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Posts Tagged ‘Agnelo Queiroz’

Mesmo impugnado, Roriz lidera corrida ao Buriti

August 19th, 2010

 

Do Blog do Honorato - Mesmo com a candidatura impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral, o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) lidera a corrida ao Palácio do Buriti. O Instituto O&P divulgou uma nova pesquisa hoje em que Roriz aparece com 39,3% da preferência do eleitoral. O segundo colocado é o petista Agnelo Queiroz com 2,3%. Na pesquisa feita em julho a diferença entre os dois era de seis pontos percentuais.

O candidato Toninho do PSOL é o terceiro colocado com 2%, seguido por Eduardo Brandão (PV) com 0,9%, Rodrigo Santas (PSTU) 0,5% e Ricardo Machado (PCO) com 0,3%. A pesquisa entrevistou 1.200 pessoas entre os dias 13 e 16 últimos. A margem de erro para mais ou para menos é de 2,8%

A pesquisa da O&P está registrada TSE com o número 23.913/2010 e no Tribunal Regional Eleitoral com o número 26.608/2010.

Corrida para o GDF

Joaquim Roriz (PSC) – 39,3%

Agnelo Queiroz (PT) – 32,3%

Toninho do PSOL – 2%

Eduardo Brandão (PV) – 0,9%

Rodrigo Dantas (PSTU) – 0,5%

Ricardo Machado (PCO) – 0,3%

Newton Lins (PSL) – 0,2%

Nenhum/Branco/Nulo – 11,2%

NS/NR – 13%

Senado

Cristovam Buarque (PDT) – 43,9%

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 29,3%

Abadia (PSDB) – 25,6%

Alberto Fraga (DEM) – 8,8%

Chico Sant’anna (PSOL) – 2,3%

Cadu Valadares (PV) – 1,8%

Moacir Bueno (PV) – 1,8%

Jorge Antunes (PSOL) – 1,7%

Robson (PSTU) – 1,5%

Rosana Chaib (PCB) – 1,4%

Pr. Milton Tadashi (PTN) – 1,2%

Gilson Dobbin (PCO) – 0,8%

Gerônimo (PSL) – 0,6%

Nenhum/Branco/Nulo – 32,8%

NS/NR – 46,9%

Câmara dos Deputados

Reguffe (PDT) – 5,4%

Geraldo Magela (PT) – 3,6%

Jaqueline Roriz (PMN) – 4%

Paulo Tadeu (PT) – 3,7%

Erika Kokay (PT) – 2,8%

Izalci Lucas (PR) – 1,3%

Robson Rodovalho (PP) – 1,3%

Laerte Bessa (PSC) – 1,2%

Luiz Pitiman (PMDB) – 0,8%

Augusto Carvalho (PPS) – 0,8%

Toninho Pop (PTB) – 0,7%

Roberto Policarpo (PT) – 0,5%

Adelmir Santana (DEM) – 0,5%

Georgios (PTB) – 0,4%

Paulo Bravo – 0,3%

Ricardo Quirino (PRB) – 0,3%

Eliana Pedrosa (DEM) – 0,3%

Fraga (DEM) – 0,3%

Chico Leite (PT) – 0,3%

Outros – 3,6%

Nenhum/Banco/Nulo – 5%

NS/NR – 62,6%

Câmara Legislativa do DF

Eliana Pedrosa – 1,4%

Chico Vigilante – 1,4%

Chico Leite – 1,4%

Cabo Patrício – 1,1%

Alirio Neto – 1,0%

Raad – 0,8%

Raimundo Ribeiro – 0,8%

Liliane Roriz – 0,8%

Guarda Janio – 0,7%

Olair Francisco – 0,7%

Paulo Roriz – 0,7%

Arlete Sampaio – 0,7%

Roney Nemer – 0,6%

Cristiano Araujo – 0,6%

Washington Mesquita – 0,6%

Agaciel Maia – 0,5%

Benicio Tavares – 0,5%

Professor Roque – 0,4%

Maninha – 0,4%

Iolando – 0,4%

Mauro Martinelli – 0,4%

Outros – 23,8%

Nenhum/Banco/Nulo – 6,2%

NS/NR 54,3%

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Levantamento mostra Agnelo e Roriz empatados

August 17th, 2010

 

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade – Pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública divulgada ontem dá, pela primeira vez desde que o cenário eleitoral desse ano ficou mais nítido, vitória de Agnelo Queiroz (PT) sobre Joaquim Roriz (PSC). No primeiro turno, de acordo com o levantamento, há um empate técnico entre os dois. Roriz lidera com 37,3% das intenções de voto, enquanto Agnelo tem 35,4%. A diferença, de menos de dois pontos percentuais, está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e pode ser considerada empate. Toninho do PSOL tem 4,2% e Eduardo Brandão (PV) tem 1,3%. Os outros candidatos ficaram todos com menos de 0,2%.

Mas Agnelo ganha de Roriz na simulação de um eventual segundo turno entre os dois – a essa altura, hipótese mais provável. Na projeção, Agnelo alcança 44,5% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto Roriz fica com 42,8%. O resultado ainda está dentro da margem de empate técnico, mas confirma tendência que vinha se desenhando há meses. E são justamente os números de Toninho, principalmente, e em menor escala de Brandão, que explicam a vitória de Agnelo. O petista ainda se beneficia do índice de indecisos, que de 14,3% no primeiro turno, cai para 3,1% no segundo.

Ainda por uma margem pequena, a vitória de Agnelo em um eventual segundo turno pode acontecer graças aos votos dos que, no primeiro turno, votam em candidatos “alternativos”, especificamente o do PSOL e o do PV, partidos de esquerda mais alinhados com o eleitorado do PT, ou dos que ainda estão indecisos mas, quando chega a uma decisão entre Agnelo e Roriz, não quer a volta do ex-governador. Somados, Toninho e Brandão têm 5,5% das intenções de voto na pesquisa, e essa margem é suficiente para dar a vitória ao petista.

No primeiro turno, ainda há 7% dos entrevistados que disseram que votarão em branco ou anularão seu voto. Já em um segundo turno entre Roriz e Agnelo, há bem pouca indecisão. Somente 3,1% dos entrevistados não saberiam, hoje, em quem votariam, ao passo que 9,6% declararam que votariam nulo.

Dessa forma, Agnelo e Roriz chegam às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita praticamente juntos em intenção de votos. Mas o cenário é ruim para Roriz, que dispõe de menos tempo.

A pesquisa, a mais recente entre todas as que foram publicadas até agora, confirma a tendência de crescimento de Agnelo e de queda de Roriz. A diferença é que esse levantamento é o primeiro que traz um empate técnico entre os dois e uma vitória, em projeção no segundo turno, de Agnelo. A pesquisa entrevistou 3.000 pessoas entre os dias 10 e 14 de agosto seguindo um plano amostral e está registrada no TRE-DF com o protocolo 25981/2010. A margem de erro é de 2% para cima ou para baixo.

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Mais um instituto mostra vantagem menor

August 16th, 2010

Mais recente pesquisa divulgada do instituto Vox Populi confirmou a tendência das outras ao mostrar redução da diferença entre Joaquim Roriz e Agnelo Queiroz

 

Taís Calado, do Jornal Coletivo – Divulgada no sábado (14), a nova pesquisa Vox Populi/Band/iG mostra que a diferença entre os candidatos ao GDF Joaquim Roriz (PSC) e Agnelo Queiroz (PT) caiu para dez pontos em relação à última medição feita pelo instituto em julho. As pesquisas aconteceram de 7 a 10 de agosto, período anterior ao debate da TV Band entre os candidatos ao GDF de quinta-feira (12).

Barrado pelo Ficha Limpa, o ex-governador do Distrito Federal, continua liderando a disputa com 36% das intenções de voto, seguido pelo petista Agnelo, com 26%. Nas pesquisas realizadas em julho, Roriz tinha 46% e Agnelo, 25%.

Toninho do PSOL manteve 2% e Eduardo Brandão (PV) ficou com 1%. Os votos brancos e nulos também se mantiveram em 15%. Já o índice de indecisos aumentou de 10% para 19%. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na disputa pelo Senado, o candidato à reeleição Cristovam Buarque (PDT) lidera com 32%, seguido de Maria de Lourders Abadia (PSDB) com 24% e Rodrigo Rollemberg (PSB), com 23%, no que é considerado um empate técnico entre os dois.

Segundo informações divulgadas pelo site da TV Band, o instituto ouviu 700 eleitores. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 22950/2010.

 

Datafolha

Joaquim Roriz (PSC), também lidera a pesquisa Datafolha divulgada sexta-feira (13), com 41% das intenções de voto. Agnelo Queiroz (PT) aparece com 33%. A diferença de 13 pontos, caiu para oito. Toninho do PSOL tem 2%. Rodrigo Dantas (PSTU) e Ricardo Machado (PCO), ambos com 1%. os demais, 15% não sabem em quem votar e 8% pretendem votar em branco ou nulo.

Com uma margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi realizada de 9 a 12 de agosto, com 701 eleitores. Está registrada no TSE sob o número 22752/2010. Os contratantes são a Folha de S.Paulo e a Rede Globo.

 

Vox Populi – 14 de agosto

Roriz – 36%

Agnelo – 26¨%

Toninho do PSOL – 2%

Eduardo Brandão (PV) – 1%

 

Datafolha – 13 de agosto

Roriz – 41%

Agnelo – 33%

Toninho do PSOL – 2%

Indecisos – 15%

Brancos e nulos – 8%

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Esqueceram o PMDB

May 21st, 2010

 

As legendas de esquerda que formam uma aliança histórica no Distrito Federal – PT, PCdoB, PDT e PSB – decidiram formar um Conselho Político com vistas às eleições deste ano. O grupo será formado pelos presidentes dos quatro partidos e se reunirá uma vez por semana.

“O objetivo é coordenar a campanha de forma centralizada, mas com a participação de todos aqueles que fazem parte da nossa aliança”, afirma o presidente do PT-DF, Roberto Policarpo.

O Conselho Político terá três atribuições fundamentais: coordenação, formação de alianças e estrutura de campanha. Mas, onde está o PMDB que seria, em termos, a grande estrela da aliança depois do PT.

Com maior tempo de TV e uma grande estrutura partidária, o PMDB não terdá assento na mesa de discussões da candidatura Agnelo Queiroz (PT), mesmo tendo acertado que caberia ao partido indicar o candidato a vice.

O grupo foi formado em reunião realizada na manhã de quinta-feira (20). Além de Policarpo, participaram do encontro os presidentes Augusto Madeira (PCdoB), Ezequiel Nascimento (PDT) e Marcos Dantas (PSB).

A aliança foi consolidada sábado no Encontro Regional do PT-DF. Os delegados do partido aprovaram uma resolução que torna possível a coligação com legendas que fazem parte da base de apoio da candidatura de Dilma.

Os militantes decidiram oferecer as duas vagas da disputa ao Senado aos aliados, que deverão ser ocupadas por Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB). A vaga para vice será negociada pelo Conselho Político.

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Artigo: Entre pecadores, tolos e hipócritas

May 10th, 2010

 

A palavra mais comentada da semana foi “pecador”, mas também poderia ser hipocrisia, sandice ou tolice. Tudo porque o delator e ex-secretário de Relações Institucionais do GDF, Durval Barbosa, em depoimento “quase” secreto à deputada distrital Erika Kokay (PT), sugestionou que o partido da parlamentar tem muitos pecados.

Kokay é integrante da Comissão de Ética da Câmara Legislativa e relatora do processo que pede a perda de mandato de sua colega Eurides Brito (PMDB). A sua intenção seria pegar o depoimento de Durval para dar mais substância ao seu relatório, que deve ser entregue nos próximos dias. Mas, no afã acusatório, a deputada petista saiu do encontro trazendo consigo o PT no olho do furação da Caixa de Pandora, acusações contra mais colegas de parlamento e uma defesa prévia ao ex-governador Joaquim Roriz (PSC).

Kokay conseguiu realizar, em sua ação desastrosa, tudo aquilo que Roriz e Durval precisavam. Fez o papel de pato. Foi usada e, ainda por cima, desagradou seus próprios companheiros de partido, que de acusadores e instigadores passaram a suspeitos. Tornaram-se pecadores a caminho do mármore.

Mais dois pontos complicam a situação de Erika: a transcrição da conversa vazou à imprensa e descobriu-se que ela revisou o texto taquigrafado, omitindo algumas informações.

O documento original da taquigrafia continha trecho em que a petista comenta ter ouvido de Brito, em uma festa, que alguns distritais haviam recebido propina para aprovar um projeto. Mais um problema: se Erika ouviu mesmo e não fez nada, foi conivente e faltou com a verdade como alega Eurides. E o bombardeio continua. A petista foi chamada em plenário de “mentirosa” por Geraldo Naves (sem partido) e de ter dito “incongruências, inverdades e coisas absurdas” por Eurides.

O assunto principal era Eurides, mas Kokay se empolgou tolamente quando Durval começou a falar de outros personagens e outras falcatruas. Acreditou que arrasava, quando estava na verdade sendo joguete de uma disputa política-eleitoral. E o que é pior, contra seu próprio partido, que até então não tinha “pecados”.

Só sendo muito tolo para acreditar em certos trechos do depoimento. Entre eles, está o que Durval faz uma defesa velada e antecipada de Roriz. Ele afirmou ter recebido R$ 60 milhões desviados da Codeplan, de contratos com empresas de informática, durante o último mandato de Roriz. Durval contou que prestava contas a Arruda e disse que ele tinha o controle de tudo. É querer fazer o brasiliense de idiota achar que logo que assumiu seu quarto mandato, Roriz teria dado as chaves da Codeplan, por onde se firmam contratos de centenas de milhões de reais, e virado as costas para o que pudesse acontecer, além de dizer que a partir daquele momento Durval (presidente da empresa) receberia ordens do então deputado federal José Roberto Arruda. Essa versão só serve para livrar a cara de Roriz. Os contratos da Codeplan já existiam em governos anteriores do próprio Roriz e eram vigiados muito de perto por ele.

Quando Durval diz que existem pecados dentro do PT, ele não se refere a um pecador. São alguns pecadores. Na política não tem santo e alguns companheiros se deixaram seduzir pela grana fácil. Mas ali, nem tudo é Pandora. Existem pecados em outras áreas, além da informática e do PDOT. Tem até acertos de companheiros para companheiros.

Colocando o PT na fogueira – graças à destreza de Erika Kokay -, Durval atinge o maior adversário de Roriz: o candidato do PT Agnelo Queiroz. Até então se discutia nas sombras do QG rorizista como fazer isso, até que surgiu do nada o depoimento quase secreto solicitado por Kokay, que serviu ainda para uma vendeta dos azuis. É nessa hora que se atinge novos distritais, até então fora da lista de supostos mensaleiros. Entre os novos estão aqueles que traíram o acordo para eleger Wilson Lima (com apoio de Roriz) a governador tampão e ainda os que admoestaram Durval em seu primeiro depoimento, no auditório da Polícia Federal. O momento não poderia ser desperdiçado e a vingança foi feita.

Por tudo isso, o troféu Mico do Mês vai para Erika Kokay.

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Roriz e Agnelo felizes com resultado da pesquisa

May 3rd, 2010

Depois da divulgação da pesquisa do Instituto Dados/Jornal da Comunidade, os dois principais candidatos, Joaquim Roriz (PSC) e Agnelo Queiroz (PT), comemoraram o resultado

Rodrigo Mendes de Almeida, do Jornal da Comunidade –  Os pré-candidatos ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) e Agnelo Queiroz (PT) se mostraram satisfeitos com suas performances na primeira pesquisa exclusiva do Instituto Dados Pesquisa Opinião & Mercado em parceria com o Grupo Comunidade de Comunicação (Jornal da Comunidade e Coletivo). Roriz obteve 35,4% das intenções de voto no levantamento com metodologia estimulada. Agnelo ficou cerca de oito pontos atrás, com 27,3%. No estudo espontâneo, Roriz obteve 16,6% e Agnelo, 10,8%.

Para Roriz, o fato positivo foi que, “mesmo estando afastado da vida pública há três anos, ainda mantive o primeiro lugar”. Ele fez questão de manifestar o agradecimento à parcela da população que o mantém nessa posição já há algum tempo. Segundo Roriz, um dos fatores para isso é a confiança que a população deposita nele.

Para o pré-candidato petista, o resultado da pesquisa foi satisfatório visto que demonstra a tendência de crescimento da candidatura.

“A pesquisa é sempre um momento, mas esse resultado que demonstra uma pequena diferença representa uma tendência de crescimento. Nós ficamos um tempo em indefinição e com a definição de quem é realmente o candidato do PT esse resultado já se apresenta”, observa Agnelo.

Para o petista, a definição do partido sobre seu nome foi o principal motivo para apontar a grande aceitação da pré-candidatura. “A partir dessa definição a gente começou a fazer alianças e já tem o PDT, mas estamos conseguindo outras alianças. A nitidez que alcançamos com a definição da pré-candidatura foi fundamental para começarmos essa projeção e mostrar a tendência de crescimento”, avalia.

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Depois do racha, Agnelo prega união dos petistas

March 29th, 2010

A disputa foi acirrada, mas, como previsto, o ex-comunista venceu Geraldo Magela nas prévias que o PT organizou para decidir quem seria o pré-candidato da legenda ao GDF. Agora, o partido espera união da militância para chegar forte às próximas eleições

Mariana Spezia

mspezia@jornaldacomunidade.com.br

No domingo (21), a militância do Partido dos Trabalhadores foi às urnas para escolher o pré-candidato do PT ao governo do Distrito Federal. O ex-deputado e ex-ministro do Esporte Agnelo Queiroz obteve 4.656 votos, o que representa 56,21% de aprovação. Já o adversário, o deputado federal Geraldo Magela, conquistou 3.627 votos, ou 43,79%. O DF conta hoje com 35 mil filiados ao PT, mas apenas 30% são atuantes e participaram da votação. O próximo passo do partido é buscar a união da militância para formular um programa de governo forte e também buscar boas alianças para alcançar a cadeira no Palácio do Buriti. Agnelo Queiroz concorda. Para ele, a disputa foi difícil, mas ao final já havia um compromisso prévio dele e de Magela com a construção da unidade partidária. “Foi possível observar que em vários momentos isso foi colocado publicamente, inclusive no debate, que coroou esse nosso compromisso público”, garante Agnelo. O vencedor acrescenta ainda que o partido deve, obrigatoriamente, trabalhar unido a fim de tirar Brasília da crise em que ela está imersa e resgatar a autoestima do povo brasiliense. “A população quer uma mudança radical. E essa mudança radical somos nós”, avisa. A seguir, confira a entrevista exclusiva de Agnelo Queiroz ao Jornal da Comunidade.

A maioria das forças políticas do partido estava ao seu lado. Muitos apostavam na sua vitória. O senhor também já esperava por esse resultado?

Já esperava, sim, por essa vitória porque eu tinha um apoio muito forte dentro do partido. A grande maioria das nossas lideranças, dos deputados distritais, dos dirigentes das zonais do PT e também dos dirigentes partidários, sindicais, do movimento estudantil estavam ao meu lado e isso repercutiu e se traduziu justamente na militância. Eu estava confiante, mas exigiu um trabalho intenso. Foi uma disputa dura. Serviu também para mobilizar a nossa militância, debater os problemas da cidade, essa conjuntura atual, acho que nossa militância saiu fortalecida, ativa e com muita esperança. Já tínhamos uma militância aguerrida e agora ela está mais atiçada para o embate que se aproxima.

É evidente que houve um desgaste na legenda por causa da disputa interna. Como o senhor acredita que o PT vai se reorganizar para chegar forte às eleições de outubro?

A disputa, como eu disse, foi muito dura, difícil, mas felizmente ao final já havia um compromisso prévio dos dois candidatos com a construção da unidade partidária. O deputado Geraldo Magela, ao final da apuração, reconheceu a vitória e também fez este gesto de unidade que, obviamente, é amplamente apoiado por nós neste sentido de construção da união do PT-DF. Acabou a briga. Temos uma candidatura, o PT tem um candidato ao governo do Distrito Federal e nós estamos todos unidos em torno desse objetivo. Aí não é o Agnelo e, sim, o candidato do PT que saiu vitorioso nas prévias, portanto, estamos em condições agora de buscar aliados e marchar para conseguir a vitória.

O senhor pode adiantar algumas das alianças que o PT pode fazer para as próximas eleições?

A direção do PT já está em campo. Há várias conversas marcadas com os partidos do nosso campo. Faremos um esforço imediato para unir esse campo que tradicionalmente tem saído conosco como o PDT, o PCdoB, o PSB e o PRB. Queremos, ao estabelecer essas alianças, tentar ampliar a própria aliança,tendo uma base sólida e consistente, um núcleo, que tanto vai fazer a campanha como também governará junto conosco.

Como será seu programa de governo?

Depois de tudo que a nossa cidade passou, um verdadeiro constrangimento, uma humilhação junto à população brasileira e até fora porque os escândalos daqui tiveram repercussão internacional, nosso objetivo é apontar saídas para essa situação vexaminosa. O projeto do PT, junto aos nossos aliados, é a reconstrução da cidadania, dos princípios republicanos de governar, é a retomada da esperança. Para isso, precisamos fazer uma reforma administrativa radical, do ponto de vista da transparência, da honestidade, da participação da sociedade, da descentralização da administração. Faremos uma revolução administrativa sem precedentes do que já aconteceu até agora na nossa pequena experiência de autonomia. Além disso, também faremos mudanças muito sérias do ponto de vista da recuperação dos serviços públicos como a saúde, a segurança, a educação, o transporte público, mas sobretudo a questão do desenvolvimento humano, que é a política com o jovem, qualificação profissional, geração de emprego e renda e principalmente diminuir a desigualdade. Nós temos solução pra essa crise. O PT tem aliados e vamos mostrar um projeto de saída dessa crise e retomada da nossa autoestima.

O discurso é louvável, mas o senhor realmente acha que é viável conseguir trabalhar em todas essas áreas de uma forma exemplar?

Eu tenho tanta confiança, a certeza de um bom governo que vale a pena a gente fazer um enfrentamento dessa ordem. Você sabe, a situação em que vivemos hoje é a da política de terra arrasada, da desesperança. Os políticos estão com um grau de descrédito grande e então as pessoas tendem a generalizar, achar que tudo é igual, é duro para o próprio político enfrentar essa situação. Seria mais simples cuidar da nossa própria vida e não se misturar com isso, mas acho que as pessoas de bem têm que fazer a política. A nossa população merece e precisa ter resposta para isso tudo que eu falei, ou seja, tenho tanta confiança e certeza que as políticas públicas que vamos apresentar respondem a esses enunciados. Por exemplo, na saúde, nós vamos mudar o modelo de assistência, mudar a prioridade atual que hoje é toda a saúde hospitalar, vamos ter uma saúde preventiva muito forte. Há recursos no orçamento para isso e há ainda apoio do governo federal que está ávido para ajudar num projeto sério de recuperação da saúde pública. Então, o exemplo que eu dei sobre a saúde se aplica pra outras áreas. Nós vamos fazer um debate com a sociedade sobre o nosso programa de governo.

É possível resgatar a imagem de Brasília após essa crise política?

No primeiro ano de governo a gente vai recuperar completamente a parte administrativa e, no segundo ano, implantaremos as políticas nas áreas que estão mais depreciadas. Não pode mais existir mentira, promessa que não vai ser cumprida. Fazer coisas só para inglês ver é lamentável.

É possível que haja uma grande renovação na Câmara Legislativa em 2011? Como o senhor avalia essa mudança?

Eu espero que a mesma exigência e atenção que o povo vai ter em eleger o governador também tenha em eleger os deputados distritais, principalmente porque nesta crise a Câmara teve um comprometimento muito grande de muitos parlamentares envolvidos com essas denúncias. Então, nesse sentido, tenho certeza que a população fará uma renovação grande com a Câmara Legislativa. Nós não podemos, de forma nenhuma, repetir esse método que está aí, que é o método da compra, do dinheiro para votar as coisas. Isso é deplorável. Nós temos que ter uma relação com os parlamentares de prestigiá-los, de dar crédito para as iniciativas parlamentares. É muito importante eleger parlamentares que tenham compromisso público e que possam negociar as políticas públicas e os interesses públicos quando forem votar na Câmara Legislativa.

Houve algumas denúncias em relação ao seu patrimônio e ao convite que o senhor recebeu de Edson Sombra para assistir aos vídeos de Durval Barbosa. O senhor acredita em fogo amigo dentro do PT?

Eu acho que em disputas acirradas, às vezes, existem excessos. E seguramente pode ter havido aproveitamento de pessoas de fora para poder desgastar a minha imagem porque não interessava que eu ganhasse as prévias. Infelizmente, como a intenção era me atacar, fizeram uma simples conta aritmética de somar os rendimentos de dois impostos de renda, o meu e o da minha esposa, para poder fundamentar a denúncia. Já esclareci tudo. Tenho o nada consta da Receita. Minhas declarações já estão todas processadas e definitivas, não tem nada pendente. Enfim, esse é o esclarecimento que dei à população de forma clara. Estou bem tranquilo. Em relação a conversar com as pessoas, eu converso mesmo como político. Me interesso pela cidade e por qualquer denúncia que possa prejudicar a população do DF. Não afirmo que essas denúncias tenham vindo de dentro do partido, mas podem ter sido usadas internamente na disputa, sim. A denúncia saiu exatamente uma semana antes da prévia, a toque de caixa, com características claras para poder influenciar na eleição. Mas felizmente isso está esclarecido, apaziguado e nós estamos dando uma investigada séria da onde veio isso. Tenho certeza que muito cedo virá a tona.

As acusações podem aumentar antes das eleições. O senhor está preparado para isso?

Estou bem preparado. Evidente que qualquer tipo de ataque será respondido a altura e com muita firmeza. Eu dou um boi para não entrar numa briga, mas dou uma boiada para não sair dela.

Se o Agnelo Queiroz for eleito o novo governador do DF, o que mudará?

Nós vamos iniciar os próximos 50 anos fazendo um governo voltado para quem construiu os primeiros 50 anos.

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Aprovadas as regras do debate entre Agnelo e Magela

March 12th, 2010

 

A Comissão Organizadora das Prévias do PT-DF e os representantes das duas pré-candidaturas inscritas estabeleceram, por consenso, as regras do debate que será realizado na segunda-feira (15) entre Agnelo Queiroz e Geraldo Magela. O debate será no Hotel Nacional, das 19h às 22h.

 

O debate é aberto a todo filiado (a) do PT-DF. Ficou definido que cada candidato terá 20 minutos para fazer a apresentação inicial. Depois disso, serão feitos dois blocos de intervenções. Os pré-candidatos deverão fazer as considerações finais no segundo bloco. A mesa diretora dos trabalhos vai interromper o debate sempre que houver por parte de qualquer presente manifestação de vaia ou ofensa pessoal.

 

Agnelo e Magela disputam a indicação dos militantes ao cargo de pré-candidato a governador pelo PT-DF. As prévias serão em 21 de março, em 20 localidades. Será utilizado o sistema de voto eletrônico, por meio de urnas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF. O partido espera mais de 8 mil votos.

 

Participam da prévia os filiados(as) aptos a votar no Processo de Eleição Direta (PED) concluído em 2009. Para o exercício do direito do voto será cobrada, além da inscrição regular no Cadastro Nacional do PT, a quitação da anuidade financeira devida ao partido no exercício de 2010, nas mesmas condições e nos mesmos valores estabelecidos no PED/2009.

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PT-DF utilizará urnas eletrônicas nas prévias

March 11th, 2010

 

O Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal adotará o sistema do voto eletrônico no processo de escolha do pré-candidato a governador. A adoção da tecnologia, defendida pelo presidente regional da legenda, Roberto Policarpo, foi discutida com técnicos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF). A Executiva do partido aprovou a ideia. O objetivo é reforçar a lisura e a transparência do pleito, marcado para ocorrer em 21 de março. Disputam as prévias o ex-ministro do Esporte Agnelo Queiroz e o deputado federal Geraldo Magela.

 

O processo eletivo ocorrerá em 20 localidades do Distrito Federal. A votação será das 9h às 17h. Para evitar filas ou transtornos, o TRE disponibilizará 40 urnas eletrônicas. A totalização dos votos será feita por uma equipe do PT integrada por representantes das duas candidaturas. Técnicos do tribunal supervisionarão todo o processo eletivo. Essa é uma iniciativa pioneira. “Eu me comprometi a realizar um processo limpo e democrático e dessa forma o resultado será inquestionável”, explica Policarpo.

 

O partido espera mais de 8 mil votos. Participam da prévia os filiados aptos a votar no Processo de Eleição Direta (PED) concluído em 2009. Para o exercício do direito do voto será cobrada, além da inscrição regular no Cadastro Nacional do PT, a quitação da anuidade financeira devida ao partido no exercício de 2010, nas mesmas condições e nos mesmos valores estabelecidos no PED/2009.

 

A prévia cumpre uma disposição do Estatuto do PT. Em caso de mais de uma pré-candidatura às eleições majoritárias, a determinação é que seja feita uma eleição interna para decidir quem será o concorrente oficial do partido. Neste ano, Agnelo Queiroz e Geraldo Magela se inscreveram para participar da disputa. Ambos apresentaram suas inscrições em 1° de março.

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Debate entre Agnelo e Magela será no Hotel Nacional

March 10th, 2010

 

Está definido o local do debate entre Agnelo Queiroz e Geraldo Magela pelas prévias eleitorais do Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal. O encontro vai ocorrer no Hotel Nacional, em um auditório com capacidade para mais de 600 pessoas. O local foi aprovado em reunião da Executiva do partido, na noite de segunda. O debate está marcado para segunda-feira (15), a partir das 19h. Os concorrentes disputam a vaga de pré-candidato do PT ao governo do DF.

 

As regras do debate serão definidas por uma comissão formada por membros da Executiva e das duas candidaturas. Esse será o único debate oficial, conforme decisão dos dirigentes petistas de tentar fazer uma prévia rápida e que fortaleça a unidade do partido. As prévias ocorrerão no dia 21 de março, das 9h às 17h, em diversos pontos do DF. Os locais de votação serão divulgados ainda nesta semana.

 

Durante a reunião da Executiva na noite de segunda-feira, os integrantes do partido também decidiram, por unanimidade, que as últimas inserções do PT-DF na televisão antes da campanha eleitoral serão dedicadas integralmente ao candidato que vencer as prévias. O escolhido aparecerá em 40 inserções.

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PESQUISAS: Arruda lidera na Exata. Roriz na Vox Populi

August 18th, 2009

Jornal da Band

 

Joaquim Roriz (PMDB) lidera a disputa pelo governo do Distrito Federal, com 41% das intenções de voto, segundo pesquisa Band/Vox Populi. O atual governador José Roberto Arruda (DEM), é o segundo com 36%. Agnelo Queiroz (PT) aparece em terceiro com 11%, e Gim Argello (PTB) tem 1%.

 

Em um cenário com a participação do PSDB, Roriz mantém o primeiro lugar com 40%, seguido por Arruda, com 36%. Queiroz tem 10% e Maria Abadia (PSDB), 3 por cento.

 

Trocando o candidato petista a disputa pela liderança se acirra: Joaquim Roriz aparece com 39% das intenções de voto, e José Roberto Arruda com 37%. Geraldo Magela (PT) tem 8% da preferência. Maria Abadia é a quarta colocada, com 3%.

 

Em um cenário com outro candidato do DEM, Roriz continua em primeiro, com 47%. Queiroz tem 15% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Paulo Octávio (DEM), que tem 14%. Argelo aparece em quarto, com 3 %.

 

Seiscentos eleitores foram entrevistados no Distrito Federal entre os dias 31 de julho e três de agosto. A margem de erro é de 4 pontos percentuais.

 

Outra pesquisa para o governo do Distrito Federal, feita pelo Instituto Exata de opinião pública, aponta um resultado diferente, com o atual governador na liderança.

 

Arruda aparece em primeiro, com 40,1% das intenções de voto. Em segundo está Roriz, com 32,1%. Queiroz é o terceiro, com 8%. Reguffe (PDT) aparece com 3,3%, e Argello, com 2,6%.

 

Na simulação de um possível segundo turno, Arruda tem 50,3% da preferência, e Joaquim Roriz, 37%.

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Arruda, Roriz e o PT

August 18th, 2009

 

A eleição de 2010 promete ser uma das mais disputadas na política brasiliense, que registrou termômetro alto em 2002, quando o ex-governador Joaquim Roriz (PMDB) venceu o deputado Geraldo Magela (PT), num segundo turno apertado. Mesmo usando a máquina do GDF, Roriz só ganhou por uma diferença mínima de 15 mil votos. Em 2002, outros candidatos entraram na disputa e fizeram mais do que figuração. Foram fundamentais para causar um estrago na falada reeleição fácil do peemedebista. Juntos, o então ex-vice-governador Benedito Domingos (PP) e o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB) tiveram cerca de 15% dos votos.

 

A campanha teve com golpes abaixo da linha da cintura. Uma sujeira só na dicotomia entre azuis e vermelhos. As denúncias pipocaram todos os dias, nos comícios, no horário eleitoral ou nos jornais apócrifos. A imprensa também se posicionou e saiu dividida entre os dois principais candidatos. Resultado: a eleição teve um terceiro turno e só foi resolvida dois anos depois no plenário do TSE. Faltou muito pouco para Magela virar governador.

 

Em 2006, a novidade foi a divisão dos partidos governistas. O deputado José Roberto Arruda (DEM) e a vice-governadora Abadia (PSDB) racharam o grupo. No PT, veio a distrital Arlete Sampaio apostando nos votos históricos do partido e no sucesso da reeleição do presidente Lula. Arruda ganhou no primeiro turno, com apoio nos bastidores de Roriz, mas de forma apertada, com apenas 0,38% de vantagem para a soma dos outros candidatos. Escapou de um segundo turno que é considerado carissimo e da ameaça de uma derrota, já que os adversários tinham um acordo de união.

 

Do grupo dividido, alguns embarcaram no governo Arruda. Mas, a maioria ficou de fora e hoje torce pela volta de Roriz. Será um embate duríssimo. Nos bastidores, aqueles que um dia formaramo um mesmo grupo, prometem uma guerra suja de dossiês, denúncias e outras baixarias.

 

Se em 2002 Roriz era vidraça, o telhado hoje é de Arruda. Mas se Arruda tem a máquina, o grau de denúncias contra Roriz aumentou nos últimos anos, principalmente com o episódio no Senado. O confronto não favorece a nenhum dos lados, só traz prejuízos político-eleitorais e sentiram na pele as dificuldades de uma eleição, só que desta vez em lado opostos mesmo. Separados, ficarão vulneráveis. O PT assiste a tudo. Seja Magela ou Agnelo Queiroz o candidato, petistas torcem pelo embate que pode colocar o GDF no colo da oposição.

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Agnelo lança blog

August 17th, 2009

 

Pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PT, – ex-ministro Agnelo Queiroz lança o seu blog nesta terça-feira, às 20h, no Bar Brahma Brasília, na 201 Sul.

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Indicação imediata de Agnelo é barrada pela Nacional

July 30th, 2009

 

Os membros do Diretório Regional do PT-DF que recorreram contra a indicação de Agnelo Queiroz como candidato a governador do DF saíram vitoriosos. A Comissão de Recursos do Diretório Nacional do PT considerou que não há consenso dentro do partido para autorizar tal prática e ressaltou que a resolução aprovada em 26 de maio de 2009 pelo Diretório Regional, sobre pré-candidaturas 2010, não tem validade estatutária.

 

No último dia 23, um documento emitido pela Comissão reafirma a decisão tomada pelo Diretório Nacional, no dia 8 de maio de 2009. “No item 2 das Diretrizes para o Processo de Definição de Candidaturas do PT em 2010, que em nível estadual, o processo estatutário de definição das candidaturas majoritárias e proporcionais do PT somente terá inicio após o 4º. Congresso Nacional do PT, a ser realizado de 18 a 21 de fevereiro de 2010”, mostra o parecer.

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Conversas no Twitter

July 23rd, 2009

 

twitter3Para muitos políticos, mesmo nas férias, o dia começa cedo. Por volta das 6 horas de hoje, o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB) conversava com o senador Cristovam Buarque (PDT), através de mensagens no microblog Twitter, a mais nova sensação de comunicação virtual entre os brasileiros. Rollemberg perguntava como estão as conversas com Agnelo Queiroz, pré-candidato ao GDF pelo PT.

 

Depois parabeniza Cristovam, anunciando que fez uma pesquisa de intenção de votos e que o pedetista ficou em primeiro para o Senado. “Como era de se esperar você está muito bem. Vai em frente!”, twittou Rollemberg.

 

Em outra mensagem, Rollemberg diz que Cristovam está acordando cedo e relata seu encontro de ontem com o ex-governador Roriz (PMDB). “Ontem estive com Roriz. Está firme em ser candidato. Vai animar a eleição”.

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Pesquisa aponta empate

May 28th, 2009

 

O blog teve acesso a alguns números de uma pesquisa feita com cerca de 1200 moradores de Brasília feita pela Econsult – Consultoria Junior da Universidade de Brasília (UnB), que apresenta o seguinte cenário para o Governo do Distrito Federal, em 2010:

 

Joaquim Roriz (PMDB)             31%

 

José Roberto Arruda (DEM)    30%

 

Agnelo Queiroz (PT)                8%

 

Reguffe (PDT)                           6%

 

Gim Argello (PTB)                     1%

 

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