado pela Globo sobre o caso, o governador Agnelo Queiroz, que é médico, disse que não sabia do caso.

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Na televisão, promessas e ilusão

Enquanto fatos como esses acontecem, os candidatos ao governo do Distrito Federal debatem o tema na campanha eleitoral. Para o governo, a Saúde vai mudar bem. Para os adversários, muitas promessas. Ao povo, o descaso e vidas perdidas pela incompetência.

Coletivo Politico

O primeiro debate na televisão entre os candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF), promovido pela TV Bandeirantes, refletiu bem o que mostram as pesquisas de opinião pública. O ex-governador José Roberto Arruda (PR) é disparado superior aos outros candidatos quando o assunto é debate. Consegue se comunicar com clareza e apresentar propostas sem rodeios. Também se sai bem do tiroteio dos adversários, principalmente quando o assunto é a Lei da Ficha Limpa e a Caixa de Pandora. De cara, deu uma resposta ao candidato Toninho do PSol que encerrou o assunto. Na verdade, todos criticam Arruda, mas entram em pânico quando tem que falar diretamente com o ex-governador. Agnelo (PT) gagueja, Pitiman (PSDB) e Rodrigo Rollemberg (PSB) se enrolam e Toninho parece aquela tia velha do interior que a gente só vê de quatro em quatro anos, mas que sempre conta a mesma história.

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Agnelo x Rollemberg

As pesquisas mostram o empate técnico entre o governador Agnelo Queiroz e o senador Rodrigo Rollemberg. Talvez por isso Agnelo deva ter deixado Arruda mais sossegado em determinados momentos do debate, centrando fogo no candidato do PSB.

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Segundo turno

Hoje, Rollemberg é o principal candidato que ameaça Agnelo e que pode deixar o petista fora do segundo turno. O governador também atacou o candidato Luiz Pitiman, que vem crescendo e ameaça entrar na disputa com Agnelo.

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Agnelo x Pitiman

O deputado Luiz Pitiman pode ser tornar uma ameaça real para Agnelo. A tendência é que em breve Rollemberg assuma o segundo lugar. Assim, o petista teria Pitiman mais próximo e os dois disputariam quem fica em terceiro lugar.

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Arruda e Pitiman

Durante um dos blocos do debate na Band, Arruda e Pitiman fizeram uma dobradinha, um perguntado ao outro. A ideia era transformar a oportunidade numa discussão de propostas, fugindo das críticas dos adversários.

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Pitiman secretário

Se Arruda for eleito, ela anunciou com antecedência o seu primeiro secretário. Será o deputado federal Luiz Pitiman que pode assumir a pasta de Obras. O convite foi feito ao vivo durante o debate na Band. Pitiman não deu uma resposta, apenas sorriu.

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Boneco de posto

Agnelo precisa se preparar melhor para os debates. O governador treme, não consegue falar sem gaguejar e tem dificuldade de completar um raciocínio. Agnelo aparenta que está com medo. E tem que parar de se mexer como um boneco de posto.

Coletivo Politico

 A candidatura de Marina Silva (PSB) a presidente da República, substituindo Eduardo Campos (PSB), é um recado do destino aqueles que ousam manipular o passado, o presente e o futuro de uma nação. Marina foi candidata em 2010 e teve cerca de 20% dos votos. Com pouco tempo de TV, filiada ao um pequeno partido, o PV, e sem muitos recursos de campanha, foi a grande surpresa da eleição passada. Marina foi filiada ao PT. Chegou a ser ministra do Meio Ambiente do governo Lula. Saiu após divergências com a condução do País pelo PT e a inversão de prioridades. É odiada pelos petistas por ter escancarado às críticas ao partido. Ao sair do PT, a ambientalista e ex-senadora pelo Acre tentou criar um novo partido, uma nova forma de fazer política, através da Rede Sustentabilidade. O PT não deixou.

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TSE petista

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é hoje uma extensão do Partido dos Trabalhadores. E parte do seus integrantes está ali para servir ao PT. Pelo menos dois dos ministros da mais alta corte foram advogados de campanha de Dilma e Lula.

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Rede negada

Quem acompanha os bastidores da política de Brasília sabe que a rejeição de criação da Rede Sustentabilidade foi um escândalo. Com argumentos falhos, os ministros petistas do TSE negaram a Marina o direito dela ser candidata.

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Outros dois

Ao mesmo tempo que negavam a Marina a criação da Rede, os mesmos ministros autorizavam o surgimento de outros dois: o Solidariedade e o Pros, para atender a interesses eleitores do PT e aliados, com várias irregularidades no processo de criação.

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Destino conspirou

Marina poderia ter se filiado a um outro partido e ser candidata. Recebeu convites, como o do PPS. Preferiu ser vice de Eduardo Campos, com a cabeça erguida. Quis o destino que depois de toda a perseguição do PT e do Planalto, ela voltasse a disputa.

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Marina no DF

A candidatura de Marina terá reflexos na eleição ao GDF. Ao contrário de Eduardo, Marina é bastante conhecida do brasiliense. Em 2010, ela foi a candidata a presidente mais bem votada no DF, superando Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

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Marina e Rollemberg

À época, Marina era filiada ao Partido Verde e ficou com mais de 40% dos votos do DF. O que se espera é que ela possa alavancar o candidato do seu partido, Rodrigo Rollemberg (PSB), que hoje está em situação de empate técnico com o petista Agnelo Queiroz, na segunda posição.

 Coletivo Politico

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou ontem os dados na primeira prestação parcial de contas dos seis candidatos que concorrem ao governo do Distrito Federal. Até o dia 2 de agosto, a arrecadação somou R$ 2,7 milhões. Apenas um do candidatos não conseguiu arrecadar. Quem atrair mais recursos para campanha foi o candidato Rodrigo Rollemberg (PSB), seguido do tucano Luiz Pitiman (PSDB). Além dos valores arrecadados, os candidatos também detalharam gastos que tiveram com suas campanhas. Somados, os seis concorrentes usaram até o fechamento dos balanços R$ 2,5 milhões. O governador Agnelo Queiroz (PT), candidato à reeleição, recebeu uma única doação de R$ 285 mil.

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Rio Branco, Acre

Na prestação de contas aparece como doador originário do dinheiro a empresa A.C.D.A. Importação e Exportação. No site da Receita Federal o nome fantasia da companhia é Supermercado Araujo – Bosque, que tem sede em Rio Branco, no Acre.

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Gastou mais

De acordo com a planilha enviada ao Tribunal Superior Eleitoral, Agnelo Queiroz gastou até agora mais do que arrecadou. Ele declarou despesas com material publicitário e com locação de imóveis totalizando R$ 408 mil.

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Arruda

O ex-governador José Roberto Arruda (PR) declarou ao TSE que arrecadou R$ 490 mil. Foram duas doações feitas pela mesma empresa: Toyo Setal Empreendimentos. Em relação aos gastos, foram declarados R$ 160,4 mil.

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Maior arrecadador

Rollemberg (PSB) arrecadou R$ 1,1 milhão e gastou R$ 1,3 milhão. Os principais doadores foram a JBS S/A (R$ 353,5 mil), Arosuco Aromas e Sucos (R$ 170,4 mil), o PSB (R$ 250 mil) e uma pessoa física que doou R$ 200 mil.

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Via Engenharia

Luiz Pitiman (PSDB) arrecadou R$ 800 mil. Seu principal doador foi a Via Engenharia (R$ 500 mil). Ele ainda fez uma doação pessoal para sua própria campanha no valor de R$ 300 mil. Seus gastos até agora somam R$ 643 mil.

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Sem dinheiro

Toninho do PSOL arrecadou R$ 2,3 mil com doações de pessoas físicas e não constam gastos na prestação enviada ao TSE. Perci Marrara (PCO) não apresentou nem arrecadação e nem despesas na prestação de contas.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 07 de agosto de 2014, no Jornal Coletivo)

 Cesar maia

1. A campanha eleitoral 2014 tem vários custos além do que é mais óbvio: o da campanha com material gráfico, TV, Rádio, pessoal… Nesta eleição são ao menos seis os custos adicionais.

2. O primeiro custo é o de cumprir as promessas. O segundo é o de não cumprir as promessas. O terceiro custo é o da demagogia. O quarto é o custo econômico para o Brasil da política econômica eleitoral, com risco cambial e contas públicas em processo de desmontagem. O quinto é o custo estratégico de se sair de uma campanha sem agenda e sem projeto para o país. O sexto é o custo político de uma Câmara estilhaçada.

3. Ao primeiro custo (as promessas dos candidatos) devem-se somar aquelas feitas pelos candidatos a governador na suposição de cumprimento pelos candidatos a presidente. Se cumpridas, as pressões fiscais e inflacionárias, que já são preocupantes, serão agravadas. O segundo custo é não cumprir as promessas e ganhar tempo e, com isso, antecipar uma inevitável impopularidade. O terceiro custo é trazer para a agenda eleitoral temas só para atrair o voto.

4. O quarto custo é econômico. Se há um ponto em que o governo atual e o anterior se igualam é ter usado o populismo fiscal em ano eleitoral. O governo anterior empurrou para frente o problema que agora se vê agravado. Constrói-se um consenso de que 2015 será um ano perdido, que exigirá um freio de arrumação cambial e fiscal. Estima-se uma inflação nunca inferior a 7% e um crescimento econômico mais uma vez medíocre.

5. O quinto é o custo estratégico de uma campanha sem agendas, sem projetos ou com projeto anterior esgotado. E, finalmente, o custo político das relações entre Executivo e Câmara dos Deputados, que podem ser as mais inorgânicas desde sempre, especialmente se a abstenção e os votos brancos e nulos forem recordes. Os quatro maiores partidos apenas representarão –se tanto- 50% dela, outro recorde.

 Coletivo Politico

Pesquisa feita pelo Instituto Veritá no Distrito Federal, e divulgada na noite desta segunda-feira, 4, pelo Portal Brasília 247, mostra o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, com 29,9% de intenções de voto do eleitor brasiliense. A presidente Dilma Rousseff, do PT, aparece em segundo lugar, com 23,9%. O candidato do PSB, Eduardo Campos, vem em terceiro lugar, com 8,4%. Pastor Everaldo ficou em quarto lugar, com 2,6% das intenções de voto. Luciana Genro (Psol), Zé Maria (PSTU) e Eduardo Jorge (PV), aparecem com 0,3%; Eymael (PSDC) e Rui Pimenta (PCO), 0,2% e Levy Fidelix (PRTB) ficou com 0,1%. Votos branco e nulos somaram 17,3%. Eleitores indecisos chegaram a 16,6%.

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Dados da pesquisa

O Instituto Veritá ouviu 2.227 eleitores residentes há mais de um ano no DF, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00288/2014

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Saúde no DF

Os brasilienses têm acompanhado, na imprensa, casos nos quais atrasos ou falta de atendimento médico levaram pacientes à morte. O que muitos não sabem é que Brasília tem, proporcionalmente, o maior número de médicos do País.

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Audiência pública

Pensando nisso, a Associação Médica de Brasília (AMBr) sediará uma audiência pública, na quarta-feira (6), às 19h, com o intuito de debater os problemas enfrentados pela classe médica do DF e o impacto disso nos serviços prestados à sociedade.

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Convidados

Foram convidados representantes da Secretaria de Saúde, de associações e de entidades médicas para repensar o aproveitamento dos profissionais. Para a AMBr, é preciso um novo modelo de gestão para dar condições melhores aos profissionais da área.

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Mudanças positivas

O presidente da AMBr, Luciano Carvalho, pretende provocar essa discussão para buscar mudanças positivas no atual cenário da saúde. Para ele, a questão não é apenas salarial. Os médicos trabalham sob pressão intensa e não existe infraestrutura adequada.

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Outras questões

Além de discutir alternativas para a saúde pública, o evento visa, ainda, debater questões como: o surgimento de novos cursos de medicina e a abertura de concursos para o preenchimento de vagas nos hospitais e postos de saúde.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 05 de agosto de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

O diretor da Rádio Federal, maior rádio web de Brasília, bateu o martelo e dará início ao Sabatina Rádio Federal, que ouvirá cada candidato em seus estúdios, em Águas Claras. O primeiro é com Luiz Pitiman (PSDB), na terça-feira (12), ao vivo, das 20h às 22h, no www.radiofederal.com.br Uma séria de entrevistas, apresentadas por Eldo Gomes, Sandro Gianelli, Ricardo Noronha (convidado especial), Idovan Araújo, Simara Borges e Jaqueline Mendes, que juntos irão sabatinar os candidatos ao governo do Distrito Federal, de forma imparcial e focado em um jornalismo de rádio, com interatividade, participação ao vivo via telefone (61) 3522-6759, skype e facebook.

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Cinco candidatos

Os 5 candidatos ao governo, Agnelo Queiroz (PT), Arruda (PR), Pitiman (PSDB), Rollemberg (PSB) e Toninho do Psol, serão sabatinados com muitas perguntas, questionamentos e dúvidas de ouvintes da Rádio Federal.

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Audiência

Araújo explica a Rádio Federal é um veículo novo, jovem e muito antenado, que pretende promover um debate será plural e ético com os debates. E que possui uma boa audiência através de smartphones, tablets e também via internet.

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Próximas datas

Depois da sabatina com Pitiman, dia 12, as próximas datas serão 19, 26 de agosto e 2 e 9 de setembro. A produção da Rádio Federal irá definir quais candidatos estarão nestes dias. O programa é voltado para o público jovem da capital.

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Cinco edições

O programa Rádio Federal nas Eleições de 2015 terá cinco edições, com seis jornalistas fazendo a sabatina de perguntas e interação do público do DF, via internet e telefone. A imprensa está convidada a acompanhar o evento e interagir.

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Fecomércio

Em outra frente, os candidatos ao governo do Distrito Federal confirmaram presença no ciclo de encontros organizado pela Federação do Comércio do DF. Cada um deles será sabatinado em um dia diferente pelos empresários.

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Agnelo confirmou

O primeiro a apresentar suas propostas, na segunda-feira (4), será Agnelo. Na terça (5), Pitiman. Na quarta (6), Toninho. Na quinta, é a vez de Rollemberg. No dia 11, Arruda encerra o ciclo. As sabatinas serão das 9h às 12h, na Fecomércio.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 01 de agosto de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

Depois da sabatina no Sindicombustíveis e do debate na noite desta quarta-feira na sede da Associação Comercial do DF, os candidatos ao Governo do Distrito Federal terão uma nova oportunidade para apresentar suas propostas ao setor produtivo. O local vai ser a sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O tema desenvolvimento econômico deve dominar a pauta de discussões dos candidatos ao Palácio do Buriti durante a próxima semana. A Fecomércio realizará encontros com os concorrentes ao GDF em dias diferentes, para que eles possam apresentar aos empresários brasilienses suas propostas para o comércio.

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Sabatina

Os políticos serão sabatinados por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por aproximadamente 93% do PIB privado de Brasília.

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Agnelo é o primeiro…

O primeiro a ser sabatinado, já na segunda-feira (4), será o governador Agnelo Queiroz (PT), candidato a reeleição. Na terça (5), será a vez de Luiz Pitiman (PSDB). Na quarta (6), se apresenta Toninho do PSol.

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…e Arruda o último

Na quinta, é a vez de Rodrigo Rollemberg (PSB) e na outra segunda-feira, dia 11, o candidato José Roberto Arruda (PR) encerra o ciclo. A ordem das apresentações foi definida por sorteio, com a presença dos assessores das campanhas.

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Regras do encontro

De acordo com as regras do encontro, o candidato terá 50 minutos para expor suas propostas. Em seguida, responderá a até 15 perguntas feitas pelo empresariado. As sabatinas começarão às 9h e serão encerradas às 12h.

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Objetivo

Segundo Adelmir Santana, presidente da Fecomercio, o objetivo é conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos segmentos de comércio, serviços e turismo

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Convidados

As sabatinas serão realizadas para convidados e abertas para a imprensa. Será uma oportunidade para os presidentes dos sindicatos do comércio saberem o que os candidatos ao GDF têm de propostas para os setores de comércio e serviços

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 31 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

Coletivo Politico

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) colocou fiscais para realizar rondas noturnas desde o dia 6 de julho, data em que a propaganda eleitoral passou a ser permitida, para apurar irregularidades na afixação de publicidade política pela cidade. A maior parte das notificações foram por propagandas em locais irregulares ou fora do horário permitido. O TRE não informou quantos autos de infrações foram emitidas. A Legislação Eleitoral permite que os candidatos coloquem cavaletes, bonecos, cartazes, faixas, placas e bandeiras não fixos nas ruas, mas o material deve ser retirado todos os dias até as 22h e só pode ser recolocado às 6h. Quem não cumprir, será notificado pelo tribunal.

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Pedestres

A propaganda eleitoral também não deve dificultar o deslocamento de pedestres, como em canteiros centrais entre vias, próximo a cruzamentos ou espaço que prejudique a visualização da sinalização de trânsito de pessoas ou veículos.

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Cartilha

Cartilha do TRE também determina que é proibido afixar placas, faixas ou fazer inscrição à tinta em bens públicos como postes de iluminação, semáforos, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus, orelhões, bancas de revista, táxis e ônibus.

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Também proibidos

Locais de uso comum, ainda que de propriedade privada, como cinemas, clubes, shoppings, estádios e escolas, também são proibidos. Com o fim das eleições, os candidatos deverão remover a propaganda eleitoral em até 30 dias.

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Denúncias

Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia de propaganda irregular ao Tribunal Regional Eleitoral por meio do site do TRE-DF (http://www.tre-df.jus.br/) ou pelo telefone (61) 3048-4000. A denúncia pode ser feita de forma anônima

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Jovens

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o total de eleitores entre 16 e 17 anos sofreu redução de mais de 30% em relação ao eleitorado de 2010. Em 2010, havia 2,39 milhões de eleitores dessa faixa etária. Em 2014, são 1,63 milhão.

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Menos eleitores

Em 2010 eram 900 mil os jovens com 16 anos aptos a votar e nesta eleição são 480 mil – 47% menos. Os jovens de 17 anos somavam 1,49 milhão de eleitores em 2010 e, para a eleição deste ano, são 1,15 milhão inscritos – redução de 22%.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 30 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

Não será por favor de ensino que os eleitores irão reclamar de nossos políticos. Quase 56% dos postulantes a cargos políticos completaram o ensino superior, segundo levantamento feito pelo R7 Brasília. Os candidatos do Distrito Federal às eleições de outubro têm mais escolaridade do que a média do país. Segundo dados da Justiça Eleitoral, apenas dois (0,17%) declararam escolaridade abaixo do ensino fundamental. Outro dado interessante é com relação a faixa. A maioria dos candidatos passou dos 40 anos. O perfil mostra que 20,90% dos candidatos tem entre 40 e 59 anos. Em relação à profissão, a maioria (11,60%) se declara funcionário público.

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Menor infrator

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) cadastrou 275 menores infratores que poderão votar nas eleições deste ano. O processo de visita aos presídios e unidades de internação começou em fevereiro deste ano.

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Orientações

Durante as visitas, os presos provisórios e menores infratores receberam orientações sobre a documentação necessária para o alistamento eleitoral. E caso estivessem em liberdade, onde poderiam fazer o cadastramento.

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Mesários

Para compor as mesas receptoras de votos serão convocados os servidores e agentes que trabalham nos centros de internações ou presídios. O voto dos presos provisórios e adolescentes submetidos a medidas sócioeducativas são regulamentados pelo TSE.

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Tempo de TV

O TSE divulgou o tempo de televisão para cada candidato à Presidência e apontou que Dilma (PT) deve ter 11 minutos e 48 segundos, Aécio (PSDB) com 4 minutos e 31 segundos e Eduardo Campos (PSB), com 1 minuto e 49 segundos.

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19 de agosto

A propaganda no rádio e na TV começa no dia 19 de agosto e será dividida em dois blocos diários de 25 minutos cada, um à tarde e outro à noite. A divisão dos 25 minutos é feita com base nos critérios previstos na Lei das Eleições

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Dobro do tempo

Um terço do tempo é dividido igualmente entre todos e o restante leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados. Dilma terá quase metade do tempo total disponível na TV, enquanto os outros dez candidatos somam 13 minutos e 7 segundos.

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 (Coluna Coletivo Político publicada na edição de 29 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

Coletivo Politico

Os candidatos ao Governo do Distrito Federal terão a oportunidade de confrontar opiniões e ideias na quarta-feira, dia 30. Agnelo Queiroz (PT), José Roberto Arruda (PR), Rodrigo Rollemberg (PSB), Luiz Pitiman (PSDB), Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSOL e Perci Marrara (PCO) vão participar do debate promovido pela Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), em parceria com a Tendências e Negócios, Editora e Produções (TEN). Essa será o primeiro encontro entre eles. O presidente da ACDF, Cleber Pires se reuniu com os representantes dos candidatos que vão disputar o Buriti. Foram discutidas as regras para o Primeiro Debate Político. Os temas serão segurança pública, saúde pública, contas públicas, empregos, livre comércio e educação de qualidade.

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Representantes

Na reunião com Cleber Pires estiveram presentes Alexandre Varela (Toninho do Psol), Fábio Paganella (Luiz Pitiman) e Hélio Doyle (Rodrigo Rolemberg). Apenas os representantes do Agnelo Queiroz e Perci Marrara, não estiveram presentes.

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Perci Marrara

A candidata Perci Marrara ou algum representante do PCO não foram localizados no endereço do partido. O Primeiro Debate Politico entre os candidatos ao Palácio do Buriti, começará pontualmente às 20 horas e terá a duração de 90 minutos.

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Militância

A Policia Militar e o Departamento de Trânsito (Detran) foram convidados para auxiliar no policiamento e no tráfego de veículos na área. A precaução será com o entusiasmo dos militantes que podem se exceder e entrar em confronto.

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Lado a lado

No sorteio da posição dos candidatos no debate, o governador Agnelo Queiroz sentará ao lado do ex-governador José Roberto Arruda. Os dois vem trocando farpas e críticas pela imprensa e em comícios durante a campanha.

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Cotoveladas

Os xingamentos entre Agnelo e Arruda devem dá uma pimenta a mais. O encontro não deve ficar apenas na discussão de propostas. Denúncias de ambas as partes são esperadas. A não ser que algum dos candidatos fuja do debate e não apareça.

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Rádio JK

A rádio JK promete transmitir ao vivo o debate entre os candidatos ao Palácio do Buriti. Será uma oportunidade do eleitor tomar conhecimento o que pensam os cinco postulantes do GDF. E conhecer as estratégias de campanha de cada um.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 25 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

O Núcleo Habitacional Parque Sol Nascente, localizado entre os Setores P Sul, P Norte e Quadras QNQ, em Ceilândia, é um fenômeno eleitoral. Um novo eldorado para os políticos. É o local preferido dos candidatos a qualquer cargo político, de distrital a governador. No local vive uma população de baixa renda. O novo bairro precisa de obras de infra-estrutura urgente. Criado de uma invasão, possui hoje entre 80 e 100 mil pessoas. O crescimento desordenado foi intenso. Chegou a ser considerada a segunda maior favela do Brasil, perdendo apenas para a Rocinha, no Rio de Janeiro. O termo favela é evitado pelos candidatos e moradores. Como não tem nada no bairro, os candidatos podem prometer de tudo. Uma farra eleitoral

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Área carente

O Condomínio Sol Nascente é uma área carente de tudo. E as construções de mais casas não param. Em época eleitoral as autoridades fazem vista grossa para este tipo de irregularidade. Quem busca voto, não ousa derrubar casa de pobre.

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Realidade

O Sol Nascente é uma realidade. Precisa de ajuda do governo. Não foi planejado. E por isso é mais complexo levar os serviços essenciais a comunidade. Tudo tem que ser feito com agilidade para melhorar a qualidade de vida do local.

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Região administrativa

Umas das principais promessas dos candidatos ao Governo do Distrito Federal é transformar o bairro de Ceilândia em uma Região Administrativa. Pela número de habitantes é justificável. Muito mais do que no Varjão ou na Fercal.

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Briga por votos

O Sol Nascente é um alvo em potencial para políticos com e sem mandato. Os principais incentivadores da consolidação do local foram o ex-deputado Júnior Brunelli e o ex-governador Joaquim Roriz (PRTB).

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Demarcado

O tempo passou e a influência de Roriz e Brunelli não tem mais tanto peso. Mesma assim, as herdeiras de Roriz, as deputadas Liliane (distrital) e Jaqueline (Federal) conseguem andar com desenvoltura no local e demarcar território.

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Novas bandeiras

Outros distritais, como Chico Vigilante (PT) e Robério Negreiros (PMDB) conseguiram fincar bandeiras no Sol Nascente. A briga maior hoje será pelos votos ao governo. Arruda e Agnelo disputam cada metro quadrado da comunidade.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 24 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

Coletivo Politico

Quando um governo, antes da campanha eleitoral, tem uma aprovação excepcional não precisa de tempo de TV para mostrar nada. É verdade que quando um governo é um completo desastre, antes da eleição, nem todo tempo de TV na campanha eleitoral resolve. Entretanto, quando um governo fica no meio termo, com avaliação entre ruim e regular, um bom tempo de TV na campanha eleitoral pode construir virtualmente um bom governo, elevando sua avaliação ruim a regular para boa e até ótima. É a dita ficção televisiva. E o povo passa a acreditar nisso. Tem muitos bons marqueteiros que conseguem fazer esse verdadeiro milagre. Conseguindo consertar na TV o que não foi feito nos quatro anos de governo.

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Governo virtual

Não é difícil se construir virtualmente um governo em campanha eleitoral. A maior ajuda vem da própria população que costuma não prestar muita atenção aos governos. A maioria das pessoas tende a comparar defeitos e virtudes.

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Ficção eleitoral

Agora, quando o desempenho de um governo afeta muito as pessoas, para o bem ou para o mal, a opinião delas se torna sólida e não muda com a campanha, apesar da ficção eleitoral na TV. Não adianta construir um governo virtual.

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Exemplos

Em meados de maio de 2008, por exemplo, o Datafolha avaliava o prefeito Kassab com 39% de ótimo + bom. No início de outubro, depois da recriação de seu governo na TV, Kassab passou a ter segundo o Datafolha, 61% do ótimo + bom.

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Exemplos II

No início de julho de 2008, o prefeito de Salvador João Henrique Carneiro – segundo o Datafolha – tinha 16% de ótimo + bom. Entrando outubro – segundo o Datafolha – João Henrique já era avaliado como ótimo + bom para 41% dos eleitores.

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Eleitor desfocado

O que poderia ter mudado nesses dois governos nos três meses de campanha? Nada. O que mudou foi a ficção eleitoral pela TV, para um eleitorado desfocado dos governos, mais os ignorando que os avaliando, apesar das pesquisas.

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Jingle exemplar

O levantamento foi feito por um dos melhores analistas políticos do país, o ex-prefeito do Rio, César Maia. Ele cita um jingle que deve ser registrado para a história dos governos virtuais: “Quero Morar na Propaganda do Governo da Bahia.”

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 23 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

Quem acompanha a política de perto e conhece o temperamento do ex-governador José Roberto Arruda (PR), tem certeza de uma coisa: ele não vai desistir da candidatura ao Governo do Distrito Federal (GDF). Vai lutar até o fim. Os advogados de Arruda garantem que ele chega até o dia da eleição em plenas condições jurídicas. E, caso venha a ser eleito, afirmam que tomará posse tranquilamente. Um advogado confidencia que chegaria até a metade do mandato sem problemas, passando por todos os prazos protelatórios que a ação levaria e percorrendo todas as instâncias do Judiciário. A partir daí, deve ser montada uma nova estratégia jurídica que o faça terminar o mandato de governador.

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Estratégia

É uma estratégia arriscada. Mas Arruda sabe que não tem nada a perder. E analisa que quanto mais apanha dos adversários, mas será a tendência dele crescer nas intenções de voto. As pesquisas eleitorais que virão vão dizer se ele está certo.

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Perseguição

Arruda mantém uma agenda eleitoral intensa. Mudou apenas a forma de divulga-la. Antes, avisava com antecedência os locais e horários onde faria caminhadas. Agora, só a coordenação de campanha tem essas informações.

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Caminhada hostil

Com a presença de militantes petistas hostilizando o candidato do PR, Arruda decidiu cancelar a divulgação das caminhadas. O incidente mais grave aconteceu no setor Santa Luzia, na Cidade Estrutural, na semana passada, quando militantes do PT e seguidores de Arruda quase foram aos tapas.

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Situação jurídica

Se Arruda vai para o pau, como diz no popular, os adversários também não vão desistir. A guerra jurídica vai ser intensa. E farão de tudo para tirar o ex-governador da disputa. A pressão em cima dos tribunais será grande.

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Discurso da dúvida

O que mais vai se ouvir na campanha eleitoral deste ano é que se o eleitor votar em Arruda, poderá perder o voto, pois o ex-governador terá a sua candidatura cassada. Acima de propostas de governo, essa será a principal arma dos adversários do ex-governador.

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Desafio

O principal desafio do ex-governador será o de convencer o brasiliense que ele terá condições de assumir o GDF, em caso de vitória nas urnas. Não será fácil. Leva a melhor quem montar uma melhor comunicação com o eleitor. Ou tiver êxito na contrainformação.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 22 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

Coletivo Politico 

O ex-governador do Distrito Federal por quatro vezes, Joaquim Roriz (PRTB) não vai disputar as eleições deste ano. Depois de muitos anos, o seu nome não vai aparecer na urna. Roriz sofre de problemas graves de saúde. Precisa fazer urgente um transplante de rim. A cirurgia pode acontecer ainda esta semana. A doadora será a filha, deputada federal Jaqueline Roriz (PMN). A compatibilidade foi descoberta há pouco tempo, depois de muito insistir para que a Secretaria de Saúde do DF liberasse o resultado do exame. Roriz tem pressa. É a vida dele que está em jogo. Não é o momento de adversários promoverem perseguição política até para protelar uma cirurgia. Joaquim Roriz usou o caminho que qualquer cidadão comum é obrigado a fazer. Ficou meses na fila de transplante até que chegasse a sua vez. Ele fez questão de ser assim. Não usou o seu prestigio político para furar fila alguma.

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Cirurgia

Se o transplante for bem-sucedido, Roriz pode até entrar na campanha política para apoiar alguns de seus herdeiros políticos. O mais sensato é não fazer isso. O ex-governador precisa se recuperar e cuidar da saúde, que está agravada com a diabetes.

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Apoio de peso

O apoio de Roriz a qualquer um dos candidatos é importante. Ele mantém um eleitorado fiel e apaixonado. É o maior político que o DF tem e mexe com a emoção do eleitor. No momento, o ex-governador Arruda tem o apoio de Roriz ao GDF.

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Herdeiros

São muitos os herdeiros que Joaquim Roriz trouxe para a política do Distrito Federal. Além de Jaqueline, possuem mandatos a filha Liliane Roriz (PRTB) e o sobrinho Paulo Roriz (PP), ambos deputados distritais.

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Weslian Roriz

Ex-primeira dama e segunda colocada nas eleições de 2010 ao Governo do Distrito Federal, Weslian Roriz (PRTB), tomou gosto pela política. É candidata a primeira suplente do Senado, na chapa de Gim Argello (PTB).

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Retribuição

A escolha de Weslian para ser suplente de Gim pode ser considerada uma retribuição, já que o atual senador foi suplente de Joaquim Roriz nas eleições de 2006. Ele só assumiu o cargo, porque Roriz renunciou ao mandato. Entretanto, o nome Roriz na chapa vai ajudar muito Gim Argello.

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Mais Roriz

Outros dois candidatos da Família Roriz disputam as eleições deste ano. Os sobrinhos do ex-governador, Dedé Roriz (PRTB) e Patrícia Roriz (PRTB), buscam uma cadeira na Câmara Legislativa.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 21 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

Por Ricardo Callado – A candidatura do ex-governador Arruda (PR) ao GDF vem sendo minada um pouco a cada dia. Faz parte de um plano estratégico. Há um roteiro a ser seguido. E a tendência é que o candidato do PR se dê mal. Antes mesmo do registro da candidatura, advogados do PT fizeram plantão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para pressionar ministros a derrubar a liminar que impedia o julgamento do ex-governador. A liminar tinha como motivo uma ação de suspeição do juiz Álvaro Ciarlini, responsável pela investigação da Caixa de Pandora em primeira instância. Foi o juiz que proferiu todas as condenações contra Arruda. Sem alcançar sucesso, o jeito foi bater na porta do STF.

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Ministério Público

O Ministério Público, tanto o Federal quanto o Eleitoral, é parceiro na derrubada da candidatura de Arruda. Talvez de forma involuntária. Foi o Federal que entrou com o pedido de derrubada de liminar no Supremo Tribunal Federal.

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Joaquim Barbosa

Por ironia, Joaquim Barbosa, o algoz dos petistas do mensalão, deu a sua contribuição para ajudar o PT no Distrito Federal. Foi dele a decisão de derrubar a liminar. Assim, o Tribunal de Justiça do DF ficou liberado para julgar o ex-governador.

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Segunda instância

Os adversários precisavam de uma condenação em segunda instância. Com a queda da liminar, mesmo sem o julgamento da ação contra Ciarlini, o TJDFT julgou e condenou Arruda. O ideal é que a condenação fosse antes de 5 de julho.

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Ficha Limpa

Nenhum político pode ser candidato se tiver uma condenação em segunda instância antes do dia 5 de julho, prazo final para registro de candidaturas. É o que diz a Lei da Ficha Limpa. E há jurisprudência sobre isso.

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MP Eleitoral

Como Arruda tinha registrado a candidatura, o Ministério Público Eleitoral entrou em campo. O pedido de impugnação foi feito ontem e cabe ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidir se acata ou não. É bem provável que decida contra Arruda.

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Recursos

Caso o TRE derrube a candidatura, os palcos seguintes da disputa serão o TSE e o Supremo. Só em existir o processo, Arruda já é prejudicado. O eleitor vai ficar em dúvida. E essa dúvida será alimentada ainda mais pelos adversários.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 17 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)

 Coletivo Politico

Por Ricardo Callado – A campanha começou de fato para alguns candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF). A agenda diária consta caminhadas, visita a feiras, reuniões e comícios. Para outros, a campanha ainda não começou. O caso mais emblemático é o do governador Agnelo Queiroz (PT), candidato à reeleição. Ele também é o mais prejudicado por acumular as funções de governador e candidato. Mesmo assim, nos últimos dias, a agenda oficial constava apenas despachos internos. Salva raras exceções como a de hoje, que prevê a presença de Agnelo às 19 horas, no coquetel a chefes de Estado da América do Sul, no Palácio do Itamaraty.

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Candidato

A agenda de candidato de Agnelo ainda não existe. Nunca foi divulgada. Isso não quer dizer que o governador não faça alguma coisa para pedir novamente o voto do brasiliense e lhe confiar mais quatro anos de mandato. Ontem mesmo ele visitou o mercado no Núcleo Bandeirante.

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Prazo oficial

A campanha foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde o dia 6 de julho. Logo no primeiro dia candidatos ao Palácio do Buriti, como o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), saíram em campo.

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Comícios

Arruda já fez pelo menos quatro comícios. Vem priorizando a visita em áreas mais carentes e populosas de Brasília. Já esteve, por exemplo, na Cidade Estrutural, no Itapuã, Sol Nascente e Samambaia. Além de visita a feiras e caminhadas.

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Senado

Rollemberg tem conseguido fazer campanha mesmo dividindo a atuação no Senado. Principalmente essa semana quando a pauta do Congresso é intensa. Depois, a Casa deve entrar em uma espécie de recesso branco até às eleições.

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Pitiman

O mesmo caso vive o deputado federal Luiz Pitiman, candidato ao Buriti pelo PSDB. As sessões na Câmara dos Deputados diminuem o ritmo da campanha, mas Pitiman promete correr contra o tempo perdido a partir do fim de semana.

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Fora do expediente

Quando começar a sua agenda de campanha, Agnelo terá que se dividir entre as funções de governador e de candidato. Poderá fazer campanha na hora do almoço e depois das 18 horas, quando termina o expediente no GDF. Isso na teoria. A prática funciona diferente. É impossível separar as coisas.

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(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 16 de julho de 2014, no Jornal Coletivo)