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Em visita a Ceilândia, Arruda dialoga com moradores sobre planos para mobilidade urbana

Como aumentar o conforto de quem precisa se deslocar do bairro P Sul para trabalhar no Plano Piloto? Como reduzir a criminalidade ligada ao consumo de crack nas redondezas? Essas foram as questões mais ouvidas pelo candidato ao Governo do Distrito Federal, José Roberto Arruda, durante caminhada iniciada na manhã desta terça-feira, 5, e que entrou tarde adentro pelas ruas da QNP e da Expansão do Setor O, em Ceilândia.

“Eu vou trazer o metrô até o fim da Ceilândia”, respondeu Arruda, sobre a primeira questão. “Vocês lembram que quando eu assumi o governo, em 2007, o metrô só ia até a Praça do Relógio, em Taguatinga. Quem trouxe até o centro de Ceilândia fomos nós. E agora vamos trazer até o final do Setor O e fazer um ramal para o Sol Nascente”, garantiu.

No que diz respeito ao combate às drogas, sobretudo ao crack, Arruda falou que trata-se de uma questão que só pode ser resolvida com uma série de políticas públicas em várias áreas diferentes. “A primeira coisa é uma ação de inteligência policial contra o tráfico. Depois, o tratamento dos dependentes e de suas famílias. Por último, a criação de um ambiente de desenvolvimento que desencoraje o consumo de drogas pelos jovens”, analisou.

“O programa esporte à meia-noite tirou centenas de jovens das ruas, da criminalidade e das drogas. São os dados que comprovam.” Ele também quer investir pesado na construção das Vilas Olímpicas para estímulo à prática de esportes.

“Infelizmente, um dos piores desastres da atual gestão foi a paralisia que ela impôs à atividade econômica. Em primeiro lugar pela preguiça, pela lentidão, em segundo lugar por ser o governo de uma obra só, que é o estádio superfaturado”, disparou.

Quanto à violência que ainda assola os moradores de boa parte de Ceilândia, Arruda considera que sua redução passa pelo relacionamento do governo com a Polícia Militar. “O combate à violência começa pela valorização dos policiais, por um comando firme, retomada dos postos policiais e policiamento ostensivo nas ruas.”

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