Wasny parabeniza TRE pelo sucesso do 1º turno

22 de outubro, 2014

 wasny

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Wasny de Roure (PT), visitou na manhã desta quarta-feira(22), o presidente do Tribunal regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Romão Oliveira para parabenizar a corte pelo sucesso do processo eleitoral durante o 1º turno das eleições. Na última semana para o término das eleições 2014, o presidente da TRE afirmou que 90% das urnas eletrônicas funcionaram perfeitamente e as que apresentaram problemas, já foram substituídas para garantir a lisura do processo no próximo domingo, dia 26.

“O processo eleitoral é uma festa de afirmação da opinião individual para a escolha de quem vai dirigir a comandar a cidade e o país. O TRE-DF demonstra mais uma vez a competência e o zelo com o processo democrático. Afinal, o DF merece as congratulações, pois foi a primeira unidade da federação a concluir o trabalho de apuração”, destacou o deputado Wasny, que ganhou de recordação, um livro da história do TRE-DF e o discurso de posse do presidente do tribunal. Também participaram da reunião, o diretor-geral do TRE-DF, Arthur Cezar da Silva e o procurador da Câmara Legislativa, Sérgio Nogueira.

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Rollemberg e Romário no Sol Nascente

22 de outubro, 2014

rollemberg romario

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) voltou ontem à tarde ao local onde teve início sua campanha para o governo do Distrito Federal. Mais uma vez, ele firmou o compromisso de melhorar a vida dos moradores do Sol Nascente. O candidato prometeu regularizar os lotes e, enfim, entregar as escrituras à população da região. Além disso, garantiu construir no local um restaurante comunitário e uma escola técnica, para dar qualificação e mais oportunidades aos jovens. Ao lado de Rollemberg na visita estavam o candidato a vice-governador, Renato Santana, o senador mais votado na história do DF, Reguffe, e o também senador recém-eleito, Romário Faria (PSB/RJ).

Rollemberg também se comprometeu a fazer obras de infraestrutura no Sol Nascente e a implementar a coleta de lixo regular na região. Além disso, afirmou que ampliará a cobertura e a qualidade de abastecimento de água, e a coleta e tratamento de esgoto, com o objetivo de promover a saúde e melhorar a qualidade de vida dos moradores.

Na manhã de hoje, o candidato se encontrou com taxistas e recebeu das mãos da presidente do Sinpetaxi, Maria do Bonfim, a Mariazinha, um documento com várias reivindicações da categoria. “Vamos manter as faixas exclusivas, vamos garantir abrigo adequado para os taxistas, a permanência no aeroporto e financiamento no Banco do Brasil para que eles possam renovar a frota”, comprometeu-se Rollemberg. “Eu sei da importância dessa categoria para o Distrito Federal que nós vamos construir”, afirmou.

Rollemberg prometeu ainda resolver a questão de moradias para os taxistas. “Vamos garantir o cumprimento da lei que diz que parte dos recursos do programa Morar Bem deve ir para as cooperativas, logo, a dos taxistas será contemplada”, afirmou.

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Agenda dos candidatos ao GDF

22 de outubro, 2014

agenda 1

Quarta-feira, 22 de outubro

Rodrigo Rollemberg

9h – Entrevista ao G1

9h40 – Visita ao ponto de apoio dos taxistas

Local: Próximo ao Aeroporto de Brasília

11h – Gravação de programas de TV

18h30 – Encontro com representantes do Sindicato dos Professores

Local: Comitê central, SCS Quadra 4

19h30 – Roda de conversa DF Sustentável, com Marina Silva

Local: 703/704 Sul, na Praça do Índio

Jofran Frejat

7h40 – Entrevista programa Cabeças da Notícia (Rádio Mania FM)

9h30 – Encontro com Comissão do DFTrans

Local: SAAN

9h45- Encontro com representantes da Educação

Local: SAAN

10h – Gravação da Propaganda Eleitoral

15h – Caminhadas pelo DF

Local a definir

16h – Panfletagem na Rodoviária do Plano Piloto

19h – Reunião com moradores do setor Lúcio Costa

21h – Grande Reunião com policiais militares e bombeiros

Local: Praça do Relógio

22h – Reunião com apoiadores da saúde

Local: Guará 2

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Ibope: Aécio tem 61% e Dilma, 39%, no DF

22 de outubro, 2014

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Instituto ouviu 2.002 eleitores do DF entre os dias 18 e 20 de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (21) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Distrito Federal:

- Aécio Neves (PSDB) – 61%

- Dilma Rousseff (PT) – 39%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 13, Aécio tinha 69% e Dilma, 31%.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada com eleitores de DF são:

Aécio – 54%

Dilma – 34%

Brancos e nulos – 8%

Não sabe ou não respondeu – 4%

Dados da pesquisa

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00085/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01147/2014.

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Ibope: Rollemberg tem 57%; Frejat, 43%

22 de outubro, 2014

rollemberg frejat

Instituto ouviu 2.002 eleitores do DF entre os dias 18 e 20 de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF – Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (21) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Distrito Federal:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%

Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 13, Rollemberg tinha 60% e Frejat, 40%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 48%

Jofran Frejat (PR) – 36%

Branco/nulo – 11%

Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00085/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01147/2014.

Rejeição

A pesquisa aferiu a taxa de rejeição dos dois candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:

- Jofran Frejat (PR): 41%

- Rodrigo Rollemberg (PSB): 29%

- Poderia votar nos dois: 22%

- Não sabe/não respondeu: 13%

Avaliação do governo

A pesquisa Ibope também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 2%, o governo é “ótimo”; 14% o consideram “bom”; 30%, regular; 17%, “ruim”; e 35%, “péssimo”. Não sabem ou não responderam somaram 2%.

Expectativa de vitória

O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo governador do Distrito Federal, independentemente da intenção de voto. Para 57%, Rollemberg sairá vitorioso; 28% acreditam que Frejat ganhará; 16% não sabem ou não responderam.

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Abstenção, brancos e nulos influenciam a eleição

22 de outubro, 2014

Cesar maia

1. As pesquisas são feitas em base às informações do TSE, que incluem gênero, idade e local de votação. Os demais recortes são feitos em base censitária pelos Institutos de Pesquisa.  Dessa forma, a base das pesquisas é o total do eleitorado, incluindo, portanto, o que na urna se saberá em relação a brancos, nulos e abstenção.

2. Quando as tendências do eleitorado são estáveis, a abstenção não altera os resultados das pesquisas de opinião. Mas quando a intenção de voto dos eleitores é volátil, a abstenção pode mudar tudo. E se a volatilidade é grande, até mesmo os brancos e nulos podem mudar no dia da eleição. Mudar em dois sentidos: decidir votar, ou os que decidiam votar, nas pesquisas, na hora do voto, anular ou votar em branco. Segundo o Datafolha, 15% dos eleitores decidiram em que presidente votar, no primeiro turno-2014, na véspera e no dia da eleição. Esse número tende a ser menor agora com apenas 2 candidatos. Mas quão menor?

3. Vamos aos números. As pesquisas de intenção de voto no segundo turno vêm dando uns 10% de brancos e nulos, mais de três vezes a diferença entre Dilma e Aécio. E fazem abstração –como é natural- da abstenção, mesmo sabendo que estará próxima a 20%, supondo, como tradicionalmente ocorre, que não influenciam o resultado da eleição. Será?

4. O que ocorreu nas últimas 3 eleições?  Em 2006, no primeiro turno os votos brancos/nulos foram 8,4% e a abstenção 16,75%. No segundo turno, os brancos e nulos caíram para 6% mas a abstenção cresceu para 19%. Em 2010, no primeiro turno, os brancos/nulos foram 6,7% e a abstenção 18,1%. No segundo turno, os brancos/nulos cresceram para 8,6% e a abstenção subiu para 21,50. Em 2014, no primeiro turno, os brancos/nulos atingiram 9,6% e a abstenção 19,4%.

5. Com uma campanha em 2014 -no segundo turno- muito mais disputada e polemizada, é provável que a abstenção seja próxima de 2010, quando a eleição ainda não estava completamente definida uns 10 dias antes da eleição. Ou seja, 21,50%. Mas a tendência dos votos brancos/nulos não se pode prever em função das agressões recíprocas.  Suponhamos que os 9,6% do primeiro turno se repitam.

6. Fazendo os ajustes, 25% dos eleitores não influenciarão os votos válidos. Supondo que metade da abstenção é compulsória (doentes, muito idosos, estão ou moram fora de seu registro eleitoral, presos…), esses 25% baixam para uns 18%. Supondo que os brancos/nulos sejam os mesmos eleitores das pesquisas de intenções de voto, aqueles 18% baixam para 9%.

7. Usando como referência uma série de eleições, os números de um ou outro candidato só podem sinalizar favoritismo e vitória se as pesquisas finais indicarem uma vantagem de 5 pontos sobre os votos totais. Nas pesquisas já publicadas do Datafolha e Ibope, esta vantagem ainda está em torno da metade desses 5%.

8. Ficando nessa metade, só a urna nos dirá quem venceu.

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OAB-DF concede registro de advogado a Barbosa

22 de outubro, 2014
Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa

Presidente da entidade no DF havia pedido rejeição do registro. Comissão de seleção entendeu, porém, que ex-ministro cumpre requisitos.

A Comissão de Seleção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal decidiu conceder registro de advogado ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa. O presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha, havia contestado a solicitação feita para reativar o registro alegando que Barbosa feriu o Estatuto da Advocacia quando foi presidente do STF.

Durante sua gestão como presidente do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro se envolveu em diversas polêmicas com advogados. Uma delas, usada como argumento do presidente da OAB-DF, foi quando classificou como “arranjo entre amigos” a proposta de trabalho oferecida pelo advogado José Gerardo Grossi ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Em outro episódio, no qual Barbosa também foi criticado, o ministro expulsou do plenário do Supremo o advogado do petista José Genoino, Luiz Fernando Pacheco. Barbosa também criticou advogados que atuam como juízes eleitorais e afirmou que participam de “conluio” com magistrados.

Ao conceder o registro a Barbosa, a Comissão de Seleção da OAB-DF avaliou que a postura de Barbosa em relação aos advogados foi “lamentável”, mas entendeu que Barbosa preencheu os requisitos para ter a reativação do registro da OAB. Na decisão, o conselheiro Maximiliam Patriota Carneiro, relator do processo de registro,  disse que os fatos relatados na impugnação “retratam absoluta falta de verniz, de postura lhana, do impugnado, quando se reportava à classe dos advogados”.

Ele afirmou ainda que era “lamentável” a postura de Barbosa e que ele “flertou com a ilegalidade”. Mas, para o relator, os fatos não se enquadram no conceito de inidoneidade. Assim, o pedido de reinscrição foi acolhido.

Procurado pelo G1, Ibaneis Rocha afirmou que foi informado da decisão, mas ainda não leu todo o teor. Ele afirmou que ainda vai avaliar se recorre da concessão do registro.

“A situação principal, na minha opinião, é ele demonstrar que tem interesse e apreço pela profissão”, disse, destacando que vai avaliar os argumentos contidos na petição do ministro aposentado no processo de solicitação do registro.

Qualquer advogado pode recorrer à própria OAB-DF e, posteriormente, ao Conselho Federal da OAB. Em nota enviada ao G1 na semana passada, o presidente da OAB nacional, Marcus Vinicius, indicou que a entidade derrubaria eventual decisão contrária a Barbosa.

“Aguardamos que a própria seccional possa resolver o tema, mas caso isso não ocorra, o Conselho Federal da OAB está à disposição para apreciar o recurso, respeitando os direitos do cidadão e fazendo imperar o ‘rule of law’ – Estado de Direito, compromisso maior e histórico da OAB. Segundo a Constituição da Republica, o exercício profissional é livre no Brasil, bastando o cumprimento das condições previstas em lei”, disse. (Nathalia Passarinho e Mariana Oliveira, do G1 em Brasília e da TV Globo)

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Agenda dos candidatos ao GDF

21 de outubro, 2014

agenda 1

Terça-feira, 21 de outubro

Rodrigo Rollemberg

7h – Gravação de programas de TV

10h30 – Caminhada em Taguatinga, acompanhado pelo senador eleito Romário (PSB/RJ)

Ponto de encontro: Praça do Relógio

15h – Caminhada em Ceilândia, acompanhado por Romário

Ponto de encontro: QNQ 1, Setor O, perto da Praça da Bíblia

19h – Entrevista ao programa DF Record

20h15 – Roda de conversa com os moradores de Samambaia

Local: Quadra 202, perto da Feira Permanente de Samambaia

Jofran Frejat

8h    Entrevista rádios

9h   Entrevista portal G1

Local: Asa Norte (estúdio TV Globo)

13h30   Entrevista TV Genesis

Local: Sudoeste

16h às 19h30   Caminhadas pelo DF

Local a definir

19h30   Reunião com apoiadores de Taguatinga e Vicente Pires

Local: Vicente Pires (Mansão Mabel, chácara 154/2 (entrada pela marginal da Via Estrutural))

20h30   Reunião com empresários de Ceilândia

Local: P Sul (PróDF, Qd. 4 – Cj. C – Lote 3 / Salăo Casa Nova (Antigo Salăo VIP))

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Pandora: ministro Luiz Fux nega liminar a Naves

21 de outubro, 2014
Livro Caixa de Pandora e outros fatos que abalaram a política de Brasília, nas melhores livrarias ou no site da Editora Thessarus

Livro Caixa de Pandora e outros fatos que abalaram a política de Brasília, nas melhores livrarias ou no site da Editora Thessarus

Ex-deputado pedia para deslocar competência de julgamento no caso Caixa de Pandora

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar no Habeas Corpus (HC) 123784, impetrado pela defesa do jornalista e ex-deputado distrital Geraldo Naves Filho, em que pede a declaração da competência da Justiça Federal para processar e julgar a ação penal a que responde por denúncia com base na operação Caixa de Pandora.

Naves foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de corrupção de testemunha na forma qualificada (artigo 343, parágrafo único, do Código Penal) em concurso material com o delito de falsidade ideológica (artigo 299 do mesmo código), juntamente com o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e mais quatro corréus. A ação contra Naves tramita na 7ª Vara Criminal de Brasília (DF), após remessa dos autos determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No HC ao Supremo, a defesa alega que a competência da Justiça Federal se justificaria pelo fato de que o delito denunciado teria sido supostamente praticado no curso do inquérito policial federal – Polícia Judiciária da União – que subsidiou o Inquérito 650 (posteriormente convertido na Ação Penal 707), quando tal procedimento ainda tramitava no STJ.

Em sua decisão, o ministro Fux salienta que a Constituição Federal (artigo 105) estabelece que, no conflito jurisdicional entre a Justiça Federal e estadual, no caso, distrital, o Superior Tribunal de Justiça é o órgão competente para decidir a questão. No caso dos autos, o STJ definiu o conflito de competência entre Justiça Federal e distrital, entendendo pela competência desta última.

O ministro registrou que o acórdão do STJ foi publicado em 5 de novembro de 2013, e transitou em julgado em 21 de novembro de 2013. Já na 7ª Vara Criminal de Brasília, a defesa de Naves formulou exceção de incompetência, rejeitada pelo magistrado em sentença proferida em 18 de junho de 2014, transitando em julgado em 10 de julho de 2014.

“Percebe-se, portanto, que o impetrante vale-se do habeas corpus com o intuito de desconstituir duas decisões sobre o thema decidendum, uma prolatada pelo Superior Tribunal de Justiça e outra pelo juízo da 7ª Vara Criminal do Distrito Federal, ambas transitadas em julgado. Portanto, não se verifica, prima facie, a presença do fumus boni iuris, indispensável para a concessão do pedido de liminar”, concluiu o relator.

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Agnelo Queiroz: “Vou votar nulo”

21 de outubro, 2014
Agnelo Queiroz: ‘Vamos ver o futuro repetir o passado’

Agnelo Queiroz: ‘Vamos ver o futuro repetir o passado’

“Nenhum dos dois merece a minha confiança. Nenhum dos dois tem condições de governar a cidade” Agnelo Queiroz, governador do DF

Agnelo Queiroz (PT) perdeu a eleição, mas obteve 307,5 mil votos. Com 20% do eleitorado a seu favor, o atual governador teria condições de ajudar a eleger um dos concorrentes, apesar do desgaste de ter ficado fora do segundo turno. O petista, no entanto, defende o voto nulo. Afirma que ninguém na competição merece crédito. “Nenhum dos dois merece a minha confiança. Nenhum dos dois tem condições de governar a cidade”, sustenta.

Qual é a sua leitura sobre os debates em que os dois candidatos do segundo turno se atacam mutuamente por terem participado do seu governo?

O que vejo é uma atitude covarde baseada em mentiras. Ver umas pessoas como essas, que nunca fizeram nada pela cidade, anunciando que farão o que eu já comecei, é um absurdo, um debate eleitoreiro. Estão menosprezando a inteligência da população.

Incomoda?

Não. É apenas o desespero do segundo turno. Quero ver quem vai ter a ousadia maior para o estelionato eleitoral mais impactante. Quero ver quem consegue enganar mais. Estou com pena da nossa cidade. Nenhum deles tem condição de cumprir nem 10% das promessas de campanha.

O senhor vai votar em quem?

Nulo. Nenhum dos dois merece a minha confiança. Nenhum dos dois tem condições de governar a cidade. Ficam decorando um papelzinho e dizem, como uma receita de bolo, que vão fazer isso ou aquilo. Eles nunca se debruçaram sobre essa realidade. Tenho certeza de que não perdi a eleição pelo julgamento que fizeram a meu governo, mas pelo clima eleitoral, pelo desgaste de todos os governos.

Que propostas são impossíveis de cumprir?

Tem um que fala que é médico e diz que não tem médico. Não viu como a turma dele deixou a saúde? São aqueles que querem voltar. Fica criticando quem melhorou a saúde, contratou servidores da área que não havia antes. Puro discurso de campanha.

Para quem vão migrar os seus 307,5 mil votos?

A grande maioria vai votar nulo. Nenhum candidato merece o voto dos meus eleitores.

O PT ressentiu-se muito pela declaração de voto de Rodrigo Rollemberg a Aécio Neves?

Isso só mostra a real “nova política” dele muito antes de começar um governo. Eu dizia na campanha: ‘Vamos ver o futuro repetir o passado’. E já está acontecendo. A nova política dele é o PSDB, que tem um passado horroroso no Distrito Federal.

Está assistindo aos debates?

Não tenho visto. Vejo depois pelo jornal. Não consigo acompanhar. Não tenho paciência. São as mesmas respostas decoradas. Minha preocupação, agora, é concluir o governo e entregar uma cidade melhor do que recebi. Tenho certeza de que conseguimos evoluir em todas as áreas. E vou fazer uma transição civilizada, qualquer que seja o novo governador. (Fonte: Correio Braziliense. Por Ana Maria Campos)

Política

Vendas do setor de serviços crescem 5% em setembro

21 de outubro, 2014

logo fecomercio

As vendas do comércio brasiliense apresentaram leve queda de 0,77% em setembro na comparação com o mês anterior. Já as vendas do setor de serviços registraram crescimento de 5,01%. No acumulado dos últimos 12 meses (set213 x set2014) as vendas tiveram uma queda de 3,86% (comércio e serviços). É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio.

No mês de setembro de 2014, foram incorporados seis novos segmentos ao setor de serviços (Academia, Aluguel de Artigos para Festa, Casa de Eventos, Clínica de Estética, Ensino de Idiomas e Reparação de Eletroeletrônicos). Vale salientar que os segmentos inseridos não possuem um histórico como os demais integrantes desse estudo e, portanto, estão sujeitos a correções durante o período de avaliação, que leva até três meses.

O segmento de Salão de Beleza puxou o índice no setor de serviços, com um crescimento nas vendas de 11,52%, seguido pelo setor de Academia (6,37%); Aluguel de Artigos para Festa (6,10%); Casa de Eventos (5,24%); Agência de Viagens (4,81%); Ensino de Idiomas (3,17%); Reparação de Eletroeletrônicos (2,69%), Autoescola (2,10%); Pet Shop (1,56%) e Clínica Estética (1,35%). “Serviços é um setor que sempre ajuda na expansão da atividade econômica brasileira e no Distrito Federal não é diferente. Com uma forte contribuição para geração de emprego e renda no País, os segmentos ligados ao setor de serviços, na maioria dos casos, têm um público fiel, são menos vulneráveis às incertezas da economia e, por isso, vem apresentando um resultado melhor”, explica o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

No comércio, apresentaram queda nas vendas em setembro, na comparação com agosto, os segmentos de: Floricultura (-12,37%); Vestuário (-7,61%); Lojas de Utilidades Domésticas (-6,71%); Móveis e Decoração (-5,87%); Tecidos (-3,69%); Livraria e Papelaria (-1,98%); Material de Construção (-1,44%); Autopeças e Acessórios (-1,01%) e Mercado e Mercearia (-0,89%). Os segmentos que apresentaram acréscimo foram: Óticas (6,16%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (3,24%); Informática (2,81%); Calçados (1,76%) e Farmácia e Perfumaria (0,19%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado nas compras. No comércio, a modalidade respondeu por 44,25% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 38,19% das compras. A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do DF é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio e tem o apoio do Sebrae. Foram consultadas 900 empresas, sendo 594 do comércio e 306 de serviços. A coleta de dados foi realizada entre os dias 5 e 10 de outubro de 2014 e analisou 14 segmentos do comércio e 10 segmentos de serviços.

Economia ,

Agressões entre candidatos já não rendem mais

21 de outubro, 2014

       Cesar maia

1. As agressões já deram o que tinham que dar. Mais do que atingirem a imagem de um e de outro, distribuíram aos eleitores os argumentos para que defendam seu candidato ou ataquem o adversário. Com isso, o processo de convencimento e desconvencimento pelo boca a boca entre as pessoas acelerou muito. E tornou-se decisivo.

2. E, com isso, a volatilidade do voto que já era grande, aumentou mais. No final da segunda semana de outubro –11/12- ocorreu uma aceleração das intenções de voto pró-Aécio.  Nos três dias seguintes ocorreu uma acomodação e o retorno aos patamares anteriores com 2 pontos de diferença.

3. Mas esta acomodação deve ser dissecada por dentro, através dos cruzamentos clássicos, dos cruzamentos regionais, por religião… Além disso, aquelas informações/agressões que têm potencial para produzir fluxos e argumentos devem ser testadas por pesquisas qualitativas focalizadas nos temas.

4. Para isso, há que se trabalhar com hipóteses. A primeira é sobre a região mais sensível a esse boca a boca e decisiva eleitoralmente nas atuais circunstâncias. Naturalmente é a região Sudeste, não só pelo peso eleitoral de 43%, mas pelo fato que é onde esse boca a boca tem produzido mais oscilações e o uso das redes sociais é mais intenso. a) No Rio –onde estão as estatais- analisar esses fluxos.

5. b) Nas três periferias metropolitanas –SP, BH e Rio- analisar os fluxos relativos à insegurança que possa sensibilizar os menos integrados socialmente. c) Em S.Paulo checar o impacto sobre os incluídos que trabalham com carteira assinada, recortando os de classe média baixa. d) E, finalmente, o boca a boca entre os jovens nas maiores cidades.

6. Alguns podem dizer que faltam poucos dias e não dá mais tempo. Dá sim. Como as pesquisas qualitativas são feitas sistematicamente pelas candidaturas, é questão apenas de direcionamento imediato. E, claro, reler as pesquisas qualitativas feitas desde o início do segundo turno, recortando estes três fatores citados.

7. Ninguém melhor que as equipes dos candidatos para valorizar essa necessidade. Afinal, as pesquisas diárias –tracking- os têm deixado desorientados.  É urgente, portanto.

8. Este Ex-Blog tem usado todas as pesquisas que tem acesso –divulgadas ou não- e não se espanta com diferenças aparentemente absurdas como a do Sensus e do Ibope/Datafolha, GPP e Vox Populi. Isso exige afinar a amostragem, além de ampliá-las no Sudeste e no Nordeste e dar suporte qualitativo para orientar as últimas declarações pela TV, os últimos programas e comerciais e os últimos debates.

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Política

Sandra Faraj é entrevistada na Rádio Federal

21 de outubro, 2014

sandra-faraj

O programa Acontece Brasília, na Rádio Federal, maior web rádio de Brasília, que tem apresentação do jornalista Eldo Gomes e recebe, semanalmente, empresários, políticos, jornalistas e blogueiros da cidade, recebe no quadro Política no Prato, a deputada distrital eleita, Sandra Faraj.

Ao longo deste último semestre, o programa Acontece Brasília, pretende conversar com os novos deputados que integrarão o legislativo local. “Acredito que houve uma renovação de 50%, no cenário do legislativo. Mas, por conta do grande número de candidatos, essas eleições foram muito rateadas”, conta o jornalista Eldo Gomes, que semanalmente fala sobre política e cultura, na Rádio Federal, ao vivo.

Sandra Farjat teve 20.269 votos e garantiu uma cadeira na bancada evangélica na Câmara Legislativa do DF, pelo partido Solidariedade (SD)

O programa Acontece Brasília, na Rádio Federal ( www.radiofederal.com.br ) tem direção de Idovan Araújo, apresentação de Eldo Gomes e produção de Kelly Brasil. Comentários de Ariadne Freitas e Jaqueline Mendes. Está no ar há 9 meses e já recebeu mais de 150 convidados, liderando a audiência das rádios web, no Centro Oeste.

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Na CBN, candidatos partem para ataques pessoais

20 de outubro, 2014

cbn

Rollemberg acusa Frejat de guardar em casa mais de R$ 1 milhão, enquanto candidato do PR o acusa novamente de liberar emendas para beneficiar parentes.

Por Gabriela Echenique – No terceiro debate entre os candidatos ao Palácio do Buriti, Rodrigo Rollemberg e Jofran Frejat trocaram acusações e aumentaram o tom das críticas ao partir para ataques pessoais. Os dois candidatos criticaram os adversários quando à frente de órgãos públicos. No primeiro bloco, com tema livre, a medida de Frejat de implantar a passagem de ônibus a R$ 1 esquentou o debate. Rollemberg fez as contas e disse não ser possível a implantação da medida afirmando que o imposto só começa a ser recolhido em abril. Frejat não gostou e disse que sabe o que fala e que quem vai governar é ele.

As críticas ao atual governo também marcaram o encontro. Enquanto Jofran Frejat reafirmou que Rollemberg é o novo Agnelo, o ex-senador rebateu ao afirmar que o PR, partido de Jofran, saiu da coligação do PT somente neste ano. O candidato do PSB também aproveitou o debate para criticar a gestão de Frejat quando esteve à frente da secretaria de Saúde. Rodrigo Rollemberg aproveitou para questionar o adversário de que ele guardava mais de R$ 1 milhão dentro de casa.

Frejat rebateu e disse que esse dinheiro foi resultado de uma indenização que ele declarou no Imposto de Renda. O candidato do PR aproveitou o momento para criticar a atuação de Rollemberg quando era deputado federal e por liberar emendas em benefício de familiares. Os candidatos também apresentaram propostas. Os dois defenderam mais benefícios aos policiais militares para combater a violência e o tráfico de drogas, prometeram que vão regularizar as moradias no DF e distribuir as que foram prometidas pelo atual governo. Em relação à falta de vagas, principalmente na área central de Brasília, Rollemberg defendeu a implantação do estacionamento subterrâneo, enquanto Frejat reforçou a tarifa de ônibus a R$ 1 para que a população use o transporte coletivo.

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TSE barra em 3 dias 4 propagandas de Aécio e 4 de Dilma

20 de outubro, 2014

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Novo entendimento do tribunal de proibir ataques gera guerra de liminares. Segundo assessoria do TSE, outros dez pedidos aguardam julgamento.

Thiago Reis e Alexandro Martello, do G1, em São Paulo e em Brasília – Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mudar o entendimento sobre o horário eleitoral gratuito e proibir ataques entre os adversários na disputa ao Planalto, quatro propagandas ou trechos delas de Dilma Rousseff (PT) e quatro de Aécio Neves (PSDB) foram suspensos nos últimos três dias.

O levantamento do G1 foi feito com base em processos no TSE até as 20h30 deste domingo (19). De acordo com a assessoria do tribunal, outros dez pedidos envolvendo os dois candidatos ainda serão julgados.

A nova jurisprudência do tribunal diz que os horários eleitorais têm de ser “programáticos, propositivos, e que o debate pode ser ácido ou duro, mas relativo a questões de políticas públicas”. Isso fez com que as duas coligações passassem a travar uma guerra de liminares.

Propagandas de Dilma

Na sexta (17), já com base na nova resolução, o ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto determinou, a pedido de Aécio, a suspensão da propaganda de Dilma na TV que afirmava que o tucano fez um “aeroporto em terreno da família” e que “a chave ficava na mãos do seu tio”, em referência ao aeroporto de Cláudio (MG). Para Aécio, a peça era “inverídica e caluniosa”.

No sábado (18), outra propaganda de Dilma, que tinha uma montagem com a música “Oh, Minas Gerais” e o trecho “quem conhece Aécio não vota jamais”, também foi suspensa pelo ministro Admar Gonzaga. Para Aécio, a intenção dela era apenas “desmoralizar os adversários, degradá-los e ridicularizá-los”.

A coligação de Dilma também teve suspensos trechos de uma propaganda que utilizava passagens de um debate na TV. Para o tucano, as cenas foram utilizadas “fora de contexto” e para atacar sua reputação. Na decisão, o ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto afirmou que “ataques deste tipo prestam desserviço ao debate eleitoral fértil e autêntico e, em maior escala, à própria democracia”.

Ainda no sábado, outra peça da campanha de Dilma, que falava da negativa de Aécio em fazer um teste de bafômetro após ser flagrado numa blitz, foi suspensa. Para Aécio, ela insinuava que ele estava alcoolizado na ocasião.

Propagandas de Aécio

No mesmo dia, Aécio também teve propagandas no rádio e na TV suspensas. O mesmo ministro, Tarcísio Carvalho Neto, suspendeu as peças, que tratavam de denúncias no caso Petrobras. Uma delas, na rádio, falava sobre Paulo Roberto Costa e a afirmação de que o PT recebia propina, uma outra, também no rádio, falava que com o dinheiro desviado na estatal era possível fazer 12 estádios da Copa e uma na TV mostrava manchetes de jornal contra o PT. A coligação de Dilma usou o argumento de que as campanhas veiculavam mensagens “inverídicas e caluniosas”.

Sobre a veiculada na TV, o relator afirmou que ela “apresenta excessos ao imputar conduta ilícita ao Partido dos Trabalhadores, com base em depoimento de terceiro massivamente veiculado pela imprensa, de forma a macular a imagem da agremiação perante o eleitorado”.

À noite, o ministro Admar Gonzaga também concedeu liminar à coligação de Dilma e suspendeu trecho da propaganda de Aécio que fazia menção ao irmão da presidente, dizendo que ele foi nomeado pelo então prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, mas que “nunca apareceu para trabalhar”. Dilma, no pedido, anexou declaração de Pimentel, recém-eleito governador do estado, em que ele afirma que Igor Rousseff “trabalhava com regularidade e eficiência”. Igor fez o mesmo pedido para a retirada, em outra ação.

Todos os processos constam do site do TSE.

PROPAGANDAS SUSPENSAS DE DILMA PROPAGANDAS SUSPENSAS DE AÉCIO
AEROPORTO DE CLÁUDIO - Propaganda diz que Aécio fez aeroporto em terreno da família e que a chave fica nas mãos de um tio, em referência ao aeroporto na cidade mineira de Cláudio

 

PROPINA DO PT - Propaganda usa afirmação de Paulo Roberto Costa, que diz que, do percentual de 3% cobrados dos contratos da área de abastecimento, 2% iam para o PT
OH, MINAS GERAIS - Propaganda faz paródia com a música “Oh, Minas Gerais”, complementando com o trecho “quem conhece Aécio não vota jamais”

 

ESTÁDIOS DA COPA - Propaganda fala de desvio na Petrobras e diz que com o dinheiro que foi para o PT era possível fazer mais 12 estádios da Copa

 

CENAS DO DEBATE - Propaganda usa passagens do debate no SBT em que mostra Dilma falando de combate à corrupção e transparência

 

MANCHETES DE JORNAL - Propaganda usa manchetes de jornais, como “Tesoureiro recebia propina para o PT, dizem delatores” e “Dirceu é condenado a 10 anos e 10 meses e irá para a prisão”
TESTE DO BAFÔMETRO - Propaganda fala que Aécio se recusou a fazer teste do bafômetro após ser flagrado em uma blitz

 

IRMÃO DE DILMA - Propaganda fala que Igor Rousseff, irmão da presidente, foi contratado pelo então prefeito de BH Fernando Pimentel, mas que nunca apareceu para trabalhar

Política , ,

Inadimplência no DF cresce 1,68% em setembro

20 de outubro, 2014

Apesar da alta, organização afirma que aumento é considerado ‘tímido’. Contas de água e luz representam 37,5% das dívidas no Centro-Oeste.

Do G1 DF – O número de inadimplentes no Distrito Federal cresceu 1,68% em setembro em comparação com o mesmo período de 2013, aponta levantamento realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Apesar da alta, a evolução foi considerada “tímida” pela CDL – o índice ficou abaixo do registrado no Centro-Oeste (4,75%) e no país (3,85%).

De acordo com a CDL, atrasos em contas de água e luz representam um terço das dívidas no Centro-Oeste – o índice registrado foi de 37,5%. Para o presidente da CDL, Álvaro Silveira Júnior, o crescimento da inadimplência no DF pode ser explicado em parte pelo aumento da tarifa de energia elétrica. “O brasiliense, assim como todos os brasileiros, sentiram o peso do aumento da conta de luz. O reflexo chegou ao bolso do consumidor”, disse.

Em agosto, o número de pessoas que não quitaram as dívidas foi 3,53% maior do que o mesmo mês em 2013. Já as contas em atraso registraram alta de 2,15% em setembro e 3,65% em agosto. No país, o número ficou em 5,05%, e no Centro-Oeste, em 5,81%.

As dívidas em atraso por inadimplentes tiveram alta de 2,16% em setembro e, no mês anterior, 2,16% – dentro das médias nacional e regional.

Economia

PTN-DF declara apoio a Rollemberg

20 de outubro, 2014

 Rollemberg Delmasso PTN

Por Donny Silva – No sábado (18), Rodrigo Delmasso reuniu a militância do PTN e convidados para declarar o apoio do partido ao, atualmente senador e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Em discurso, Delmasso falou da importância de uma transformação na política do DF e apresentou Rollemberg como um representante dessa mudança. “O Rollemberg representa a verdadeira mudança na nossa cidade, não podemos deixar que a velha política assuma novamente, pois vamos lutar para juntos mudarmos Brasília”, disse.

Na reunião estavam presentes mais de 600 pessoas. O deputado distrital, Evandro Garla; federal, Vitor paulo; distritais eleitos, Júlio César e Sandra Faraj, e o presidente do PSB regional, Marcos Dantas também falaram em apoio a Rollemberg.

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Divulgar os votos válidos é uma enorme bobagem!

20 de outubro, 2014

Cesar maia

1. O TSE contabiliza os votos válidos no primeiro turno por duas razões. Primeiro porque a maioria absoluta ou não dos votos válidos conseguida pelos candidatos a presidente e a governadores é que determina se haverá segundo turno ou não. Segundo porque nas eleições para deputados –federais e estaduais- é a divisão dos votos válidos pelo número de vagas que determina o cociente eleitoral e quantos deputados serão eleitos pelos partidos e pelas coligações.

2. Mas, no segundo turno, divulgar votos válidos é uma dupla besteira. A primeira porque é inócuo, já que vence a eleição de presidente e governadores quem tiver mais votos, independente da porcentagem de votos que tenha. Mas a segunda razão é de extrema gravidade para orientação dos eleitores, da campanha, dos analistas e da própria imprensa, pois confunde e ilude.

3. É fácil entender.  Sempre que a proporção dos que marcaram brancos, nulos, não sabem e não responderam é significativamente maior que a diferença das intenções de voto entre os dois candidatos, a eleição está completamente indefinida. Exemplo. No Ibope e Datafolha Aécio tem 45% e Dilma 43% dos votos totais. Uma diferença de 2 pontos.

4. Mas há 12% dos eleitores que não marcaram nenhum nome. Isso representa 6 vezes a diferença entre eles. Mais ainda: essa diferença de 12 pontos cresceu 2 pontos desde as pesquisas da semana passada. Ou seja, uma eleição completamente indefinida. Na intenção de voto espontânea há um empate de 42% a 42%, ratificando a indefinição.

5. Sempre que a porcentagem daqueles que não marcaram nenhum candidato se aproxima ou ultrapassa o dobro da diferença entre eles, a eleição pode se considerar indefinida.  Sendo assim, o fundamental no segundo turno é esquecer os votos válidos e informar apenas os votos totais e os que não escolheriam nenhum deles. Com isso, os eleitores, os analistas e a imprensa poderão avaliar a taxa de indefinição da eleição.

6. Outro exemplo: Rio Grande do Sul, Datafolha. Sartori tem 52% e Tarso Genro 35%. Marcaram brancos, nulos, não sabem, não responderam: 13%. A diferença entre os dois, de 17%, é 30% maior que a porcentagem dos que não marcaram nenhum dos dois. Essa é uma eleição definida mesmo faltando 11 dias, desde a pesquisa, para a eleição.

7. A divulgação das pesquisas deveria ser sobre votos totais: X tem XX%, Y tem YY%, Nenhum deles ZZ%. Diferença entre eles é RR% e é tantas vezes maior ou menor que os que marcaram brancos, nulos, não sabem não responderam. Assim, a informação permitiria uma análise adequada das probabilidades até a eleição.

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Política

Alerta à população sobre período de chuvas

20 de outubro, 2014

Para o período chuvoso do Distrito Federal, entre os meses de outubro e abril, está prevista a manifestação de fenômeno meteorológico de natureza grave. As características desse fenômeno são chuvas intensas, isoladas e de curta duração, associadas a ventos fortes de rajada com velocidade de até 90 Km/h, à tarde e no início da noite.

O impacto das chuvas tem ocasionado severos danos e perdas aos equipamentos públicos e privados e, não menos diverso, à integridade e ao patrimônio da comunidade. Por conta disso, a Defesa civil do Distrito Federal orienta a população a terem os seguintes cuidados:

Antes das chuvas

-     Providencie a poda ou corte de árvores próximas a residências, com risco de queda. (Procure o Departamento de Parques e Jardins da Novacap ou a Administração Regional);

-     Conserte as falhas no telhado. Troque as telhas quebradas, reforce os pinos de fixação ou as madeiras;

-     Isole a fiação elétrica;

-     Não acumule lixo nem entulhos nas ruas. Com a chuva, os mesmos vão parar nos bueiros ou bocas-de-lobo causando entupimentos.

Durante as chuvas

-     Se o nível da água estiver subindo, vá com sua família para um lugar seguro. Se estiver ao ar livre, procure um abrigo seguro, longe de árvores. Elas atraem raios e seus galhos podem cair.

Logo depois das chuvas

-     Cuidado com a água que for beber. Veja se não foi contaminada pela inundação. Isso traz sérios riscos à sua saúde.

-     Não use equipamentos elétricos que tenham sido molhados, pois há risco de choque elétrico e curto circuito.

No trânsito

- Dirigir sob chuva forte requer dos motoristas cuidados adicionais e uma atenção maior.

- Procure um local alto e espere o nível de água baixar;

- Não pare o carro próximo a árvores ou postes. Há risco de não resistirem ao vento e cairem sobre o carro. Os fios dos postes podem ainda arrebentar, provocando acidentes com choques;

- Não ande ao lado de caminhões e ônibus. A marola provocada por eles pode inundar o seu carro;

- Ao atravessar poças, mantenha aceleração contínua, em primeira marcha;

- Diminua a velocidade e procure aumentar a distância do veículo da frente;

- Não passe com seu veículo em vias em que não é possível visualizar parte do meio fio;

- Sintonize o rádio do carro nas emissoras que estejam orientando os motoristas.

CUIDADO: Poças d’água podem ocultar buracos.

Chuvas acompanhadas de raios.

Se estiver em casa

- Use somente telefone sem fio;

- Fique distante de tomadas, canos, janelas e portas metálicas;

Se estiver na rua

- Evite segurar objetos metálicos longos como varas de pescas e tripés;

- Pipas ou aeromodelos com fio devem ser evitados;

- Evite andar a cavalo;

- Saia da água em piscinas, córregos, rios e lagos.

Outras recomendações para evitar acidentes com raios

- Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios, tais como:

- Celeiros.

- Tendas ou barracos;

- Tratores, motocicletas ou bicicletas;

- Campos de futebol;

- Quadras de tênis;

- Estacionamentos;

- Alto de morros ou topos de prédios;

- Cerca de arames, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;

NUNCA SE ABRIGUE DEBAIXO DE ÁRVORES

Seja rápido na iminência de inundações, alagamentos, desabamentos e soterramentos:

- Abandone sua residência nos casos de maior gravidade (havendo muita infiltração, algum barulho estranho, rachaduras nas paredes, etc.);

- É preferível perder bens à vida;

- Saia de casa, caso more às margens de córregos ou próximo a encostas;

- Procure manter a calma acima de tudo;

- Providencie a evacuação do local e retirada das pessoas que ainda estejam correndo risco;

- Providencie socorro às vitimas através dos bombeiros;

- Transmita alarme aos vizinhos em caso de súbita elevação das águas;

- Há riscos sérios nas correntezas de vias, córregos e rios porque são violentas e carregam objetos cortantes e perfurantes, além do risco de se carregado por ela;

- Coloque etiquetas ou identifique os móveis de alguma forma caso tenha que ser transportado para um abrigo;

- Ensine sua família a proteger-se. Converse sobre estes conselhos.

Ligue em primeiro lugar para os bombeiros (Telefone 193).

Cidade

Semana Distrital de Saúde da Criança começa hoje

20 de outubro, 2014

O encontro é voltado aos trabalhadores da Atenção Básica de Saúde

Profissionais de saúde se reúnem, de hoje (20) até sexta-feira (24), para discutir e debater com gestores os indicadores maternos e infantis durante a Terceira Semana Distrital de Saúde da Criança. O encontro acontece das 9h às 18h, no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), localizado na SGAS 915 Sul.

O evento tem o objetivo de treinar os profissionais de saúde buscando o aprimoramento da qualidade da assistência infantil e capacitar os profissionais quanto a promoção e incentivo ao aleitamento materno, na triagem do recém-nascido além de discutir o enfrentamento dos problemas prevalentes na infância como doenças respiratórias, obesidade e promoção da saúde bucal.

Segundo o chefe do Núcleo de Saúde da Criança da Secretaria do Distrito Federal, Claudio Lima Júnior, médicos de família, nutricionistas, cirurgiões dentistas, pediatras, enfermeiros que atuam na Atenção Básica de Saúde vão debater questões como mudanças de praticas, reorganização dos serviços e divulgação dos protocolos das linhas de cuidados.

Durante a Semana – dentro da programação – haverá seminário de vigilância do óbito infantil e materno; fórum de discussão da Iniciativa Hospital Amigo da Criança. Nesta terça-feira (21), às 19h,  haverá bate-papo com a comunidade por meio do mediador professor da Unicamp, pediatra e escritor, José Martins Filho.

Cidade

Burocracia paralisia o setor produtivo

19 de outubro, 2014
Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Foto Cristiano Costa

O presidente da Federação do Comércio, Adelmir Santana, conta o que o setor espera do próximo governo e pontua os principais problemas vivenciados hoje pelos empresário. Segundo ele, o comércio e serviços é fruto do alto PIB da cidade

Com vocação basicamente na área de comércios e serviços, o Distrito Federal, segundo o presidente da Federação do Comércio do DF, Adelmir Santana, está vivendo uma paralisa nas atividades produtivas, em virtude do sistema burocrático enfrentado hoje pelos empresários. Com as projeções propostas pelos dois candidatos postulantes ao cargo de governador do DF, o setor acredita que uma melhora tanto na economia quanto no que se refere a seguridade das empresas para que ampliar seus investimentos, seja possível. Em entrevista, Adelmir comenta que o setor espera que facilidades sejam encontradas e a tão esperada agilidade seja alcançada. “Hoje, o tempo do empresário não é o mesmo da administração pública. Podemos notar uma dissociação. O empresariado precisa recuperar a segurança e previsibilidade dos investimentos”.

O que o setor produtivo espera do próximo governo?

O que sentimos nesse momento é que houve uma paralisia nas atividades produtivas em razão do forte esquema burocrático, da falta de acoes rápidas. Do Estado em relação as pretensões empresariais. Há uma dissociação. O tempo do empresário não é o mesmo da administração pública, há um distanciamento enorme entre o nosso tempo e o da administração pública. No que se refere as ações. É preciso que encontre um caminho no sentido que desburocratize o Estado brasileiro para que as empresas se sintam seguras, primeiro em relação ao sistema jurídico e em segundo lugar para que as coisas sejam mais rápidas. Esperamos que haja uma criação de facilidades para que o sistema se deslanche com mais agilidade. Tenho observado que esta é uma voz recorrente do setor produtivo, de todas as áreas, em que têm apresentado essa reclamação.

Como está a economia de Brasília?

A economia de Brasília hoje é centrada na vocação de comércio e serviços. E por que isso? Porque Brasília dispõe de uma renda alta. Em que os níveis de salários são constituídos significamento de serviços públicos, tanto federais como distritais, além da forte representação do mundo diplomático no Distrito Federal, no que se refere as empresas trazerem seus escritórios para a cidade. Então, temos uma renda per capita elevada, de consumo elevado. Tal fato tem motivado o crescimento elevado natural da área de comercio e serviço. Na nossa visão, muitos dos problemas estão com as soluções não dentro do Distrito Federal, mas dentro do seu perímetro urbano metropolitano. Das cidades dormitórias, das cidades que precisam buscar estes desenvolvimento objetivando a ocupação desta população naquelas satélites. Por isso, é preciso o olhar não apenas do governo de Goias, do DF, mas da União. Em relação a estas regiões que limitam o DF.

Qual a importância da Fecomércio para a economia do DF?

Por ser uma cidade com vocação de comércio e serviço. Na Fecomércio estão representados os setores de comercio e serviço e quando você retira o poder público, representa mais de 90% do PIB local. Então é uma entidade que tem uma forte presença econômica no DF. Funcionamos como uma caixa de reclamações dessas queixas quando a atuação do Estado não vai de encontro as nossas necessidade que, em ultima analise, são as mesmas da população.

Ainda este ano acontece a eleição para o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em 2015. Como o senhor classifica o atual momento da entidade?

O Conselho deliberativo do Sebrae se dá  por meio de um processo eletivo. São feitas eleições a cada quatro anos. Ela será no final desse ano. Há uma tradição entre nós do setor produtivo de fazer um rodízio das entidades, que está sendo praticado nos últimos 20, 30 anos, caberá, desta vez, a Fecomércio indicar seu representante para ser o futuro presidente do Conselho. O Sebrae passou por uns problemas dentro da entidade que quem deveria estar a frente do Conselho era da Federação das Associações Comerciais do DF e de fato começou exercendo essa função, mas houve  mas houve uma dificuldade de ordem pessoal e veio calhar com a renuncia do presidente eleito. Tivemos que fazer uma eleição complementar para cumprir um mandato tampão e hoje é um membro da Federação das Industrias.

Como entidades como a Fecomércio, o Sesc, Senai e Sebrae podem ajudar o governo?

Eu acho que essas Instituições, do sistema S como um todo, têm um papel fundamental naquilo que define a Lei para estas Instituições. Por exemplo, o Sesc e o Senac representa, os braços sociais da Federação do Comércio. Um na área da formação profissional, já formou durante sua história mais de um milhão e duzentos mil alunos no DF, e o outro na área de assistência aos trabalhadores e dependentes. Tem uma presença extremamente marcantes na cidade com várias unidades espalhadas no Distrito Federal, muitas ações. São funções que nós exercemos dentro da linha que compete a cada um. Ou seja, cada um tem um papel fundamental.

Qual deveria ser o perfil do próximo governo?

Tem que ser uma pessoa focada em inovação, em tecnologia, na desburocratização, na simplificação e que ofereça a população a certeza e a segurança de que nós entraremos em um novo caminho. Onde os princípios éticos e morais sejam efetivamente pautados pela ação do dia a dia. Os homens públicos compreendam seu verdadeiro papel, não apenas como legisladores, mas que exerça a cidadania, que exerça a função de racionalidade, para que sirva de exemplo para a população como um todo e, em especial, na formação do jovem, de uma cultura nação e um futuro politico melhor. Assim, as pessoas possam compreender o papel efetivo dos homens públicos. Brasilidade, cidadania, para que possam ter interesse de uma atividade tão nobre que é ser político. Hoje, ser politico esta associado a algo ruim, quando na verdade é algo tão nobre. Administrar o Brasil, o  Distrito Federal. Nós seremos implacáveis na cobrança dos hoje eleitos deputados e do futuro governante.

Economia ,

Aécio diz que acatará sugestões de Marina

18 de outubro, 2014

Marina Aecio

Aécio comparou apoio de Marina à união partidária em torno de seu avô, o presidente Tancredo Neves, há  30 anos

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou nesta sexta-feira (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.

No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume.

Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos.

“A forma como Marina vem participando é a melhor possível. É em torno de um projeto. Estou extremamente agradecido à generosidade da Marina, que não fez qualquer tipo de exigência. Apenas propôs o aprofundamento de algumas questões de que nós já tratávamos”, acrescentou o candidato. Ele reafirmou que há convergências entre sua plataforma e a da ex-ministra.

O tucano comparou a união partidária ao momento vivido no país, há 30 anos, quando seu avô, o presidente Tancredo Neves obteve a adesão de siglas de todas as tendências em torno da intenção em encerrar um ciclo autoritário. Tancredo adoeceu antes de tomar posse e morreu em março de 1985, sem assumir o cargo.

“”Essa aliança foi vitoriosa. Infelizmente, o destino não permitiu que meu avô, Tancredo, assumisse a Presidência da República, mas as instituições estão aí, sólidas, e cada brasileiro pode escolher o seu destino. Fizemos a travessia em uma união de forças de pensamentos distintos”, lembrou ele.

Com críticas à sua adversária no segundo turno, Dilma Rousseff, Aécio lamentou o tom do debate de quinta-feira (16), no SBT, e disse que apenas procurou se defender dos ataques.

“Eu propus, todas as vezes que pude, o debate em torno de temas. Sugeri à presidenta que falasse de segurança pública, que falasse de educação, mas a estratégia dela, ou de seu marqueteiro, não foi essa. Eu pretendo continuar apresentando propostas, mas reagirei a todas as ofensas, às calúnias e às mentiras que transformaram essa eleição talvez na pior, do ponto de vista ético, dos últimos tempos”, afirmou.

O candidato do PSDB propôs uma espécie de trégua, convidando a adversária a falar de temas de interesse do país. “Vamos debater o futuro, vamos mostrar nossas diferenças, que são realmente muito grandes. Vamos pedir que, democrática e livremente, os brasileiros tomem a decisão que acharem mais adequada. Eu respeitarei qualquer que seja ela. Nós estamos a uma semana das eleições, os brasileiros merecem que aqueles que disputam a Presidência da República digam o que pretendem fazer em relação ao futuro do Brasil.”

Política ,

ACDF entrega manifesto de apoio a Rollemberg

18 de outubro, 2014

 Rollemberg

O senador Rodrigo Rollemberg, candidato do PSB ao governo do DF, recebeu na sexta-feira (17) o apoio da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF). “Estão aqui representadas as 79 entidades patronais do Distrito Federal, entre elas, as associações comerciais e as associações das microempresas, e elas assinam este manifesto de apoio ao seu projeto de governo”, disse o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Cleber Pires, ao entregar o documento ao senador.

Rollemberg afirmou que vai declarar guerra à burocracia e à corrupção. “Vamos simplificar e informatizar os processos, vamos garantir que as administrações regionais sejam ocupadas por servidores qualificados, capazes de analisar os projetos com celeridade, sem interferência política”, apontou.

O candidato também ressaltou que buscará novas áreas para a expansão econômica em todas as cidades do DF. Os programas de incentivo, como o Pró-DF, serão feitos com total transparência e agilidade, prometeu o candidato. Outro compromisso fechado foi selar parcerias com instituições de ensino, como a Universidade de Brasília, para a criação de grandes programas de extensão tecnológica voltados para micro e pequenos empresários. Ele também disse que vai investir fortemente em qualificação profissional, aumentando o número de escolas técnicas.

Para o setor de turismo, Rollemberg afirmou que retomará o Projeto Orla, incentivará o turismo cívico e preparará Brasília para que a capital seja uma grande cidade de eventos de caráter político, profissional, cultural e científico. Melhorar a infraestrutura turística e a relação com o Entorno, pois Brasília é a porta de entrada dos turistas que visitam o Distrito Federal e estados de Goiás e Minas Gerais, também são objetivos durante a gestão de Rollemberg. “O turismo é a forma mais rápida, inteligente e eficiente de gerar emprego, de gerar renda de forma sustentável e limpa”, explicou.

Política ,

Aplicativo acelera venda online de veículos

18 de outubro, 2014

Startup Repplica gerência mais de sete mil anúncios de carros por mês na internet

Goiânia – Cerca de 90% dos compradores de carros consultam sites automotivos antes de realizar a compra do veículo. Segundo dados do Google Think Auto, durante o processo de compra, 61% do tempo de pesquisa é gasto na internet. Por isso que as concessionárias vêm investindo cada vez mais na publicação de anúncios em classificados online, como os sites Webmotors, Icarros, MeuCarroNovo e Mercado Livre.

No entanto, é um grande desafio para as concessionárias publicar e manter anúncios atualizados em tantas plataformas simultaneamente. Para ajudar nessa missão, o publicitário Rafael Nascente, de 24 anos, e o programador Ramon Carvalho, 22, tiveram a ideia de criar o integrador Repplica, para gerenciar e integrar os anúncios de automóveis em mais de 20 classificados do segmento, de maneira rápida e eficiente.

Em vez de a concessionária criar inúmeros anúncios para um mesmo veículo, o cliente cadastra o carro uma única vez e o Repplica faz todo o trabalho sozinho. “É uma solução inédita para o setor automobilístico, com o objetivo de expandir e consolidar a venda online de veículos”, diz Nascente. A startup, fundada por ele, Ramon Carvalho e outros cinco sócios em outubro de 2013, acaba de lançar a versão móvel do programa, disponível desde abril deste ano.

Até então, o sistema funcionava no portal da empresa. Agora, com o aplicativo em smartphones e tablets, a tarefa será ainda mais simples: o cliente fotografa o carro, faz upload da imagem, preenche as características do veículo e publica o anúncio de imediato. Em poucos minutos, a ferramenta faz a sincronização com todos os sites configurados e replica o conteúdo automaticamente. “Desenvolvemos o Repplica para atender uma demanda real desse mercado”, afirma Nascente. “Com o lançamento do aplicativo móvel, a nossa ferramenta será ainda mais eficiente.”

Segundo um dos sócio-fundadores, o engenheiro mecânico Igor Mascarenhas, 28, a plataforma garante controle de estoque preciso e simplificado, com cadastro único do anúncio para todos os sites. “O Repplica otimiza o tempo do cliente e eleva a produtividade da concessionária”, afirma. O gerenciador ainda fornece relatórios semanais de performance, para o controle dos resultados em cada site de classificados. “O nosso sistema é inteligente, o aplicativo compreende a linguagem específica de cada site e faz a publicação sem erros”, explica Mascarenhas. “Existem cerca de 80 mil versões distintas de automóveis. Essas versões identificam as especificações técnicas completas para cada carro, mas não são padronizadas entre os portais. A plataforma faz essa correlação automaticamente”.

O sistema é comercializado na forma de uma assinatura mensal, a partir de R$ 149. Funciona em tempo integral e pode ser acessado por mais de um funcionário da concessionária simultaneamente. Mascarenhas conta que, atualmente, a empresa possui cerca de 150 clientes e gerencia mais de 18 mil anúncios de veículos por mês. Somente no Brasil, existem cerca de 16 mil concessionárias e revendas de veículos.

Por ser uma ferramenta inédita e útil, os empresários projetam crescimento expressivo. “Até o final deste ano, esperamos chegar a 300 clientes”, afirma Mascarenhas. E, segundo ele, há a possibilidade de adaptar a tecnologia para outros setores. “Já fomos procurados por uma grande loja online de vestuário, para gerenciar anúncios de roupas em sites como o Mercado Livre e OLX.”

Sediada em Goiânia (MG), a Repplica também está presente em Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Salvador e São Paulo. Em 2015, a startup deverá expandir as suas operações para o Sudeste e Sul, com representantes comerciais em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Santa Catarina. A Repplica foi acelerada pelo Seed, um projeto do Governo Estadual de Minas Gerais para incentivar o desenvolvimento de startups, e recebeu recursos de R$ 80 mil. Além disso, a Repplica foi uma das quarenta empresas que expôs o projeto no Demo Day, um evento para investidores, que ocorreu em Belo Horizonte no dia 29 de maio.

Economia

OPINIÃO O vale tudo na disputa pelo poder

17 de outubro, 2014

 opiniao

Por Ricardo Callado - Mais uma vez a campanha política toma o rumo da baixaria. Numa eleição não existe o ditado que quando um não quer, dois não brigam. Isso serve para contenda de casal. Numa disputa eleitoral, quando um dos candidatos parte para cima do outro e baixa o nível, o outro tem a obrigação de responder. Não existe tempo para pensar. É preciso dar o troco imediatamente para que não se perca votos. Se bem que a resposta deve ser, preferencialmente, em alto nível.

Mentiras e ataques pessoais são alguns dos meios usados numa campanha de esgoto. E o eleitor é obrigado a tapar o nariz e assistir o vexame em que está se tornando o processo democrático. Se o ato de votar em uma eleição é uma lição de cidadania, não se pode dizer o mesmo dos comportamentos dos pretensos representantes. Depois fica difícil reclamar o número alto de eleitores que anulam o voto.

Os debates recentes mostram embates duros entre Jofran Frejat (PR) e Rodrigo Rollemberg (PSB). O tom das críticas acaba descambando para baixarias. Sobra para todo mundo. Frejat escolheu a tática de confundir o eleitorado e carimbar na testa de Rollemberg que ele é um novo Agnelo.

O governador do PT derrotado no primeiro turno não ficou de fora da reta final da campanha. Sempre que pode, Frejat cita o petista. Para deixar o eleitor mais confuso, ele próprio se confunde propositalmente e chama Rollemberg de Agnelo.

Para contra-atacar, Rollemberg lembra dos aliados de Frejat. Entre eles, cita o ex-governador José Roberto Arruda (PR), o ex-senador Luiz Estevão (PRTB), o ex-presidente do PR, Valdemar da Costa Neto e o senador Gim Argelllo (PTB).

Quando Frejat diz que Rollemberg entrou sem concurso público no Senado, o candidato do PSB cita quatro ações de improbidade administrativa que o representante do PR responde quando foi secretário de Saúde. E chumbo trocado não dói.

E o eleitor? Bem, esse fica esperando as propostas! E quando elas aparecem, ainda são difíceis de acreditar. O Frejat tirou da cartola aquilo que sua equipe de campanha chama de a “bala de prata”. A ideia genial para vencer as eleições. Trata-se da Tarifa Frejat, fixando a passagem de ônibus a R$ 1,00. Para completar, serão colocados imediatamente no dia 1 de janeiro de 2015 mais 700 ônibus novos para circular.

O projeto é genial. Não existe um cidadão que possa ser contra. Estimula o uso do transporte coletivo, diminui a quantidade de veículos particulares nas ruas e traz mais conforto para os usuários, com mais ônibus e linhas.

Na prática, é uma proposta bem difícil de ser concretizada. Primeiro pelo alto custo, já que a diferença de tarifa será subsidiada pelo governo, algo em torno de mais R$ 3,00. Não igual aos restaurantes comunitários, que são poucos e tem um custo baixo em comparação o sistema de transporte. Outra coisa: 700 ônibus novos não existem para pronto entrega no mercado.

Além disso, Agnelo vai entregar ao sucessor um governo quebrado. Com muitas dívidas e desorganizado financeiramente. Fala-se em torno de R$ 2,2 bilhões o tamanho do buraco que Frejat ou Rollemberg vai herdar.

Entre as propostas de Rollemberg estão as eleições para administrador regional. A ideia é muito boa. A população vai ter o direito de escolher quem gostaria de comandar a sua região administrativa. Não prática, não ficou bem explicado como isso vai funcionar.

Tem ainda as complicações políticas. Pode haver casos de serem eleitos adversários do governador, o que inviabilizaria o trabalho. Por exemplo: se eleito governador, Rollemberg poderia ter Jofran Frejat como administrador do Lago Sul; Arruda administrando o Gama; Joaquim Roriz à frente da administração regional de Samambaia; E, Agnelo, no comando do Plano Piloto. São casos que podem acontecer. E tem tudo para não dar certo. E não dará!

Enquanto se troca acusações e espalham baixarias, o eleitor espera propostas concretas para a saúde, a educação e a segurança. Projetos para mobilidade urbano e desenvolvimento da cidade. Seria muito pedir para Frejat e Rollemberg mais propostas e menos baixarias. Entretanto, a disputa pelo poder tornou-se um vale tudo. Faltam poucos dias para o brasiliense ir novamente as urnas. Ainda dá tempo dos candidatos apresentarem projetos e propostas. Mas duvido. Quem está atrás nas intenções de voto vai partir para o ataque. E quem é atacado vai responder a altura.

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Policiais civis do DF param por 48h na terça

17 de outubro, 2014

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Em assembleia geral extraordinária, a categoria votou pela paralisação para pressionar o poder executivo

A partir das 8h da terça-feira (21), os policiais civis do Distrito Federal vão parar por 48 horas. A decisão veio durante assembleia geral extraordinária realizada última quarta-feira (15). A categoria reivindica o reconhecimento em lei do nível superior para os cargos da PCDF.

O governador Agnelo Queiroz encaminhou a mensagem 251/2014 – GDF ao poder executivo. O documento sugere que a presidência elabore um projeto de lei, que entraria na pauta do Congresso Nacional em regime de urgência, para garantir o reconhecimento do nível superior para a carreira da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), em especial os cargos de agente de polícia, escrivão, papiloscopista e agente penitenciário.

Há 18 anos, a categoria busca a conquista e “mesmo com a exigência do diploma de nível superior para entrar na Polícia Civil, os cargos e as carreiras não são reconhecidos como tal, pois falta a regulamentação”, explica o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco.

Outra demanda é a ampliação do atual quadro de profissionais. Atualmente, o DF enfrenta um déficit em todos os cargos da Polícia Civil. O governo federal, pela lei 12.803/2013, autorizou a criação de vagas. Contudo, o último concurso público realizado em 2013 não as contempla. Dos 1.122 aprovados, 500, que já fizeram o curso de formação, ainda aguardam a nomeação.

A próxima assembleia está marcada para a terça-feira (21) a partir das 14h30 em frente ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG), na Esplanada dos Ministérios. Caso as demandas não sejam atendidas, o presidente reforça que “a mobilização poderá ser maior e a paralisação poderá ser estendida”, finalizou.

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Agnelo: serviço público funcionará até fim do mandato

17 de outubro, 2014

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Em reunião com secretariado foram definidas as obras a serem entregues ainda neste ano, entre as prioridades estão Upas e creches

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, determinou aos secretários e dirigentes de empresas públicas do DF que apresentem até 31 de outubro um balanço de cada área, nos quatro anos de mandato. Os documentos serão analisados pela Casa Civil e Secretaria de Planejamento.

A determinação foi dada durante reunião na manhã da sexta-feira (17), na Residência Oficial de Águas Claras. No encontro, o governador, o vice Tadeu Fillipelli e demais integrantes do Executivo local discutiram a agenda de trabalho até 31 de dezembro.

Segundo o governador, o principal objetivo é manter todos os serviços públicos em pleno  funcionamento. “Nosso compromisso é com a população do DF. As decisões políticas serão tomadas com o pensamento de entregar uma cidade melhor do que recebemos”, enfatizou Agnelo Queiroz.

Entre as principais inaugurações previstas estão 17 creches, moradias do Programa Morar Bem, além de duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em Ceilândia e no Gama. Além disso, serão entregues projetos como o do aterro sanitário, do centro de triagem e de gestão integrada de segurança, que começou a ser implantado durante a Copa do Mundo.

O vice-governador destacou que  as obras que não puderem ser entregues não serão iniciadas. “A meta é economizar. Vamos dar ênfase na economia. Além disso, cerca de 1,2 mil cargos comissionados vagos serão extintos”, explicou Filippelli.

RELATÓRIOS – A partir do balanço entregue pelas secretarias, o GDF vai elaborar dois relatórios. Um deles reunirá informações e será impresso para consultas da população. O outro, de cunho técnico-operacional, será submetido ao Tribunal de Contas do DF e à equipe de transição do próximo governo.

De acordo com o secretário da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, cada secretaria e empresa terá de montar uma comissão interna para realizar seus levantamentos e elaborar seus relatórios. Até 31 de outubro, todos esses documentos serão recolhidos e compilados. “Não há tempo a perder. Assim que cada secretário deixar essa reunião, já tem de começar a redigir seus respectivos documentos”, enfatizou.

A previsão é que as equipes de transição comecem seus trabalhos assim que for definido com quem ficará a gestão do DF a partir de 2015.

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Agnelo não vai apoiar Frejat nem Rollemberg

17 de outubro, 2014

agnelo e Chico

O Partido dos Trabalhadores aprovou por unanimidade fazer oposição a qualquer um dos candidatos que vencer a disputa ao Buriti. 

Líder do PT na Câmara Legislativa, deputado distrital Chico Vigilante desmente a boataria política de que o governador Agnelo Queiroz (PT) poderia apoiar o candidato do PSB ao GDF, Rodrigo Rollemberg, ou que existiria um acordo para que o candidato do PR, Jofran Frejat cedesse seu palanque para a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT). Um dos políticos mais próximos e fiéis do governador Agnelo, Vigilante afirma que o será oposição ao próximo governo, seja quem for o vencedor. “Nenhum dos projetos que está aí nos representa, nem o PR com o Jofran Frejat, muito menos o Rollemberg com o PSB”. O parlamentar faz ainda dura crítica a Rollemberg, principalmente pelo apoio declarado ao candidato a Presidência da República, Aécio Neves, principal adversário do PT.

Qual será a posição do PT em relação ao segundo turno nas eleições do DF?

Nós tomamos uma decisão na Executiva Regional do Partido de Trabalhadores. A decisão foi tomada por consenso, por unanimidade, que o PT não irá participar das eleições no segundo turno. Vamos continuar fazendo a campanha da presidenta Dilma Rousseff. Vamos votar 13 para eleger a Dilma, mas o Distrito Federal nenhum dos projetos que estão aí nos representa, nem o PR com o Jofran Frejat, muito menos o Rollemberg com o PSB. Até porque eles tomaram uma posição: os dois apoiaram o candidato a presidência, Aécio Neves, do PSDB. Aécio é nosso adversário no campo nacional, portanto não teria nenhum sentido a gente apoiar nem o Rodrigo Rollemberg e nem o Frejat, se eles estão contrários a candidatura da presidenta Dilma Rousseff.

Comenta-se que o governador Agnelo poderia apoiar algum dos candidatos, isso é verdade?

O Agnelo Queiroz é um homem de partido. Ele sabe a decisão que foi tomada pelo Partido dos Trabalhadores. Todos os filiados, militantes e dirigentes do PT tem dever lealdade com o partido. Estão obrigados a seguir a orientação da legenda. Eu tenho conversado muito com o governador Agnelo Queiroz ultimamente, e nenhum momento eu ouvi nenhum tipo de disposição dele apoiar quem quer que seja nesse segundo turno.

Qual será a postura do PT num possível governo Rollemberg ou Frejat?

Nós vamos seguir a postura que os eleitores nos recomendaram. Os eleitores disseram que somos oposição, eles nos mandaram para oposição. Portanto, nós vamos cobrar tudo que tanto um quanto outro estão falando, até as vírgulas do que eles estão prometendo. Vamos fazer uma fiscalização  muito profunda da questão da gestão de qualquer um que seja eleito e vamos cumprir a vontade dos eleitores que mandaram a gente para a oposição. Estamos com todas as promessas feitas por eles aí anotadas, e vamos cobrar que eles cumpram aquilo que prometeram, até porque, tanto um como o outro participaram de um processo de desconstituição e desconstrução do governo Agnelo Queiroz, portanto seria muito cinismo da parte do PT apoiar qualquer um dos dois que contribuiu para a destruição de um partido correto, de um governo que administrou bem o Distrito Federal, o governo que a população vai sentir falta e saudade, por que em nenhum momento na história do Distrito Federal teve um volume de obra tão grande, teve assistência social, teve tanto respeito especialmente a servidores, como no caso do governo Agnelo.

O PT liberou o voto dos militantes ou parlamentares para apoiar algum candidato?

Não. A posição do Partido dos Trabalhadores é de não participar das eleições no segundo turno. Cada militante sabe o que fazer, vai seguir orientação do partido, ninguém está autorizado a votar em qualquer que seja. Nós vamos votar na presidenta Dilma Rousseff, estamos fazendo a campanha para ela.

É verdade que o governo Agnelo estaria perseguindo aliados que declararam apoio ao candidato Jofran Frejat?

Isso não existe. O que o governador está fazendo são os ajustes necessários, até porque o Rollemberg prometeu que não quer servidor comissionado no governo dele. Portanto, o governador está facilitando a vida dele, está exonerando efetivamente esses cargos comissionados e depois vamos verificar se o Rollemberg vai ter como cumprir o que ele prometeu. Não tem perseguição nenhuma. O governador Agnelo é um homem de paz, decente e coerente. Ele não perseguiu em nenhum momento, nem se tem notícia de nenhuma perseguição sequer aqui no âmbito no Distrito Federal.

O PT pode subir no palanque de Jofran Frejat caso ele decida apoiar a presidente Dilma no segundo turno?

O PT já tomou a decisão de não apoiar nenhum dos dois candidatos aqui no Distrito Federal. Uma vez que o partido de Jofran Frejat já havia tomado a decisão de apoiar o candidato Aécio Neves (PSDB). Ele não precisava ter feito isso, mas fez a mesma coisa que o Rollemberg, tanto que eles optaram por um caminho. Eles fizeram uma opção pelo lado neoliberal da política de centro direita do Brasil. Tanto que eles foram pela direita, problema deles. Tenho certeza que a Dima vai ganhar o governo aqui no Brasil e aqui no Distrito Federal. Vamos exigir que as promessas feitas por eles aí sejam cumpridas. Agora eles que não venham depois querer fugir da responsabilidade, e querer mandar proposta que não esteja acordada com o governo federal pra tentar constranger a presidente Dilma Rousseff. O candidato Jofran Frejat foi deputado federal e coordenador da bancada. Tanto ele, quanto Rollemberg, sabem que nenhum projeto vai para o Congresso Nacional sem autorização do Palácio do Planalto. Portanto, estão mentindo para a sociedade quando diz que vão mandar o projeto de reestruturação da carreira dos servidores da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro no dia primeiro de janeiro de 2015. Isso é falácia, isso não acontece. Não aconteceu no tempo do Joaquim Roriz, com o Collor, quando ele foi ministro,  nem também com Fernando Henrique. Não aconteceu com Cristóvam Buarque que era amigo de infância de Fernando Henrique. Não aconteceu com José Roberto Arruda, nem agora com Agnelo Queiroz e não vai acontecer com governador nenhum. Esses caras estão fazendo essas promessas todas, mas eles tem juízo e sabem que o Distrito Federal é extremamente dependente do Governo Federal. Eles que não venham tentar constranger o Palácio do Planalto.

Como o senhor analisa o apoio de Rollemberg ao candidato Aécio Neves?

Isso é uma coisa que o Rollemberg vai ter que explicar aos eleitores. Ele sempre foi um homem que transitou pela esquerda, eu quero saber como ele explica agora a candidatura que tenha sustentação da UDN. A velha UDN travestida com os Democratas, que tem apoio dos banqueiros, latifundiários e de todos que são anti-Brasil. Como ele teve coragem de juntar com essa gente. Tanto é uma explicação que cabe a ele dar para a sociedade. Não sou eu que tenho que avaliar, cada um toma o caminho que quer. Eu acho que ele buscou o caminho da direita, portanto ele que se atenha lá, quero ver como vai ser a relação dele com o Fraga e com outros aí aqui no Distrito Federal. Tanto que ele optou pelo um caminho que é livre, democrático e a vontade dele. E depois que ele se justifique com a sociedade.

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Candidatos trocam acusações e debate acaba em chilique

17 de outubro, 2014

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, passou mal logo após o debate com o rival Aécio Neves (PSDB), no SBT. Ela dava entrevista a uma repórter da emissora, avaliando o debate, quando disse que estava passando mal. Refeita, minutos depois, ela explicou: “Tive uma queda de pressão, o debate sempre exige muito da gente, foi isso, agora consigo concluir minha entrevista com você. Peço desculpas ao telespectador, mas é assim que nós somos”, afirmou.

O primeiro bloco do debate presidencial no SBT foi marcado por troca de ataques entre os candidatos. O momento mais quente foi a troca de acusações entre os dois em relação a nepotismo. Dilma disse nunca ter nomeado parentes e questionou Aécio se ele já empregou familiares. Aécio respondeu com ironia sobre referência aos concursos públicos no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e lembrou que Dilma escreveu uma carta elogiando o ex-presidente. Sobre a questão de nepotismo, Aécio disse que sua irmã Andrea Neves trabalhou como voluntária no governo mineiro. “Nepotismo é proibido por lei. Ela assumiu cargo de voluntariado, que geralmente as esposas ocupam, entenda a lei”, rebateu o tucano.

Aécio citou ainda, dizendo “lamentar trazer isso para o debate”, o irmão de Dilma, Igor Rousseff, que segundo ele foi contratado pelo então prefeito de Belo Horizonte e correligionário da presidente Fernando Pimentel. “Ele não apareceu um dia para trabalhar. Essa é a nossa diferença, minha irmã trabalha muito e não recebe nada, seu irmão não trabalha e recebe muito.”

Dilma, por sua vez, listou um tio, uma irmã, três primos e três primas empregados por Aécio em Minas, dizendo que todos esses casos não foram explicados pelo candidato do PSDB. A petista apontou que, apesar de Andrea Neves ter assumido cargo de voluntária, era responsável por verbas de comunicação do governo mineiro, e perguntou por que não foi esclarecida a acusação de favorecimento de veículos da família de Aécio. “Todo mundo sabe que ela era responsável pela destinação de verbas relativas a propaganda. Quanto vocês colocaram nas três rádios e jornal que vocês possuem?”, pressionou Dilma.

“Atendi a reivindicação histórica das empresas de radiodifusão, todas as empresas de rádio receberam as mesmas verbas no meu governo”, defendeu Aécio ao argumentar que a suposta irregularidade na destinação de verbas foi denunciada pelo PT e o Ministério Público não comprovou qualquer malfeito.

Antes desse confronto sobre nomeação de parentes, os candidatos trocaram farpas sobre escândalos de corrupção. Logo na primeira pergunta, Aécio questionou de quem é a responsabilidade no governo Dilma pelos desvios na Petrobras. Dilma repetiu a argumentação de que tudo o que é investigado no seu governo é possível por ser hoje a Polícia Federal um órgão independente, que vai “punir implacavelmente”. “O Brasil pela primeira vez vai ter combate sistemático à corrupção”, defendeu Dilma, que listou casos de denúncias ligados ao governo do PSDB e supostamente não resolvidos.

A candidata à reeleição disse estarem soltos os envolvidos nos casos da denúncia de compra de votos para aprovação da emenda da reeleição, escândalo da pasta rosa, do Sivan, do mensalão mineiro e do cartel de trens e metrô em São Paulo, esse último, apontou, sendo hoje investigado por instituições da Suíça. Aécio rebateu dizendo que esses casos foram investigados e as pessoas não foram condenadas por falta de provas. Dilma, por sua vez, disse achar “estarrecedor” que Aécio ache que essas pessoas não foram condenadas por serem inocentes. Segundo ela, isso aconteceu porque não foram investigadas.

Abertura

Na abertura do debate, tanto Aécio como Dilma usaram estratégias testadas em outros confrontos. Aécio afirmou que o ciclo do PT no governo federal fracassou. “O Brasil é um cemitério de obras inacabadas”, disse e criticou a condução da economia. Aécio propôs combater a inflação com “extrema firmeza e determinação”. Colocou-se novamente como candidato não apenas do PSDB, mas de um “projeto generoso, de união e de integração nacional”.

Dilma se colocou como representante do projeto que diminuiu a exclusão social. “Represento o projeto que construiu as bases para Brasil mais moderno, mais inclusivo e mais produtivo”, disse Dilma. E repetiu querer continuar a criar oportunidades para todos. (Diário do Poder)

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Pelo Ibope a diferença pró Aécio deveria ser de 3 pontos

17 de outubro, 2014

Cesar maia

1. Um problema dos arredondamentos. Se jogarmos os valores do Ibope, por região, na planilha, o resultado é Aécio 51,4 x 48,6 Dilma. Diferença de 2,8%! Olhando por aqui, o correto seria arredondar para 3% a diferença!

2. Como se pega o 51,4% e arredonda para 51,0, a diferença de 2,8% acaba-se arredondando para 2,0%! Será correto?

3. Em tempo. Na última pesquisa do Ibope, 37% responderam que tinham pouco ou nenhum interesse pela eleição. Na anterior foram 48%. Aquecendo.

* * *

Debate tipo luta de boxe e ingenuidade dos candidatos!

1. A imprensa reclama da agressão mútua dos candidatos a presidente nos debates pela TV. Mas o desenho do posicionamento dos candidatos estimula esse tipo de dinâmica. Um de frente para o outro, não poderá dar outro resultado. E os candidatos morderam a isca e caíram na armadilha.

2. Isso produz caras e bocas fechadas e até raivosas, um apontando para o outro. O tempo que os candidatos gastaram em mídia training foi esquecido em função da formatação. Numa luta de boxe, os telespectadores vibram com os ataques entre os lutadores. Os lutadores têm um só foco: os adversários. Só se concentram neles. E é isso que os telespectadores querem.

3. Mas, no debate eleitoral pela TV, o foco dos candidatos deve ser os eleitores. Mesmo que estejam cara a cara, devem lembrar que, na TV, os gestos e a voz devem ser suaves, escandidos. Na Band –aquecidos pelo confronto- esqueceram as aulas que tiveram de mídia training. Deveriam lembrar que as câmeras são posicionadas frontalmente a eles e que estão falando –saibam ou não- para os telespectadores. E, para estes, a suavidade das imagens e da voz é fundamental.

4. Devem ter se esquecido das lições dos professores-pesquisadores de debates nos Estados Unidos. Quem tem a última palavra leva vantagem na TV. Dessa forma, quem pergunta deve fazê-lo para si mesmo. E usar pergunta do outro para a crítica, numa escada, onde a tréplica deve ser a conclusão. Usar as perguntas para que o outro se explique é perder a pergunta, pois a conclusão será do outro.

5. Deveriam esquecer, durante o debate, a formatação de luta de boxe e falarem para os telespectadores.  E as caras e bocas poderiam ser aprendidas com dois mestres recentes: Clinton e Blair. O YouTube está aí mesmo.

6. Obs.: A TV Band adotou o modelo francês, em que os candidatos fazem perguntas ou expõe temas livremente. Um avanço.

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Pesquisas Ibope e Datafolha por região: tendência diz que Sudeste vai decidir!

Dilma x Aécio, Ibope e Datafolha, por esta ordem.

1. SUDESTE: 46% x 54% e 41% x 59%. Diferença 9 pontos e 18 pontos.

2. NORDESTE: 61% X 30% e 68% x 32%. Diferença 31 pontos e 36 pontos.

3. SUL: 38% x 62% e 39% x 61%.  Diferença mínima.

4. NORTE+CENTRO-OESTE: 45% X 55% e 46% x 54%. Diferença mínima.

a) Sudeste tem 43% dos eleitores. Nordeste tem 27% dos eleitores. Façamos a média para o Nordeste: diferença de 33,5 pontos. Aplicando os 27% de eleitores, seria uma diferença nacional de 9 pontos.  Para o Sudeste como a diferença é grande não há como fazer a média. No caso de 9 pontos Aécio livra 3,9 pontos nacionais no Sudeste. No caso de 18 pontos, Aécio livra 7,7 pontos no Sudeste.

b) Para facilitar e como os pesos do Sul e do Norte-Centro Oeste são semelhantes, apliquemos a média dos dois sobre 30% do eleitorado. Seriam 42% para Dilma e 58% para Aécio. Essa diferença de 16 pontos corresponderia a 4,8 pontos em nível nacional pró Aécio.

c) Dessa forma, com a vantagem de Aécio no Sudeste de 9 pontos, teríamos a eleição empatada: 3,9 + 4,9 = 8,8 pontos. Se a vitória no Sudeste for de 18 pontos, somando Sul-NO/CO-Sudeste, teríamos 4,9 + 7,7 = 12,6 pontos para Aécio, mais que os 9 pontos no Nordeste de vantagem para Dilma.

d) Supondo que a situação no Nordeste esteja estabilizada e que no Sul e NO-CO as tendências se estabilizem, o campo decisivo para o resultado eleitoral em 26 de outubro será o Sudeste, onde Aécio vence em SP e MG e Dilma no RJ. Dilma reduz a diferença? Aécio mantém a diferença dada pelo Datafolha? Ou o que valerá será a diferença do Ibope?

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