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Archive for September, 2009

Ricardo Quirino pede justa causa para deixar o PR

September 30th, 2009

 

quirino1O deputado federal Ricardo Quirino dos Santos, Pastor Quirino, enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de justa causa para desfiliação partidária. O deputado disputou a última campanha pelo extinto Partido Liberal (PL), atual Partido da República (PR), pelo Distrito Federal, nas eleições de 2006, ficando na primeira suplência da coligação com o PFL, atual Democratas. No pedido, ele alega que vem sofrendo grave discriminação dentro da legenda.

 

De acordo com o parlamentar, seu desempenho político despertou sérias divergências entre seus correligionários, e seu nome “passou a não ser mais bem aceito para integrar a legenda no pleito de 2010”. Salienta que surgiram insinuações e ameaças “interna corporis” inclusive de que seu nome não integraria o PR do Distrito Federal para as eleições de 2010.

 

Ricardo Quirino sustenta ainda que vem sofrendo exclusão de todas as atividades e movimentos decisórios da agremiação, o que resulta em total abandono e falta de apoio parlamentar. Diz que sua expressiva liderança social-religiosa no Distrito Federal seria uma ameaça ao desempenho de votos de alguns outros filiados potenciais candidatos a uma vaga de deputado federal no ano que vem.

 

O ministro Arnaldo Versiani é o relator e determinou a citação do Partido da República para, assim desejando, apresentar resposta no prazo de cinco dias. Em caso de revelia, os fatos afirmados pelo deputado serão presumidos como verdadeiros.

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Presidente da CPI Digital aciona justiça para manter CPI

September 30th, 2009

 

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT), ingressou com mandado de segurança hoje no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF para manter o funcionamento da CPI Digital. Patrício é o presidente da CPI, mas seus outros quatro integrantes foram retirados pelos líderes dos blocos. Nenhum deles foi substituído ainda. O mandado de segurança tem por objetivo obrigar que as substituições sejam feitas.

 

A CPI Digital foi criada para investigar suspeitas de irregularidades nos contratos assinados entre a Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF com a Universidade de Brasília, que teriam causado prejuízos aos cofres públicos. Ela teve uma reunião, quando foram aprovados sete requerimentos, antes da interrupção dos trabalhos, ocorrida com a retirada dos integrantes.

 

Além de Patrício, indicado presidente da CPI, foram designados os deputados Brunelli (DEM) e Batista das Cooperativas (PRP) respectivamente para vice e relator da CPI. Os demais membros indicados foram Cristiano Araújo (PTB) e Bispo Renato (PR).

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Eliana Pedrosa é a nova líder do Democratas

September 30th, 2009

 

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Deputada Eliana Pedrosa, nova líder do DEM na Câmara (Foto: Rinaldo Morelli/CLDF)

Para quem especulava uma saída da deputada distrdital Eliana Pedrosa do Democratas ou o seu retorno a Secretaria de Ação Social do GDF, anotem ai: ela foi escolhida a nova líder do DEM na Câmara Legislativa.

O retorno da parlamentar do GDF e a licença do deputado Paulo Roriz (DEM) para assumir a Secretaria de Habitação ocasionaram a abertura de somente uma vaga para suplente no partido, ocupada pelo deputado Raad Massouh (DEM). Por ser segundo suplente do Democratas, Geraldo Naves deixa a Câmara Legislativa.

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Evangélicos querem Brunelli para o Senado

September 30th, 2009

brunelliDo Blog do jornalista Marcos Machado (http://www.doplenario.com.br):

 

Reunidas ontem (29), as lideranças evangélicas do Distrito Federal confirmaram o nome do distrital Brunelli como o indicado para a disputa ao Senado nas eleições de outubro de 2010.

 

Leia, abaixo, a íntegra do documento:

 

As entidades que representam o segmento evangélico do Distrito Federal, abaixo relacionados, fizeram uma avaliação do quadro político e eleitoral do Distrito Federal e reafirmaram o propósito de apoiar candidatos ao Senado e a Vice-Governador no pleito do próximo ano.

 

Dentro desse contexto, as entidades manifestam seu apoio ao nome do deputado distrital Brunelli para a disputa ao Senado, em 2010, por ser ele um parlamentar com legitimidade e que representa os ideais políticos defendidos pelo segmento evangélico.

 

As entidades aqui representadas reconhecem a extraordinária capacidade do trabalho do distrital Brunelli, que, em seu segundo mandato parlamentar, como homem de fé e cristão, tem lutado pelo bem-estar e por melhores condições de vida de toda a população brasiliense, em especial na defesa das pessoas mais humildes da nossa sociedade.

 

O momento político vivido pela nossa sociedade, que se reflete no fortalecimento da democracia em nosso país, exige responsabilidade de todo o cidadão e, em especial, dos evangélicos na defesa de valores éticos e morais.

 

O segmento evangélico já manifestou, por meio de nota do Comitê de Participação Política (CPP), que irá participar de forma direta do processo eleitoral de 2010 com uma força política organizada.

 

Dentro desse contexto político e partidário, as entidades evangélicas aqui representadas reafirmam que o nome do distrital Brunelli é consenso dentro do segmento para a disputa ao Senado, no próximo ano.

 

A escolha do deputado Brunelli como representante dos evangélicos para disputar uma das vagas para o Senado em 2010. O seu nome unifica o segmento porque ele tem trabalhado de maneira incansável, com determinação e coragem, em defesa dos princípios cristãos.

 

Entidades que apóiam o nome do deputado Brunelli:

 

CEADDIF, CONAMAD. COPEV, CIPE, FENAIC, CEIB, FENASP, M12, G12, PRESBITÉRIO DO PLANALTO CENTRAL, CIMEB, CONVENÇÃO BATISTA Nacional, MINISTÉRIO GUARÁ NAZARENO, IGREJA CRISTÃ, COBRAMAD, IGREJA PRESBITERIANA, IGREJA DE CRISTO, IGREJA BATISTA CENTRAL, SNT, IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR, IGREJA DE DEUS, COMADEBG, IGREJA METODISTA, COMITÊ DE PARTICIPAÇÃO POLÍTICA – CPP, ASSOCIAÇÃO FAMILIA FELIZ, IGREJA DEUS É AMOR, IGREJA CASA DA BENÇÃO.

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Alírio apresenta a peça Pais & Filhos na Caesb

September 30th, 2009

 

A peça Pais & Filhos, encenada pelo secretário de Justiça, Alírio Neto, vai ser apresentada, hoje (30), às 15 horas, no teatro Águas Claras, no Centro de Gestão Águas Emendadas/Caesb, Avenida Sibipiruna, Lotes 13/21, em Águas Claras.

 

A peça se refere a um monólogo que retrata o drama de uma família, onde o pai luta desesperadamente para livrar seu filho do vício das drogas. Toda a comunidade está convidada e a entrada é gratuita.

 

Essa apresentação faz parte do trabalho do secretário de prevenção contra a disseminação do uso de drogas no DF. “A peça é um alerta aos pais para que eles acompanhem o dia-a-dia de seus filhos, sejam mais amigos e consigam manter o equilíbrio e a harmonia familiar”, afirmou Alírio.

Política

Arruda tenta atrair Duda Mendonça para campanha

September 30th, 2009

O renomado marqueteiro Duda Mendonça pode voltar a fazer campanhas políticas em 2010. Ele vem se encontrando com o governador José Roberto Arruda (DEM), segundo o jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja. O último encontro aconteceu na quarta-feira passada. Foi a segunda reunião entre ambos. Na pauta da conversa, a negociação para Duda comandar a campanha à reeleição do governador do Distrito Federal no próximo ano. Hoje, quem cuida da imagem de Arruda é Luiz Gonzales, marqueteiro do governador de São Paulo e pré-candidato a presidente pelo PSDB, José Serra. Como Gonzales deve ficar muito ocupado com Serra, Arruda busca outro nome de peso.

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Um bom negócio

September 30th, 2009

 

Deu no site BSB – Estação da Notícia, do jornalista Carlos Honorato: “Um senador trabalha com muito boa vontade para que seja criado um novo bairro no DF. É um negócio de R$ 500 milhões.”

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Roriz prestigia filiação de Bessa no PSC

September 29th, 2009

 

O ex-governador Joaquim Roriz (sem partido ) prestigia, na tarde de hoje, a solenidade de filiação do deputado federal Laerte Bessa no Partido Social Cristão (PSC), na Liderança do partido na Câmara dos Deputados, no Anexo 3, em cima do Serviço Médico. Bessa era filiado ao PMDB e saiu da sigla junto com Roriz.

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Arruda recebe senadores da comissão dos 50 anos

September 29th, 2009

 

O primeiro encontro da Comissão Temporária para Comemorações do Cinquentenário de Brasília, do Senado, com o governador José Roberto Arruda (DEM) acontece logo. O presidente da comissão, senador Adelmir Santana (DEM-DF), comanda o almoço que está marcadao para 13h, na residência oficial de Águas Claras. Já confirmaram presença o tucano, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), vice-presidente, o peemedebista Geraldo Mesquita (PMDB-AC), relator, além dos membros Gim Argello (PTB) e Roberto Cavalcante (PRB-PB). O petista Eduardo Suplicy não confirmou presença.

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Roriz liga para Quércia

September 28th, 2009

 

O ex-governador Joaquim Roriz (Sem partido) ligou, de sua fazenda em Luziânia, para o ex-governador paulista Orestes Quércia (PDMB) cumprimentando-o pela entrevista que deu ao Estadão de domingo. Na entrevista, Quércia critica duramente a atual direção nacional do PMDB que estaria agindo de maneira autoritária ao definir posições partidárias sem sequer escutar a totalidade da Executiva Nacional do partido.

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PSL fica com Arruda

September 28th, 2009

 

O Partido Social Liberal (PSL) dirigido em Brasília por Newton Lins deu o maior balão no governador Roriz. Pediram para conversar com ele para discutir um apoio à sua candidatura ao governo do Distrito Federal bem como a indicações de nomes para sua nominata, além de alguns favores pessoais. Roriz chegou a ir, na quarta-feira da semana passada, a uma reunião do partido com a presença de dirigentes nacionais e deles recebeu apoio. Só a ida dele levou o partido a receber duas dezenas de filiações de rorizistas. Dois dias depois, após reuniões em Águas Claras, o PSL deu pra trás e preferiu continuar com o governador Arruda.

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Reguffe entra na disputa

September 28th, 2009

Em seu primeiro mandato, o deputado ganhou notoriedade pelo corte de despesas em seu gabinete e pelo discurso de buscar uma nova forma de se fazer política. Após três anos na Câmara, o pedetista foi o escolhido pelo partido para concorrer ao GDF

 

Luis Ricardo Machado, do Jornal da Comunidade

 

“Uma pessoa que luta por aquilo que acredita”. É desta forma que o deputado distrital pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) José Antônio Reguffe se define. Em seu primeiro mandato político, após duas tentativas frustradas, a busca pela reforma no cenário político e o enxugamento da máquina pública, exemplo feito em seu próprio gabinete com a diminuição de assessores, parecem ter ganhado a atenção da cúpula do PDT. Resultado: o pedetista disputará as eleições ao Governo do Distrito Federal pela sigla. Em entrevista ao Jornal da Comunidade, Reguffe fala sobre suas pretensões políticas, propostas que abordará na campanha de 2010 e, dentre outros assuntos, melhorias nas áreas da saúde, educação, segurança pública e transporte.

PDT deve lançar Reguffe para o GDF e Cristovam para o Senado

PDT deve lançar Reguffe para o GDF e Cristovam para o Senado

 

 

Quais os principais fatores que o senhor enumeraria para que seu nome fosse escolhido pelo PDT para disputar o Governo do Distrito Federal?

Desde o início eu sempre defendi que o PDT tivesse um candidato próprio. Como cidadão, eu não me considero representado pelo Arruda (governador), pelo Roriz e pelo PT. Quero ver algo novo, diferente, algo que represente uma nova forma de se fazer política, uma nova forma de administração pública. Seria muito cômodo para mim disputar uma eleição para deputado federal, onde as pesquisas dizem que eu teria uma vitória provável, ou até mesmo para deputado distrital, onde pesquisas revelam que seria o candidato mais votado. Agora, penso que o PDT deve ter a ousadia e a coragem de lançar uma candidatura própria, oferecendo à população de Brasília uma nova alternativa diferente destas que estão aí.

 

Então, seria a insatisfação com o modelo político atual e a vontade de oferecer uma nova forma de governo algumas das razões para a escolha do seu nome pelo PDT para disputar o GDF?

O partido me lançou e eu topei este desafio. Claro que uma candidatura ao governo, uma candidatura majoritária, depende do partido, já que no Brasil não existem as candidaturas avulsas. Em relação à escolha do meu nome às eleições para o governo depende do partido levar isto até o fim. De minha parte estou disposto a ir até o fim e a fazer um debate qualificado do que eu penso que tem de ser o novo modelo de administração pública.

 

E qual seria este novo modelo?

Primeiro, um modelo que priorize a qualificação técnica em detrimento das indicações políticas. No meu governo não vai haver indicações políticas, não vai haver indicações de partidos; vou priorizar a qualificação técnica ao invés destas indicações. O que há hoje é uma estatização de cargos eleitorais na máquina do Estado, quase sempre nomeando pessoas que não têm qualificação técnica para exercer esses cargos. No meu governo pode ter até um político no governo, desde que ele tenha qualificação para aquele cargo que vai exercer. Vou fazer um governo buscando os melhores quadros técnicos, estejam eles em quaisquer partidos, sejam eles filiados a siglas ou não, até porque tem muita gente que nunca foi filiada a partido político e daria uma grande contribuição à população.

 

Além deste, quais outros modelos o senhor adotaria no governo?

Outro ponto é que o Estado gasta muito com as atividades meio e pouco com as atividades fim. A França tem 4.800 mil cargos comissionados, os Estados Unidos inteiro tem 5.600 e o Distrito Federal deste tamanho possui 15.553 cargos. Isto é quase uma estatização de cargos eleitorais. O Estado hoje parece que serve muito mais para perpetuação de máquinas políticas do que para devolver serviços públicos de qualidade ao contribuinte. E é justamente isto que precisa inverter. Quero um Estado que gaste muito mais nas atividades fim e menos nas atividades meio.

 

E como o senhor faria isto?

Vou fazer uma redução brutal no número de cargos comissionados do governo, reduzindo em mais de 80%, e concentrarei os recursos do governo em devolver serviços públicos de qualidade à população nas áreas de educação, saúde e segurança pública. Acredito que governar seja muito mais que fazer obras, mas devolver serviços públicos de qualidade à sociedade. Existem algumas obras que são necessárias sim e que têm de ser feitas, mas não somente isto.

 

Em relação às áreas mencionadas pelo senhor, exemplifique algumas medidas adotadas em seu governo para melhorar a qualidade da saúde no Distrito Federal.

Criarei um modelo de atendimento domiciliar. A política pública de saúde implementada pelo meu governo será uma política que vai fazer um atendimento domiciliar, fazendo com que as pessoas sejam atendidas nas próprias residências. Isto vai ajudar a desafogar os hospitais.

 

Teriam médicos suficientes para este programa?

No meu governo ao invés de investir em obras, contratarei um grande número de médicos, aumentando assim o efetivo. Além disto, têm outras novidades que pretendo trazer, como por exemplo o dinheiro na área de saúde tem de aumentar, tem de ter mais dinheiro nesta área e vou retirar uma parte disto das obras, principalmente para atender à população mais carente. Outro ponto muito importante é a questão dos recursos que já existem na área de saúde.

 

E como o senhor trataria a grande demanda que vem do Entorno e enche os hospitais públicos do Distrito Federal?

A minha preocupação vai ser em equipar a rede pública de saúde, reaparelhá-la e dotá-la de condições de oferecer um serviço público de saúde digno à população do DF.

 

Outra questão é a segurança pública. Quais medidas o senhor traria para coibir a criminalidade, principalmente no que se refere ao alto número de homicídios?

Você precisa contratar mais policiais, aumentar o efetivo da Polícia Militar nas ruas para fazer um policiamento preventivo e ostensivo. O conceito de segurança pública moderna exige mobilidade e é isto que vou propor. É preciso dar uma resposta imediata aos segmentos criminosos para que a população tenha mais segurança.

 

Quais as plataformas políticas para a educação?

Pretendo que ao final do meu governo todas as crianças do DF estejam na escola e todas as escolas públicas tenham educação em tempo integral. Quero construir escolas referência, escolas modelo em tempo integral e a meta é entregar pelo menos uma escola por cidade, e que seja referência e ofereça ensino de qualidade. Outra coisa que é importante mencionar é que precisamos ter bônus por produtividade no serviço público.

 

Como o senhor trabalharia a questão da criação de empregos?

Quem tem de gerar emprego não é o governo, mas a iniciativa privada. O governo tem de se preocupar em devolver serviços públicos de qualidade à população. Minha preocupação não é com o Estado mínimo ou máximo. Defendo o Estado eficiente.

 

Transporte público é outra questão constantemente abordada em seus pronunciamentos na Câmara. O que precisa mudar?

É preciso rever a concessão do serviço público, porque ela não é propriedade. Ora, se uma empresa não está prestando um serviço a contento à população, tem que cassar a concessão desta empresa. Para isto serve o modelo de concessão pública. Vou abrir uma licitação para aumentar a concorrência e com isto melhorar a qualidade do serviço e baixar o preço das passagens. Outra coisa é a fiscalização. As empresas de ônibus não passam na hora e isto precisa ser revisto.

 

Anteriormente o senhor pensava em concorrer ao GDF sem alianças. Como fica esta questão hoje?

Neste primeiro momento eu vou procurar o PSOL e o PV para uma conversa, mas a minha aliança principal não vai ser com partido nenhum, vai ser com a sociedade. Quero que a sociedade discuta que tipo de governo ela quer, que tipo de modelo de gestão ela quer.

 

Mas como seriam as alianças já no governo? Como o senhor governaria sem a maioria na Câmara Legislativa por exemplo?

Se não tiver maioria na Câmara não vou entrar na barganha. A Constituição Federal é clara: os poderes são independentes. Eu vou colocar propostas e se a Câmara não quiser aprová-las, que ela assuma sua responsabilidade perante a sociedade por não aprovar.

 

Já existe um nome para compor a chapa como vice-governador e que possa acrescentar nesta campanha e também no governo?

O processo ainda está muito no início, mas hoje vejo o Toninho do PSOL e que disputou as últimas eleições como um bom nome. Mas têm vários que poderiam colaborar com a sociedade. A minha maior preocupação não são com os nomes, mas com os projetos a serem implementados.

 

Deputado, possivelmente o senhor vai concorrer com o governador Arruda, que disputará a reeleição, e com o ex-governador Joaquim Roriz. Quais os diferenciais o senhor mostrará para ganhar a atenção e os votos do eleitor?

O eleitor é que vai ter de decidir que tipo de governo ele vai querer. O certo é que não vou fazer uma concessão de princípio para ganhar eleição. Idéias você debate ao extremo, isto faz parte do Estado democrático de direito, mas princípios você não pode transigir. Caso seja eleito governador, quero me dar a chance de fazer um governo que sempre sonhei em ver. Não me interessa se é romântico ou idealista.

 

Nesta campanha os adversários podem enfocar a questão da inexperiência política. Esta falta de experiência é um problema?

Os meus adversários vão me criticar muito pela minha falta de experiência administrativa me acusando de não ter experiência e eu vou responder a eles: que experiência administrativa? Esta que tem aí? Pois esta eu tenho orgulho de não ter, pois é justamente para me contrapor a este tipo de experiência administrativa que estou me propondo a dar quatro anos da minha vida para servir à sociedade e governar a minha cidade.

 

O senhor foi um dos deputados distritais mais bem votados nas últimas eleições. Uma derrota na disputa ao GDF não poderia representar o fim de sua carreira política?

Não estou preocupado com a minha imagem nem com a minha vida política. Estou preocupado é com a sociedade. Política para mim não é uma questão de salário ou ocupação de cargo, mas sim um ideal. Estou me propondo a servir à sociedade e cabe a ela decidir se quer ou não. Se não quiser não tem problema, porque pelo menos coloquei algumas idéias em debate.

 

Um dos alicerces para esta candidatura é justamente o trabalho que o senhor vem desenvolvendo na Câmara Legislativa?

Me orgulho muito do mandato que estou fazendo na Câmara. Eu honrei e cumpri absolutamente todos os compromissos que assumi com as pessoas que votaram em mim. Todos os projetos que constavam como propostas no meu panfleto de campanha foram apresentados por mim na CLDF. Todas as medidas que disse durante a campanha que iria tomar no meu gabinete e que muita gente disse que quando fosse eleito eu não faria, eu adotei. Abri mão dos salários extras que os deputados recebem, reduzi minha verba de gabinete. Tenho no meu gabinete hoje 14 assessores a menos que os demais deputados e economizo com isto, por mês aos cofres públicos, mais de R$ 53 mil. Alguns dizem que não vou conseguir mudar o mundo, mas pelo menos estou fazendo a minha parte.

 

Quais pontos positivos o senhor vê no atual governo?

O governo Arruda tem como ponto positivo e já elogiado diversas vezes por mim a luta em defesa da legalidade e a política de repressão de invasões a áreas públicas.

 

Para finalizar, defina o político Reguffe.

Uma pessoa indignada com uma série de coisas que vê e alguém que propõe a dar mais quatro anos de sua vida para servir a sociedade. Apesar de muitos me considerarem um idealista e um sonhador, prefiro dizer que sou uma pessoa que luta por aquilo que acredita.

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Semana decisiva para filiações de candidatos

September 28th, 2009

O próximo sábado marca um ano antes das eleições de 2010 e é também a primeira das datas-chave do calendário eleitoral: último prazo de filiações para quem pretende ser candidato. Semana vai ser de muita movimentação na política brasiliense

 

Quando chegar o próximo sábado, 3 de outubro, estaremos a exato um ano para as eleições de 2010. O calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marca a data como uma das principais para a organização do pleito. É o dia limite no qual os candidatos a cargo eletivo devem estar com a filiação deferida em algum partido político. Também é a data na qual todas as legendas que pretendam participar das eleições de 2010 devem ter obtido registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral e em que os pretensos candidatos devem ter domicílio eleitoral na circunscrição na qual devem concorrer.

 

Faltando poucos dias para o fim do prazo, a movimentação tende a se intensificar na política brasiliense, causando surpresa e perplexidade aos eleitores com os mais estranhos arranjos, alianças e negociações. Algumas dessas movimentações desenham coligações frankenstein porque podem ser formadas por pessoas que, até bem pouco tempo, eram oposição acirrada, declarada, ofensiva e tudo o mais, e ameaçam se juntar.

 

 

 

Roriz x Cristovam

 

Na última semana, um dos surpreendentes encontros foi o dos ex-governadores Joaquim Roriz (sem partido) e Cristovam Buarque (PDT), que protagonizaram uma das mais acirradas disputas políticas da última década. Roriz chegou a ser condenado pela Justiça, no ano de 2000, a indenizar Cristovam Buarque por ter chamado o adversário de assassino em debate transmitido pela TV Globo, em 1998, às vésperas da eleição. Durante o debate, Roriz teria dito que Cristovam “mandou derrubar barracos e assassinar pobres”, acrescentando que o adversário “derrama sangue”.

 

As acusações referiam-se à morte de cinco pessoas em uma desocupação promovida pelo governo, à época em que Cristovam ocupava o cargo. Na ocasião, o advogado de Roriz disse que seu cliente agiu em legítima defesa porque teria sido injuriado e humilhado pelo adversário.

 

Passado o tempo, Roriz e Cristovam se sentam para costurar acordos. Eles jantaram, segunda-feira (21), na casa de um amigo comum. Não selaram um pacto, mas ficou a possibilidade de entendimento numa composição com a candidatura de Ciro Gomes (PSB) para presidente, Roriz para governador e Cristovam para o Senado.

 

Segundo assessores de ambos os lados, a conversa girou em torno da sucessão presidencial. Ciro Gomes tem interesse em aliar o seu PSB ao PDT de Cristovam e para isso precisaria de um palanque forte no Distrito Federal. Esse palanque seria o de Roriz, que tem o interesse de voltar ao governo do DF. O ex-governador avalia que é um candidato imbatível nas classes C, D e E, assim como, a seu ver, o pedetista o é nas classes A e B.

 

PT x Roriz

 

A relação do PT com Joaquim Roriz sempre foi explosiva. A disputa vai do confronto de ideias ao xingamento. Poucos sabem, mas Roriz é fundador do Partido dos Trabalhadores em Goiás. E os petistas não perdoam o ex-governador que saiu do partido levando suas bandeiras sociais, como a garantia de moradia e a distribuição de renda aos mais pobres.

 

A convivência entre os dois lados sempre foi das piores, mas nas últimas semanas, para surpresa e espanto da população brasiliense, surgiu uma amizade entre Roriz e lideranças do petismo como o presidente da sigla, Chico Vigilante, e os governadoráveis Geraldo Magela e Agnelo Queiroz.

 

Magela teve duros embates na eleição de 2002 para o GDF. O petista perdeu por uma diferença mínima de 15 mil votos, a eleição foi para a Justiça e Roriz ganhou três anos depois no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o ex-ministro-chefe da casa Civil, José Dirceu, a decisão do TSE foi inacreditável. “Se nós olharmos depois que o Supremo cassou o mandato do (governadores) Cássio Cunha Lima (PB), do Jackson Lago (MA) e o mandato de Marcelo Miranda (TO), e tudo indica vai cassar o mandato do (Ivo) Cassol (RO), não ter cassado (o mandato de governador de) Joaquim Roriz é uma coisa assim que vai ficar para os anais da Justiça brasileira como um caso para ser analisado e estudado”, disse em recente entrevista ao Jornal da Comunidade.

 

Em 2006, foi a vez de Roriz enfrentar Agnelo Queiroz na disputa ao Senado. Nela, o PT também bateu pesado no ex-governador. Em 2010, não se espante se no primeiro turno ou no segundo, Roriz sirva de palanque para uma candidatura do PT.

 

PT x Cristovam

 

Enquanto adversários históricos se unem ou buscam acordo, aliados que se confundem na própria trajetória política trocam de lado e viram personagens antagônicos. O Partido dos Trabalhadores (PT) sempre foi uma das principais forças políticas do Distrito Federal, mas só conseguiu eleger um único governador: Cristovam Buarque, que foi senador pelo PT, ministro da Educação de Lula e hoje está no PDT.

 

Por ironia do destino, a cúpula do PT quer ver pelas costas aquele que já foi a sua maior liderança e referência. O próprio presidente Lula chamou Carlos Lupi, ministro do Trabalho e presidente nacional do PDT, para uma reunião em seu gabinete no Centro Cultural Banco do Brasil. Na conversa com Lupi, Lula pediu para que o PDT não lance Cristovam como candidato ao Senado no próximo ano. Todas as pesquisas de intenção de voto apliacadas até aqui no Distrito Federal apontam Cristovam como o candidato mais forte para uma vaga no Senado. Ele tem quase 30% do primeiro voto do eleitor (são duas vagas de senador) e pouco mais de 20% do segundo. Lula não se conforma com as críticas que Cristovam faz ao governo em discursos no Senado.

 

Se dependesse apenas das principais lideranças petistas de Brasília, Cristovam continuaria sendo o aliado de primeira hora, já que as amizades e afinidades foram conservadas. Mas, aqui, como no resto do país, o PT se rendeu ao lulismo e corta na própria carne.

 

Roriz x Rollemberg

 

Na terça-feira (22), o deputado federal e principal liderança do PSB no DF, Rodrigo Rollemberg tentou, sem êxito, um encontro de Ciro Gomes com Roriz para definir a aliança. Os socialistas pretendiam filiar Roriz na legenda, mas o ex-governador deve escolher um partido da sua penca de siglas nanicas que carrega debaixo do braço. Segundo assessores de Roriz, o encontro com Ciro deverá acontecer só após 3 de outubro. Um dia antes, ele deve anunciar com grande festa a sua filiação, provavelmente no PSC. A sigla é comandada no DF por Valério Neves, seu braço direito.

 

Curiosamente, Rollemberg foi outra vítima do estilo mais forte de fazer política do ex-governador. Em julho de 2002, Roriz estava em campanha pela reeleição ao Palácio do Buriti quando durante um almoço com um grupo de pastores em Ceilândia, insinuou que Rodrigo Rollemberg era usuário de maconha. “Se você olhar qualquer pesquisa que está aí, tá eu lá com 58% (aplausos da plateia). O PT tá com 17%. Aquele rapaz, aquele que gosta de maconha, como é que ele chama? (algumas pessoas gritam: Rollemberg!). É… o Rollemberg tá com 6%. Benedito tá com 5%. E tem o Carlos Alberto, que está com 1%”, disse Roriz.

 

Arruda x Roriz

 

A carreira política de José Roberto Arruda esteve atrelada em muitos momentos à do governo Joaquim Roriz, mas isso não impediu que ele sempre buscasse voo próprio e tivesse suas idas e vindas do rorizismo. Na primeira eleição de Roriz, Arruda foi chefe de gabinete do governador e ainda no primeiro ano de governo deixou este posto para assumir o cargo de secretário de Obras do Distrito Federal. Ele foi um dos responsáveis pela execução de uma das obras mais polêmicas do primeiro governo Roriz, o metrô de Brasília, que tempos depois teria sua obra embargada por suspeitas de irregularidades.

 

Em 1994, com o apoio de Joaquim Roriz, Arruda foi candidato a senador pelo PP, tendo logrado êxito na disputa. Em 1995 rompeu com seu antigo chefe e ingressou no PSDB. Longe de Roriz, em 1998, foi candidato ao Governo do Distrito Federal pela primeira vez, tendo sido derrotado por Joaquim Roriz e Cristovam Buarque ainda em primeiro turno e ficado em terceiro lugar.

 

No ano de 2001, ainda exercendo o mandato de senador e ocupando a liderança do governo no Senado, envolveu-se, juntamente com o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), na violação do painel eletrônico do Senado Federal, utilizado na votação que cassou o mandato do ex-senador Luiz Estêvão. No início negou a acusação com um incisivo discurso na tribuna do Senado Federal, mas dias depois voltou à mesma tribuna para admitir a culpa e depois renunciar ao cargo, evitando assim o processo de cassação do seu mandato, que poderia torná-lo inelegível por aproximadamente 9 anos. Foi afastado do PSDB e ingressou no PFL, hoje Democratas. Após filiar-se ao PFL, depois do duro golpe político voltou às origens e aproximou-se outra vez de Roriz.

 

Foi um dos principais aliados de Roriz de 2002 a 2006, com um trabalho intenso de defesa do governo na Câmara dos Deputados até se lançar candidato a governador. Durante a campanha de 2006, uma gravação apresentada no horário político foi motivação para mais um rompimento dos dois. Nela, Roriz fazia comentários pejorativos ao então candidato Arruda, através de uma ligação telefônica com um candidato a deputado. Nunca mais a relação foi a mesma. Roriz foi eleito para o Senado, mas teve que renunciar logo em seguida enrolado por denúncias de um cheque milionário de origem mal-esclarecida, e seguiu para sua fazenda em Luziânia. Já Arruda assumiu o GDF com a prioridade de fazer a população esquecer os anos de Roriz. A bandeira da legalidade desfraldada por Arruda se contrapunha a todo o apoio que o ex-governador deu a invasões de terra.

 

Incomodado, Roriz juntou aqueles de seu grupo político que não conseguiram pendurar-se na máquina do GDF e voltou com força total. De incomodado, virou incômodo para o atual governador. As pesquisas colocam Arruda e Roriz disputando voto a voto e, mais uma vez, irão caminhar em lados opostos. Nos bastidores, correligionários de ambos negociam uma aliança.

 

Arruda x Filippelli

 

Outra aliança curiosa é a do governador José Roberto Arruda (DEM) com o deputado federal e presidente do PMDB-DF, Tadeu Filippelli. Os dois, até pouco tempo, eram ferrenhos adversários políticos. Muitos apostavam em inimizade pessoal, que na política não quer dizer muito e os exemplos estão ai. Em 2006, Filippelli foi o principal opositor à candidatura do atual governador dentro do grupo rorizista. Muitos colocam na sua conta o fato de Roriz não ter apoiado oficialmente Arruda, mesmo que em determinado momento da campanha ele tenha abandonado a sua candidata Maria de Lourdes Abadia (PSDB) e pedido votos para o democrata.

 

Durantes três anos, Filippelli foi oposição ao governo Arruda. Com as pazes feitas, carrega a promessa de ser o candidato a senador do Buritinga. Também é cotado para ser o vice na chapa de Arruda em 2010, passando a disputa do Senado para o atual vice-governador Paulo Octávio. Devido à aproximação, vai ser muito cobrado por rorizistas históricos.

 

Roriz x Filippelli

 

A briga dos aliados Joaquim Roriz e Tadeu Filippelli, que culminou com a saída do primeiro do PMDB, teve muitas consequências. Há poucos meses ninguém acreditaria que isso pudesse acontecer, tamanha a ligação entre os dois. O rompimento foi feito em três etapas: familiar, empresarial e político.

 

A primeira foi o fim do casamento de Filippelli com a sobrinha de Roriz, que ocasionou o rompimento familiar. A segunda etapa – e consequência da primeira -, foi a saída do deputado da frente de alguns negócios da família Roriz, passando parte da atribuição a Manoel Neto, casado com a deputada distrital Jaqueline Roriz (PMN) e filha do ex-governador.

 

Os dois primeiros fatos foram determinantes para o rompimento final: o político. Roriz cometeu um erro grave em sua carreira ao adotar o velho estilo de fazer política em gabinetes ou da varanda de casa, esquecendo a organização partidária. Quem sempre esteve à frente da máquina partidária foi Filippelli. Com o partido nas mãos, veio o troco.

 

Fique por dentro

 

• O calendário eleitoral de 2010 estabelece que o primeiro turno das eleições do próximo ano será realizado no dia 3 de outubro, um domingo.

• No ano que vem serão escolhidos os novos governadores, senadores e deputados federais e estaduais e o novo presidente da República.

• Caso haja necessidade de segundo turno, o TSE estabeleceu a data de 31 de outubro.

• O segundo turno ocorre se o candidato a um dos cargos majoritários – presidente da República e governadores de estado – não obtiver a maioria absoluta dos votos (50%+1). Neste caso, os dois mais votados participam da nova votação.

• O novo calendário define os prazos que partidos, pré-candidatos e eleitores devem obedecer com vistas às eleições do ano que vem.

• A mudança de filiação partidária e de domicílio eleitoral, por exemplo, só podem ser feitas até o dia 3 de outubro deste ano.

• Já as datas para convenções partidárias e a escolha de candidatos devem acontecer entre 10 e 30 de junho de 2010 e o registro das candidaturas até o dia 5 de julho do próximo ano.

• A propaganda eleitoral começa no dia seguinte, 6 de julho.

• O horário eleitoral gratuito do primeiro turno no rádio e na televisão vai de17 de agosto a 30 de setembro.

• No segundo turno, se houver, a propaganda começa em 16 de outubro.

• As pesquisas de tendência de voto devem ser registradas a partir de 1º de janeiro.

• O dia 5 de maio será o último dia para solicitar inscrição de eleitor ou transferência de seção eleitoral.

• Em caso de perda do título, a segunda via do documento deve ser requerida até 23 de setembro de 2010.

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Opinião: Fator nacional na eleição local

September 28th, 2009

 

Muitos dos acordos de alianças visando as eleições de 2010 no Distrito Federal estão parados ou caminhando a passos lentos devido a movimentações no xadrez político nacional, principalmente devido às candidaturas ao Palácio do Planalto do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), da senadora Marina Silva (PV-AC) e da vereadora Heloísa Helena (PSOL-AL). Muitos candidatos a deputado distrital que tinham como certas as filiações a alguma das três legendas ou a outras siglas menores brecaram suas pretensões.

 

A explicação é simples: eles buscam um partido com uma nominata mais fácil e que possam orbitar em candidaturas ao GDF que consideram favoráveis. Ou seja, um candidato que antes pretendia filiar-se ao PSB, por exemplo, achando que ficaria livre para apoiar as candidaturas de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República e de Agnelo Queiroz (PT) ao GDF, pode inesperadamente ter que pedir votos para Ciro Gomes (PSB) e Joaquim Roriz (sem partido). A mudança poderia contrariar todo um trabalho político feito na base e dar um nó na cabeça do seu eleitor.

 

Exemplos como esse vêm acontecendo com apoiadores do governador José Roberto Arruda e também do ex-governador Joaquim Roriz. As candidaturas postas nacionalmente também irão influir em chapas locais. O lançamento do deputado distrital José Antonio Reguffe (PDT) para a sucessão de Arruda é o mais notório. O parlamentar em primeira legislatura pode surpreender e chegar facilmente a dois dígitos nas pesquisas de opinião pública. Hoje, aparece com cerca de 6% sem colocar o bloco na rua e falar na TV sobre a candidatura. Reguffe é tudo aquilo que tem de diferente na atual política brasiliense. Odiado pelos políticos, mas com bom conceito junto à população, segundo pesquisas de avaliação da Câmara Legislativa. Pode surpreender e avançar, principalmente, no eleitorado do PT e do voto ético dado ao governador Arruda, que se encontra nas classes A e B.

 

Essas movimentações vêm deixando em alerta as candidaturas já postas e com mais chances de vitória. Para evitar uma sangria maior de candidatos a distritais, as negociações não param e o vale-tudo se intensifica. Se antes a briga era para ver quem iria atrair mais legendas para as coligações majoritárias e deixar o adversário com menos opções, a briga agora é também para evitar perdas maiores.

 

Quem mais perde nesse processo é o Partido dos Trabalhadores. As candidaturas de Ciro e de Marina – Heloísa deve desistir em favor da candidata verde – irão esvaziar ainda mais as pretensões do PT para 2010. E, isso vale tanto para o GDF quanto para o Planalto. Os petistas passaram muito tempo discutindo quem será o candidato ao Buritinga e esqueceram de compor com os partidos aliados como o PSB, PCdoB, PDT e PV. Também não notaram que a cúpula nacional não está nem aí para uma candidatura ao GDF, preocupada mais em eleger um senador por Brasília para cumprir o planejamento de fazer uma bancada forte no Congresso. Nessa disputa toda, o grande vencedor no final das contas pode ser o deputado Geraldo Magela, que abriu mão de concorrer ao governo a favor do ex-ministro e neopetista Agnelo Queiroz.

 

O dia 3 de outubro é o prazo final para as filiações de candidatos a partidos políticos. A partir de sábado (26) serão sete dias de muita movimentação, especulação e dúvidas para todos os lados. Ganha quem jogar melhor.

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Salários no STF e o piso dos professores

September 25th, 2009

 

“Não é possível que consigamos tão rapidamente elevar o teto salarial do funcionalismo quando há mais de um ano corre no Supremo um pedido de inconstitucionalidade contra a lei que criou o piso dos professores”. O desabafo foi feito pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) ao registrar a aprovação, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do aumento do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que é o teto salarial do funcionalismo público.

 

O senador assinalou que o aumento nos vencimentos dos ministros sequer foi debatido em Plenário. Na sua avaliação seria uma oportunidade de discutir a desiguldade entre o teto e o piso no Brasil. Pior ainda, acrescentou: enquanto o teto do Supremo é aprovado sem maiores questionamentos, o piso dos professores, R$ 950, um valor 30 vezes inferior ao teto, sequer foi implantado em virtude das ações que tramitam no Supremo.

 

A consequência da não valorização dos profissionais da educação pode ser percebida, disse Cristovam, quando a imprensa noticia, como fez esta semana, que aumentou o número de analfabetos adultos no Brasil. Também é reflexo dessa situação, completou, o crescimento do número de crianças na faixa de 9 a 14 anos que, mesmo matriculadas, não sabem ler.

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Frente quer comissão especial para analisar diploma

September 25th, 2009

  

Instalada na quarta-feira, a frente parlamentar em defesa da exigência do diploma para o registro profissional de jornalista vai pedir ao presidente da Câmara, Michel Temer, a criação de comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09.

 

A PEC muda a Consituição para tornar obrigatória a conclusão do curso de comunicação social para o exercício da profissão. Em junho, os ministros do Supremo Tribunal Federal derrubaram a exigência do diploma.

 

Os integrantes da frente parlamentar têm pressa em encontrar uma solução para a situação, mas, para que seja criada uma comissão especial para analisar a PEC, ela precisa ter a sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Coordenadora da frente, a deputada Rebecca Garcia (PP-AM) além de defender o diploma também está preocupada em garantir os direitos dos profissionais que já exercem a profissão há vários anos. “Eles não podem perder o direito. Então, essas pessoas precisam ser, de alguma maneira, acomodadas. E o espaço vai estar aberto para debater, para encontrar uma solução para essas pessoas também”, explica.

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Lamoglia fica com a vaga

September 24th, 2009

Do Blog da Paola:

 

Eliana Pedrosa acaba de retirar a candidatura a conselheira do Tribunal de Contas do DF.

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CEOF aprova nome de Eliana Pedrosa ao TCDF

September 24th, 2009

 

Os cinco integrantes da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) aprovaram há pouco a candidatura da deputada Eliana Pedrosa (DEM) ao cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Com isso, o nome da distrital segue para votação no plenário da Casa, junto com a indicação de Domingos Lamoglia, sabatinado ontem (23). A escolha do novo membro do TCDF acontece esta tarde (24) em sessão ordinária na sede temporária da Câmara em Santa Maria.

 

Todos os deputados da CEOF procuraram perguntar à candidata as mesmas questões colocadas a Lamoglia. A deputada Eliana Pedrosa respondeu a perguntas sobre contratos de gestão, papel do TCDF, análise de prestações de contas, entre outros assuntos.

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Paulo Octávio vai pedir desistência de Eliana

September 24th, 2009

 

O presidente do Democratas no Distrtio Federal Paulo Octávio vai à Câmara Legislativa daqui a pouco, às 12 horas, para entregar uma carta do partido a deputada distrital Eliana Pedrosa (DEM), uma das candidatas a vaga no Tribunal de Contas do DF. Paulo Octávio vai pedir que Eliana desista da disputa em nome do chefe de gabinete do governador José Roberto Arruda (DEM), Domingos Lamoglia, sabatinado ontem na Câmara Legislativa.

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Votação para conselheiro do TCDF será hoje

September 24th, 2009

 

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente (DEM), anunciou que a votação para escolha do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal ocorrerá hoje, em Santa Maria, onde funciona temporariamente a sede do Poder Legislativo local. De acordo com o presidente, a votação será realizada às 16h, na estrutura montada na Praça da Bíblia da cidade.

 

Também ocorre hoje a sabatina da deputada distrital Eliana Pedrosa (DEM), candidata ao cargo. A deputada será ouvida às 10h na Comissão de Constituição e Justiça e às 11h na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças. O outro candidato ao cargo, Domingos Lamoglia, já foi sabatinado e teve seu nome aprovado pelas mesmas comissões.

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CCJ e CEOF aprovam indicação de Lamoglia ao TCDF

September 24th, 2009

 

Com indicação assinada por 17 deputados para ocupar o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), o engenheiro Domingos Lamoglia – atualmente chefe de gabinete do governador José Roberto Arruda – passou por sabatina nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF). O nome de Lamoglia foi aprovado por unanimidade nas duas comissões. Com a candidatura da deputada licenciada Eliana Pedrosa à vaga, a votação em plenário ficou para hoje, em sessão ordinária em Santa Maria.

 

Durante a sabatina de Lamoglia na CEOF, os deputados da Comissão perguntaram sobre a avaliação de contas de governos, multas aplicadas pelo Tribunal, Lei de Responsabilidade Fiscal, fiscalização de contratos de gestão, além das relações do sabatinado com o governador Arruda.

 

Questão bastante discutida também foi o fato de que, por vezes, os técnicos do TCDF detectam irregularidades nas contas prestadas pelos governos, e os conselheiros transformam essas irregularidades em ressalvas em seus relatórios, aprovando as prestações de contas.

Política ,

Paulo Roriz retorna à Câmara

September 24th, 2009

 

O deputado Paulo Roriz (DEM) deixa a Secretaria de Estado de Habitação do Distrito Federal e retoma hoje (24) o seu mandato na Câmara. O retorno do distrital à Casa está publicado no Diário da Câmara Legislativa (DCL) desta quinta-feira (24). Com isso, volta à suplência Geraldo Naves. Ainda esta semana, retornou à CLDF a deputada Eliana Pedrosa (DEM), que tinha como substituto Raad Massouh.

Política ,

Lamoglia poderá ter até 18 votos

September 24th, 2009

 

Do Blog Estação da Notícia, do jornalista Carlos Honorato

 

Na contabilidade dos governistas, o chefe de gabinete do governador José Roberto Arruda, Domingos Lamoglia, deverá ser indicado para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do DF com uma votação de 16 a 18 votos.

 

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Deputado adere ao Dia Mundial Sem Carro

September 22nd, 2009

 

Movimento nascido na Europa, o Dia Mundial Sem Carro já tem a adesão de milhares de brasileiros. A ideia é que em 22 de setembro as pessoas troquem o carro por meios alternativos de locomoção. Em adesão à iniciativa, o deputado Rogério Ulysses (PSB) saiu de sua casa esta manhã, na cidade de São Sebastião, e veio até a Câmara Legislativa de bicicleta.

 

Durante sessão solene em homenagem ao Dia do Agente de Trânsito, esta manhã, o distrital defendeu a atuação desse profissional por um trânsito mais pacífico e o uso da bicicleta como meio de transporte rotineiro em Brasília.

Cidade, Política

Meirelles ainda não decidiu

September 22nd, 2009

 

Henrique Meirelles espera, ainda, uma nova conversa com o presidente Lula para decidir se vai ou não disputar as eleições do ano que vem. O presidente do Banco Central tem convite para se filiar ao PMDB e ao PP de Goiás. Também está indeciso se disputa o governo do Estado ou uma vaga no Senado.

 

Hoje em São Paulo ele confirmou o pedido do presidente Lula para que permaneça à frente do Banco Central. Meirelles disse que levará em consideração a opinião do presidente Lula. Meirelles vai se filiar a um partido político até o fim do mes (ele marcou a data de 27 de setembro para isso) e deixaria a decisão sobre a candidatura para mais adiante.

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Nova frente se desenha

September 22nd, 2009

 

roriz-cris

Roriz, Cristovam e Jaqueline: encontro histórico Foto: Sheila Leal

Convencido de que a candidatura presidencial de Ciro Gomes (PSB) é para valer, o PDT tenta emplacar o vice da chapa. O nome do ministro Carlos Lupi (Trabalho) foi colocado na mesa e espera definição de Ciro, durante almoço dias atrás em Praia Grande (SP), com a presença do deputado Paulinho da Força (PDT-SP), que já foi candidato a vice de Ciro na eleição de 2002.

 

A novidade pode mudar os ventos da política no Distrito Federal e colocar no mesmo palanque dois ex-governadores: Cristovam Buarque (PDT) e Joaquim Roriz (sem partido), além do deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB).

 

Não por coincidência, Roriz e Cristovam se reuniram na noite de ontem. Hoje a reunião é de Roriz com Ciro. Se a negociação prosperar, o PDT pode retirar a candidatura do distrital Reguffe ao GDF e apoiar Roriz.

 

A intenção do PSB é montar palanques fortes para levar Ciro ao Planalto. A idéia inicial é filiar Roriz ao partido. Caso não aconteça, a saída será a coligação e Roriz tem debaixo do braço uma dezenas de legendas nanicas.

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De bicicleta

September 21st, 2009

 

Confirmado para a abertura do X Congresso Brasileiro de Municípios amanhã (22), o ministro das Cidades, Márcio Fortes, que irá representar a ministra Dilma Roussef, também fará a sua contribuição ao Dia Mundial Sem Carro. O ministro e sua equipe irão ao encontro dos prefeitos no Centro de Convenções, de bicicleta.

 

A chegada do ministro no evento está prevista para às 9 horas, onde se reunirá com centenas de prefeitos, com o presidente da Associação Brasileira de Municípios, o governador José Roberto Arruda, e vários representantes de entidades municipalistas, onde discutirá e apresentará os objetivos e as diretrizes do PAC.

Política

Opinião: Depois da tempestade… vêm as trovoadas

September 21st, 2009

 

Na semana anterior, durante a estada do governador José Roberto Arruda (DEM) em Washington, nos Estados Unidos, para assinar contratos de empréstimos com instituições internacionais, o mais otimista governista previa um cenário sombrio para os dias seguintes. E, motivos, não deixaram de existir. Vão desde as instalações de CPIs para investigar suspostas irregularidades no Executivo, até a ameaça de perder o seu principal aliado, o PMDB, para o mais perigoso adversário em 2010, o ex-governador Joaquim Roriz. Soma-se a isso uma movimentação de traições e desembarque do governo de alguns integrantes do primeiro escalão ou da base aliada na Câmara Legislativa.

 

Mas a semana foi feliz para Arruda, que conseguiu desatar os nós, enquadrar parlamentares e secretários rebeldes, além de manter o PMDB ao seu lado. Arruda pretende a partir de segunda-feira (21) fazer uma varredura no governo. Será um total reordenamento para enfrentar os desafios dos próximos meses e as eleições de 2010. Também na segunda, inicia conversas com pré-candidatos de partidos aliados (grandes e pequenos). O governador quer todos rezando a mesma cartilha e promete não tolerar mais defecções. Depois de conseguir reorganizar a sua base de apoio no Legislativo, Arruda tentará reordenar com mão forte as forças políticas que pretendem apoiá-lo até as eleições.

 

A reorganização terá como coordenador o secretário de Governo, José Humberto Pires. Serão mexidas profundas em toda estrutura do GDF. Pezão, como é conhecido José Humberto, vai se ausentar da cidade para fugir das pressões. O plano deverá ser apresentado nos próximos dias, e devem constar muitas surpresas desagradáveis para alguns. Depois da tempestade… vêm as trovoadas…

 

Mas voltando ao caso PMDB, depois de duas reuniões frustradas para analisar os pedidos de intervenção e dissolução da regional do partido no DF, Roriz ficou descontente e desistiu de esperar a decisão da executiva nacional do PMDB. O ex-governador não se conformou com o apoio que o atual presidente da legenda e seu ex-genro, Tadeu Filippelli, tem dado ao governo Arruda. Além disso, sonhava em ser candidato a um quinto mandato de governador pela legenda.

 

Com a saída de Roriz, o PMDB vai fechar acordo formal com Arruda para as eleições de 2010, turbinando o tempo de tevê e de rádio do governador, que já não era desprezível com as contribuições de partidos como Democratas e PSDB. Mas o valor da fatura sobe: peemedebistas vão exigir mais espaço, como secretarias e administrações regionais. Não se engane, o PMDB daqui é o mesmo que aperta o lulismo.

 

Outro ponto marcado por Arruda durante a semana foi com relação à indicação para a vaga do presidente do Tribunal de Contas do DF, Paulo César de Ávila e Silva, que vai se aposentar até o fim do mês. A vaga deve ser ocupada por Domingos Lamóglia, chefe de gabinete do governador. Lamóglia é amigo de longa data de Arruda. Depois das articulações, há a certeza nos bastidores de que não haverá problemas em relação ao nome. A indicação precisa ser aprovada pela Câmara Legislativa, onde existia articulação para que a deputada licenciada e secretária de Ação Social, Eliana Pedrosa, também entrasse no páreo. Eliana já comunicou a dessistência ao seu grupo.

 

As CPIs também foram outra prioridade para Arruda. Na semana passada, os deputados instalaram uma comissão para investigar supostas irregularidades em contratos do programa DF Digital. Também criaram a CPI da Saúde, mas as comissões foram suspensas. Apesar dos protestos da oposição, a bancada governista desistiu da CPI Digital e da CPI da Saúde. As duas comisões tinham o número de assinaturas necessárias para sua instalação. A CPI Digital chegou a ser instalada e realizou até uma reunião, quando aprovou vários requerimentos. Entretanto, a ordem do governador é para que as CPIs sejam enterradas. Os deputados indicados para compor essas CPIs estão sendo “desindicatos”. O movimento, pelo fim das investigações, começou na segunda-feira (14), assim que o governador Arruda chegou dos Estados Unidos. A oposição busca um caminho jurídico para garantir que as comissões não sejam encerradas, mas a situação não deve mudar.

 

Pelo últimos movimentos, o governador conseguiu dar o troco e apagar a rebelião de aliados, colocando na mesa, um a um, as consequencias de seus atos. Com a caneta a vista, colecionou vitórias. É esperar para ver se as ações arrudistas terão o efeito prático esperado para o Buritinga e quais os próximos lances dos adversários. Tudo é 2010.

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Pesquisa para a Câmara Legislativa

September 18th, 2009

 

O Blog da jornalista Paola Lima publicou hoje uma pesquisa da Exata Opinião Pública sobre a preferência espontânea do eleitor para a Câmara Legislativa. A pesquisa ouviu 4.410 pessoas no DF.

 

José Antônio Reguffe (PDT)- 1,95%

Eliana Pedrosa (DEM) – 1,90%

Paulo Tadeu (PT) – 1,38%

Paulo Roriz (DEM) – 1,32%

Rogério Ulysses (PSB) – 1,25%

Chico Leite (PT) – 1,11%

Benício Tavares (PMDB) – 1,04%

Jaqueline Roriz (PSDB) – 0,91%

Roney Nemer (PMDB) – 0,84%

Raad Masshouh (DEM) – 0,79%

Raimundo Ribeiro (sem legenda) – 0,75%

Alírio Neto (PPS) – 0,68%

Leonardo Prudente (DEM) – 0,66%

Pedro do Ovo (PMN) – 0,59%

Aylton Gomes (PMN) – 0,57%

Cristiano Araújo (PTB) – 0,57%

Maria de Lourdes Abadia (PSDB) – 0,54%

Wilson Lima (PR) – 0,54%

Sérgio Damasceno – 0,50%

Benedito Domingos (PP) – 0,50%

Erika Kokay (PT) – 0,48%

Cabo Patrício (PT) – 0,48%

Milton Barbosa (PSDB) – 0,48%

Brunelli (DEM) – 0,45%

Joaquim Roriz (sem partido) – 0,45%

Izalci Lucas (PR) – 0,45%

Wasny de Roure (PT) – 0,45%

Aguinaldo de Jesus (PRB) – 0,41%

Eurides Brito (PMDB) – 0,39%

Claudio Abrantes (PPS) – 0,36%

Sidney Santos – 0,34%

Berinaldo Pontes (PP) – 0,32%

Batista das Cooperativas – 0,29%

José Edmar (PR) – 0,29%

Wigberto Tartuce – 0,25%

João Hermeto – 0,23%

Agnelo Queiroz (PT) – 0,20%

Juarez – 0,20%

Augusto Carvalho (PPS) – 0,20%

Miguel Lunardi – 0,18%

Tadeu Filippelli (PMDB) – 0,18%

Laerte Bessa (PMDB) – 0,18%

Ezequiel Nascimento (PDT) – 0,18%

Roberto Lucena (PMDB) – 0,18%

Dr. Charles (PTB) – 0,18%

Michel – 0,18%

Marcos Rolim – 0,16%

Odilon Aires (PMDB) – 0,16%

Gim Argello (PTB) – 0,16%

Geraldo Naves (DEM) – 0,16%

Alberto Fraga (DEM) – 0,14%

Jofran Frejat (PR) – 0,14%

Maninha (PSOL) – 0,14%

Paulo de Tarso – 0,11%

Ricardo Quirino (PR) – 0,11%

Chico Vigilante (PT) – 0,11%

Rogério Rosso (PMDB) – 0,11%

Emiliano – 0,09%

Ivonete – 0,09%

Leo Rezende (PDT) – 0,09%

Peniel Pacheco (PDT) – 0,09%

Professor João Carlos – 0,09%

José Ramalho – 0,09%

Wilmar Lacerda (PT) – 0,09%

Washington Mesquisa (sem partido) – 0,09%

Ricardo Pires (PPS) – 0,07%

Miguel Nabut – 0,07%

Luzia de Paula (PSL) – 0,07%

Luizinho – 0,07%

Joe Valle (PSB) – 0,07%

Samuca – 0,07%

Donizete – 0,07%

Carlão Moradia – 0,07%

Paulo Octávio (DEM) – 0,07%

Luiz Gonzaga – 0,07%

Dedé Roriz (PRTB) – 0,07%

Professor Gabriel – 0,05%

Ronald – 0,05%

J. Pingo – 0,05%

Silvestre – 0,05%

Ronilson – 0,05%

Luís Alves – 0,05%

J. Rubens – 0,05%

Manoelzinho – 0,05%

Walter do P Sul – 0,05%

Vilela – 0,05%

Aroldo – 0,05%

Iolando – 0,05%

Wellington (Sinpol) – 0,05%

Apolinário Rebelo (PCdoB) – 0,05%

Gildetina do Ovo – 0,05%

Marcos – 0,05%

Alberto – 0,05%

Júlio César – 0,05%

Cleone – 0,05%

Carlos Cavalcante – 0,05%

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DF tem a maior taxa de escolaridade entre 18 a 24 anos

September 18th, 2009

 

O Distrito Federal apresentou a maior taxa de escolaridade do país, entre 18 e 24 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Segundo a entidade, 41,1% da população do Distrito Federal frenquentam a escola. No Brasil, essa taxa é de 30,5%.

 

Na faixa etária a partir dos 25 anos, o DF cai para quarto lugar no ranking nacional, com 8,7%. A média nacional é de 5,3%. O estado que apresentou mais pessoas dessa faixa estudando foi o Amazonas, com 11,1%, seguido de Roraima (10,3%) e do Acre, (8,8%).

 

O DF foi também a unidade federativa que apresentou maior percentual de moradores que nasceram em outros estados, com 51,1%. A média nacional é de 15,7%. O IBGE considera a condição especial da criação da capital federal como o principal motivo para esse quadro. Os dados apresentados pelo IBGE fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio referente a 2008.

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