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Federação do Comércio entregará estudo ao governador eleito com sugestões para combater problemas do DF

A capital do País vive uma fase difícil nas áreas de desenvolvimento econômico, mobilidade urbana, segurança, educação e saúde. Com o objetivo de colaborar para a mudança dessa realidade, a Fecomércio-DF entregará aos deputados distritais eleitos e ao governador eleito Rodrigo Rollemberg um estudo com sugestões para resolver alguns problemas do Distrito Federal. O documento será entregue na segunda-feira (15), às 9h30, na sede da Federação, com a presença dos especialistas que participaram do trabalho.

O estudo integra um projeto chamado Brasília 2015, realizado pela Fecomércio entre 2012 e 2014. Durante esse período, especialistas foram convidados pela Federação a discutir os principais problemas do DF e propor soluções. Ao longo de uma série de encontros, sem conotação partidária ou ideológica, foram ouvidos urbanistas, arquitetos, geógrafos, economistas, policiais, professores, médicos, cientistas sociais e outros especialistas. Também participaram das discussões os empresários, diretores, presidentes de sindicatos, assessores e dirigentes do Sistema Fecomércio-DF.

O trabalho foi realizado com a finalidade de recuperar uma visão desenvolvimentista para a capital da República. O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, diz que existe uma certeza de que o parlamentar ou o administrador público que abraçar esse estudo estará em sintonia com o desenvolvimento e a qualidade de vida na cidade. “Mesmo com apenas 54 anos, o Distrito Federal apresenta problemas sérios que demandam soluções urgentes. O crescimento desordenado impôs desafios ao tombamento e a vida dos brasilienses”, explica Adelmir. “Administrações públicas desfocadas também fizeram com que problemas de saúde, mobilidade e segurança fossem agravados. Esse estudo é uma tentativa de reverter essa deterioração e colaborar com os governantes, administradores e parlamentares interessados em reviver Brasília”, completa Adelmir Santana.

O documento possui 166 páginas. Entre os diversos capítulos, um deles apresenta uma radiografia sobre a situação do DF e outro indica sugestões para problemas nas áreas de desenvolvimento econômico, saúde, educação, segurança, economia criativa, mobilidade urbana e gestão pública. Entre os especialistas que colaboraram com o trabalho estão: o geógrafo e professor emérito da UnB, Aldo Paviani; o arquiteto Carlos Magalhães; o professor da Enap José Luiz Pagnussat; o professor de finanças públicas da UnB Roberto Piscitelli; o consultor de economia e administração Nilson Holanda; o secretário de Planejamento do Paraná, Cassio Taniguchi; a ex-secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão; o especialista em segurança pública da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Flávio Testa; e o diretor geral da Polícia Civil do DF, Jorge Luiz Xavier.

Adelmir Santana. Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana. Foto Cristiano Costa

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) apoia a Semana Global do Empreendedorismo, que começa a partir desta segunda-feira (17) e segue até 23 de novembro. A abertura será hoje no auditório da Livraria Cultura, no Shopping Iguatemi, a partir das 19h, com entrada franca. Será realizado um talk show com a presença de Giovanni Romano, da Kopenhagen; Ronaldo Clay, do Instituto Illuminante; Janete Vaz, do Laboratório Sabin; e Erika Lisboa, do Casulo/ UniCeub. Paulo Foina, do Illuminante, será o mediador.

Um dos maiores eventos mundiais de fomento ao empreendedorismo, a Semana Global ocorre nas principais cidades do mundo, como Londres, Amsterdã, Paris, São Paulo e Nova York, entre outras. A expectativa é de que, em Brasília, sejam realizadas mais de 100 atividades de inspiração, capacitação e relacionamento – com foco no empreendedorismo.

O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, afirma que a Semana Global do Empreendedorismo é uma oportunidade para todos que desejam montar uma empresa. “Esse movimento busca fortalecer a cultura empreendedora no mundo todo, conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreenderem. O empreendedorismo deve ser incentivado sempre, pois é a partir desses negócios que um País gera emprego, renda e consegue fortalecer o seu desenvolvimento”, ressalta Adelmir Santana.

Mais informações sobre as atividades da Semana Global do Empreendedorismo podem ser encontradas no site: www.semanaglobal.org.

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As vendas do comércio brasiliense apresentaram leve queda de 0,77% em setembro na comparação com o mês anterior. Já as vendas do setor de serviços registraram crescimento de 5,01%. No acumulado dos últimos 12 meses (set213 x set2014) as vendas tiveram uma queda de 3,86% (comércio e serviços). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

No mês de setembro de 2014, foram incorporados seis novos segmentos ao setor de serviços (Academia, Aluguel de Artigos para Festa, Casa de Eventos, Clínica de Estética, Ensino de Idiomas e Reparação de Eletroeletrônicos). Vale salientar que os segmentos inseridos não possuem um histórico como os demais integrantes desse estudo e, portanto, estão sujeitos a correções durante o período de avaliação, que leva até três meses.

O segmento de Salão de Beleza puxou o índice no setor de serviços, com um crescimento nas vendas de 11,52%, seguido pelo setor de Academia (6,37%); Aluguel de Artigos para Festa (6,10%); Casa de Eventos (5,24%); Agência de Viagens (4,81%); Ensino de Idiomas (3,17%); Reparação de Eletroeletrônicos (2,69%), Autoescola (2,10%); Pet Shop (1,56%) e Clínica Estética (1,35%). “Serviços é um setor que sempre ajuda na expansão da atividade econômica brasileira e no Distrito Federal não é diferente. Com uma forte contribuição para geração de emprego e renda no País, os segmentos ligados ao setor de serviços, na maioria dos casos, têm um público fiel, são menos vulneráveis às incertezas da economia e, por isso, vem apresentando um resultado melhor”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

No comércio, apresentaram queda nas vendas em setembro, na comparação com agosto, os segmentos de: Floricultura (-12,37%); Vestuário (-7,61%); Lojas de Utilidades Domésticas (-6,71%); Móveis e Decoração (-5,87%); Tecidos (-3,69%); Livraria e Papelaria (-1,98%); Material de Construção (-1,44%); Autopeças e Acessórios (-1,01%) e Mercado e Mercearia (-0,89%). Os segmentos que apresentaram acréscimo foram: Óticas (6,16%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (3,24%); Informática (2,81%); Calçados (1,76%) e Farmácia e Perfumaria (0,19%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado nas compras. No comércio, a modalidade respondeu por 44,25% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 38,19% das compras. A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 900 empresas, sendo 594 do comércio e 306 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de outubro de 2014 e analisou 14 segmentos do comércio e 10 segmentos de serviços.

Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

O presidente da Federação do Comércio, Adelmir Santana, conta o que o setor espera do próximo governo e pontua os principais problemas vivenciados hoje pelos empresário. Segundo ele, o comércio e serviços é fruto do alto PIB da cidade

Com vocação basicamente na área de comércios e serviços, o Distrito Federal, segundo o presidente da Federação do Comércio do DF, Adelmir Santana, está vivendo uma paralisa nas atividades produtivas, em virtude do sistema burocrático enfrentado hoje pelos empresários. Com as projeções propostas pelos dois candidatos postulantes ao cargo de governador do DF, o setor acredita que uma melhora tanto na economia quanto no que se refere a seguridade das empresas para que ampliar seus investimentos, seja possível. Em entrevista, Adelmir comenta que o setor espera que facilidades sejam encontradas e a tão esperada agilidade seja alcançada. “Hoje, o tempo do empresário não é o mesmo da administração pública. Podemos notar uma dissociação. O empresariado precisa recuperar a segurança e previsibilidade dos investimentos”.

O que o setor produtivo espera do próximo governo?

O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de acoes rápidas. Do Estado em relação as pretensões empresariais. Há uma dissociação. O tempo do empresário não é o mesmo da administração pública, há um distanciamento enorme entre o nosso tempo e o da administração pública. No que se refere as ações. É preciso que encontre um caminho no sentido que desburocratize o Estado brasileiro para que as empresas se sintam seguras, primeiro em relação ao sistema jurídico e em segundo lugar para que as coisas sejam mais rápidas. Esperamos que haja uma criação de facilidades para que o sistema se deslanche com mais agilidade. Tenho observado que esta é uma voz recorrente do setor produtivo, de todas as áreas, em que têm apresentado essa reclamação.

Como está a economia de Brasília?

A economia de Brasília hoje é centrada na vocação de comércio e serviços. E por que isso? Porque Brasília dispõe de uma renda alta. Em que os níveis de salários são constituídos significamento de serviços públicos, tanto federais como distritais, além da forte representação do mundo diplomático no Distrito Federal, no que se refere as empresas trazerem seus escritórios para a cidade. Então, temos uma renda per capita elevada, de consumo elevado. Tal fato tem motivado o crescimento elevado natural da área de comercio e serviço. Na nossa visão, muitos dos problemas estão com as soluções não dentro do Distrito Federal, mas dentro do seu perímetro urbano metropolitano. Das cidades dormitórias, das cidades que precisam buscar estes desenvolvimento objetivando a ocupação desta população naquelas satélites. Por isso, é preciso o olhar não apenas do governo de Goias, do DF, mas da União. Em relação a estas regiões que limitam o DF.

Qual a importância da Fecomércio para a economia do DF?

Por ser uma cidade com vocação de comércio e serviço. Na Fecomércio estão representados os setores de comercio e serviço e quando você retira o poder público, representa mais de 90% do PIB local. Então é uma entidade que tem uma forte presença econômica no DF. Funcionamos como uma caixa de reclamações dessas queixas quando a atuação do Estado não vai de encontro as nossas necessidade que, em ultima analise, são as mesmas da população.

Ainda este ano acontece a eleição para o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em 2015. Como o senhor classifica o atual momento da entidade?

O Conselho deliberativo do Sebrae se dá  por meio de um processo eletivo. São feitas eleições a cada quatro anos. Ela será no final desse ano. Há uma tradição entre nós do setor produtivo de fazer um rodízio das entidades, que está sendo praticado nos últimos 20, 30 anos, caberá, desta vez, a Fecomércio indicar seu representante para ser o futuro presidente do Conselho. O Sebrae passou por uns problemas dentro da entidade que quem deveria estar a frente do Conselho era da Federação das Associações Comerciais do DF e de fato começou exercendo essa função, mas houve  mas houve uma dificuldade de ordem pessoal e veio calhar com a renuncia do presidente eleito. Tivemos que fazer uma eleição complementar para cumprir um mandato tampão e hoje é um membro da Federação das Industrias.

Como entidades como a Fecomércio, o Sesc, Senai e Sebrae podem ajudar o governo?

Eu acho que essas Instituições, do sistema S como um todo, têm um papel fundamental naquilo que define a Lei para estas Instituições. Por exemplo, o Sesc e o Senac representa, os braços sociais da Federação do Comércio. Um na área da formação profissional, já formou durante sua história mais de um milhão e duzentos mil alunos no DF, e o outro na área de assistência aos trabalhadores e dependentes. Tem uma presença extremamente marcantes na cidade com várias unidades espalhadas no Distrito Federal, muitas ações. São funções que nós exercemos dentro da linha que compete a cada um. Ou seja, cada um tem um papel fundamental.

Qual deveria ser o perfil do próximo governo?

Tem que ser uma pessoa focada em inovação, em tecnologia, na desburocratização, na simplificação e que ofereça a população a certeza e a segurança de que nós entraremos em um novo caminho. Onde os princípios éticos e morais sejam efetivamente pautados pela ação do dia a dia. Os homens públicos compreendam seu verdadeiro papel, não apenas como legisladores, mas que exerça a cidadania, que exerça a função de racionalidade, para que sirva de exemplo para a população como um todo e, em especial, na formação do jovem, de uma cultura nação e um futuro politico melhor. Assim, as pessoas possam compreender o papel efetivo dos homens públicos. Brasilidade, cidadania, para que possam ter interesse de uma atividade tão nobre que é ser político. Hoje, ser politico esta associado a algo ruim, quando na verdade é algo tão nobre. Administrar o Brasil, o  Distrito Federal. Nós seremos implacáveis na cobrança dos hoje eleitos deputados e do futuro governante.

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As vendas no setor de serviços do Distrito Federal apresentaram o maior aumento do ano, registrando uma alta de 7,42% no mês de agosto de 2014, quando comparadas com o mês anterior. Já no setor de comércio houve uma alta de 2,80% em agosto. Apesar disso, no acumulado dos últimos 12 meses (ago213 x ago2014) as vendas apresentam queda de 4,38% (comércio e serviços). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

O segmento de agências de viagem puxou o índice no setor de serviços, com uma alta nas vendas de 19,29%, seguido pelo setor de Salão de Beleza (3,13%) e Pet Shop (2,97%). Apenas o segmento de Autoescola teve queda (-7,74%). É necessário ressaltar, contudo, que o Instituto Fecomércio pesquisa apenas esses quatro segmentos de serviços. “O alto poder aquisitivo do brasiliense, ligado com a proximidade das férias de fim do ano, demonstrou um aumento atípico nas vendas das agências de viagens, o que influenciou positivamente o índice”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

No comércio, na análise por ramo de atuação, apresentaram queda nas vendas em agosto, na comparação com julho, os segmentos de: Tecidos (-1,79%); Informática (-1,38%); Calçados (-0,22%) e Farmácia e Perfumaria (-0,15%). Já os segmentos que apresentaram acréscimo foram: Livraria e Papelaria (15,60%); Lojas de Utilidades Domésticas (4,37%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (4,36%); Óticas (4,16%); Móveis e Decoração (4,09%); Material de Construção (3,69%); Vestuário (2,68%); Autopeças e Acessórios (2,67%); Mercado e Mercearia (2,27%); Floricultura (1,54%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado nas compras, registrando valores superiores à soma dos pagamentos à vista, cheques e compras a prazo. No comércio, a modalidade respondeu por 45,34% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 43,51% das compras. A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 700 empresas, sendo 594 do comércio e 106 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de agosto de 2014.

Rodrigo Rollemberg obtém apoio do empresário Adelmir Santana e de Antônio Gomes, ex-membro do PR

Rodrigo Rollemberg obtém apoio do empresário Adelmir Santana e de Antônio Gomes, ex-membro do PR

Já Frejat recebe adesões dos concorrentes do PSDC, partido coligado com o PSDB, de Luiz Pitiman

Candidato do PSB, Rodrigo Rollemberg recebeu ontem o apoio de dois importantes aliados do ex-governador José Roberto Arruda e do concorrente pelo PR, Jofran Frejat. O ex-senador Adelmir Santana e Antônio Gomes anunciaram ontem desfiliação do PR, a fim de apoiar Rollemberg. O encontro ocorreu na casa de Adelmir, no Lago Sul, e atraiu cerca de 100 representantes do setor produtivo e líderes comunitários, entre os quais dirigentes do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon), da Câmara de Dirigente Lojistas (CDL) e da Associação Comercial do DF (ACDF).

Adelmir Santana contou que a insatisfação no PR começou com a definição do palanque do partido após a renúncia de Arruda. “Não fomos ouvidos nessa formação, o que nos deixou insatisfeitos. Avaliamos o cenário, fizemos uma análise das candidaturas postas e percebemos que a candidatura do Rodrigo é a mais alinhada às necessidades da população e do setor produtivo”, justificou o ex-senador. A desfiliação de Antônio Gomes foi considerada uma surpresa no meio político, uma vez que o procurador de Justiça aposentado tem uma forte ligação política com Arruda e, até o anúncio de apoio a Rollemberg, exercia a função de secretário-geral do PR, partido do ex-governador.

Rollemberg, porém, negou que o embarque de arrudistas em sua campanha comprometa o discurso de novidade na política. “Eles não fizeram nenhuma exigência, nenhuma reivindicação, apenas manifestaram apoio e disseram que a gente representa esse desejo de mudança demonstrado pela população”, disse o senador do PSB.

Se perdeu aliados importantes ontem, Jofran Frejat também teve o que comemorar. Ele ganhou o apoio de um grupo de 25 candidatos proporcionais do PSDC — 19 a deputado distrital e seis a federal. O partido estava coligado ao PSDB, que tem candidato próprio ao Buriti, Luiz Pitiman. “Estamos recebendo esse pessoal para caminhar conosco na campanha e no governo”, disse Frejat. Os dissidentes reclamaram que não vinham recebendo atenção do candidato tucano ao governo. Pitiman viu a ação como pragmatismo político: “Boa parte desse pessoal nem estava fazendo campanha. E, nesta reta final, sempre aparecem os oportunistas”, reagiu. Além do apoio declarado, Frejat conta com aliados na campanha de Pitiman. O deputado Izalci Lucas (PSDB) e a distrital Eliana Pedrosa (PPS) têm pedido votos para o candidato do PR. (Por Helena Mader e Almiro Marcos, do Correio Braziliense)

 

As vendas do comércio brasiliense registraram queda de -1,20% em julho de 2014 na comparação com junho. Já no setor de serviços houve uma leve alta de 1,83%. No acumulado dos últimos 12 meses (jul/13 x jul/14), comércio e serviços registraram queda de 6,66%. É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

O segmento de Floricultura teve a queda mais significativa no comércio, de -11,01%. Em serviços, apenas o segmento de Autoescola teve aumento nas vendas (23,52%). “Os juros mais caros, a alta na inflação e o endividamento do brasiliense provocaram a queda nas vendas. Além disso, a realização da Copa do Mundo no Brasil, que foi até o dia 13 de julho, desviou a atenção dos consumidores”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

Apesar dos números, ele ressalta que a Copa do Mundo foi positiva para a imagem da cidade. Adelmir aponta também que muitos brasilienses aproveitaram o evento para promoverem confraternizações em suas residências. Outros gastaram os recursos sobressalentes com ingressos e brindes relativos ao mundial de futebol.

Na análise por ramo de atuação, apresentaram queda nas vendas do comércio em julho, na comparação com junho, os segmentos de: Floriculturas (-11,01%); Livraria e Papelaria (-3,51%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (-2,78%); Mercado e Mercearia (-2,56%); Material de Construção (-2,09%); Móveis e Decorações (-1,56%); Vestuário (-1,24%); Farmácia e Perfumaria (-0,85%). Já os segmentos que apresentou alta foram: Informática (6,22%); Óticas (3,71%); Calçados (2,85%); Lojas de Utilidades Domésticas (2,57%); Autopeças e Acessórios (1,39%) e Tecidos (0,76%).

No setor de serviços, houve queda em: Pet Shop (-2,09%); Agência de Viagem (-0,61%) e Salão de Beleza (0,08%). O único segmento que apresentou alta foi o de Autoescola (23,52%). É necessário ressaltar, contudo, que o Instituto Fecomércio pesquisa apenas esses quatro segmentos de serviços.

Quanto ao pessoal empregado, o comércio teve alta de 0,76% no contingente em comparação com junho. O setor de serviços também registrou aumento nas vagas, de 3,10%. Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado. No comércio, a modalidade respondeu por 44,30% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 45,76% das compras.

A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 700 empresas, sendo 595 do comércio e 105 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de agosto de 2014.

 

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

A maioria dos empresários brasilienses (46,2%) avaliou a realização da Copa do Mundo no Brasil de forma negativa do ponto de vista de vendas. É o que mostra o levantamento do Instituto Fecomércio feito entre os dias 14 e 18 de julho, após o Mundial. Foram consultadas 238 empresas, sendo 53,4% do Plano Piloto e 46,6% de outras regiões administrativas. Entre os comerciantes que aprovaram a organização do torneio (36,6%), os que mais se mostraram satisfeitos com o faturamento durante a Copa foram os proprietários de lojas de material esportivo: 51,2% declararam o evento como positivo.

Para o presidente da Federação do Comércio, Adelmir Santana, essa situação já era esperada. De acordo com ele, durante a Copa todos os segmentos ligados ao evento saíram ganhando, como as lojas de material esportivo, os hotéis, os shoppings e os bares e restaurantes. Entretanto, os outros setores não registraram aumento nas vendas. “O Dia dos Namorados, por exemplo, coincidiu com a abertura da Copa e isso atrapalhou bastante uma data que é considerada a terceira mais importante para o nosso setor. Além disso, em alguns horários o comércio não funcionou e no final das contas quem tinha um dinheiro extra acabou optando por comprar ingressos para os jogos ou consumir produtos do evento”, explica o presidente da Fecomércio.

Apesar disso, Adelmir Santana considera que a realização da Copa foi muito positiva para imagem do País e isso trará benefícios no futuro. “Quem visita um país e é bem recebido fica sempre com vontade de regressar. Essa imagem se reflete em todas as áreas, seja no mundo dos negócios, no turismo ou na política internacional”, destaca.

Entre os benefícios trazidos pelo evento, os empresários que aprovaram a Copa no Brasil, destacaram o Turismo (47%) e Mais Vendas (28,9%) como as principais vantagens. Já para os empreendedores que avaliaram o evento como negativo, os itens Superfaturamento e Queda nas Vendas foram os mais citados, com 32,6% e 51,7% das respostas, respectivamente.

Já em relação ao impacto negativo, os empresários entrevistados responderam que houve queda nas vendas (média de -8,76%). Mesmo com o aumento nos segmentos de materiais esportivos e calçados, não houve influência positiva nos outros setores.

A maioria dos lojistas entrevistados (67,2%) fez investimentos para atrair mais clientes, dentro desse universo, 37,8% optaram por uma vitrine mais elaborada e 32,1% em propagandas. A justificativa mais citada para os que não quiseram fazer investimentos em seus estabelecimentos por causa do Mundial foi a de que não houve necessidade, com 87%.

Os itens mais vendidos em função da Copa do Mundo foram: artigos ligados ao Mundial e camisas do Brasil. Os gastos acima de R$ 200 foram os mais citados pelos lojistas (33,6%). As formas de pagamento mais utilizadas pelo consumidor nesse período foram os cartões de crédito e débito, com 83,6%, seguido por pagamento à vista – dinheiro ou cheque -, com 10,9%.

Com relação à geração de empregos, 7,6% dos lojistas declararam ter realizado contratações temporárias para o período da Copa do Mundo. Durante o campeonato, estima-se que o mercado de mão de obra ocupada teve aumento de 1,30%. A maioria dos empresários disse que seus funcionários não tiveram dificuldades em atender o público estrangeiro (90,3%). Os segmentos pesquisados foram: eletroeletrônicos, calçados; lojas de departamento; loja de variedade; material esportivo, perfumaria; restaurantes e vestuário.

  

A Copa do Mundo anima o comércio brasiliense. Segundo pesquisa do Instituto Fecomércio realizada na semana passada, 60,5% dos comerciantes acredita que ocorrerá um aumento nas vendas durante o período. Apenas 24,5% diz que o faturamento irá cair e 14,9% afirmam que o movimento permanecerá o mesmo. Dentre os empresários otimistas, o aumento esperado nas vendas do comércio é de 34,11%, com destaque para os segmentos de material esportivo, calçados e restaurantes, que estimam alta nas vendas da ordem de 55%, 44,12% e 40,15%, respectivamente. O levantamento ocorreu entre os dias 19 e 21 de maio de 2014.

Na opinião do presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, os visitantes estrangeiros desejam mais do que somente acompanhar os jogos. “Os empresários sempre são otimistas em relação às expectativas de vendas em datas especiais. Com o Mundial não está sendo diferente. Cada turista que visita a cidade leva presentes para si e para os parentes. Eles também querem conhecer a nossa cultura e aproveitar a culinária típica local. É importante atender bem esses visitantes para que eles fiquem satisfeitos e retornem a nossa cidade. Isso fará o comércio crescer cada vez mais”, destaca Adelmir.

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Para dar conta da demanda, 44,4% dos entrevistados dizem que devem ampliar seus estoques. Os segmentos de material esportivo, vestuário e restaurantes aumentarão seus estoques em valores superiores a 50%. Já 47,5% dos empresários disseram que vão manter o mesmo estoque e 8% dos entrevistados manterão suas reservas abaixo do praticado nesse período.

Entre os empresários entrevistados, 82,8% farão algo atrativo para o período, sendo que 42,5% farão mudanças na vitrine e 24,9% investirão em propagandas. De acordo com os comerciantes, os produtos mais vendidos durante o Mundial serão: camisetas da Copa (15,9%); camisa oficial da seleção (10,4%); tênis/sapatilhas/sapatos (10%); bebidas alcoólicas e televisão, ambas com 8,3%; bermudas/shorts (6,9%) e maquiagem nas cores do Brasil (4,5%). Apesar disso, apenas 6,9% das empresas entrevistadas realizarão contratações temporárias com foco na Copa do Mundo. O gasto médio dos turistas com presentes foi estimado em R$ 111,19, sendo que o cartão de crédito deve corresponder a 88,1% das formas de pagamento.

Hotelaria

A maioria dos empresários entrevistados (82,8%) espera aumento na ocupação de seus empreendimentos hoteleiros, sendo que 55,2% dos hotéis realizaram investimento específico para a Copa do Mundo. Desses, 66,7% fizeram reforma nos quartos e 14,3% investiram na área de lazer. O preço médio das diárias, durante a Copa do Mundo, deverá ser de R$ 463,79. E 44,8% dos hotéis entrevistados já aceitam moedas estrangeiras, principalmente dólar americano. A expectativa é de que os hóspedes permaneçam nos estabelecimentos por pelo menos dois dias.

Locadoras de veículos

A maioria dos empresários entrevistados nessa categoria (70%) acredita que haverá crescimento na locação de veículos no período. Os entrevistados acreditam que a maioria dos clientes na época da Copa do Mundo serão brasileiros (87%), enquanto os estrangeiros representarão apenas 13% da clientela. A pesquisa revela ainda que 30% dos entrevistados declaram que seus funcionários tiveram algum tipo de preparação específica para a época, referentes a idiomas estrangeiros, e 70% disseram que seus colaboradores não receberam qualquer treinamento/orientação para o mundial. O preço médio da diária para locação de veículos durante o Mundial deverá ser de R$ 165. Neste caso, os empresários aceitarão apenas moeda local.

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, foi reeleito por unanimidade de votos. A eleição ocorreu nesta quarta-feira (21), com chapa única, na sede da instituição, no Setor Comercial Sul, em Brasília. O novo mandato vai de junho de 2014 a junho de 2018. O primeiro vice-presidente Miguel Setembrino também foi reconduzido. O segundo e o terceiro vice-presidentes passam a ser, respectivamente, os empresários Francisco Maia e Fábio de Carvalho.

“Agradeço a confiança dos empresários e pretendo, cada vez mais, fazer com que a Fecomércio tenha uma representatividade do tamanho do Distrito Federal”, ressaltou Adelmir Santana. Fundada em 4 de outubro de 1970, a Federação do Comércio é composta por 25 sindicatos filiados e dois associados. Sua missão é contribuir, por meio do fortalecimento dos setores de comércio e serviços, para o desenvolvimento econômico, social e político do Distrito Federal. A Fecomércio também é responsável por administrar o Sesc, o Senac e o Instituto Fecomércio no DF.

A eleição da entidade foi supervisionada por uma comissão formada pelo ex-governador José Ornellas; pelo assessor legislativo da Fecomércio, Athayde Passos da Hora; pelo superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL), Antônio Xará; e pelo assessor especial da presidência da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Diones Cerqueira. As eleições dos 27 sindicatos da base da Fecomércio tiveram início no fim de 2013 e terminaram em março deste ano.

Nascido em 19 de abril de 1945, em Nova Iorque, Maranhão, Adelmir Santana veio para Brasília em 1964. Formou-se em Administração de Empresas pelo UniCeub e, em 2004, concluiu o curso de especialização em Gestão Estratégica para Dirigentes Empresariais, na INSEAD, em Fontainebleau, na França. Como empresário, atuou principalmente no comércio varejista de produtos farmacêuticos e criou uma rede de farmácias. Foi senador da República pelo Distrito Federal (2007 a 2011), presidente do conselho deliberativo do Sebrae Nacional por dois mandatos (2007 a 2010) e presidente do conselho deliberativo do Sebrae-DF. É também vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e integra importantes conselhos na área de saúde e desenvolvimento econômico.

Nova Diretoria

A nova diretoria da Fecomércio-DF ficou com a seguinte composição: presidente do conselho consultivo, Alberto Salvatore Giovani Vilardo. Conselheiros: Antônio José Matias de Sousa, Jose Djalma Silva Bandeira, Laudenor de Souza Limeira, Luiz Carlos Garcia, Mitri Moufarrege e Rogerio Torkaski.

Presidente, Adelmir Santana. Vice-presidente: (1º) Miguel Setembrino Emery de Carvalho, (2º) Francisco Maia Farias, (3º) Fábio de Carvalho. Vice-presidentes: Antonio Tadeu Perón, Carlos Hiram Bentes David, Edy Elly Bender Kohnert Seidler, Francisco das Chagas Almeida, José Geraldo Dias Pimentel, Oscar Perné do Carmo e Tallal Ahmad Ismail Abu Allan.

Diretores secretários: vice-presidente administrativo, José Aparecido da Costa Freire; 2º diretor secretário, Hamilton Cesar Junqueira Guimarães; 3º diretor secretário, Roger Benac.

Diretores tesoureiros: 1º vice-presidente Financeiro, Paolo Orlando Piacesi; 2º diretor tesoureiro, Joaquim Pereira dos Santos; 3º diretor tesoureiro, Charles Dickens Azara Amaral.

Diretores adjuntos: Hélio Queiroz da Silva, Diocesmar Felipe de Faria e Glauco Oliveira Santana.

Diretores suplentes: Alexandre Augusto Bitencourt, Ana Alice de Souza, Antonio Carlos Aguiar, Clarice Valente Aragão, Edson de Castro, Elaine Furtado, Erico Cagali, Fernando Bezerra, Francisco Messias Vasconcelos, Francisco Sávio de Oliveira, Francisco Valdenir Machado Elias, Geraldo Cesar de Araújo, Jó Rufino Alves, Jose Fagundes Maia, Jose Fernando Ferreira da Silva, Luiz Alberto Cruz de Moraes, Milton Carlos da Silva, Miguel Soares Neto, Roberto Gomide Castanheira, Sulivan Pedro Covre.

Conselho fiscal (titulares): Alexandre Machado Costa, Benjamin Rodrigues dos Santos e Raul Carlos da Cunha Neto. Conselho fiscal (suplentes): Antônio Fernandes de Sousa Filho, Maria Auxiliadora Montandon de Macedo, Henrique Pizzolante Cartaxo.

Delegados titulares representantes junto à CNC: Adelmir Santana e Rogério Torkaski. Delegados suplentes junto à CNC: Antônio José Matias de Sousa e Mitri Moufarrege.

José Geraldo Pimente, presidente do Sindicondomínio/DF é possado por Adelmir Santana. Foto: João Batista (AnaArt)

José Geraldo Pimente, presidente do Sindicondomínio/DF, é empossado por Adelmir Santana. Foto: João Batista (AnaArt)

Em solenidade prestigiada, o presidente e os novos diretores da entidade oficializam o novo mandato

Na segunda-feira (24) o Sindicato dos Condomínios Residenciais e Comerciais do Distrito Federal (Sindicondomínio/DF) empossou a nova diretoria da entidade. A solenidade aconteceu no auditório Pietro Ubaldi, da Fecomércio/DF.

Na oportunidade, o presidente da federação, Adelmir Santana, empossou o empresário e líder sindical, José Geraldo Pimentel, que estará à frente da entidade em mais um mandato. Pimentel, por sua vez, empossou todos os diretores.

Em seu discurso o presidente do Sindicondomínio/DF a importância de harmonizar a relação entre síndico, morador e empregado. “O objetivo do sindicato patronal é a representatividade, a sustentabilidade, a capacitação dos gestores condominiais, desafios vislumbrados e que esperamos vencê-los com muita dedicação e trabalho”, ressalta Pimentel.

Sobre a nova fase do sindicato, o presidente apontou a intenção de construir parcerias com empresas ligadas à área de Educação para atuar na qualificação de empregados de condomínios, e ressaltou a importância de que esses sejam contratados diretamente pelos síndicos. “Temos uma população de idosos que só cresce no Distrito Federal, e é importante que a sociedade reflita sobre a segurança dessa parcela da população, garantindo que eles e os trabalhadores de condomínio possam construir uma relação de confiança e de cuidado”, explica.

Além do presidente da Fecomércio/DF, Adelmir Santana, estiveram presentes à posse outras autoridades como o administrador de Brasília, João Messias; o presidente do Creci/DF, Hermes Rodrigues de Âlcantara Filho; o diretor do Senac, Luiz Otávio Neves; o diretor do Sesc, José Roberto Sfair; o assessor especial do vice-governador do Distrito Federal, Gustavo Almeida Aires; o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Cléber Pires; o presidente do Sindieventos, Francisco Maia; o presidente do Seicon/DF, Afonso Lucas Rodrigues, e o diretor Paulo César da Silva; e a presidente da Fetratuh, Vera Lúcia.

O Distrito Federal registrou em janeiro de 2014 a terceira redução seguida no número de pessoas com contas em atraso na capital do País. Em janeiro, foi registrada uma queda de mais de nove mil endividados (1,1%) em comparação com dezembro de 2013. No primeiro mês do ano, o percentual de famílias brasilienses endividadas foi de 81,3%, o equivalente a 601.652 famílias brasilienses com algum tipo de dívida entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio).

Na opinião do presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, as quedas seguidas mostram que os brasilienses estão tendo um cuidado maior na hora de utilizar o crédito. “Em 2013, o crédito destinado ao consumo sempre esteve em evidência como o principal causador de dívidas. Agora, o cidadão está mais atento ao uso indevido do cartão”, explica Adelmir Santana. Ele também ressalta que os candangos usaram o décimo terceiro para regularizar as contas. “O décimo terceiro foi usado para amenizar os gastos que geralmente surgem no começo do ano, como compra de material escolar, seguro de carro e quitação de impostos”, conclui Adelmir.

Entre as famílias com contas em atraso, 33,3% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 57,8% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente. Apenas 9,0% falaram que não têm condições de pagar os débitos. Nacionalmente, o percentual de endividados foi de 63,4% no mês de janeiro. O dado mostra que a média de famílias com contas em atrasos em Brasília é bem superior ao índice nacional.

Apesar do declínio dos endividados na capital do País, um dos grandes instrumentos geradores de dívidas continua sendo o cartão de crédito. Do total de endividados, 87,5% se disseram comprometidos nessa modalidade. Alguns acumulam mais de um tipo de dívida. A pesquisa foi realizada com uma amostra de 600 famílias. O estudo serve para orientar os empresários que utilizam o crédito como ferramenta para o incremento das vendas, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

Câmara Legislativa e Fecomércio: agenda comum Foto: Silvio Abdon/CLDF

Câmara Legislativa e Fecomércio: agenda comum Foto: Silvio Abdon/CLDF

O presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure (PT), e os deputados Aylton Gomes (PR) e Eliana Pedrosa (PSD) – também da Mesa Diretora – estiveram na Federação do Comércio (Fecomércio/DF). Recebidos pela diretoria da entidade, os deputados defenderam uma aproximação entre o Legislativo e o setor empresarial da cidade.

“Precisamos trabalhar em parceria com o empresariado para reduzir erros e equívocos”, defendeu Wasny de Roure em resposta ao presidente da Fercomércio/DF, Adelmir Santana, que lamentou a aprovação de algumas leis inócuas para empresários. Santana disse, contudo, confiar no Legislativo: “Confiamos neste Poder Constituinte e queremos ajudar, por isso estamos abertos ao diálogo em prol da transformação da sociedade”.

A deputada Eliana Pedrosa reforçou a importância de encontros periódicos entre as instituições. E o presidente da Câmara concordou: “Só assim poderemos encaminhar com mais rapidez as questões”. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Fecomércio)

 

O percentual de famílias endividadas aumentou no Distrito Federal em novembro. É o que mostra a pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio). O número de brasilienses que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros passou de 84,2% em outubro para 85,9% em novembro. Com isso, o DF tem agora 636.146 consumidores endividados em diversas modalidades.

O maior vilão dos brasilienses continua sendo o cartão de crédito. Do total de endividados, 90,5% se disseram comprometidos nessa modalidade. Alguns acumulam mais de um tipo de dívida. Na opinião do presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, esse dado pode parecer alarmante, mas uma análise mais aprofundada indica que as pessoas estão trocando dívidas grandes por débitos menores, com a ajuda do décimo terceiro salário. “O total de envidados, ou pessoas que tem prestações a pagar, aumentou. Mas o número de consumidores com dívidas em atraso, ou seja, que estão inadimplentes, diminuiu em mais de 20 mil” explica Adelmir.

“Isso é positivo para a economia e reforça a análise de que o brasiliense tem maior capacidade de endividamento pelo fato de possuir uma renda per capita mais elevada”, completa o presidente da Fecomércio. Dentre as famílias com contas em atraso, 17,7% disseram ter condições de quitar suas dívidas totalmente e 72,9% afirmaram ter condições de quitar o montante parcialmente.

Sobre a pesquisa

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite o acompanhamento do perfil de endividamento do consumidor e sua percepção em relação à capacidade de pagamento. Foram entrevistas nessa amostra 600 famílias.

 

O PSD foi a grande jogada politica do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Formou um grupo de descontentes em suas legendas e os que gostariam de aderir a base aliada do Governo Federal.

No DF, conseguiu atrair os distritais Eliana Pedrosa (ex-Dem), Liliane Roriz (ex-PRTB), Washington Mesquita (ex-PSDB) e Celina Leão (ex-PMN), além do ex-senador Adelmir Santana (ex-Dem), e do suplente de senador Hélio José (ex-PT). No comando do diretório regional, o ex-governador Rogério Rosso (ex-PMDB).

Na Câmara dos Deputados formou uma bancada com 49 parlamentares, a terceira da Casa. Nasceu grande e forte. Não demorou para surgirem os problemas. Os principais são o tempo de televisão e a participação no fundo partidário. Se Kassab não resolver isso, o PSD corre o risco de sofrer debandada até 2014.

Está pronto o voto do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no processo em que o PSD pede mais verba do Fundo Partidário. Toffoli pediu vista do caso no dia 24 de abril, quando o placar estava 2 a 1 a favor da legenda.

Além de Toffoli, ainda votarão no processo os ministros Nancy Andrighi, Gilson Dipp e Cármen Lúcia. A legislação eleitoral determina que todos os partidos do país – hoje 29 – têm direito de dividir entre si cota de 5% do Fundo Partidário. Os outros 95% são divididos de acordo com os votos obtidos nas últimas eleições para a Câmara dos Deputados.

Em 2012, a dotação do Fundo é de quase R$ 290 milhões, sem contar a verba extra de multas partidárias que também são distribuídas entre as legendas. O PSD foi criado em setembro do ano passado e, portanto, não participou das eleições gerais de 2010.

No entanto, a sigla já arregimentou deputados federais que juntos receberam mais de 5 milhões de votos nas últimas eleições, quando foram eleitos por outras legendas.

O relator do pedido do PSD, ministro Marcelo Ribeiro, foi o primeiro a votar a favor da sigla. Ele comparou a situação da legenda com partidos que surgem a partir de fusão ou incorporação, herdando votos dos deputados.

O ministro Marco Aurélio Mello também votou pela redistribuição do fundo alegando que o PSD “não pode ficar à míngua”. A divergência foi aberta pelo ministro Arnaldo Versiani, que entende que o partido não tem direito à redistribuição porque não concorreu à eleição.

O sucesso eleitoral do PSD passa por essa decisão. Se ganhar o fundo partidário, o PSD também leva o tempo de TV. Quanto a uma ideologia politica a sigla, essa nenhum tribunal pode oferecer. Segundo Kassab, o PSD não é de “esquerda, direita ou centro”, muito pelo contrário.

 

O setor produtivo brasiliense está engajado na luta em favor da ética na política. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) realizará nesta quinta-feira (15/9), às 10h30, na sede da instituição, uma reunião extraordinária para lançar um manifesto contra a corrupção. O documento foi aprovado por toda a Diretoria da entidade e conta com o apoio dos senadores que integram a Frente Suprapartidária de Combate à Corrupção e à Impunidade.

“Lutar contra a corrupção é hoje imperativo para todos os brasileiros”, diz o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana. “Combater o roubo de recursos públicos é essencial para que o Brasil cresça com justiça social, elevação da renda e da qualidade de vida, redução das desigualdades, extinção da miséria e verdadeira democracia”, completa. A expectativa dos organizadores é que a iniciativa ganhe a adesão de outras entidades.

Além dos representantes da Federação do Comércio, são esperados os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB), Jarbas Vasconcelos (PMDB), Casildo Maldaner (PMDB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Pedro Taques (PDT), Eduardo Suplicy (PT), Katia Abreu (DEM), Marcelo Crivella (PRB), Mozarildo Cavalcanti (PTB), Pedro Simon (PMDB), Ana Amélia Lemos (PP) e Cristovam Buarque (PDT).

 

Adelmir Santana, presidente da Fecomercio

As vendas do comércio brasiliense apresentaram pequena expansão de 0,62% em julho na comparação com o mês anterior (junho). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural do Comércio do Distrito Federal. “Esse resultado confirma uma fase de estabilização, tanto pelos efeitos das medidas econômicas que vem sendo tomadas pelo governo como pelo comportamento das vendas no período” explica o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

Na comparação anual (julho de 2011 em relação a julho de 2010) foi constatado um crescimento de 13,63% nas vendas. Esse aumento ainda é fruto de um bom desempenho que alguns setores registraram nos últimos meses de 2010. Já no acumulado do primeiro semestre de 2011 (janeiro até julho), as vendas no comércio tiveram alta de 2,98%, refletindo um comportamento mais adequado ao momento vivido atualmente.

No sétimo mês do ano, os segmentos que registraram a maior expansão em comparação com junho foram Cine-Foto-Som / Óticas (11,10%); Móveis e Decorações-Lojas de Utilidades (9,11%); Livrarias e Papelarias (6,03%); e Móveis e Utilidades Domésticas (4,02%). As quedas mais representativas, também na análise mensal, ocorreram nos segmentos de Instrumentos Musicais, CDs e Fitas (-7,21%); Calçados (-3,05%); Vestuário (-2,78%); e Supermercados e Minimercados (-1,81%).

Quanto ao emprego, a oferta de trabalho no comércio do DF caiu 0,69% entre julho e junho. Na comparação anual, o percentual de ocupados foi 8,64% maior. Entre as formas de pagamento, o volume de vendas negociado à vista (dinheiro ou cheque) correspondeu a 60,91% em julho. A modalidade cartões de crédito contribuiu com 12,12% das vendas e cartão de débito com 6,74%. Operações a prazo (cheque pré-datado/carnês e boletos) responderam por 19,42%. Outras formas de pagamento totalizaram 0,81%.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio, com o apoio do Sebrae. Foram ouvidos 401 empresários. Os métodos de captação e consolidação dos dados estão alinhados com a metodologia empregada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).

 

Presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana

A proximidade do Dia dos Pais, que este ano será comemorado em 14 de agosto, movimenta o comércio do Distrito Federal. É o que mostra levantamento do Instituto Fecomércio. Para 68,5% dos empresários, as vendas serão maiores em relação ao ano passado. Já 25,98% aguardam vendas iguais e apenas 5,51% apostam em um desempenho inferior. A pesquisa ouviu 127 comerciantes, de sete segmentos distintos.

Na média geral, a expectativa é de crescimento de 10,80% no faturamento. As lojas de Calçados são as mais otimistas – esperam alta de 14,62%, enquanto as lojas de Material Esportivo são as mais cautelosas, estimam aumento de 4,10%. “O comércio vive de datas comemorativas e promoções. O Dia dos Pais representa o quarto melhor período de vendas”, revela o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

O otimismo é justificável. Na opinião de 42,53% dos entrevistados, as vendas serão boas porque o consumo está crescendo. Outros 28,74% explicam que a data é “vendável”. E 21,84% dizem que a variedade de produtos e as novas coleções conquistarão o consumidor. Na busca pelo aumento das vendas, 89,76% realizarão promoções, 69,29% aumentarão os estoques e 14,17% reforçarão o quadro funcional. As Lojas de Departamento (42,9%) devem abrir o maior nmero de vagas.

Em relação à forma de pagamento, os empresários acreditam que o cartão de crédito e de débito será a mais utilizada (92,9%), seguida de cartão da loja (3,9%), dinheiro ou cheque à vista (1,6%) e cheque pré-datado (0,8%) e crediário (0,8%). A média de gasto com os presentes foi estimada em R$ 90,46, sendo que 54,33% dos lojistas acreditam que a faixa de gasto será maior do que R$ 101. Outras 24,41% responderam que será gasto entre R$ 86 e R$ 100. Para 11,02%, a média ficará entre R$ 46 e R$ 65. Na opinião de 7,87%, o preço vai variar entre R$ 66 e R$ 85. Por fim, para 2,36% o gasto com presentes ficará entre R$ 25 e R$ 45.

O Instituto Fecomércio pesquisou os segmentos de: Calçados, Perfumaria, Eletroeletrônico, Lojas de Departamento, Materiais Esportivos, Livrarias e Vestuário.

 

O comércio brasiliense apresentou um crescimento nas vendas de 12,83% em março de 2011 na comparação com o mesmo período de 2010. A análise é da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do DF, realizada pelo Instituto Fecomércio. O acréscimo foi impulsionado por uma expansão dos segmentos de autopeças e acessórios, além do setor de vestuário. Na análise mensal, foi constatada leve alta de 0,49% em relação a fevereiro. No ano, as vendas acumulam expansão de 0,36%.

“O crescimento mensal em março foi pequeno porque os consumidores ainda não haviam quitado todas as despesas com férias e material escolar. Além disso, o Carnaval influenciou no resultado. Muitas pessoas viajaram e consumiram em outros estados” explica o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

Em março de 2011, os segmentos que registraram maior aumento, em comparação com fevereiro, foram Instrumentos Musicais, CDs e Fitas (9,31%), Autopeças e Acessórios (7,61%), Combustíveis e Lubrificantes (4,61%) e Materiais de Construção (3,93%). As quedas mais representativas, também na análise mensal, ocorreram em Livrarias e Papelarias (-37,01%), Calçados (-5,49%), Cine-Foto-Som /Óticas (-3,00%) e Lojas de Departamento (-1,97%).

 

O Dia do Empreendedor Individual – homenagem criada pelo senador Adelmir Santana (DEM-DF) a todos os trabalhadores por conta própria que agora sairam da informalidade, foi aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal nesta terça-feira. O PLS 491/09, cria o dia do Empreendedor Individual, a ser comemorado em 1º de julho, dia que marcou o início das formalizações em todo o país.

 

“O empreendedor individual é uma vitória nossa. Ter um dia especialmente para celebrar esse rumo, a formalização, é algo indispensável”, comenta Adelmir Santana, o grande responsável pelo projeto do Empreendedor Individual.

 

A data reforça a identidade do empreendedor individual, cuja atuação foi reconhecida por intermédio da Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008, a qual, por sua vez, aprimorou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

 

Antes de ser aprovado o projeto do Empreendedor Individual, existiam muitas barreiras para o caminho da legalização e isso dificultava o acesso. Hoje, com apenas R$ 62,00, o micro empreendedor, que fatura até R$ 36 mil por ano, passa a ter direito a diversos benefícios previdenciários como auxílio doença, licença maternidade, aposentadoria, além da conquista do seu CNPJ.

 

Agora só falta a tramitação na Câmara dos Deputados e em seguida a sanção do presidencial.

 

O senador Adelmir Santana (DEM-DF) afirmou, durante homenagem a Brasília, ontem, que apesar dos escândalos de corrupção que atingiram a capital em 2010, os brasilienses não perderam a capacidade de sonhar, a crença na importância de sua construção para o Brasil e não esqueceram a história de dedicação de figuras como Juscelino Kubitschek, Israel Pinheiro, Ernesto Silva, Athos Bulcão, Burle Marx, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Heliodoro e Luiz Ribeiro de Mendonça.

 

“Eu tenho orgulho de estar nesta cidade há 47 anos e senti-la como minha e me entristecer com os fatos que marcam a sua história neste momento”, disse o senador.

 

Presidente do DEM-DF, Aldemir Santana acrescentou que, não fosse o triste momento que Brasília atravessa, certamente o Plenário do Senado estaria lotado de autoridades e de representantes das mais diversas áreas para festejar os 50 anos de fundação da cidade, fato que, em sua opinião, “engrandeceu o país”.

 

Adelmir Santana lembrou sua chegada a Brasília, em 1963, afirmando que a construção da cidade “representou uma redescoberta do Brasil” e assinalou que o crescimento econômico anual de Brasília é o dobro da média do crescimento nacional.

 

“Brasília é modernidade, é empreendedorismo, é crença no futuro do Brasil. Brasilienses, vamos festejar a nossa cidade, mesmo nos nossos lares, nos clubes, restaurantes, ainda que não se faça presente a figura governamental nas comemorações que se processam nesta Casa. A iniciativa da comemoração merece os nossos aplausos”, elogiou.

 

O senador Adelmir Santana (DEM) pediu sensibilidade às autoridades envolvidas com a questão salarial dos professores e servidores da Universidade de Brasília (UnB) para que se busque solução, em caráter de urgência, evitando-se a deflagração de uma greve justamente no fechamento do ano letivo. Docentes e funcionários da universidade lutam pela manutenção de parcela equivalente a 26% de seus salários, benefício vigente desde 1991, correspondente a manutenção da Unidade de Referência de Preços (URP).

 

O Tribunal de Contas da União (TCU) contesta a permanência do benefício e, segundo o senador, estaria havendo um desencontro entre a UnB e o Ministério do Planejamento, o que gerou o corte dos 26% nos salários.

 

Adelmir informou que as áreas técnicas estão se mobilizando para corrigir as falhas, mas observou que isso não impede a continuidade da discussão sobre o assunto no âmbito judicial.

 

“Havendo a perda, a UnB ficará inviabilizada porque perderá seus melhores quadros e seus cérebros. É a advertência que faço”, afirmou o senador, ressaltando ainda que os salários pagos pela instituição não são elevados.

 

O senador Adelmir Santana (DEM-DF), responsável pela criação da figura tributária que garante a formalização dos trabalhadores por conta própria que recebem até R$ 36 mil por ano, decidiu que os novos empreendedores merecem uma data para comemorar a vitória. Adelmir lançou, nesta quarta-feira (21), projeto em que sugere a criação do Dia do Empreendedor Individual. A data será comemorada no dia 1º de julho, que marcou o início das formalizações em todo o país.

 

Encerrada a temporada de filiações partidárias visando candidaturas para as eleições do próximo ano, inicia-se uma nova fase na política brasiliense: a das alianças para formação de chapas majoritárias e subcoligações proporcionais. O balcão de negócios da política funciona de maneira inversa a do comércio convencional, onde as vendas no atacado antecedem e estão à frente do varejo.

 

O varejo, no caso, é a negociação de legendas para atrair um bom número de candidatos competitivos para as câmaras Legislativa e dos Deputados. Com nominata forte, filiados com bom potencial de votos, e tempo de televisão e rádio atraentes, os partidos se cacifam para o comércio bilateral com os candidatos ao governo do Distrito Federal. Nessa negociação, as siglas nanicas também têm o seu valor, mesmo com tempo ínfimo no horário e postulantes de poucos votos. A estratégia, nesse caso, não seria nem para aumentar a força de uma coligação, mas sim minar a estrutura dos adversários.

 

De hoje até julho de 2010 o balcão estará aberto para as negociações, mas sai na frente quem primeiro amarrar as melhores alianças. Até porque o mercado costuma inflacionar com a demora de definições. É a lei da oferta e da procura. Também haverá negociações para desistência de candidaturas ao Buritinga. Hoje, quatro estão postados visando o governo do Distrito Federal. Partidos nanicos da esquerda mais radical devem lançar mais dois candidatos para marcar posição e expor a ideologia operário-comunista. Também deve surgir a candidatura de algum aventureiro sem chance para vender palanque e/ou se cacifar para 2014.

 

Mas 2010 também é propício para freios de arrumação. O governador Arruda (DEM), por exemplo, tem grandes chances de se libertar das amarras que de vez em sempre a Câmara Legislativa quer lhe impor. Para isso, deve trabalhar na formação de uma bancada composta por parlamentares de confiança e que defendam, verdadeiramente, o seu governo.

 

Em 2002, isso não foi possível. Numa disputa ferrenha, com o grupo político dividido em duas candidaturas e mais a disputa com o PT, Arruda não teve condições de trabalhar uma nominata de deputados distritais alinhados, salvo exceções, como de Raimundo Ribeiro pelo PSL, eleito fruto de uma costura pessoal de Arruda, de quem é amigo. O então postulante ao Palácio do Buriti teve que jogar com as cartas que estavam na mesa e fazer alianças com aqueles políticos que compunham o xadrez atual.

 

Arruda terá que mostrar muita habilidade para formar um novo grupo na Câmara Legislativa, aproveitando alguns parlamentares que mostraram fidelidade e colocando na Casa nomes de sua confiança. Nomes que podem ser achados em seu próprio governo, em partidos aliados e em entidades representativas.

 

Adelmir Santana

Não se pode condenar o senador Adelmir Santana (DEM) pela desistência em se filiar ao PSB. O que aconteceu na manhã de quinta-feira, quando a solenidade de adesão foi cancelada, frustrando boa parte da esquerda brasiliense, faz parte do jogo político. O grande erro de Adelmir não foi ter cancelado o evento na noite anterior, quando começou a sofrer pressões, evitando assim o constrangimento daqueles que compareceram à sede do PSB.

 

No geral, Adelmir não teve culpa do fracasso da filiação. Ele foi envolvido em uma teia de interesses do seu partido, o Democratas, e da oposição, tendo à frente a sigla socialista. O senador conseguiu carta branca e um acordo de amizade para sair do DEM, mas não percebeu a magnitude do jogo. Os caciques locais, ocupados com outros acertos, tendo em vista o prazo de filiações, não deram a devida atenção ao caso de Adelmir. Foi preciso um alerta da Executiva Nacional para que a saída fosse cancelada. Afinal, a conta é simples. A oposição consegue vitórias apertadas no Senado Federal contra o Planalto, e num ano eleitoral, com projetos importantes como o do pré-sal a serem votados em plenário, perder um senador para o governo é inadmissível.

 

Adelmir Santana é um homem de bem, de bom caráter e que tem se pontuado pela ética. Não se deve colocar toda culpa nele pelo episódio e torná-lo uma chacota como alguns fizeram. A trapalhada tem outras digitais.

 

adelmirAcabou a incerteza. Depois de muita conversa e diferentes convites, o senador Adelmir Santana decidiu sair do Democratas e se filiar ao PSB. A festa de filiação acontece hoje, às 10h30, na sede do PSB/DF (304 Norte, Bloco A, sobreloja). A decisão foi tomada depois do senador atestar a indecisão do DEM em apresentá-lo como candidato ao Senado na disputa de 2010. “Saio do Democratas por causa da indecisão do partido em e pela certeza de que vou ser senador em outra agremiação”, afirmou Adelmir.

 

O presidente do PSB/DF, Marcos Dantas, e o deputado federal Rodrigo Rollemberg, ao contrário, deixaram clara a preferência do partido pelo nome do senador. No PSB, Adelmir Santana será o primeiro nome da chapa para a disputa ao Senado. Participam do encontro os dirigentes do partido Casagrande, Valadares, os pré-candidatos já definidos e apoiadores do senador.

 

O primeiro encontro da Comissão Temporária para Comemorações do Cinquentenário de Brasília, do Senado, com o governador José Roberto Arruda (DEM) acontece logo. O presidente da comissão, senador Adelmir Santana (DEM-DF), comanda o almoço que está marcadao para 13h, na residência oficial de Águas Claras. Já confirmaram presença o tucano, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), vice-presidente, o peemedebista Geraldo Mesquita (PMDB-AC), relator, além dos membros Gim Argello (PTB) e Roberto Cavalcante (PRB-PB). O petista Eduardo Suplicy não confirmou presença.

 

As taxas cobradas no Brasil pelos cartões de crédito não são civilizadas, afirmou em discurso no plenário, o senador Adelmir Santana (DEM-DF). Com isso, ele contestou críticas publicadas em artigos na imprensa nos últimos dias contra a sua proposta que permite a cobrança de preços diferenciados nas compras à vista (dinheiro ou cheque) e nas compras com cartões de crédito ou de débito. Para ele, a emenda que apresentou à Medida Provisória 460 se justifica, porque hoje os preços estão carregados de subsídio cruzado, obrigando o consumidor que não usa cartões a pagar preços elevados.

 Projeto de Lei, já sancionado pelo presidente Lula, vai beneficiar o micro empreendedor individual e dará direitos previdenciários e trabalhistas anteriormente inexistentes

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Senador Adelmir Santana, autor da lei, discursa no Centro de Convenções. Foto Joel Rodrigues

Luis Ricardo Machado

lteixeira@jornalcoletivo.com.br

 

O governador José Roberto Arruda (DEM) oficializou, durante cerimônia realizada na manhã de hoje, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o Projeto de Lei que auxilia os micro empreendedores individuais. O PL, cujo relator no Congresso foi o senador Adelmir Santana (DEM-DF), traz dentre os benefícios aos trabalhadores que atuam na ilegalidade, a possibilidade de se regularizarem, a adesão aos direitos previdenciários e trabalhistas, além de taxas específicas e juros reduzidos. No evento, Arruda ainda assinou termo de concessão de uso a quiosqueiros e jornaleiros que atuam em diversas Regiões Administrativas do DF.

 

Segundo o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Paulo Okamoto, o projeto alcança os brasilienses que trabalham por conta própria em pequenos negócios com renda bruta anual de até R$ 36 mil, ou de R$ 3 mil mensais. Para esta parcela do trabalhador, salienta Okamoto, os benefícios são grandes. Além de ser enquadrado no simples nacional e não pagarem nenhum imposto federal, os micro empreendedores terão cobertura previdenciária, salário maternidade, auxílio acidente, auxílio doença, aposentadoria por invalidez, aposentadoria especial, pensão por morte, auxílio reclusão, dentre outros. As taxas incluídas do PL são de R$ 52,15 para comércio ou indústria, R$ 56,15 para prestadores de serviços, R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviço), R$ 1 de ICMS e R$ 5 de contribuição previdenciária.

 

“Este projeto pega o trabalhador que estava ilegal e dá a oportunidade de entrar na legalidade. O presidente Lula sancionou a Lei que tantos lutaram para aprovar no Congresso e agora mais de 170 ocupações, que antes trabalhavam à margem da legalidade, podem se transformar em micro empreendedores individuais. Além disto, este trabalhador pagará taxas pequenas e terá em troca benefícios, como o direito a empréstimos, aposentadoria e muitos outros”, afirmou o governador Arruda. Dentre as ocupações estão açougueiro, adestrador de animais, alfaiate, alinhador de pneus, animador de festas, artesão, baby sitter, carroceiro e etc.

 

Para o senador Adelmir Santana, o projeto traz cidadania a milhares de brasilienses. “Queremos parabenizar todos que fazem parte deste exército informal, que até agora garantiram a estabilidade do Brasil e que permaneciam na ilegalidade. Por estarem irregulares, sofriam a ação dos fiscais, eram vistos com olhar de discriminação, mas agora terão benefícios importantes que só trarão melhorias a estes 150 mil micro empreendedores individuais. Os trabalhadores poderão ter mais informações pelo site www.portaldoempreendedor.gov.br, ou entrando em contato com as administrações regionais.

 

Amanhã, às 9h30, será realizada a solenidade de lançamento do programa de apoio ao Empreendedor Individual. A assinatura do programa será feita pelo governador José Roberto Arruda e pelo presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional, senador Adelmir Santana. A Lei Complementar (nº 128, de 19/12/08) criou condições especiais para que o brasileiro que trabalha por conta própria, conhecido como informal, possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado.

 

E para ser um empreendendor individual, é necessário faturar, no máximo, até R$ 36 mil por ano e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Entre as vantagens oferecidas por essa lei, está o registro no CNPJ, o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

 

Além disso, o empreendedor individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos impostos federais, pagando, apenas, o valor fixo mensal de R$ 52,15 (comércio ou indústria) ou R$ 56,15 (prestação de serviços). Com essas contribuições, será possível ter acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Informações: 0800 570 0800

 

O senador Adelmir Santana (DEM-DF) conseguiu uma vitória na luta contra as distorções do mercado de cartões: a aprovação de emenda de sua autoria que garante a diferenciação de preços nas compras à vista com dinheiro ou cheque quando o consumidor optar por não usar cartão de crédito ou débito. O Senado aprovou a MP 460, que trata de assuntos financeiros e tributários, incluindo os contratos do programa Minha Casa, Minha Vida, e incluía a emenda 73, de autoria do senador, com a diferenciação. A proposta tinha gerado polêmica na Câmara dos Deputados, mas acabou acatada pela relatora da MP 460 no Senado, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), e recebeu o apoio da líder de governo, senadora Ideli Salvati (PT-SC). Depois de voltar à Câmara, a medida passa a valer sem nem passar pela sanção do presidente Lula.