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Claudio Monteiro

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Turismo volta a ser comandado por Luís Otávio Neves

A Secretaria de Justiça será ocupada, a partir desta quarta-feira (8), por Cláudio Monteiro, que deixa o cargo de Secretário de Turismo e Projetos Especiais do Distrito Federal.

A pasta deixada por Monteiro passa a ser liderada por Luís Otávio Rocha Neves, que estava na função de secretário-adjunto.

“Estamos em um momento de união dentro do Governo do Distrito Federal para conseguirmos fechar as ações que iniciamos, conforme solicitado pelo governador Agnelo Queiroz. Precisamos de todos bem concentrados nesta reta final para entregar um trabalho bem definido e sem as falhas que encontramos quando chegamos nesta gestão. Cláudio Monteiro é uma pessoa chave, seja pela experiência ou pela credibilidade que possui”, disse Luis Otávio.

As mudanças foram publicadas hoje no Diário Oficial do DF.

Vista noturna do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

Vista noturna do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)

Equipes passaram para a Secretaria de Turismo, que mudou de nome. Gestões do Mané Garrincha e da Fábrica Social também foram transferidas.

Do G1 DF – Decreto publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (1º) traz a extinção da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), 50 dias após o fim do evento esportivo. Todos os cerca de 200 cargos da pasta foram transferidos para a Secretaria de Turismo, que passa a se chamar Secretaria de Turismo e Projetos Especiais.

Além dos 33 cargos internos da Secopa, o número inclui os funcionários da Fábrica Social, programa de capacitação do Governo do DF que era administrado pela pasta.

A extinção da secretaria não gera mudanças orçamentárias para o Distrito Federal, já que toda a estrutura administrativa foi remanejada. A Coordenadoria de Comunicação para a Copa, por exemplo, foi transformada em Coordenadoria de Comunicação para Grandes Eventos.

“Ficam remanejadas as Unidades Administrativas, os Cargos de Natureza Especial e Em Comissão, mantendo os atuais ocupantes”, descreve o decreto publicado nesta segunda e assinado pelo governador Agnelo Queiroz.

A Secretaria de Turismo e Projetos Especiais será comandada por Cláudio Monteiro, ex-chefe da Secopa. Luís Otávio Neves, que comandava o órgão de turismo, vai para o cargo de secretário-adjunto.

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e o projeto Fábrica Social também foram transferidos. “Estamos unindo dois quadros importantes do governo. É a consolidação de um projeto de sucesso”, afirmou o governador do DF, Agnelo Queiroz.

A Secretaria Extraordinária da Copa foi criada em 3 de setembro de 2012 para gerenciar o estádio Mané Garrincha e a organização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

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Com a extinção da Secretaria Extraordinária da Copa, órgão passa a ser responsável pela operação e agenda do estádio

A partir desta segunda-feira (1º/9), a Secretaria de Turismo passa a ser Secretaria de Turismo e Projetos Especiais do Distrito Federal. Conforme publicado no Diário Oficial do DF de hoje, o órgão assume novas atribuições referentes à promoção de Brasília como polo turístico, mais especialmente como a capital dos grandes eventos. A nova secretaria passa a ser responsável pela programação e operação do Estádio Nacional Mané Garrincha.

Com a extinção da Secretaria Extraordinária da Copa, também publicada no DODF, o secretário Claudio Monteiro assume nova função como secretario de Turismo e Projetos Especiais. Permanece no comando da pasta, Luís Otávio Neves, como secretário-adjunto, para dar continuidade à política de fomento ao turismo da capital, que conquistou resultados tão positivos durante a Copa do Mundo em Brasília. A cidade foi eleita a melhor das 12 sedes da Copa pelos turistas.

Projeto de sucesso – O governador do Distrito Federal explica a mudança: “Estamos unindo dois quadros importantes do governo. É a consolidação de um projeto de sucesso. Otavio Neves permanece à frente das ações de Turismo do governo, que já trouxeram resultados muito positivos, batemos todos os recordes de turismo para nossa capital. E agora esse trabalho vai ser agregado à experiência de Claudio Monteiro, adquirida com a realização da Copa e com a gestão do nosso Estádio Mané Garrincha, hoje um espaço estratégico para a captação de grandes eventos para a nossa cidade, fomentando ainda mais o turismo na capital”.

“Estamos consolidando uma parceria entre a Secopa e a Secretaria de Turismo que deu muito certo. Teremos uma agenda cheia para o estádio. É preciso dar continuidade ao trabalho que levou o Mané Garrincha a ser referência nacional e internacional de espaço estratégico para o esporte, a cultura e o turismo da nossa cidade”, destaca Claudio Monteiro.

“Daremos continuidade a todo trabalho desenvolvido na secretaria na área de turismo, potencializando ainda mais tudo que a Copa e o estádio trouxeram para a nossa capital”, reforça Otávio Neves.

 

Claudio Monteiro

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Na noite desta segunda-feira, por volta das 19h, o secretário extraordinário da Copa em Brasília, Cláudio Monteiro, esteve nas Terracap. Estava bastante sorridente e foi falar com o presidente Abdon Henrique, que durante todo o dia se despediu dos funcionários da empresa imobiliária.

Pelos corredores do Buriti e da Terracap, o nome de Cláudio Monteiro é cotado para assumir a direção da empresa, após consolidar as obras do Estádio Nacional de Brasília.

Por outro lado, Abdon Henrique deixa a empresa no azul, com dinheiro em caixa. Teve uma atuação discreta e eficiente, ao contrário de seus antecessores. E tudo indica que Abdon será novamente coordenador da campanha de Agnelo Queiroz, candidato à reeleição.

Agora, funcionários da Terracap torcem por mudanças na diretoria da empresa. Tem gente por lá que desafia o próprio governador e finge que trabalha. (Fonte: Donny Silva)

Programa Momento da Copa desta semana destaca os trabalhos finais da cobertura da Ecoarena, já com 89% das obras concluídas

Claudio Monteiro

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O programa semanal de rádio Momento da Copa desta quinta-feira (7) destaca os trabalhos de acabamento para o término do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, já com 89% das obras concluídas. Com o cronograma em dia, o secretário Extraordinário da Copa, Claudio Monteiro, explica que essa reta final é de extrema importância para definir a estrutura do estádio.

As obras ocorrem em sincronia, como uma grande engrenagem de todo o sistema. Ao mesmo tempo em que estamos trabalhando na cobertura, fazemos o acabamento dos camarotes, dos banheiros, dos vestiários, e de todos os pisos”, explica Claudio Monteiro.

Depois do içamento da cobertura e da retirada dos guindastes, serão colocadas as cadeiras e feito o plantio do gramado. Segundo o técnico de qualidade do estádio, Daniel de Oliveira, o acabamento final passa por várias etapas de supervisão, para garantir o conforto aos torcedores. “Se não estiver bem feito, mandamos desmanchar e construir de novo para que o serviço fique com qualidade. E o trabalho está excelente”, comenta o técnico.

Claudio Monteiro também ressalta que a tecnologia e o material empregados na cobertura da Ecoarena, uma das mais avançadas do país, são de última geração, à prova de fogo, autolimpante e que diminui a incidência de raios ultravioletas. “É uma mudança de paradigma, para mostrar que as obras públicas podem induzir a um novo comportamento na questão da engenharia”, declara o secretário.

Para exemplificar todo o trabalho de construção do Estádio Nacional, o coordenador da Copa em Brasília, Sérgio Graça, faz uma comparação. “Passamos os últimos dois anos fazendo a massa do bolo, colocando ele no forno. Agora, está na hora de botar a cereja, que é a cobertura.”

Programa – O Momento da Copa é produzido pela Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom-DF) e detalha todos os preparativos de Brasília para receber a abertura da Copa das Confederações e os sete jogos da Copa do Mundo de 2014. Além desse programa, a Secom-DF produz semanalmente oConversa com o Governador, no qual Agnelo Queiroz presta contas à população das ações do GDF. A Secretaria de Cultura é parceira das iniciativas, que são veiculadas pela rádio Cultura FM (100,9). As emissoras interessadas podem veicular o programaMomento da Copa.

 

 

Por Ricardo Callado – O ex-chefe de gabinete do Governo do Distrito Federal, Cláudio Monteiro, foi a CPI e saiu renovado. Um dos motivos foi por ter falado a linguagem do política. Principalmente no tocante as relações entre políticos e empresas. Explicou e foi entendido.

Deputados e senadores se viram no lugar de Monteiro. Qualquer um deles poderia estar sentado ali na condição de testemunha. Ou até de investigado. Seja por suas relações empresariais ou por doações de campanhas. Ou, ainda, por reuniões que podem se tornar suspeitas, caso o outro lado caia em alguma encrenca investigada pela Polícia Federal.

Ao contrário de outros depoimentos, quando os parlamentares usavam o depoentes de escada para ganhar holofotes, o do ex-chefe de gabinete de Agnelo esvaziou a CPI. No embate Monteiro se saiu melhor e os integrantes da comissão serviram de escada. Quando perceberam o que estava acontecendo, deram no pé.

Cláudio Monteiro afirmou que não recebeu dinheiro da empresa Delta Construções em sua campanha para deputado distrital em 2010. A empresa teria como sócio oculto o contraventor Carlinhos Cachoeira. E foi além: disse que “até gostaria” de ter recebido recursos da Delta. Todos ali também receberia.

E Monteiro diz o que todo político já sabe: “Em uma campanha política só não vale perder. Se tivesse recebido, teria aceitado os cheques, depositado nas contas e prestado contas ao Tribunal Superior Eleitoral”. Certo que alguns não registram a doação, contabilizada no caixa 2. Mas ai é outro caso igualmente bem conhecido e praticado por políticos.

O ex-braço direito de Agnelo foi convocado devido à suspeita de que ele fazia a ligação do GDF com o grupo de Cachoeira. Na CPI, negou a ligação e convenceu os parlamentares de que não há uma relação de “causa e efeito” que seriam fundamentais para condená-lo.

A conta é simples: Monteiro não recebeu dinheiro da empresa Delta, nem de Cachoeira. Cachoeira não foi beneficiado, e a empresa Delta não foi beneficiada. Portanto, não existiu a relação de causa e efeito. Sem provas que digam o contrário, os parlamentares se deram por satisfeitos.

A esfera da política é a da relação amigo-inimigo. Nesse sentido, a origem e de aplicação da política é o antagonismo nas relações sociais e sua função se liga à atividade de associar e defender os amigos e de desagregar e combater os inimigos. Aconteceu o contrário na CPI.

Após seu depoimento, Monteiro chorou quando foi elogiado por parlamentares da bancada do PSDB, especialmente do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) dizer que não tinha qualquer pergunta a fazer ao depoente. “Hoje, eu diria que vossa senhoria sai daqui com a cabeça erguida. Que a postura de vossa senhoria é a que se espera de alguém que tenha caráter”, disse o deputado tucano, que foi seguido de aplausos.

Monteiro colocou ainda à disposição da CPI seus sigilos ficais, bancários e financeiros e dos três filhos. E se diz alvo de uma disputa política. Mesmo com tanto ao seu favor, o retorno ao Palácio do Buriti é algo distante. Ele mesmo anunciou que não pretende retornar ao cargo de chefe de gabinete do governador.

Agnelo também não parece disposto a chama-lo de volta. Pelo menos por enquanto. Quando a poeira baixar, não se descarta a volta de Monteiro. Ele é o principal homem de confiança do governador. Mas o momento político, e sua linguagem, está acima dessas relações

A vida é um trem que passa. E o trem passou para Cláudio Monteiro. Outro vagão pode demorar, mas sua chegada é certa.

Cláudio Monteiro, ex-chefe de gabinete do governador Agnelo Queiroz, afirma que ficou surpreso e indignado ao ver seu nome citado indevidamente pelo deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), em âmbito nacional, durante o depoimento do governador Marconi Perillo à CPMI do Cachoeira.

Monteiro diz que está à disposição da CPMI. Lembra que já encaminhou petição ao Ministério Público do Distrito Federal em que oferece seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, da mesma forma que pediu a abertura de investigação contra ele para que não pairem dúvidas a respeito de sua conduta.

“Preciso ser investigado, porque infelizmente, neste país, não são as pessoas que te acusam que precisam provar, mas quem é acusado é quem tem de provar inocência.”