Vigilante: PSB quer esconder verdade sinuosa sobre jato

17 de setembro, 2014

CHICO

Deputado chama de “pura canalhice” a negação, pela candidata Marina Silva, de responsabilidade no caso do jato fantasma que era usado pela campanha até a morte de Eduardo Campos; para o parlamentar, justificativa do partido de que o ex-governador é quem cuidava das finanças e que, por isso, não teria como prestar contas, é uma justificativa “indecorosa”; nova política de Marina, diz ele em nota, “já está gasta antes de começar”

 247 – O deputado distrital Chico Vigilante, do PT, afirmou em nota divulgada nesta quarta-feira 17 que o PSB quer esconder uma “verdade sinuosa” sobre o jato usado irregularmente pelo partido até a morte de Eduardo Campos. A justificativa da legenda de que só o ex-governador, morto no dia 13 de agosto, poderia responder a respeito das finanças da campanha, “além de indecorosa é um desrespeito à memória e à imagem de um político brasileiro”, diz ele.

Vigilante chama de “pura canalhice” a negação, por parte da agora candidata Marina Silva, que substituiu Campos, de responsabilidade sobre o uso do jato. “Marina devia se envergonhar disso, quando ela própria, entrevistada pelo Jornal Nacional, logo após o acidente, disse que a prestação de conta do valor gasto com o avião seria feito pelo comitê financeiro da campanha”, diz outro trecho do texto.

Leia abaixo a íntegra da nota:

NOTA DO DEPUTADO CHICO VIGILANTE

Trata-se de pura canalhice negar responsabilidade sobre o uso do jatinho em que morreu Eduardo Campos

As ações de Marina Silva não tem nada de novo e são as mesmas utilizadas pelas velhas raposas da política brasileira, acostumadas a repetir mil vezes uma mentira até que soe como verdade. Tudo isso, obviamente, em benefício próprio.

A maior prova disso foi dada agora pelo PSB, agremiação pela qual Marina é candidata à Presidência da República, ao afirmar oficialmente ao TSE que o partido não tem como prestar contas sobre o jatinho no qual Eduardo Campos morreu, sob a alegação de que somente o ex-governador de Pernambuco tinha conhecimento a respeito.

A justificativa além de indecorosa é um desrespeito à memória e à imagem de um político brasileiro, seu companheiro de chapa, que não está mais aqui para se defender. Marina devia se envergonhar disso, quando ela própria, entrevistada pelo Jornal Nacional, logo após o acidente, disse que a prestação de conta do valor gasto com o avião seria feito pelo comitê financeiro da campanha.

Sugerir que um candidato à Presidência da República faz ele mesmo os contatos e a contabilidade sobre os gastos de campanha é menosprezar a inteligência do brasileiro. Pra que serviria então um tesoureiro de campanha? É claro que para organizar os gastos, e em consonância com seus superiores.

O que se quer é esconder uma verdade sinuosa. Extratos divulgados pelo Jornal Nacional apontaram que empresas fantasmas, seis pessoas físicas e jurídicas, fizeram repasses de dinheiro à empresa dona do avião. Em um deles a empresa AF Andrade – que segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é legalmente a proprietária da aeronave – recebeu R$ 1.710.297,03 supostamente pagos para comprar o jato.

Na ocasião a AF Andrade disse que já havia repassado o avião para outro empresário, que por sua vez o emprestou para a campanha de Eduardo Campos.

Confesso que sinto náuseas ao reler agora a declaração de Marina Silva dada ao JN em 27/08: “meu compromisso e o de todos aqueles que querem a renovação da política é com a verdade, e ela não virá pelas mãos do partido e nem também pela investigação da imprensa, deverá ser aferida pela investigação da Polícia Federal “.

Seria premonição a afirmação de que a verdade não viria pela mão do partido? De uma coisa o povo brasileiro pode ter certeza, a polícia federal está sim investigando e com certeza colocará uma luz sobre a questão. Inclusive a informação de que Marina Silva não tinha ideia a quem pertencia o avião e quem havia pago por ele ou pelos seus serviços.

Se esta é a nova política proposta por Marina ela é mais arcaica do que a usada pelos velhos coronéis da política brasileira e já está gasta antes de começar.

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Censura: Autoritarismo coronelista na terra dos Gomes

17 de setembro, 2014
Cid Gomes, ao lado de de “Paulinho”, que ele diz “não conhecer”. Foto: GLOBO

Cid Gomes, ao lado de de “Paulinho”, que ele diz “não conhecer”. Foto: GLOBO

A juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, de Fortaleza, determinou no fim de semana que a edição desta semana da Revista Istoé seja impedida de circular em todo o país ou, caso já tenha sido distribuída, que seja imediatamente recolhida das bancas de jornais. Segundo informações do site “Consultor Jurídico”, a magistrada tomou a decisão após o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), ir à Justiça relatando ter recebido e-mail da reportagem da revista citando o seu nome como um dos delatados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

O processo corre em segredo de Justiça. Segundo o “Consultor Jurídico”, caso desobedeça a ordem, a revista pagará multa de R$ 5 milhões.

“Entendo que a veiculação de seu nome com os fatos ligados à operação Lava Jato poderá lhe causar (ao governador) dano irreparável ou de difícil reparação, vez que exerce um cargo público da mais alta relevância, governador do estado do Ceará”, escreveu a magistrada, na liminar concedida.

Na ação, Cid Gomes acusa a publicação de “calúnia, difamação e dano moral”. Ele ainda diz que são falsas as informações prestadas por Paulo Roberto Costa à Polícia Federal (PF), e acrescenta que a investigação sobre a estatal ainda está em curso.

Trata-se de uma censura explícita, nos moldes do que a família Sarney fez no Maranhão. Como podemos ver, o nordeste ainda sofre do velho coronelismo. O Brasil inteiro tem acesso aos nomes citados por Paulo Roberto Costa em sua delação premiada, e é direito do eleitor saber quem o poderoso ex-diretor da Petrobras apontou como participante do esquema.

Se ficará ou não provada tal participação, isso é outra coisa. Mas a liberdade de expressão preserva – ou deveria preservar – o direito de expor a lista dos nomes citados. Os cearenses estão impedidos de tal liberdade, pois Cid Gomes apelou à censura togada.

Como disse Ricardo Noblat, Cid Gomes tem vocação a ditador. Mas não só isso: seu ato autoritário saiu pela culatra. Faltou inteligência também, como diz o jornalista: “Cid Gomes, governador do Ceará, tem vocação de burro. Sua ofensiva contra a ISTOÉ é responsável pela corrida atrás de exemplares da revista. Esgotou-se, no Ceará, a edição da ISTOÉ. Em breve quando outra instância da Justiça revogar a decisão da juíza, a venda da revista se esgotará outra vez”.

Para piorar, Cid Gomes apelou para uma mentira ridícula ao afirmar que nem conhecia Paulo Roberto Costa. Como novamente mostra Ricardo Noblat, Cid Gomes e “Paulinho” posaram até para fotos juntos na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium II, no Ceará, que nunca saiu do papel.

É realmente um espanto como esses projetos de tiranete continuam mandando tanto pelo nordeste. Cid Gomes é irmão de Ciro Gomes, aquele que cospe no PT, acusa o PMDB de “quadrilha”, e faz campanha para a chapa de Dilma (PT) e Michel Temer (PMDB). O Brasil precisa se livrar dessas pragas políticas. (Por Rodrigo Constantino, da revista Veja // Blog do Sombra)

Política

Agnelo: BRB será o banco mais forte do Centro-Oeste

17 de setembro, 2014

Reuniao com Entidades BRB - Carlos Alberto (1)

Em encontro com representantes de entidades da instituição financeira, candidato à reeleição destaca crescimento do número de agências e financiamento de produtores

Dar continuidade ao processo de fortalecimento do BRB foi o compromisso firmado pelo candidato à reeleição, Agnelo Queiroz, nesta quarta-feira (17), em reunião com entidades representativas da instituição financeira. Na ocasião, os representantes do banco entregaram ao atual governador um documento intitulado “Repensando Estrategicamente o BRB” como forma de auxiliar as ações que serão tomadas na próxima gestão.

“Nosso maior objetivo é firmar o banco como o mais forte do Centro-Oeste. Esse documento é uma contribuição valiosa. Os dados do banco nessa gestão são muito positivos, cresceu em todas as áreas. Abrimos novas agências, é o maior financiador na área rural do DF, entre outros avanços. Por isso temos que dar continuidade”, afirmou Agnelo.

O conselheiro administrativo do BRB, André Matias Nepomuceno, ressaltou que o atual governo manteve o banco como instituição pública e o tirou da ameaça de privatização como em outras gestões.

A necessidade de uma gestão continuada e o aprimoramento da tecnologia foram os principais pontos levantados por Nepomuceno durante o encontro. “A interrupção de um trabalho em andamento nunca é um fator favorável para o desenvolvimento de uma instituição. E a modernização do sistema gera benefícios para o banco e para a população como um todo”, concluiu o conselheiro

O documento entregue ao governador é resultado de seminário realizado pela instituição em agosto. Na época, funcionários do banco, convidados e palestrantes debateram temas como BRB e o Sistema Financeiro Nacional, o Papel do BRB no Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal e do Centro-Oeste, BRB e a Tecnologia da Informação e O futuro do BRB: uma visão dos funcionários e aposentados.

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Segundo turno: a gestão do tempo de TV!

17 de setembro, 2014

Cesar maia

1. O tempo de TV no segundo turno iguala os candidatos: 10 minutos para cada um. Mas há um fundamental detalhe. Sempre que um candidato no primeiro turno tenha quase esses 10 minutos ou até mais, o segundo turno aparece como uma continuidade do primeiro, tirando impacto da TV. Já se um candidato tem um tempo de TV pequeno no primeiro turno – digamos 2 minutos – ao abrir o segundo turno e passar a ter 10 minutos é como se fosse um candidato revigorado.

2. Explico. Um candidato no primeiro turno com pouca exposição e visibilidade, nas quais está incluído – claro e principalmente – o tempo de TV, ao entrar no segundo turno com 10 minutos multiplicando – por exemplo – 5 vezes o tempo de TV, surge para alguns como um candidato que “não conheciam direito” e para todos como se surgisse fortalecido.

3. O eleitor reage em relação a esse candidato como se ele tivesse ressurgido de forma surpreendente, o que dá a ele um impulso muito forte. Se o programa de TV nesses 10 minutos souber trazê-lo de volta à telinha com toda essa força da surpresa, do fortalecimento e da renovação, ele se torna naturalmente competitivo, mesmo que a diferença entre os dois –ou as duas- no primeiro turno tenha sido significativa.

4. O candidato que já tinha esses 10 minutos –ou quase, ou mais- no primeiro turno, terá que criar no segundo turno uma sensação de novidade e não de continuidade em relação ao primeiro turno. É uma questão delicada. Não se trata de criar um novo candidato, o que passaria como farsa. Trata-se de renovar –quase recriar- o mesmo candidato. No início do programa de TV no segundo turno, fazer memória de pontos destacados no primeiro turno e de maior impacto no primeiro turno. Mas apenas como ponte para um programa recriado no segundo turno.

5. Essas terão que ser as habilidades da comunicação em TV e Rádio no segundo turno. A equipe do que já tinha os 10 minutos no primeiro turno deverá fazer a transição, usando o primeiro turno como referência inicial, mas renovando a forma e redesenhando o conteúdo. Do outro lado, o candidato que viu seu tempo de TV multiplicado no segundo turno tem que minimizar a ponte e a referência ao primeiro turno e entrar no segundo turno como um vigoroso candidato, impulsionado pelos 10 minutos à disposição, renovado e “musculoso”.

6. Quem se descuidar –num e noutro caso- amargará a derrota. Os exemplos são muitos. Em 2006, o programa de Lula no segundo turno veio renovado e ajudou a mudar o quadro. Venceu. Em 2000 na eleição para a prefeitura do Rio, o programa do candidato à reeleição veio com todo cheiro de continuidade o que passou a sensação de ultrapassado. Perdeu.

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PB: Cássio Cunha Lima é liberado pelo TSE

17 de setembro, 2014

cassio cunha lima

Candidatura de Cunha Lima ao governo da Paraíba foi liberada por seis votos a um. Ministra Maria Thereza Moura votou contra a liberação da candidatura

Do G1 PB – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato ao governo da Paraíba nas Eleições 2014, é elegível. A decisão pela liberação da candidatura do tucano foi tomada na sessão da noite desta terça-feira (16), quando seis dos sete ministros da Corte optaram por rejeitar o recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), que já havia liberado Cunha Lima para concorrer nas Eleições 2014.

O processo começou a ser julgado na última quinta-feira (11), mas a decisão foi adiada para esta terça-feira por pedido de vista da ministra Luciana Lóssio. Antes da interrupção, o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, negou provimento ao recurso ao entender que o 2º turno não configura uma nova eleição propriamente dita, concluindo que a data do primeiro turno é o marco para decisões referentes ao pleito em questão, assim, o prazo para inelegibilidade estaria exaurido em 5 de outubro de 2014 e o senador Cássio Cunha Lima estaria apto a concorrer ao pleito deste ano. Isto porque o primeiro turno das eleições de 2006 ocorreu em 1º de outubro.

Além de Gilmar Mendes, os ministros Dias Toffoli, João Otávio Noronha e Tarcísio Vieira de Carvalho também negaram provimento ao recurso já na última quinta-feira. Na sessão desta terça-feira, após a análise do processo, a ministra Luciana Lóssio acompanhou o relator e votou pela liberação da candidatura, embora ainda tenha levantado questionamentos quanto ao prazo a ser contado para determinar a inelegibilidade. O ministro Luiz Fux também votou nesta terça-feira e seguiu o entendimento do relator. Apenas a ministra Maria Thereza de Assis Moura votou pela inelegibilidade de Cunha Lima.

Defesa e acusação - Durante a sustentação oral, na última quinta-feira, o advogado de defesa de Cássio, Eduardo Alckmin considerou que o período de inelegibilidade começa no primeiro turno das eleições de 2006, ocorrido no dia 1º de outubro daquele ano. Desta maneira, nas Eleições 2014, cujo primeiro turno ocorrerá em 5 de outubro, o prazo de oito anos de inelegibilidade já terá se encerrado.

A tese defendida pelos advogados dos recorrentes foi de que Cunha Lima teria sido cassado no segundo turno das Eleições de 2006, tornando o senador inelégivel no primeiro turno das eleições deste ano,quando ainda não teria transcorrido o prazo de oito anos de perda dos direitos políticos, como prevê a Lei da Ficha Limpa.”Cássio Cunha Lima foi eleito no segundo turno e não há como afastar isso. Ele foi diplomado, empossado e chegou a exercer seu mandato antes de cassado”, disse a advogada Gabriela Rollemberg.

Julgamento do TRE - Em julgamento no dia 4 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) liberou a candidatura do senador Cássio Cunha Lima ao Governo do Estado. O julgamento terminou em 5 a 1 pela liberação da candidatura. Durante o voto, o relator do processo, o juiz federal Rudival Gama, considerou que o período de inelegibilidade começa no primeiro turno das eleições de 2006, ocorrido no dia 1º de outubro daquele ano.

“Na data da eleição de 2014, o prazo de inelegibilidade terá cessado”, afirmou, ao considerar que o segundo turno não é uma nova eleição, mas apenas um pleito complementar. O relator foi acompanhado pelo corregedor Tércio Chaves, pelo juiz Silvio Porto, pelo juiz Breno Wanderley e pelo juiz Eduardo José Soares.

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Marina apanha, mas Dilma é quem cai

17 de setembro, 2014

 dilma marina

Por Ricardo Noblat – Espantosa a capacidade de resistência de Marina Silva à pancadaria, a se levar em conta os resultados da mais recente pesquisa IBOPE divulgada pelo Jornal Nacional. Pela lógica, ela deveria estar caindo. E Dilma avançando. Mas eleição não é razão – é emoção. Ganha quem erra menos. E Marina tem errado pouco.

É esmagadora a vantagem que Dilma tem em relação aos seus adversários no tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. São 12 minutos contra seis de Aécio e dois de Marina. Por ora, a vantagem de pouco tem adiantado. Dilma não emociona ninguém. É razão pura. E seus programas de propaganda refletem o que ela é. Não poderia ser diferente.

O marketing político de Dilma apostou na desconstrução da imagem de Marina. Há mais de 20 dias que Marina apanha dia e noite. Contra ela foram assacadas até aqui as mentiras mais corrosivas. Do tipo: “Vai acabar com O Bolsa Família e o Mais Médicos. Marina está a serviço dos banqueiros”. Algum efeito a desconstrução produziu. Não o suficiente para desidratar Marina

Jamais neste país um candidato a presidente contou com a gigantesca coligação de partidos montada para reeleger Dilma. No Rio, por exemplo, todos os candidatos ao governo fazem parte da coligação de Dilma. Em São Paulo, nenhum candidato ao governo apoia Marina. Em Minas Gerais, o que apoia tem menos de 5% das intenções de voto. Tudo isso não basta.

Dilma não é querida. Nem admirada. É temida por seus maus modos. Por isso mesmo, entre seus aliados, é forte, embora discreta, a torcida para que ela perca. Pela primeira vez, na série de pesquisas do IBOPE, Dilma caiu na simulação de primeiro e de segundo turno. O governo de Dilma está destinado a passar à História como um governo medíocre.

O que ainda não se sabe é se ele marcará o desfecho do período de 12 anos do PT no poder.

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Agenda Rodrigo Rollemberg (40), de quarta-feira

17 de setembro, 2014

Rollemberg

9h30 – Encontro promovido pelo Sindicato dos Delegados da Polícia Civil

Local: Clube da Adepol, SCS Trecho 2, Lote 25

12h30 – Encontro com microempresários

Local: Candangolândia

19h – Entrevista no DF Record, na TV Record

20h30 – Apresentação do plano de governo na Grande Loja Maçônica do DF

Local: SGAN 909, Módulo B

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Agnelo convoca mais 100 concursados da Polícia Civil

17 de setembro, 2014
Foto Glaucya Braga

Foto Glaucya Braga

Candidato à reeleição anunciou a novidade durante sabatina promovida pelo Sinpol e disse que aprovados serão chamados na próxima semana

Mais 100 concursados da Polícia Civil do Distrito Federal serão convocados na próxima semana. A novidade foi anunciada nesta terça-feira (16) pelo candidato à reeleição, Agnelo Queiroz, durante sabatina promovida pelo Sindicato dos Policiais Civis do DF. Na ocasião, ele também se comprometeu em enviar mensagem ao Executivo para apoiar Medida Provisória que reconhece como de nível superior a profissão de agente de polícia.

“Chamaremos todos os aprovados no concurso até o final deste mandato. Já convocamos 739, na próxima semana vamos chamar mais 100 e até o final do ano totalizaremos mil. Nos próximos quatro anos vamos convocar mais duas mil pessoas”, afirmou o candidato, que também se comprometeu em reformar todas as delegacias de polícia.

Agnelo também fez questão de destacar seu empenho para garantir mais autonomia à categoria. O candidato à reeleição pela Coligação Respeito por Brasília explicou que esse assunto sempre foi discutido de forma transparente e que no próximo mandato continuará lutando para a valorização da carreira.

Ao final da sabatina, o atual governador recebeu da Sinpol uma pauta de reivindicações para serem analisadas assim que assumir o próximo mandato. “Vou analisar todos os itens e sentar com a categoria para definir uma pauta de prioridades

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Frejat: Isonomia entre civis e federais

17 de setembro, 2014

Frejat policia civil

Legista aposentado, Frejat defende bandeira da categoria durante sabatina na Asa Sul

O candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, defendeu na tarde desta terça-feira, 17, em sabatina na Asa Sul, a isonomia entre as polícias Civil do DF e Federal. “Fui eu, como deputado constituinte, que apresentei esta proposta da isonomia, meu gabinete tornou-se o QG da polícia”, recorda.

A isonomia entre as duas polícias atrela os reajustes salariais de uma a outra. Assim, sempre que os policiais federais receberem aumento, os policiais civis do DF o ganham na mesma proporção. A isonomia não é normativa. Existiu durante alguns anos e foi caindo em desuso. Hoje, é um bandeira da categoria.

Médico-legista aposentado e, portanto, membro ativo do Sindicato dos Policiais Civis, realizador da sabatina, Frejat usou uma figura de linguagem sobre o assunto. “Quando vocês saem às ruas para fazer uma investigação, vocês não confiam no parceiro? Sabem que o parceiro vai cobrir suas costas, vai te proteger? Pois então, podem confiam aqui no parceiro de vocês”, discursou.

Os policiais reclamam muito da redução de quadros na corporação. Segundo dizem, a população do Distrito Federal mais do que dobrou nos últimos dez anos. E o contingente continua o mesmo. Eles pedem a nomeação dos concursados aprovados e a realização de novos concursos.

Frejat foi claro ao responder dizendo que é favorável à contratação imediata dos policiais já aprovados em concurso público e também quanto ao aumento do contingente. “Mas precisamos fazer isso com responsabilidade. Temos que analisar a planilha com as finanças do governo para ver se há dinheiro disponível e se não houver, criar mecanismos de obter esses recursos”, falou.

Já depois da sabatina, questionado do lado de fora sobre porque conceder isonomia entre a Polícia Civil e os federais, Frejat explicou que se trata de uma questão estratégica para a defesa nacional. Como a polícia do DF atua na capital da República, e por isso mesmo é paga com recursos federais do Fundo Constitucional, ela atua na proteção às instituições nacionais.

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Pitiman garante concurso e reestruturação para a Civil

17 de setembro, 2014
Fotos: Rafael Monteiro

Fotos: Rafael Monteiro

Mais de mil policiais civis acompanharam a sabatina realizada nesta terça-feira (16), pelo Sindicato de Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol/DF), com o candidato ao governo do DF, Luiz Pitiman (PSDB). O encontro aconteceu no campus IESB Asa Sul.

Respondendo perguntas sobre a reestruturação da carreira, reconhecimento do nível superior para os cargos e melhorias do funcionamento e equipamentos disponíveis, Pitiman ressaltou que o governo deve compreender qual a demanda do policial. “Não pode ser governador quem não entende que o policial do DF é diferente dos policiais dos outros estados”, completou.

O candidato destacou ainda que o GDF precisa de autonomia para dar soluções a Polícia Civil e utilizar a união como um instrumento de auxílio na conquista de benefícios para a categoria.

Das propostas apresentadas, Pitiman se comprometeu em chamar os já aprovados da Polícia Civil do DF para ocupar o quadro de funcionários, além de realizar concurso público para preenchimento de 3.029 vagas.

O tucano garantiu também reestruturar a carreira equiparada com os agentes da ABIN e melhorar os auxílios profissionais, além de criar um Seguro de Vida para os policiais.

Uma das reivindicações principais da categoria foi a valorização da Polícia Civil com condições de trabalho, equipamento, treinamento e capacitação continuada, acompanhamento médico-psicológico e reforma salarial, entre outros. Pitiman garantiu total atenção e apoio aos profissionais.

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Ibope confirma onda da razão e Aécio cresce

17 de setembro, 2014

aecio

Pesquisa divulgada pela TV Globo e o jornal O Estado de S.Paulo mostra que Aécio avança quatro pontos no primeiro turno. Candidato também cresce no segundo turno

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (16/09) confirmou a chegada da “Onda da Razão” na campanha eleitoral para a Presidência da República, com o crescimento das intenções de voto no candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, em todos os cenários analisados de primeiro e segundo turnos.

Aécio subiu quatro pontos percentuais, de 15% para 19%, num intervalo de apenas quatro dias entre as pesquisas divulgadas pelo instituto. As candidatas do PT, Dilma Rousseff, e do PSB, Marina Silva, caíram nas intenções de voto.

Aécio reafirmou confiar na vitória e destacou que, neste momento da campanha, a população passa a prestar mais atenção ao que é defendido por cada candidato.

“É uma demonstração clara de que chegou a Onda da Razão. Os eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil, sem improviso ou um modelo que fracassou. Tenho convocação de que estarei no segundo turno e vencerei a eleição. Vamos usar a emoção para a Onda da Razão”, disse Aécio.

Segundo turno – No levantamento de segundo turno, Aécio também cresceu quatro pontos e agora aparece com 37% da preferência do eleitorado. Na simulação de segundo turno contra Marina Silva, Aécio avançou 3 pontos, para 30%. A exemplo do que aconteceu no primeiro turno, as duas candidatas também caíram nas intenções de voto.

A pesquisa também mostrou que Aécio melhorou o desempenho em todas as regiões do Brasil. No Sul, ele aparece com 23%, situação de empate técnico com a candidata Marina Silva.

O Ibope ouviu 3.010 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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Evento internacional de construções modernas no Mané

16 de setembro, 2014

mane

Arena brasiliense atrai evento sobre construções modernas e ecologicamente corretas, pela primeira vez, na América Latina. Engenheiros e arquitetos visitam estádio para estudos

Brasília sedia até sexta-feira (19/09) o Simpósio Anual da Associação Internacional para as Cascas e Estruturas Espaciais (IASS, em inglês). As novas construções realizadas para a Copa do Mundo, como o Estádio Nacional Mané Garrincha, estão no centro das palestras, voltadas para profissionais de arquitetura, engenharia e construtores. O evento é realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O arquiteto Eduardo Castro Mello e o engenheiro Knut Stockhusen, responsáveis pelo projeto do Mané Garrincha, farão uma exposição sobre a arena brasiliense na sexta-feira, junto com a apresentação de outros estádios do Mundial. O simpósio tem como tema principal as construções modernas e ecologicamente corretas. “É possível haver grandes projetos que não agridam tanto o meio ambiente”, explica Rui Marcelo Pauletti, professor associado da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e presidente do simpósio.

De acordo com Pauletti, o Estádio Nacional Mané Garrincha foi um motivador para a decisão de trazer para Brasília o simpósio internacional, que, pela primeira vez na história, é realizado em um país da América Latina. “A capital em si já é uma referencia para os arquitetos e engenheiros, mas a nova arena mostra que a cidade não vive só da época da fundação, mas que está sempre se recriando e investindo para melhorar”, afirma.

Atrativos – A presidente da Terracap, Maruska Lima, que coordenou a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, explica os atrativos que o estádio oferece aos profissionais da área. “Temos pilares de 36 metros de altura livre, um anel de compressão – laje de concreto que contorna todo o estádio – que é o maior do mundo. Não existe nada estruturalmente igual ao Estádio Nacional e isso chama a atenção dos engenheiros e projetistas”, detalha.

O simpósio internacional é um dos 18 eventos que vão ocorrer na capital até 2019 e que, juntos, deverão gerar impacto econômico de cerca de R$1,3 bilhão, de acordo com dados do Observatório do Turismo do DF de julho/2014. “Estamos projetando Brasília para arquitetos e engenheiros de várias partes do mundo, mostrando uma cidade moderna, com obras relevantes reconhecidas internacionalmente”, afirma o secretario-adjunto de Turismo e Projetos Especiais, Luís Otávio Neves.

Sobre a Associação – A IASS foi fundada em 1959 e tem sua sede e secretaria em Madri, na Espanha. O principal objetivo é fomentar o progresso do projeto, da análise e da construção de sistemas estruturais leves. A associação publica uma Revista Internacional e promove atividades técnicas em diversos países. Anualmente, a IASS organiza um Simpósio Internacional focado em temas de interesse geral de engenheiros, arquitetos e construtores. O evento de Brasília é realizado em parceria com a Rede Latino-Americana para as Tensoestruturas, que faz conjuntamente o 6º Simpósio Latino-Americano sobre Tensoestruturas.

Serviço:

Simpósio IASS-SLTE 2014 – Simpósio Anual da IASS – 9 Simpósio Latino-Americano sobre Tensoestruturas

Quando: de 15 a 19 de setembro de 2014

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Mais informações: www.iass2014.org

Cidade, Economia

Fecomércio-DF realizará sabatina com Jofran Frejat

16 de setembro, 2014

Frejat

A Fecomércio-DF realizará nesta quinta-feira (18), das 9h às 12h, na sede da instituição, uma sabatina com o candidato ao governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, que registrou a candidatura no domingo (14), após a desistência do então concorrente ao Palácio do Buriti, José Roberto Arruda. Frejat encerra o ciclo de encontros com os candidatos a governador promovido pela Federação do Comércio. Já participaram Agnelo Queiroz, Luiz Pitiman, Toninho do PSol, Rodrigo Rollemberg e José Roberto Arruda.

O objetivo da Fecomércio é conhecer o plano de governo dos candidatos, principalmente no que diz respeito ao tema desenvolvimento econômico. Na última sabatina promovida pela instituição, Jofran Frejat era candidato a vice e por isso não participou. Agora, ele poderá expor as propostas e mostrar o que pensa sobre o setor, da mesma forma como fizeram os outros concorrentes.

“Queremos conhecer o plano de governo dos candidatos, sobretudo quais medidas eles pensam implementar, caso eleitos, em apoio aos setores de comércio, serviços e turismo, que formam a base que nós representamos e uma vocação clara do Distrito Federal”, explica o presidente da Fecomércio, Adelmir Santana. “Naturalmente, gostaríamos de ver abordados temas como carga tributária, compras governamentais de micro e pequenas empresas, mobilidade urbana, segurança, alvarás de funcionamento, crédito e incentivos para novos empreendimentos”, ressalta Adelmir.

O candidato terá 50 minutos para apresentar suas propostas. Em seguida, responderá a 15 perguntas feitas pelo empresariado. Frejat falará para um público composto por presidentes e diretores dos 27 sindicatos filiados a Fecomércio, que juntos representam mais de 80 mil empresas e respondem por 93% do PIB privado do DF. A sabatina será realizada para convidados e para imprensa.

Serviço:

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF, Setor Comercial Sul, Quadra 6, Edifício Newton Rossi – 6º andar.

Horário: a partir das 9h.

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Ataques de Dilma a Marina é criticada por Janot

16 de setembro, 2014

Comercial-Dilma-BC

Foco do procurador-geral Eleitoral são inserções com ataques à proposta de autonomia do Banco Central defendida pela candidata do PSB.

Por Ricardo Brito – O procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, defendeu a suspensão das propagandas veiculadas pela campanha da presidente Dilma Rousseff que criticam a proposta da adversária Marina Silva de conceder autonomia operacional ao Banco Central (BC). Em parecer encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira, Janot considerou as peças irregulares ao reconhecer que eles pretendem criar “artificialmente na opinião pública estados mentais, emocionais ou passionais”. Tal conduta é proibida pelo Código Eleitoral. A manifestação de Janot pode ser acatada pelo TSE no julgamento do mérito das três ações da campanha de Marina que questionaram a propaganda. O caso deve ser analisado nos próximos dias…

Os advogados da candidata do PSB recorreram na semana passada ao tribunal contra a campanha sob a alegação de que a chapa de Dilma pratica “verdadeiro estelionato eleitoral” ao distorcer a proposta da adversária, uma vez que induz à percepção de que os bancos seriam os responsáveis pela condução da política de controle de juros e de inflação. Os advogados da candidata do PSB sustentam que a propaganda cria uma “cenário de horror” com a implantação da autonomia do BC ao chegar ao “absurdo terrorismo” de que a medida esvaziaria os poderes do presidente da República e do Congresso.

A propaganda, que foi ao ar nos dias 9, 11 e 12 de setembro e também em inserções durante o dia, mostra uma família sentada ao redor de uma mesa de refeição e mostra a comida sendo retirada aos poucos dos comensais à medida que um narrador fala das supostas consequências da autonomia do BC. Na semana passada, o TSE negou três pedidos de liminares apresentados pela defesa de Marina para suspender a propaganda. Contudo, Rodrigo Janot é a favor que o tribunal impeça a veiculação da campanha no julgamento do mérito.

“A cena criada na propaganda impugnada é forte e controvertida, ao promover, de forma dramática, elo entre a proposta de autonomia ao Banco Central e quadro aparente de grande recessão, com graves perdas econômicas para as famílias”, afirmam os pareceres de Janot. Para ele, é inquestionável que a crítica meramente política é inerente à campanha eleitoral e constitui típico discurso de embate. “Seus limites, entretanto, não podem ser ultrapassados, a ponto de criar um cenário ad terrorem ou tendencioso, apto a gerar estados emocionais desapegados de experiência real”, completaram.

Rodrigo Janot, que também é procurador-geral da República, manifestou-se contrariamente a outro pedido da chapa de Marina: conceder direitos de resposta à candidata do PSB no horário eleitoral reservado à campanha de Dilma. Para Janot, as peças não prejudicaram a candidatura de Marina. Ele disse que “a afirmação, ainda que controvertida, se insere no contexto de opinião pessoal acerca de um plano de governo” e que a visão de que a autonomia do BC signifique a entrega aos banqueiros de um grande poder de decisão sobre a vida das pessoas “não constitui inverdade flagrante, apta a ensejar direito de resposta”. (Blog do Sombra // Agência Estado)

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Frejat faz campanha em Santa Maria

16 de setembro, 2014

Frejat Santa Maria

Durante caminhada em Santa Maria, candidato recebe apelos da população para debelar caos na saúde

Aposentada, Raimunda de Souza, 57 anos, sofre sérias complicações de saúde. Precisando fazer exames de eletrocardiograma e ecografia dos ombros, passou 12 horas tentando marcar os exames e a consulta e sem conseguir, ouviu da recepcionista que  “consulta agora, e exame, só marca depois da eleição.”

Chorando, com os encaminhamentos na mão, encontrou com o candidato ao governo do Distrito Federal, Jofran Frejat, que realizou caminhada durante toda a manhã desta terça-feira, 16, na comercial do Baratudo, em Santa Maria Sul. “Dê um abraço no Arruda por mim. Sei que vocês estão juntos”. E desabafou: “faça alguma coisa por nós, a saúde está de mal a pior e a gente que é o povo humilde tá sofrendo demais, é muito humilhante ficar doente hoje em dia.”

O candidato ficou comovido. “Nós temos que resgatar Brasília. Tudo que eu escutei aqui hoje foi reclamação. Não tem saúde, é fato. E também não tem educação, não tem ônibus, não tem emprego, não tem segurança, está um horror. Eu vou curar Brasília”, disse.

Eleito governador, a primeira ação para a área de saúde anunciada por Frejat será implantar novos postos de saúde, inclusive na área rural, criar as policlínicas e estimular o programa Saúde da Família. “Vamos colocar profissionais nos hospitais, colocar equipamentos e medicamentos, dar uma condição pra que o pessoal que precisa possa ser realmente atendido”, explicou.

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Agnelo leva propostas à Câmara de Dirigentes Lojistas

16 de setembro, 2014

SABATINA CDL DF DENIO4

Em sabatina, candidato reafirmou o compromisso com empresários e garantiu que vai continuar trabalhando para impulsionar a economia do DF

Promover a atividade comercial e o desenvolvimento econômico no Distrito Federal foram os compromissos assumidos por Agnelo Queiroz, na noite desta segunda-feira (15), durante sabatina promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O candidato à reeleição pela Coligação Respeito por Brasília, reiterou que dará continuidade às políticas públicas voltadas para o setor empresarial.

“O setor privado precisa crescer e nós estamos trabalhando para dar um grande salto econômico na nossa cidade. Conseguimos arrumar a casa, estamos com um belo orçamento e esse projeto precisa continuar”, reforçou.

Agnelo destacou que tem trabalhado para proteger a economia do DF e vai dar seguimento às ações desenvolvidas, sempre dialogando com o setor produtivo.  “Defendi as nossas empresas. Fiz mudanças importantes, na área tributária, para manter os investimentos aqui e gerar emprego”, destacou. O candidato acrescentou ainda que não há estudos para aumentar as taxas de contribuição do setor empresarial.

Para o presidente da CDL, Álvaro Silveira Júnior, o encontro com Agnelo Queiroz foi produtivo e esclarecedor. “Todos os assuntos foram abordados de forma bastante objetiva. Agnelo já tem mantido com os dirigentes lojistas um diálogo bastante aberto nos últimos anos”, afirmou.

O empresário do comércio varejista de calçados, Kerginaldo Dutra Diniz, 54 anos, avalia que a atual gestão trouxe benefícios para os investidores. “Esse governo sempre esteve pronto para nos ouvir e incentivou o desenvolvimento econômico do DF. Existem áreas que devem ser melhoradas, mas eu acredito que nos próximos quatro anos tudo será corrigido e a cidade vai ficar ainda melhor”, destaca.

COMPROMISSO – Desde o inicio da gestão, Agnelo tem se preocupado em atender às demandas dos comerciantes para impulsionar a economia. O candidato à reeleição investiu na infraestrutura das cidades, principalmente pavimentando as vias e levando saneamento básico para as regiões que ainda não tinham.

Além disso, o governo Agnelo investiu nas áreas de Áreas de Desenvolvimento Econômico e tem regularizado as cidades, garantindo segurança jurídica para moradores e investidores. Outra novidade para os empresários brasilienses é a desburocratização para abrir e fechar empresas. A partir do dia 30 de setembro, o novo Simples Nacional entrará em funcionamento no DF. Em seguida, o projeto será levado para todo o Brasil.

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Campanella expulsa candidato por ciúmes de Rafael

16 de setembro, 2014
Marco Antonio Campanella

Marco Antonio Campanella

Por Donny Silva – A crise no PPL é mais grave do que se pensa. O ex-diretor do DFTrans e presidente do Partido Pátria Livre (PPL) Marco Antônio Campanella, candidato a deputado federal, fez muito barulho e acabou quase só em sua campanha eleitoral.

Vários candidatos a deputado distrital abandonaram a campanha de Campanella e correram em direção à outros candidatos da coligação do petista  Agnelo Queiroz, que  representa a coligação Respeito por Brasília, e que tem o apoio de 16 partidos (PMDB, PRB, PCdoB, PRP, PPL, PV, PP, PT, PTN, PTdoB, PSC, Pros, PTC, PSL, PHS e PEN).

Os candidatos Jonas Lessa e Pedro do Ovo decidiram apoiar a candidatura de Rafael Barbosa (PT), fato que gerou ciúmes por parte de Campanella, que resultou na expulsão (durante a madrugada) de Pedro do Ovo dos quadros do PPL.

Pedro do Ovo vai recorrer da decisão e afirmou ao Blog estar sendo perseguido por Campanella, que tem muitos assuntos a resolver com a justiça envolvendo sua desastrosa e tumultuada passagem pelo DFTrans.

O candidato Rafael Barbosa está bem posicionado nas pesquisas de opinião, enquanto Campanella amarga resultados negativos nas ruas, na coligação de Agnelo Queiroz  e no próprio partido.

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Vantagens na hipótese de 2º turno entre Dilma x Marina

16 de setembro, 2014

Cesar maia

1. A hipótese de Dilma x Marina no segundo turno produz, pelo menos, duas mudanças importantes tanto para uma como para outra. Para Marina o apoio espontâneo do PSDB. Para Dilma a reunificação de sua base de partidos políticos.

2. A primeira é natural. A segunda é produto dos conflitos que ocorreram entre PT e os demais partidos da base de Dilma, no primeiro turno, na formação das candidaturas e coligações regionais. Aécio aproveitou bem isso em alguns estados. SP e MG, onde PSDB e PSB se coligaram, é a exceção e no segundo turno onde estarão, claro, com Marina.

3. No primeiro turno a desagregação da base aliada permanecerá até o final, seja pela disputa dos governos dos Estados, seja pelas disputas para deputados estaduais e federais. O discurso “higiênico” de Marina em relação aos partidos e suas flechas sobre líderes do PMDB, serão a garantia que no segundo turno, os grandes e médios partidos da base aliada estarão com Dilma.

4. Mesmo em nível regional a oposição a Dilma poderá não estar unida na oposição no segundo turno. Primeiro pela sensação de inacessibilidade e falta de interlocutores na hipótese de Marina presidente. Segundo também pelas questões regionais, onde os aliados de antes de Dilma, num hipotético segundo turno para governador poderiam estar mais próximos dos partidos de oposição em nível local. Terceiro pela imprevisibilidade de mudanças na política local com Marina presidente, em especial na eleição municipal de 2016.

5. Esta será uma grande vantagem de Dilma no segundo turno, especialmente nos municípios do interior, onde os políticos locais têm maior capacidade de condução de voto. E será difícil Marina neutralizar pela força de coerência que procura dar a seu discurso em relação ao que chama da política que precisa ser ultrapassada. Lembrando que Dilma vence –hoje- com vantagem nos municípios de até 50 mil habitantes, o que será ampliado. São 35% dos eleitores.

6. Quem colocar lupa no segundo turno da eleição presidencial de 2010, em nível regional, poderá obter boas respostas.

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“A CEB não será privatizada”, garantiu Pitiman

16 de setembro, 2014

Pitiman

Em entrevista ao programa DF Record, na noite desta segunda-feira (15), Luiz Pitiman, candidato ao GDF pelo PSDB, afirmou que a Companhia Energética de Brasília (CEB) não será privatizada. Para o tucano, é preciso despolitizar a empresa pública e contratar por meio de concurso público técnicos na área.

“Não precisa privatizar nada. A CEB vai continuar como empresa pública. Nos últimos anos a companhia sofreu com o desgaste político e virou quase um feudo de pessoas que tinham outros interesses, que não é fornecer energia. Faremos concurso público para colocar lá pessoas qualificadas”, garantiu Pitiman.

Durante o programa, o tucano também respondeu questões sobre gestão pública, saúde e transporte. Entre as propostas para gestão pública, o candidato pretende implantar modelo de administração eficiente. Para a saúde, Pitiman vai colocar para funcionar o que já existe e realizar pacto com Goiás, Minas Gerais e União na criação de um serviço de qualidade. Já para o transporte, a ação de destaque é a reforma dos trilhos para trem de passageiros.

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TSE reabre discussão sobre Lei da Ficha Limpa

15 de setembro, 2014

cassio

Votos apresentados no julgamento da candidatura de Cássio Cunha Lima ao governo da Paraíba desconsideram condutas ilícitas praticadas entre o Primeiro e Segundo Turno da eleição de 2006

Enquanto a Lei da Ficha Limpa diz que um político “ficha suja” só pode voltar a se candidatar oito anos após sua última eleição, o TSE  (Tribunal Superior Eleitoral) vem balizando uma posição diferenciada, devido a uma interpretação de prazos eleitorais. “Os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro de diploma pelo prazo de oito anos a contar da eleição”, diz textualmente a lei da Ficha Limpa, sobre inelegibilidade, na alínea j, do artigo 1º.

Segundo os magistrados da Justiça Eleitoral, mesmo após ter sido cassado por uso da máquina pública na campanha eleitoral, abuso de poder político econômico e nem ter concluído o mandato para o qual foi eleito em 2006, por decisão do TSE, Cunha Lima poderá disputar as eleições de 05 de outubro deste ano. Os quatro votos já proferidos no TSE defendem que a contagem para a inelegibilidade deve começar no Primeiro Turno, que ocorreu em 1º de outubro de 2006. A eleição de Cunha Lima, entretanto, se deu em 29 de outubro de 2006, em Segundo Turno.  “A eleição de Cássio Cunha Lima ocorreu apenas no segundo turno, não é razoável interpretar a lei de forma mais restritiva do que o seu próprio texto, para possibilitar a candidatura de alguém que não tem a vida pregressa compatível com o que exige a Constituição Federal”, analisa a especialista em Direito Eleitoral Gabriela Rollemberg, que advoga pela cassação do registro da candidatura de Cássio Cunha Lima ao governo da Paraíba para o pleito deste ano.

Em votação realizada no dia 11 de setembro, os ministros Gilmar Mendes (relator), João Otávio de Noronha, Dias Toffoli (presidente) e Tarcisio Vieira de Carvalho afirmaram que o prazo de inelegibilidade deve ser contado  a partir do primeiro turno do pleito, mesmo quando um candidato só se elege em segundo turno. “Com essa interpretação, eles desconsideram as condutas ilícitas praticadas pelo candidato entre o primeiro e o segundo turno. No caso específico, Cunha Lima praticou condutas ilícitas até mesmo no dia do segundo turno, quando efetivamente foi eleito”, ressalta a advogada Gabriela Rollemberg. O candidato em questão já foi condenado por colegiado em três processos, um deles transitado e julgado (ver informações ao final do texto). “A legitimação da candidatura de Cunha Lima enfraquece a aplicabilidade da Lei da Ficha Limpa”, acrescenta a advogada. Nesta terça, dia 16 de setembro, o julgamento da questão deve voltar à pauta do TSE. A votação foi adiada, no dia 11 de setembro, por um pedido de vistas da Ministra Luciana Lóssio.

Para entender o caso – histórico das condenações

A seguir, o histórico das condenações impostas pela Justiça Eleitoral ao candidato Cássio Cunha Lima, uma delas já com sentença definitiva, sem possibilidade de recursos:

- AIJE nº 215, conhecida como “Caso FAC”: o então Governador foi cassado definitivamente pela Justiça Eleitoral (processo já transitado em julgado), em virtude da distribuição irrestrita de 35.000 cheques a pessoas supostamente carentes com finalidade eleitoral, o que implicou em gastos públicos de mais R$ 3.500.000,00. O fato ficou configurado como abuso de poder político e econômico, e conduta vedada. Além da cassação de seu mandato, ele foi condenado ainda ao pagamento de multa de R$ 100.000,00 e inelegibilidade “a contar da data em que se realizou o segundo turno de 2006″.

A decisão condenatória colegiada foi proferida pelo e. TRE-PB, e confirmada pelo c. TSE (RO nº 1497) e c. STF (AG nº 760.103), tendo transitado em julgado em 18.6.2014.

- AIJE nº 251, conhecida como “Caso A União”: condenação decorrente do desvirtuamento das publicações no periódico oficial do Estado da Paraíba, intitulado “A União”, com nítido propósito de difundir ilegalmente a candidatura do recorrido no pleito de 2006, tendo se configurado abuso de poder político, conduta vedada e o uso indevido dos meios de comunicação social.

Na decisão, foram consideradas condutas praticadas também entre o primeiro e o segundo turnos daquele pleito. Nesse caso, Cunha Lima também foi condenado à cassação de seu mandato, multa e inelegibilidade “a contar da data em que se realizou o segundo turno de 2006″ (fl. 1165).

Há recurso ordinário (RO nº 1563), que se encontra pendente de julgamento no TSE.

- AIJE nº 207, em que foi constatada a realização de gastos excessivos com publicidade no ano da eleição, tendo ocorrido um aumento de 400% nos gastos com publicidade. A decisão reconheceu a prática de conduta vedada e abuso de poder político, aplicando-se multa de R$ 100.000,00 e, mais uma vez, a inelegibilidade.

Essa decisão foi objeto de recurso ordinário (RO nº 5203-10), que se encontra pendente de análise pelo TSE, sob a relatoria da Min. Maria Thereza.

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Marina faz comíco ao lado de Rollemberg e Reguffe

15 de setembro, 2014

 Marina rollemberg

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva participou domingo de comício em Ceilândia, cidade satélite de Brasília, ao lado do candidato socialista ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e do deputado Antonio Reguffe, do PDT, que que concorre ao Senado.

Na ocasião, ela se comprometeu, se eleita, a ampliar o Programa Bolsa Família e o Programa Minha Casa, Minha vida. Marina enfatizou que vai investir 10% do Produto Interno Bruto em educação e que, nos seus quatro anos de governo, implantará o ensino em tempo integral em todo o País.

A candidata tocou, mais uma vez, na polêmica defesa da autonomia do Banco Central dizendo que pretende manter a meta da inflação em 4,5%, diminuir juros e estimular o investimento para “que o país volte a crescer”. Ela disse que pretende dar continuidade à política de responsabilidade fiscal, de controle de inflação com a meta de inflação estabelecida e fazer um grande esforço para evitar que a inflação volte, para que o País possa investir em saúde, educação, segurança publica, no passe livre, na proteção do meio ambiente.

Quanto as diferenças religiosas, a candidata, que é evangélica, declarou que o Brasil é laico e que seu governo lutará para que os brasileiros possam “viver de forma respeitosa na diferença, criando uma cultura de paz e não de ódio”. (José Carlos Werneck)

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Rodoviários agradecem Agnelo por benefícios

15 de setembro, 2014

Foto Glaucya Braga

Foto Glaucya Braga

Candidato à reeleição visitou clube da categoria e recebeu apoio dos trabalhadores, que agradeceram os benefícios recebidos nesta gestão

A valorização dos rodoviários e as melhorias promovidas no sistema de transporte do Distrito Federal durante o governo de Agnelo Queiroz foram elogiadas pelos trabalhadores, em encontro realizado neste domingo (14), no clube da categoria, na área rural de Ceilândia. O candidato à reeleição pela Coligação Respeito por Brasília agradeceu o apoio dos trabalhadores à sua candidatura.

Em uma carta entregue a Agnelo, os trabalhadores listaram os benefícios recebidos. Entre eles, o reajuste salarial de 20% – o maior concedido à categoria no Brasil, a implantação do plano de saúde com assistência odontológica, a melhoria dos ônibus e dos terminais, a intervenção feita nas empresas para assegurar emprego aos rodoviários e o pagamento das rescisões trabalhistas .

Agnelo Queiroz destacou que as melhorias só foram possíveis graças ao empenho e dedicação da categoria. O candidato se comprometeu a continuar lutando para garantir melhores condições de trabalho aos profissionais. “A família rodoviária foi muito importante nesta transformação radical que fizemos no transporte público. Investimos em equipamentos, em infraestrutura e garantimos melhores condições de trabalho aos rodoviários. Queremos completar esse projeto”, afirmou.

Agnelo ressaltou ainda que as realizações beneficiam rodoviários e passageiros. “Temos ônibus novos e, depois de 50 anos, fizemos a licitação para combater o cartel das empresas que dominavam o mercado. Neste processo, precisamos intervir em algumas companhias para garantir o direito dos trabalhadores. Também construímos vias exclusivas para ônibus, vamos ampliar o Expresso DF e as cidades ganharam asfalto novo para que os motoristas trafeguem com tranquilidade e segurança”, destacou.

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Jorge Faria, reconhece que as melhorias foram muito importantes e afirmou que a classe apoia a reeleição de Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli. “Tivemos aumento, estamos dirigindo ônibus novos e temos planos de saúde graças a este governo. Só com o Agnelo conseguimos conquistar os nossos direitos”, agradeceu Faria.

Rodoviário há 35 anos, José Silva dos Santos, 61 anos, comemorou as transformações. “Antes eu trabalhavam em ônibus sem freio e caindo aos pedaços. Isso colocava em risco a minha vida e a dos passageiros. Agora tudo mudou, os veículos são confortáveis e seguros. Isso é muito bom, principalmente, devido a minha idade”, elogiou.

Santos foi um dos trabalhadores que precisou ser incorporado por outra companhia após a substituição das empresas de ônibus no DF. Ele agradeceu a intervenção feita por Agnelo Queiroz. “Recebi tudo o que precisava receber e continuei empregado. Não tenho o que reclamar”, comemorou Santos.

Para o motorista Valdeci Costa, 58 anos, este foi o melhor governo que o DF já teve. Ele é rodoviário há 27 anos e afirma que, pela primeira vez, a categoria recebeu atenção. “Quero o Agnelo novamente para as mudanças continuarem. Foram muitos benefícios que recebi e um deles foi  plano de saúde. Eu nunca tive um, agora tenho assistência e já fiz até três cirurgias nos olhos. Estou muito satisfeito”, disse, entusiasmado.

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Cristiano apresenta propostas para ciclistas

15 de setembro, 2014

ciclistas

O deputado Cristiano Araújo (PTB) reuniu-se no neste domingo (14) com mais de 60 ciclistas,  incluindo o presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo, Éder Vieira, e diretores de empresas de ônibus, que irão preparar seus motoristas para respeitares os ciclistas. Também estiveram presentes Vitor Meira, Maurílio Junior e Vinicius Canedo, grandes praticantes e amantes do ciclismo.

As propostas de Cristiano Araújo incluem campanhas publicitárias com objetivo que motoristas respeitem os ciclistas, capacitação de motoristas de ônibus e de táxis para respeitarem as duas rodas, instalação de chuveiros, vestiários estacionamentos seguros em repartições públicas para incentivar a bicicleta como meio de transporte,  promoção, construção e conservação das ciclovias. Além disso, Cristiano também afirmou que vai lutar para reconstruir o velódromo e a pista de cross que foram desmanchados na construção do estádio Mané Garrincha. É objetivo do deputado Cristiano Araújo estimular e apoiar as competições de ciclismo no DF por meio de emendas parlamentares.

Cristiano Araújo está no seu segundo mandato na Câmara Legislativa. Ele é candidato a mais um mandato de deputado distrital com o número 14014.

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Registrada candidatura de Frejat

15 de setembro, 2014

Frejat tre1

Arruda, Flávia, Gim e o novo candidato a governador do Distrito Federal protocolam substituição no TRE-DF

“Eles conseguiram me derrubar no tapetão, mas não destruíram o nosso projeto, vamos ganhar a eleição”,  disse o ex-governador José Roberto Arruda na tarde deste domingo, 14, logo depois de protocolar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) a substituição dele por Jofran Frejat, o novo candidato ao governo do Distrito Federal pela coligação União e Força.

“É hora de unir o nosso grupo político para tirarmos essa gestão incompetente e governar para os mais humildes de novo”, frisou Frejat, já oficializado na cabeça de chapa, ao lado da candidata a vice-governadora, Flávia Arruda, e do senador Gim Argello, candidato à reeleição. “Nós aceitamos a decisão judicial contra o nosso governador Arruda, mas não nos conformamos com ela. Vamos ganhar essa eleição”, repetiu.

Pela manhã, Frejat já cumpriu a agenda de candidato, com reuniões em Planaltina. Depois, participou de um almoço em Taguatinga e teve uma reunião com lideranças comunitárias no Lago Oeste. À tarde, toda a chapa majoritária e Arruda, que se transformou em cabo eleitoral e vai acompanhar Frejat, participaram de dois comícios e várias reuniões em Planaltina.

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Empresárias investem em gestão e crescem no mercado

15 de setembro, 2014

Programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios apresenta a história de duas sócias que investiram em um hotel fazenda e hoje diversificam os serviços

No agreste pernambucano, um hotel fazenda oferece lazer e tranquilidade aos visitantes. E com ajuda de consultorias, melhorou a gestão e vem crescendo no mercado. A empresa participa do Projeto de Apoio ao Turismo Rural e de Valorização da Cultura Regional. A ação tem o objetivo de melhorar a gestão das empresas, valorizar a cultura, além de explorar o clima e a vegetação da região.

O Hotel Fazenda fica em Bezerros, município próximo a Gravatá, e é propriedade das irmãs Tereza e Elisabeth Fiúza. A pousada ocupa uma área de 200 hectares, o equivalente a cerca de 270 campos de futebol. O investimento no espaço foi de R$ 200 mil.

Com o apoio do Sebrae, a Pousada foi avaliada com três estelas pelo Ministério do Turismo. As donas do negócio fizeram cursos de planejamento estratégico e gestão.

A velha cocheira foi reformada e hoje é a recepção do hotel. As acomodações da fazenda viraram 22 suítes para receber os hóspedes, que pagam a partir de R$ 220 nas diárias.

A fazenda também recebe excursões escolares e aumenta a rentabilidade do negócio. Agora, elas investem, também, para sediar leilões de gado e eventos de negócios.

O Programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios foi exibido na TV Globo no domingo (14), às 7h30, com reapresentações na Globo News, às 9h05, e no Canal Futura segunda-feira (15), às 16h30, terça-feira (16), às 5h, e sábado (20), às 15h.

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Economia

Unidades móveis do BRB atendem no Zoológico

14 de setembro, 2014

 brb

Novo serviço do banco beneficiará público e funcionários do parque

O BRB inicia, neste mês de setembro, uma ação de atendimento (de quinta a domingo, das 11h às 17h) no Zoológico de Brasília, com suas unidades móveis (vans), para proporcionar mais comodidade e agilidade ao público e aos funcionários do local. Diversos serviços estão à disposição dos clientes e usuários em geral, tais como: pagamento de contas, boletos, títulos de outros bancos, saques de até mil reais e depósitos.

“O BRB inova mais uma vez em relação a novas formas de atendimento e abordagem aos seus clientes. A ideia é manter um gerente de negócios em dias de pagamento, facilitando a vida dos nossos clientes e usuários”, destacou gerente de Contratos e Negócios da instituição, André Paiva.

A secretária Vanessa Carvalho, funcionária do zoológico, gostou bastante do novo serviço. “É bom porque é uma facilidade a mais que temos. Antes, tínhamos que ir ao Parkshopping ou até na Candangolândia ou Núcleo Bandeirante para sacar dinheiro. Espero muito que continue esse serviço”.

Outra funcionária que também aprovou a ação do BRB foi a Cleonice Cunha, que trabalha na área de educação e lazer do espaço. “Achei maravilhoso. O BRB é bom em todos os lugares, facilita a nossa vida. Agora já dá para fazer pagamento aos sábados sem precisar enfrentar filas. Antes era muito complicado”, contou.

Economia

PT está desesperado para manter cargos, diz Rands

14 de setembro, 2014
Maurício Rands

Maurício Rands

 

Na coordenação da campanha de Marina Silva, o ex-líder do PT na Câmara dos Deputados Maurício Rands demonstrou surpresa com a estratégia do seu antigo partido para desconstruir a imagem da candidata do PSB. Em conversa com o Blog, Rands reagiu ao que chamou de discurso do medo da campanha da petista Dilma Rousseff.

“Por que essa obsessão do poder pelo poder? Por que esse afã, essa vontade de ficar no governo? O PT está demonstrando muito apego aos cargos públicos para fazer esse debate desesperado em cima da mentira. Se a Dilma perder a eleição, será bom para ela. Dilma vive estressada, vive agressiva. Alguma coisa está errada”, disparou Rands.

O ex-líder petista admite que a campanha ficou “muito desigual” e que fica difícil reagir, com pouco tempo de televisão, aos comerciais do PT no rádio e televisão. “Eles (petistas) estão desesperados e atacaram muito forte. O ataque ficou tão artificial que há um sentimento das pessoas de que foi uma ação desproporcional”, ressaltou.

Em sintonia com o discurso de Marina, Maurício Rands demonstrou espanto com a ofensiva da campanha de Dilma. “Eu não quero uma campanha com esse método, em cima da mentira. O PT faz um discurso do medo, ao comparar Marina a Collor e de que a proposta de Marina é tirar comida da mesa do trabalhador para dar aos banqueiros. Como as ideias do PT não são fortes, ele decidiram falsear o debate”, disparou. (Por Gerson Camarotti)

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Pragmatismo de aliados pesou na renúncia de Arruda

14 de setembro, 2014

 eleições 2014

Num prazo de 24 horas, três candidatos a governador renunciaram num movimento inédito nas eleições brasileiras: José Riva, do PSD, abandonou a sucessão em Mato Grosso, e o ex-governador Neudo Campos, do PP, em Roraima. Os dois indicaram as mulheres para seus lugares na disputa estadual.

No sábado, foi a vez do ex-governador José Roberto Arruda deixar a sucessão no Distrito Federal. Líder na disputa, ainda conseguiu indicar a mulher Flávia para vice na chapa que era encabeçada por ele.

Os três tiveram registros barrados pela Lei Ficha Limpa. A Justiça Eleitoral agiu rápido nesses casos, evitando insegurança jurídica no pleito desse ano.

O caso que ganhou mais evidência foi a renúncia de Arruda protagonista do escândalo conhecido como o mensalão do DEM. Condenado pelo Tribunal de Justiça por improbidade administrativa, ele insistia na candidatura.

Na quinta, o TSE rejeitou recursos da defesa de Arruda, e manteve a decisão de considerar o candidato do PR inelegível. O ex-governador, que chegou a ser preso em 2010, ainda ensaiava uma manobra jurídica. Tentou levar o caso ao Supremo Tribunal Federal.

Mas foi aí que pesou o pragmatismo político de seus aliados. O partido tinha até este domingo para decidir uma substituição, já que o prazo legal para mudança de candidaturas acaba na segunda. Diante de um candidato bichado, pesou o espírito de sobrevivência dos políticos da coligação de Arruda.

A ação imediata da Justiça Eleitoral, ao barrar candidatos com a ficha suja, fortaleceu a democracia. (Por Gerson Camarotti)

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Arruda decide renunciar à candidatura ao GDF

14 de setembro, 2014
José Roberto Arruda

José Roberto Arruda

 

Ele teve candidatura indeferida pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa. Jofran Frejat é o substituto, tendo a mulher do ex-governador como vice.

Raquel Morais e Lucas Salomão, do G1 DF – Com o registro barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, o ex-governador José Roberto Arruda decidiu neste sábado (13) renunciar à candidatura ao governo do Distrito Federal pelo Partido da República (PR). Ele será substituído pelo vice na chapa, Jofran Frejat (PR). A mulher do ex-governador, Flávia Peres (PR), foi escolhida a nova vice.

Arruda foi condenado pelo Tribunal de Justiça do DF por improbidade administrativa no dia 9 de julho, em segunda instância, pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM. Com isso, a candidatura dele foi barrada pelo TSE. O candidato entrou com recursos na Justiça, mas não obteve decisão favorável.

Ele poderia esperar o julgamento de um recurso pendente de análise no Supremo Tribunal Federal, mas o prazo para fazer alterações na chapa eleitoral termina neste domingo (14). Trocar o candidato é uma maneira da chapa poder continuar concorrendo, mesmo se o recurso não for acatado pelo STF. Além de Arruda, outros dois candidatos a governador barrados pela Ficha-Limpa desistiram da candidatura nas últimas 24 horas: José Riva (PSD), candidato ao governo de Mato Grosso; e Neudo Campos (PP), candidato a governador em Roraima.

Arruda marcou uma coletiva de imprensa na sede do partido em Brasília para anunciar a decisão. Ele disse que nos últimos meses viveu “uma linda história de amor” com as pessoas “humildes” da cidade. E que este é, “provavelmente”, o momento “derradeiro” da vida política dele.

Ele disse ainda que tomou a decisão de renunciar em reunião nesta manhã com o senador e candidato à reeleição pelo PTB, Gim Argello, e com o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

“Eu queria pedir licença aos meus amigos para dizer em primeiro lugar que nos últimos meses e sobretudo nos últimos dias eu vivi uma linda história de amor. E essa história de amor é uma relação íntima, de alma, que eu tive a chance de ter com cada pessoa humilde desta cidade. O meu reencontro com a população de Brasília não vai nunca mais sair da minha alma. E eu quero neste momento, provavelmente o derradeiro da minha vida pública, agradecer a cada um”, afirmou, ao lado da mulher, Flávia Arruda, e de Frejat.

Arruda disse que deixou a candidatura após sucessivas decisões da Justiça desfavoráveis a ele. O ex-candidato citou recurso que sua defesa protocolou no Supremo Tribunal Federal que vai ser analisado pela ministra Rosa Weber. Ele lembrou que, no TSE, a ministra já havia se posicionado contra a legalidade da candidatura.

“Eu disse que iria até o fim. Perdi no TJ, recorri. Perdi no TRE, recorri. Perdi no TSE, recorri. Perdi no STJ, recorri. Com a distribuição que foi feita, para a ministra [Rosa Weber] que havia deixado claro sua posição no TSE, está claro que foi negado o registro da minha candidatura [...] Mas agora chegou a hora da responsabilidade. Continuar agora seria correr o risco de deixar a população sem ter em quem votar. Não seria apenas o fim da minha carreira política, mas o fim de um projeto político muito maior do que eu”, afirmou.

O ex-candidato comentou sobre a Lei da Ficha Limpa e disse que, no caso dele, foi uma “boa lei” usada para “fins mesquinhos”.

“A pergunta que se faz é se as leis são iguais para todos ou se mudam de acordo com a cara do freguês”, disse.

Fim da vida pública

No início do discurso, Arruda disse que este era “provavelmente” o último momento de sua vida pública. Ao terminar o anúncio da desistência da candidatura, ele afirmou que estava “passando o bastão” para Frejat e disse que era mesmo o fim de sua carreira pública.

“Eu me retiro da vida pública. Eu vou agora cuidar das crianças”. Ele disse ainda que não vai aceitar nenhum cargo no governo caso Frejat seja eleito.

Frejat, agora o candidato da coligação, lamentou a saída de Arruda. “Respeitamos a decisão da Justiça, mas não significa nos conformamos. Lamentavelmente não poderemos contar com ele no governo, mas tenho certeza de que o Arruda estará nos nossos corações e que seguindo o programa [de governo] dele, vamos resgatar a dignidade dele”, disse.

Recursos

Na quinta (11), o TSE rejeitou recursos protocolados pela defesa de Arruda e manteve a decisão de considerar o político do PR inelegível. Na sexta, a defesa protocolou petição em que pedia “urgência” ao Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir se suspendia ou não decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o considerou inelegível.

A Procuradoria-Geral Eleitoral enviou ao TSE pedido para que fossem suspensos todos os atos de campanha de Arruda. O partido tinha até este domingo (14) para decidir se substituía a candidatura dele, e o STF não havia se manifestado a respeito.

A defesa do ex-governador alega que o pedido de registro da candidatura foi feito antes da condenação, quando Arruda ainda era ficha limpa – e, por isso, o registro não pode ser indeferido.

Segundo o entendimento do TSE e do TRE, no entanto, a condenação posterior ao pedido de registro também pode ser vista como condição de inelegibilidade. A reclamação constitucional apresentada na quinta-feira afirma que estas decisões contrariam sentenças anteriores do próprio TSE.

O ex-candidato liderava a pesquisa pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10). Ele tinha 37% das intenções de voto, seguido pelo atual governador, Agnelo Queiroz (PT), com 19%, e pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB), com 18%.

No requerimento protocolado no tribunal, a procuradoria argumenta que a realização de campanha só é permitida a quem possui registro de candidatura. “A nova legislação nada mais fez do que reforçar a necessidade de se evitarem os graves efeitos de uma prática cada vez mais comum: candidatos sabidamente inelegíveis insistem em candidatar-se e, apesar de sucessivas decisões judiciais que reiteram a impossibilidade de suas candidaturas, insistem em continuar em campanha, arrastando debates judiciais infrutíferos até as vésperas do pleito e, muitas vezes, até após as eleições”, diz o documento.

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O advogado de Arruda, Eduardo Alckmin, disse que entrou com um pedido para que o ministro Lewandovski reconsidere a decisão de distribuir o processo para a ministra Rosa Weber.

“Pelo menos dois ministros acharam que o processo não cairia na mão da Weber: ela mesma e o ministro [Dias] Toffoli, já que ela participou do julgamento do recurso no TSE e, teoricamente, não poderia ser relatora no STF. Nós entendemos que a decisão de devolver o processo às mãos da ministra é algo que deve ser reconsiderado. Este caso está tão marcado por quebra de parâmetros jurídicos que não podemos aceitar mais este”, disse.

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A tática do erro se repete

12 de setembro, 2014

opiniao

Por Ricardo Callado - Em 2009, o delegado aposentado Durval Barbosa, que comandava o esquema de corrupção no Governo do Distrito Federal junto a empresas de tecnologia, perdia espaço no governo Arruda. Na administração anterior, do ex-governador Joaquim Roriz, Barbosa nadava de braçada à frente da Codeplan e atendia a todos e a si próprio com o esquema que desviou centenas de milhões de reais dos cofres do GDF.

Barbosa se viu pressionado pela justiça e cada vez mais perto de encarar a prisão. Arruda não lhe deu o apoio necessário. Jogou o ex-aliado as feras. Sem o esquema de corrupção, com a justiça lhe apertando e um eminente mandado de prisão, Durval Barbosa montou o que seria o plano perfeito.

A jogada foi aderir a um acordo de delação premiada com o Ministério Público e a Justiça e entregar provas contra o então governador José Roberto Arruda, o seu vice, Paulo Octávio, além de deputados distritais e secretários de GDF. A escolha dos nomes a ser atingidos foi criteriosa. Alguns fitas ficaram guardadas convenientemente.

Como pano de fundo, a operação tinha o objetivo de colocar Joaquim Roriz de volta no Palácio do Buriti. Sem Arruda no páreo, pensava-se que seria fácil o ex-governador ganhar o quinto mandato. Não foi isso que aconteceu. A operação denominada Caixa de Pandora ficou fora de controle e atingiu gente demais. A economia da cidade parou. As instituições foram desmoralizadas. E, por ser próximo ao delator, o efeito negativo respingou em Roriz.

O governo acabou caindo no colo do petista Agnelo Queiroz, que quase nada tinha a ver com o caso. Agnelo não participou da montagem do esquema para derrubar Arruda, mas Durval Barbosa mostrou as gravações para ele antes do escândalo vir à tona. E acabou sendo o maior beneficiado.

Em 2014 a história se repete. E os personagens também. Arruda é novamente candidato ao GDF. Parte da turma da delação da Caixa de Pandora se uniu a campanha de reeleição de Agnelo. E a justiça é novamente o palco das decisões do destino eleitoral do Palácio do Buriti. Processos andaram mais rápidos do que deviam. Gravações clandestinas surgiram para complicar ainda mais o caso. O submundo da política do DF atuou novamente. E Durval e sua turma estão mais vivos do que nunca.

As pressões por parte da equipe jurídica de Agnelo para que Arruda tivesse o registro de sua candidatura indeferida foram intensas. E deu resultado. Arruda está por um fio de esperança. Só resta ao Supremo Tribunal Federal (STF) jogar a pá de cal para enterrar de vez as pretensões do ex-governador retornar ao GDF.

Para completar a coincidência, falta Arruda abrir mão da candidatura e colocar sua mulher, Flávia Peres, como sua substituta, assim como fez Roriz em 2010, sendo substituído por dona Weslian. O que acabou sendo um desastre, para a sorte de Agnelo. Flávia seria a Weslian 2.0.

O enredo é tão parecido que o maior beneficiado pode ser alguém que novamente nada tem a ver com a história. Em 2010, o projeto era tirar Arruda para beneficiar Roriz, mas quem levou foi Agnelo. Em 2014, o plano é de novo tirar Arruda, desta vez para beneficiar Agnelo, mas a campanha eleitoral segue um caminho para dar a vitória ao candidato Rodrigo Rollemberg (PSB). Ou seja, se alguém ainda tem dúvidas, o crime não compensa mesmo. Para nenhum dos lados.

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